Disputar uma Pessoa
Luxúria. Exibição de uma imagem “pavão”.
Jovens de diversas classes de sociedades do mundo inteiro têm essa “imagem” de luxúria em seu corpo e mente.
Jovens que vivem à “margem da luxúria” tem uma visão de vida centrada na moda, na vaidade, na ilusão.
Poucos dizem "sou um vencedor" perante uma tempestade...
Poucos oram agradecendo a provação de hoje...
Poucos louvam a Deus pelas "feridas" do passado...
Como também poucos meditam que Ele venceu a morte por cada um de nós...
Que Ele acalmou o mar, que Ele prometeu fazer o humilde ser exaltado...
Ele se fez homem com toda sua glória, por amor a nós...
Em nenhum momento Ele não nos prometeu uma vida sem obstáculos, mas num deu animo para prosseguir, dizendo que Ele já venceu tudo por nós...
Mas para provarmos do valioso sabor desta vitória precisamos aceitar O único caminho, A unica verdade...
Aquele que trás consigo a vida eterna... Jesus Cristo...(♥)
É triste saber que a fútil modernidade faz da Música Popular Brasileira uma rotulagem de sua verdadeira essência.
" Sei que para uma grande parte de pessoas existe um uma espécie de colisão nos seus cérebros quando lêem o que escrevo, ou quando me ouvem a dizer rigorosa e fielmente o que penso. Ficam chocadas por dizer isto ou aquilo, ou por dar a minha opinião sobre determinado tema.
Há quem me apelide de insensível, provocadora, má ou cruel.
Muitas sentem-se ofendidas e vêem os meus comentários como algo perturbador porque no fundo reconhecem-se quando ataco ou satirizo determinado círculo de pessoas. Elas sabem que fazem parte desse circo onde a franqueza e frontalidade existem, mas apenas em teoria, porque na prática dizem sempre o que os outros querem ouvir nem que para isso tenham que ser aquilo a que eu chamo “vira - casacas”.
São nada mais, nada menos do que pessoas sem autonomia mental, com ideias todas em cadeia, administradas e conduzidas entre várias pessoas, e ganham sempre as ideias de quem controla. "
Um facto nunca será o mesmo que uma suposição. Sim, porque uma hipótese, uma suspeita, ou um palpite não é o mesmo que um acontecimento, uma ocorrência ou uma verdade.
A vida às vezes me cansa. De uma lassidão surpreendente. Cansaço de dever comprido. Fadiga de quem quer mais. Mais vida para viver. E reviver um novo ciclo.
A amizade e um sentimento que depende de nos para conseguir amizade não e despresada para uma vez só porque amizade e tudo que um ser humano deseja ou quer
Porquê sinto saudade de ti?
Nunca toquei teus lábios
Nem afaguei tua face
Uma saudade arrebatadora
Suga meus sentidos
Porquê?
Sinto esse querer desmedido
Olhos negros, penetrantes
Imunes aos meus
Doce Proibido
Porque sinto essa saudade que me tira o chão
Deixa na solidão, meu querer, meu gostar
Essa saudade sem entendimento, arde
Chama que devora
Atrevimento meu, sentir o teu
Meu doce proibido - Romeu.
Penso em você quando fecho meus olhos, instantes passados, passando e irão acontecer. Uma doce junção de desejos mal resolvidos, situações não acabadas. Aquela chama que arde ao coração, que ofega a respiração, que descontrola as sentidos que me faz cada dia mais lhe querer.
Quando estende o sorriso é o momento em que Deus pinta uma tela e abrem-se os céus de mundos paralelos...
Quando o abraço envolto a mim é o calor universal que toma proporções gigantescas dentro do meu eu...
E o brio encantador que vem sereno despertando o ardor e a fúria de corações acalentados pelo medo e a solidão...
Uma câmera na mão, uma ideia na cabeça. Um brilho no olhar, uma caneta na mesa, traçando o papel, criando...
Mentiras, apenas mentiras. Atos mal planejados (ou não) a fim de mais uma vez, favorecer você e seu sorriso banal de sempre.
E se tem uma coisa que você tem obrigação de aprender, é a seguinte:
Caiu: Vai, levanta... Não importa o motivo, você só tem que aprender a seguir, ir em frente!
Esta área metropolitana ás vezes pode comparar-se mais a uma aldeia, do que a uma cidade, onde qualquer um se cruza e mistura, onde todos julgam conhecer-se, ou se não conhecem, todos sabem os nomes uns dos outros. Onde grande parte dessas mesmas pessoas se difama e se denigrem uns aos outros. Não faltam intrigas e “cusquices”. Há enredos para todos os gostos, alguns a fazerem lembrar novelas mexicanas. Há tramas que nem o realizador com a imaginação mais fértil conseguiria realizar. Manobras de todas as espécies. Há demasiado tempo que me cansei de um certo tipo de criatura desta “pequena aldeia” , e inúmeras são as ocasiões que a minha paciência se esgota e atinjo o limite. Na realidade tenho vontade de mais e melhor. Sitios e pessoas onde a existência possua a energia e o vigor com que ela tem que ser vivida e sentida. Onde a vida palpite sem maldades associadas. Onde exista agitação saudável. Onde existam outras realidades, pessoas e coisas mais interessantes no lugar desta apatia apodrecida e oportuna. Sinto-me esgotada dos planos de benefícios por conveniência, de escutar as pessoas a murmurarem ou fabricarem e inventarem jogos de cama para os outros. Estou farta de gente que só consegue ver o seu umbigo gigantesco, que vivem de olhos fechados para a sua própria vida, mas quando o assunto é a vida dos outros arregalam os olhos, mas nem assim conseguem ser eficazes.
