Divertindo
Ando pelas ruas, cheias de gente por todos os lados. Todos rindo e se divertindo. E eu tão só. Acho que nem na Lua minha solidão seria maior.
''E se perguntarem onde estou, diga que estou me divertindo na imensidão. Aquela que vem como espelho, tapa na cara e afins. Aquela que te leva daqui e coloca ali, dentro de si. Diga que encontrei por ai um lindo jardim com muito a conferir. Um muito que me trouxe aqui, no mais belo e sincero de mim. Esbanjando canção, atendendo ao coração, encontrando inspiração... Sonhando de olhos abertos e fechados. Procurando palavras que rimam com começos, meios e fins. Tropeços, anseios e amendoim. Não não, não é bem assim. Ou é, talvez sim. Bom, diga apenas que, enfim, sobrevivi. E que voltei, com sensatez mas curtindo os meus talvez. Porque o meu lar está mesmo em casa mas eu sou apaixonada pela estrada''.
Chego a ficar triste quando vejo você sorrindo, se divertindo com seus amigos, e não posso fazer o mesmo.
NÃO VEJA AS HORAS PASSAREM
O tempo voa quando você está se divertindo.
Isso é o fluxo, nome dado ao cientista entendido.
O fluxo ocorre quando estamos imersos numa atividade
Isso ocorre de acordo cada um e a sua habilidade.
O fluxo ocorre quando a atividade é uma mera escolha
E essa escolha tem que ser agradável nem seja dobradura de folha.
Para que o fluxo ocorra não precisa ter emoção,
Você faz atividade sem nenhuma competição,
Ao acaba-la você sente a alegria da experiência.
Comece a praticar isso no seu trabalho com paciência.
Isso ocorre por que você na sua vida esta sendo fiel
Pois nossa escolha racional pode ser muito cruel.
Então seja fiel por alguns minutos a que você curte,
Esqueça a tecnologia e vá tomar com o dedo um iogurte.
Então tende achar o seu fluxo com simplicidade,
Cultive-a e viva com muito mais felicidade.
André Zanarella 03-04-2013
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4700047
''E se perguntarem onde estou, diga que estou me divertindo na imensidão. Aquela que vem como espelho, tapa na cara e afins. Aquela que te leva daqui e coloca ali, dentro de si. Diga que encontrei nos restos que guardei aqui, de ti e deles ali, um muito de mim. Um muito que me trouxe aqui, no mais belo e sincero de mim. Esbanjando canção, atendendo ao coração, encontrando inspiração. Procurando palavras que rimam com começos, meios e fins. Tropeços, anseios e amendoim. Não não, não é bem assim. Ou é, talvez sim. Bom, diga apenas que, enfim, sobrevivi. E que voltei, mas só pra mim.''
A pandemia criou uma situação inusitada no Brasil: pessoas confinadas divertindo-se ao assistir outras pessoas confinadas brigando umas com as outras num jogo de soma zero. Resta saber se o mesmo acontecerá com pessoas ao ficarem confinadas por mais de 3 meses.
Enquanto você estava se divertindo com outras...
Ela estava sempre sorridente contando as horas pra te ver!
Serei um eterno menino me divertindo neste lindo palco de teatro chamado terra, interpretando essa maravilhosa peça chamada minha vida.
Aquele que se considera superior ou inferior a alguém vive divertindo-se numa gangorra. Um dia o brinquedo quebra e as sequelas da queda podem permanecer indefinidamente.
Enquanto muitos procuram as pessoas perfeitas para suas vidas, eu vou me divertindo com as imperfeitas. Pelo menos, elas são autenticas.
Borboletear
Com destreza, e plena certeza do que fazia.
Ela ia divertindo-se no jogo das palavras.
Palavras para ela, eram lindas borboletas.
Então, ela borboleteava...
Rabiscava, com firmeza as palavras,
que lindamente borboleteavam.
Borboleteavam em círculos,
indo também para a direita,
e depois para a esquerda.
Em diversas cores e formas,
ela, e as borboletas...
borboleteavam...
o que é amor?... ahhhhh!!! amor é quando você beija a pessoa e os dois fica se divertindo não é isso!. isso é apenas desejo . amor é algo que você dar á vida por ele(a) que você luta pra fazer a pessoa feliz e que quando você ta com ele(a) nada do seu mundo importa dinheiro, festa, praia, etc... e sim a companhia dela , o amor enfim é isso que eu acho
FAZ DE CONTA
Outro dia mesmo estava me divertindo,
assim meio descuidado, meio distraído,
e pelas brincadeiras de infância atraído.
Vieram outros dias, outras noites,
e, então, o tempo, sorrateiramente,
foi levando para longe de mim, dia após dia,
o pião que fazia girar as minhas fantasias;
as bolinhas de sabão, que eram meu alento,
foram desmanchando-se ao sopro do vento.
O faz de conta, os pés descalços, as ‘partidas’,
o ‘bate-bola’ nos campinhos de terra batida;
as alegres brincadeiras de ‘esconde-esconde’,
me escondiam do mundo adulto, não sei onde.
Enfim, até me dar conta que chegou o dia
de que esconder já não mais conseguia.
Eu não gostei de ter crescido, realmente.
Vez por outra eu me perco à minha procura.
Eu queria ter de novo aquela estatura,
aquela inocência, aquela candura.
Não queira esse mundo de loucura,
onde a verdade se vai e a mentira perdura.
Eu queria ser um menino eternamente.
Na verdade sou criança, apesar da aparência,
e luto para não ser adulto, com veemência,
para não adulterar de vez a minha essência.
O pião perdeu-se num mundo que continua a girar,
as bolinhas de sabão desfizeram-se de vez pelo ar
e nas ruas asfaltadas meus pés calçados vêm pisar.
Mas eu sigo brincando de esconde-esconde, contudo,
com o tempo que insiste em transformar tudo;
faz de crianças felizes, adultos sisudos.
Meu corpo de adulto pelo tempo foi esculpido,
embora me sinta criança, num corpo crescido,
com roupas de adultos, mas espírito despido.
Quanto mais ele muda, mais me contraponho,
pois muda um reino encantado de sonhos,
em um mundo ainda mais infeliz e tristonho.
Cresci e não gostei; isso me desaponta.
Por isso mantenho esse desejo oculto,
insistindo em brincar de faz de conta,
‘fazendo de conta’ que sou adulto.
Todos estão se divertindo e eu aqui sózinha, de pijama. Não que eu esteja me excluíndo, eu só estou sem pique pra encarar o mundo real hoje. Alguns na mesma situação diriam - Antes só do que mal acompanhada. - Mas eu, eu não sei se estaria mal acompanhada nesse momento se estivesse me aventurando por essas ruas cheias de gente estranha. Realmente não sei.
Mas há pessoas que acham que sim. Para elas, eu imagino que seja mais confortavél acreditar nisso, deve ser melhor para o ego. Ou não.
Vocês pensam que a vida de vocês é boa mas o povo do pantanal está se divertindo tocando berrante e cavalgando em capivaras.
