Distinguir
“Distinguir-se numa multidão, é sinônimo de criatividade e determinação, posto sermos singulares em nossas escolhas e atitudes...porém únicos, na fé praticada...no amor cristão doado...na luz emanada, bem como, no legado nosso pra posteridade deixado!!”
Silvânia Alves Saffhill✨
É preciso distinguir entre o que é necessário e o que queremos em nossas vidas. Isso nos poupa de cargas excessivas.
"É preciso sempre distinguir o que é puramente sagrado do que é absolutamente profano."
Pensamentos e Reflexões
Três princípios podem distinguir um líder: habilidade, competência, e coragem. O rei Saul não tinha coragem ele agia pela pressão do medo. Mas, Davi tinha e praticava os três princípios.
José Guaracir
Saber de onde vem o som.
Distinguir os raios de luz.
Perder a razão que tange as memórias.
Não ter fome de boa.
Estar bem só.
São sentidos suplementares.
...Neles , entretanto, é fácil distinguir a divergência da maledicência, da malevolência...Quando essa animosidade..., por trás da pretensa crítica, se escora em divergência ideológica e com ela se disfarça, o caso entrra para a sombria faixa das pequenas infâmias que - destacadamente, em épocas de tirania e de obscurantismo - marcam as criaturas frustradas, covardes e sujas...essas mazelas, que definem ações dos marginais da atividade intelectual...Ninguém pode caminhar pelos tortuosos caminhos de uma atividade feita para o público sem arriscar a receber uma mordida de um cão raivoso, ou uma pedrada insólita de um esquizofrênico, ou o bote traiçoeiro de serpente se pisou inadvertidamente"
A FÚRIA DE CALIBÃ, pág. 247
Em um mundo onde a visibilidade define o valor, está cada vez mais difícil distinguir o genuíno do impostor.
Na vida haverá ordinários pensamentos perturbados,não saberás mais distinguir o certo do errado, e que todas as mentiras exposta por um semelhante será ofuscado como verdade, tudo aquilo que acreditamos será uma exposição de dúvidas sem suma importância, e aos demais do próprio conjunto, seremos tratados comos os tais mentirosos e julgados mesmo sendo os verdadeiros, não mudará mesmo com a liturgia da palavra, o que foi acrescentado não será alimento para os que vão ainda ser vistos, a posição de cada palavra vem com ângulo de cada resposta em gaguejos e simplificados sobe grosserias, tudo para abstenção de uma paz não existencial, mas vale o sorriso e o silêncio do que aos prantos e aos gritos para ganhar a vossa verdade, um amor platônico e descomunal.
Quem ouve tentamente e observa , é imparcial , é sensato e coerente , sabe distinguir quando alguém quer tirar a sua paz , ou está te alertando de tudo aquilo que vocē não esta conseguindo enxergar, portanto que saibamos identificar estes momentos , essas pessoas .
saiba distinguir paixão de comodidade,tudo indiferente do sim é não,tudo indiferente da intensidade é apenas admiração,paixão é obsessão é mover montanhas pra se fazer presente, não é sobre precisar mas querer,não é sobre completar mas agregar.
As vezes com a verdade estampada na face por comodidade não enxergo,ou acho que me faço de cego.no entanto o tempo não sustenta o peso, qualquer brisa abala um alicerce enfraquecido ,mas está é a seleção natural da vida ,se encarregando de derrubar muros fracos,te fortalece e te ensina que o sim é uma constante imutável,o talvez,quem sabe ou o mais tarde, é o não, que não se sustentar.
Um conselho pra eu mesmo,não entre em construção de alicerces fracos, pois no fim sempre vem abaixo e o último a ficar é o que mais se machuca.
estas são as palavras que possam distinguir o que é o amor ,você irá perder o seu tempo, pois certas palavras não precisa ter significado, a não ser o fato de se amar ,e não ter que se explicar.
Quando um fazendeiro contrata um caseiro, espera, no mínimo, que ele saiba distinguir uma vaca de um vira-lata ou, ao menos, que não deixe o gado escapar por um portão escancarado. Afinal, confiança é algo sério: entregar as chaves da fazenda não é como emprestar seu celular pra criança do vizinho. É delegar responsabilidade. É dizer: “Eu confio que você vai cuidar disso como se fosse seu. Ou até mais, porque não é.”
Só que tem caseiro que parece ter entendido o cargo como “hóspede permanente com direito a salário”. Deixa o pasto virar selva, o gado desaparecer sem deixar rastro e ainda reclama do latido dos cães de guarda — aqueles mesmos cães cujos nomes ele nem sabe, mas que, coitados, continuam defendendo uma fazenda que ninguém mais parece querer proteger.
Ah, e quando algo dá errado? Bem, aí entra o toque final do profissionalismo: culpar o cachorro. “Foi ele que não latiu na hora certa.” “Devia estar dormindo.” “Talvez seja preguiçoso.” E lá vai ele, o grande estrategista rural, pegar uma pá e resolver o problema eliminando quem, pelo menos, tentava fazer o seu papel — sem férias, sem 13º, sem plano de carreira, apenas fiel ao dever.
Só que essa história não é sobre fazendeiros, caseiros nem mesmo sobre cachorros.
Bom senso é a arte do comedimento, é a capacidade de distinguir o que convém fazer ou não, mesmo você tendo total liberdade pra isso.
Eu, particularmente, acho importante saber distinguir o que você merece e o que você aceita. Porque confundir esses dois é extremamente perigoso e doloroso.
