Discursos

Cerca de 1283 frases e pensamentos: Discursos

⁠Estudo

Estudamos discursos escusos que não são nossos, explorando vozes em todos os nossos cursos.

Em palavras alheias buscamos inspiração,
para enriquecer nossa própria expressão.

Cada voz, um mundo a descobrir, em um mar de conhecimento a nos unir.

Estudamos discursos de longe e de perto, cada palavra, um tesouro aberto.

Na diversidade de vozes, nossa mente se expande, novas perspectivas nosso ser alcança.

Inserida por I004145959

⁠O que você sente quando fracassa?

Quais são os discursos que operam em sua mente após um momento te fracasso?

Antes de iniciar reflitamos o peso de uma palavra - lembrança.

Inserida por UemersonFlorencio

⁠"A tentativa de naturalizar a sexualidade, seja na religião ou no discurso sadiano, falha ao ignorar a complexidade do desejo, que vai além do biológico."

Inserida por danmena

⁠Tenha a consciência do seu voto e não se deixe levar por simples discursos falaciosos de gentes que só pulam de um lado para outro

Inserida por ErasmoCachigamba

⁠Urge-nos perceber o instante em que nossas divagações mentais, ao se tornarem discursos proferidos, resultam em desconforto e desagrado.

Inserida por Dommaciel

⁠Um dos nossos principais erros foi ter um discurso de direita, mas fazer políticas de esquerda, soando como conservadores, mas agindo como trabalhistas.

Kemi Badenoch
Morton, Becky. Tories need to stop acting like Labour - Badenoch. BBC, 2 set. 2024.
Inserida por Dmartins08041999

⁠Tudo é intencional na política, pois cada discurso, gesto e aliança tem um objetivo e um efeito.

Inserida por mcpatinhas

⁠Taxar com discurso de indiferença revolta, ou magoa, por se sentir ofendido pela atitude do outro é um reclame velho e atrasado.
Quando o necessário seria, apenas entender que o outro nunca foi nem será jamais, oque particularmente o outro imagina.

Inserida por dalainilton

⁠Se o nosso discurso não for racional e lógico, logo ele será levado pelo vento e enterrado. E nós também!

Inserida por irio

⁠⁠Para muitos na classe média, qualquer discurso das minorias é considerado apenas um "mi mi mi"...

Não se interessam pelo passado nem pelo processo histórico brasileiro.

Acreditam que estão na zona de conforto por mérito, enquanto todos fora são vistos como preguiçosos e acomodados.

Não adianta gastar energia tentando explicar o motivo das políticas afirmativas, num contexto brasileiro marcado por enorme desigualdade social, decorrente do histórico de escravidão e de uma elite extremamente gananciosa.

É como dar murro em ponta de faca.

Acredito que o melhor recado que podemos enviar é continuar focando na luta pelos direitos das minorias e no cumprimento da lei.

Inserida por I004145959

⁠⁠⁠⁠Em um mundo de santos duvidosos
Tenho medo da força da verdade,
No discurso bandidos são bondosos
Não conseguem deixar a vaidade.
Em defesa do povo e do estado
O bem comum é todo expropriado,
Esquecendo o dever de dar suporte;
Não aceitam acordo nem pitaco
Quem defende bandeira do mais fraco
Não resiste ao suborno do mais forte.

Inserida por Leopoeta2025

⁠A Dor da Mudança e o Prazer da Ilusão

Ah, a mudança! Esse conceito tão bonito nos discursos políticos, onde a gente escolhe os personagens, mas no qual depois muitos descobrem a dor que causada por uma narrativa bem elaborada. A cada eleição, a esperança renasce, os discursos emocionam, as promessas enchem os corações, e lá vai o povo de novo, acreditando que dessa vez tudo vai ser diferente.
O problema é que todo mundo quer um país melhor, mas desde que não precise fazer esforço pra isso. Sair da zona de conforto? Nem pensar! Admitir que votou errado? Jamais! O ser humano prefere acreditar em coelhinho da pascoa e em Papai Noel do que admitir que foi enganado. Afinal, a verdade não é um prato que se serve quente e apetitoso, ela vem fria, indigesta: uma conta de luz mais cara, impostos mais altos e uma crise que, ao contrário do candidato eleito, nunca some.

O brasileiro, aliás, já deveria ter doutorado em frustração política. A receita é sempre a mesma: elegem um salvador da pátria e, poucos meses depois, estão se perguntando "ué, mas cadê a pátria salva?". Ele não iria mudar tudo? Mas mudou sim! curiosamente, para pior. Em vez de melhorar a vida do povo, melhora as emendas e os privilégios dos parlamentares. Em vez de reduzir impostos, reduz nossa sanidade. E no lugar de controlar a inflação, nos obriga a testar a arte da multiplicação, nos obriga a descobrir novas formas de fazer um pacote de arroz e meio kg de café render um mês inteiro, não querendo citar mais já citando que prometeu picanha, esta que numa chegou, e agora ate o ovo está sumindo da mesa do brasileiro.
E é aqui que entra o verdadeiro dilema, seguir acreditando ou finalmente encarar a realidade? O cérebro, coitado, já foi comprovado cientificamente que não gosta de mudanças. Ele se apega a crenças como se fossem travesseiros velhos, não importa que estejam rasgados, mofados e cheirando mal, pelo menos são familiares! Admitir que erramos na escolha? Nem pensar! Melhor acreditar que está tudo bem, que a culpa é sempre de um "outro" e que "agora vai", mesmo que nunca vá.

Enquanto isso, a realidade dá tapas diários na nossa cara, boleto vencendo mais rápido que esperança em época de promessa eleitoral. Mas calma! Sempre há um culpado conveniente para desviar o foco. É a oposição! É a mídia! É o ET de varginha! Qualquer um, menos quem realmente está no poder, porque admitir isso dói mais do que ver o preço do tomate e da cebola nas ferinhas de domingo.

Enquanto isso, aqueles que prometeram cuidar, transformar a realidade dos mais carentes, seguem fazendo o que fazem de melhor, garantindo o próprio conforto enquanto o povo descobre que o carrinho do mercado encolheu. Impostos sobem e o único milagre econômico acontecendo é o talento do brasileiro de transformar 100 reais em uma compra que cabe numa sacola de mão. Mas reclamar? Nem pensar! Tem sempre aquele grupo que insiste que "poderia ser pior". E realmente poderia, basta dar mais tempo!
Então, meu caro cidadão, qual vai ser? Seguir preso nesse looping eterno de narrativas e verdades relativas ou finalmente desafiar sua própria visão de sociedade? Porque mudar dói, admitir que errou dói mais ainda, mas fingir que está tudo bem e continuar sofrendo pelas próprias escolhas... isso sim é masoquismo. E dos bravos!

Inserida por alexsandropettersen

⁠"Fé que só se ouve se perde no discurso; fé que se pratica se revela na vida."

Inserida por AlessandroOLIVEI

⁠No Brasil, os ditados populares são parte essencial do discurso cotidiano, refletindo a sabedoria coletiva que passa de geração em geração. Segundo levantamento recente, “O barato sai caro” é, disparado, o ditado mais recitado pelos brasileiros, com 65,4% de menções. Em seguida vêm “A mentira tem perna curta” (64,3%) e “A esperança é a última que morre” (61%), completando o pódio das expressões mais usadas.

Essas máximas resumem ensinamentos práticos:

“O barato sai caro” alerta para os riscos de escolhas motivadas apenas pelo preço, lembrando que economias imediatistas podem resultar em prejuízos maiores no futuro.

“A mentira tem perna curta” reafirma que a verdade, cedo ou tarde, sempre se revela; por mais que alguém tente prolongar um engano, ele não resiste ao tempo.

“A esperança é a última que morre” substitui o otimismo inabalável, enfatizando que, mesmo diante de adversidades, a fé em dias melhores persiste até o fim.

Curiosamente, são pais e mães — em 67% dos casos — os principais transmissores desses saberes populares, indicando que o lar continua sendo o principal ambiente de aprendizado cultural e moral. Em cada conselho ou advertência, esses ditos trazem não apenas uma lição de vida, mas também o elo afetivo de quem os compartilha, fortalecendo valores como prudência, honestidade e perseverança.

No Brasil de hoje, onde as incertezas econômicas e sociais se misturam ao cotidiano acelerado, os ditados populares seguem sendo bússolas simples e eficazes para guiar decisões, reforçar princípios éticos e manter viva a chama da esperança. Eles provam que, muitas vezes, as maiores verdades estão nas palavras mais simples.

Inserida por joemarro


Deve-se manter vigilância constante diante daqueles que, sob o discurso da liberdade, instrumentalizam a manipulação das consciências - subvertendo princípios e fragilizando os fundamentos do bem comum.
Tal prática, longe de promover emancipação, revela-se um disfarçado exercício de corrupção sob a aparência de idealismo.

Inserida por JulmarCaldeira51



A hostilidade é o discursode
ódio utilizado por aqueles
que são perversos e mediocrês.

Inserida por ubaldopoetadoamor

⁠Quem vive na superficialidade é facilmente enganado por falsas promessas e discursos bonitos.

Inserida por victorioelom

⁠Quanto mais emocional e estúpido é o discurso, maior é a chance dele fazer sucesso na sociedade.

Inserida por Diego-Avlis

⁠Falaram que sou idiota por votar na esquerda, mas quem promove um discurso de ódio totalmente idiota é você que têm as mesmas atitudes grosseiras do seu candidato.

Inserida por POLIANACHAVES

⁠O discurso é claro, o subtexto tenebroso.

Inserida por doc_comparato