Frases sobre discussão
Autoexclusão
"Dependendo do que tu disseres à pessoa durante uma discussão poderás acionar automaticamente o gatilho de tua exclusão definitiva dentro do outro."
Tem dias .
Tem dias que o silêncio grita mais do que qualquer discussão. Não é só sobre não ter dinheiro… é sobre não ter escolha. Sobre inventar desculpas pra não ir, quando na verdade o bolso é quem responde primeiro. É sobre não ser chamado, porque já imaginam a resposta.
Nos últimos meses, o coração foi terreno de guerra: trapaças disfarçadas de acordos, traições que vestiam a roupa do amor e promessas que só existiram na boca de quem nunca quis cumpri-las.
É estranho como a falta de dinheiro não pesa só no bolso, mas na alma. Ela tira o ar, fecha as portas, e obriga o homem a engolir seco a vontade de sumir, só pra respirar em outro lugar onde ninguém o conheça.
Mas o homem que passa por isso e ainda se mantém de pé, sem devolver ao mundo o que o mundo jogou nele…
esse carrega uma força que ninguém enxerga, mas que um dia vai calar todas as vozes que o fizeram se sentir pequeno.
A religião será sempre um motivo de discussão, porque todos estarão tentando falar de uma forma diferente do amor por Deus dentro de seus ensinamentos
Apontando o dedo para alguém durante uma discussão, você não estará somente puxando o gatilho para aquela pessoa, mas estará também assinando uma sentença que não poderá reverter com muita facilidade
O silêncio em meio a discussão
O silencio em meio a irritação
É o melhor meio de aprender a ser paciente
É o único jeito as vezes.
Somos influenciados de várias maneiras
e por todo o tempo testados.
Há uma guerra invisível entre o bem e o mal
que existe dentro de cada um de nós.
Por mais difícil que seja
devemos escolher o bem e se afastar do mal
pois esse é o caminho mais fácil a perdição.
Continue... continue e não desista!
Acabando com uma discussão teológica sem dar o braço a torcer,
olha meu irmão eu não gosto da sua maneira de agir como se fosse dono da verdade, mais isso não nos leva a lugar nem um, temos ponto de vistas diferentes e oque estamos fazendo nao está edificado ninguém e nem acresentado nada então me desculpe. Como já dizia Paulo a Tito, temos é que passar longe dessas discussões improdutivas, que só geram confusões. E o próprio Jesus é o exemplo mais fiel disso. Ele, sempre questionados pelos fariseus, nunca se estendeu em longos debates e sempre calou-os com uma ou duas frases, demonstrando imensa sabedoria. que Deus continue te abençoando e fique a vontade para descordar de mim sempre que quiser assim como eu fiz, fique na paz, e que o Espirito santo te de discernimento para me entender e a mim para entender você afinal é como paulo disse: A palavra mata mais o espírito vivifica. se por um acaso algo que eu disse lhe ofendeu ou desagradou eu peso perdão!.
Aproveitando o ensejo da discussão sobre a “ESCALA 6x1”, por que não debatem também que já passou da hora do lucro ser menor para possibilitar salários maiores para os funcionários?! Os salários hoje em dia não dão para mais nada! Já notaram como nós, meros mortais, perdemos o poder de compra?! Comparem as profissões ao longo das décadas e puxem na memória o poder de compra que esses profissionais tinham… Se continuar assim… O último a sair que apague a luz, por favor!
Qual padrão de vida tinha um engenheiro em 1970, por exemplo?
Um advogado recém-formado conseguia sustentar uma família em 1960?
Quantos filhos bem criados poderia ter um gerente (de qualquer empresa) em 1980?
Quantos imóveis um dentista, médico, professor, veterinário, psicólogo, arquiteto… conseguia adquirir durante a vida?
Vocês estão preparados para uma crescente diminuição da qualidade de vida?
Estão diminuindo o poder de compra pouco a pouco e ninguém fala nada!
Chega um ponto que não tem como voltar atrás. E nem precisa estudar economia para adivinhar sobre isso.
REFLITAM!
GENOCÍDIO X ETNOCÍDIO (Discurso Oficial)
O texto em discussão, menciona a luta dos povos indígenas brasileiro acerca de seus direitos à terra e sua exploração. Manutenção de sua cultura e suas etnias. E propõe o declínio de quinhentos anos de segregação e execração àqueles atores sociais.
No entanto, não podemos ignorar que desde o Brasil colônia esta luta vem se perpetuando até a atualidade, para ser mais preciso, desde meados do século XVIII, momento em que se acirra e assume um caráter legalista por parte do Estado Monárquico através de leis forjadas para atender os interesses da classe dominante de então.
E diante desse contexto, os povos indígenas sempre foram submetidos a um patamar de submissão, exploração e cerceamento de direitos, pior, relegados ao abandono pelas autoridades e pela própria sociedade não indígena que por sua vez, apoiados em um discurso separatista e sectário, reivindicavam que os índios não deviam exercer nenhum poder de propriedade sobre as terras as quais, lhes pertenciam por natureza, alegando que eles não mais se identificavam como “puros”. Não obstante eram preguiçosos e ladrões, o que autorizava o sistema governamental em um processo de expropriação distribuí-la com os povos não indígenas e membros da coroa.
Todavia, somente através das ações do CIMI (Conselho indigenista missionário), aqueles sujeitos passam a galgar apoio em defesa de seus direitos elementares e, na busca de consolidação de seu perfil identitário. Uma vez que tudo fluía em antagonia à sua afirmação enquanto povos indígenas através de leis legitimadoras dessa barbárie. Era sob a égide desse discurso imposto pelo coroa que aqueles povos eram submetidos à toda sorte de desumanidade e cerceamento de direitos.
Muitas foram as lutas deflagradas contra o discurso oficial que também refletia na sociedade daquele contexto histórico a fim de subtrair suas terras, conquista natural e legitima daqueles atores, uma vez que os próprios, ali existiam bem antes daqueles que os colonizavam.
Sobretudo, é de bom alvitre dizer que toda essa saga de luta e resistência teve seu ápice de crueldade durante os famigerados anos de chumbo no apogeu dos governos autoritários do regime militar dos anos de 1964, em que esses povos foram brutalmente excluídos de seu habitat.
É permissível dizer quase extintos, para dar vazão ao capitalismo e interesses das mineradoras estrangeiras, latifundiários, grileiros e a agroindústria.
Momento em que essas entidades de apoio àqueles povos são fortemente perseguidas e dizimadas para favorecer outras de cunho oficial e caráter repressivo.
Concomitantemente, com o advento da constituição federal de 1988, em seu art. 231, capitulo VIII da “ordem social” uma demanda da sociedade civil organizada e rechaçada veementemente pela classe dominante através de seus representantes no congresso nacional, consegue, ainda que de modo “goela a baixo”, inserir no texto da carta direitos avançados em defesa dos indígenas, mesmo não estando a contento do que mereciam aqueles “indivíduos”, haja vista serem os mesmos, subjetivos, e que não os agracia em sua plenitude. Conforme propõe o texto da CF em seu artigo 231. Vejamos o que reflete o mencionado.
Art. 231. São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens.
§ 1º São terras tradicionalmente ocupadas pelos índios as por eles habitadas em caráter permanente, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias a sua reprodução física e cultural, segundo seus usos, costumes e tradições.
§ 2º As terras tradicionalmente ocupadas pelos índios destinam-se a sua posse permanente, cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes.
§ 3º O aproveitamento dos recursos hídricos, incluídos os potenciais energéticos, a pesquisa e a lavra das riquezas minerais em terras indígenas só podem ser efetivados com autorização do Congresso Nacional, ouvidas as comunidades afetadas, ficando-lhes assegurada participação nos resultados da lavra, na forma da lei.
§ 4º As terras de que trata este artigo são inalienáveis e indisponíveis, e os direitos sobre elas, imprescritíveis.
§ 5º É vedada a remoção dos grupos indígenas de suas terras, salvo, ad referendum do Congresso Nacional, em caso de catástrofe ou epidemia que ponha em risco sua população, ou no interesse da soberania do País, após deliberação do Congresso Nacional, garantido, em qualquer hipótese, o retorno imediato logo que cesse o risco.
§ 6º São nulos e extintos, não produzindo efeitos jurídicos, os atos que tenham por objeto a ocupação, o domínio e a posse das terras a que se refere este artigo, ou a exploração das riquezas naturais do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes, ressalvado relevante interesse público da União, segundo o que dispuser lei complementar, não gerando a nulidade e a extinção direito a indenização ou a ações contra a União, salvo, na forma da lei, quanto às benfeitorias derivadas da ocupação de boa-fé.
Em suma, é plausível falar que esse discurso oficial perpassa as fronteiras do tempo e espaço, e se consubstancia na atualidade apresentando-se com moderna indumentária. Mas com o mesmo propósito de aniquilar essas etnias apresentando um modelo de dominação ainda mais pernicioso, configurado em uma associação entre o genocídio e o etnocídio perpetrado explicitamente e chancelado pelo aparelho estatal, no afã de mortificar a jovem democracia conquistada à duras penas em nosso país.
Deixando cintilante a existência de uma utopia quando se fala em “Emancipação Indígena” por assim dizer. Ante o que já fora mostrado acima no texto constitucional expresso.
Eu evito a discussão,
O debate
E a briga.
Não troco uma frase
Com quem acredita
Ter um rei na barriga.
16-04-2015
Muitas vezes é preciso ignorar, calar e refletir sobre qualquer discussão. Como dói! sofrer, chorar e ser magoado(a) por quem amamos.
Adivinhando a sobremesa,
De discussão e amargor,
Entre as beiras da mesa,
Somente a linha do equador.
Em espanhol, "camorra" (pronúncia: ka'morra), refere-se a uma briga, discussão ou altercação violenta entre pessoas ou grupos.
Antes eu ficava em discussão com meu subconsciente,
contrariava minha intuição, que me avisava incansavelmente,
sobre determinadas coisas que eu queria fazer
e pessoas que eu queria defender,
mas segundo meu instinto, eu não deveria fazer.
Pois eu pagava pra ver, teimava e fazia...
...me dava mal, como já sabia!
Aprendi cedo a ouvir e aceitar,
que dentro de mim, algo ia me iluminar!
já nem discuto mais com minha intuição,
simplesmente obedeço!
'Meu eu' sempre tem razão!!
E, ainda escrevo tudo o que Ela me diz...
sim 'meu eu' também é mulher, e sou sua aprendiz:
Como diz a frase que já virou bordão:
- Nunca discuta com uma mulher,
pois ela sempre terá razão!
“Quem agride numa discussão é porque tem dúvida de sua razão ou sabe que está errado”
Ney P. Batista
May/21/2021
Não entre em discussão por vaidade,você pode estar se sentindo com toda razão, e estar fora da realidade.
