Discurso
“Pequeno discurso sobre o entendimento de Moralidade, tanto à luz da Filosofia quanto à luz da Teologia
Porque nem sempre quem comete um mal deixa de ser uma Pessoa boa, tanto quanto quem, também, prática um ato de Bondade torna-se um ser humano bom. E demonstro: digamos que um Psicopata, num dia qualquer, resolva ajudar alguém. Impedindo, por exemplo, uma Pessoa de morrer! É certo que praticou, naquele instante, um ato bom. Mas aquele ator bom não o tornará um ser humano bom. São coisas distintas. Algumas práticas do bem poderão nunca modificar sua pérfida natureza e ele continuar sendo um indivíduo extremamente mal. Mas um indivíduo mal, que apenas pode fazer o bem. Da mesma forma, o contrário disso também se verifica em certos indivíduos bons. Pois é possível um indivíduo justo e bom, praticar alguns atos de crueldade, falhas morais, sem se tornar um indivíduo de natureza má! O Rei Davi é um exemplo disso. Segundo o Texto Bíblico, era "um homem conforme o coraçao de Deus". Mas que assassinou um soldado justo, por ter adquirido de forma ilícita, sua Esposa. Cometeu uns dos piores crimes contra a lei moral de Deus ( o adultério e o assassinato). Embora fosse punido por isso, Deus o perdoou e em nenhum outro momento é dito que deixou de ser um justo e bom, bem como também "um homem conforme o coraçao de Deus". Ora, diz seu Filho, o poderoso Rei Salomão: "Na verdade que não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque".
Às 10h57 in 25.04.2024”
Sobre a natureza da humildade
Muito se fala sobre se ser humilde, mas pouco discurso há, sobre como manter ou adquirir a humildade. Quando se diz, por exemplo, a um indivíduo soberbo, assim: "seja humilde"; é ingenuidade achar que esse mesmo indivíduo, soberbo, dormirá soberbo e, como que milagrosamente, acordará humilde! Ora, a humildade, assemelha-se à prática de Exercício Físico! Pois um indivíduo mediano que nunca o praticou, jamais dormirá com uma constituição Física de um jeito e acordará completamente cheio de massa muscular definida! Ou um gigante da musculação. Ainda que muitos digam para ele no dia anterior: "seja forte". Obviamente ele terá que se exercitar e muito, para isso! Da mesma forma um indivíduo soberbo. Ele terá que exercitar a humildade. A prática da humildade, de forma exercitada constantemente, é quem levará esse indivíduo a ser um indivíduo humilde. E assim como não é fácil obter musculatura Física ( ganho de muita massa muscular) da mesma forma, também, não é fácil para um indivíduo soberbo, obter a humildade ou para qualquer outro cidadão que tenha um pouco de dificuldade com isso, mantê-la, sem o exercício no espírito e, portanto, em seu caráter.
Às 09h36 in 27.04.2024
Pequeno discurso sobre o princípio da Pedagogia
A missão acadêmica, propriamente dita, não consiste em preparar um aluno para a Vida. A natureza da existência Pedagógica, imanentemente, tem como teleologia forjar o aluno para o mercado de trabalho, através do intelecto. É o de fornecer material epistemológico, científico. Porém, a própria presença do aluno em sala de aula, isto é, toda carga horária usada durante toda sua jornada colegial ou acadêmica, inconscientemente, já é a própria parte da bagagem de preparação para a Vida. Não é papel docente, de um Professor, ensinar um aluno para a Vida. Mas fornecer-lhe material acadêmico. É bem verdade que, na Grécia antiga por exemplo, os aios tinham, também, esse brilhante papel. Mas com o advento do ensino sistemático acadêmico-colegial, o papel dos Professores se limitou apenas a transmitir conhecimentos especializados. O preparo para Vida é uma construção vivida no individual com a participação do coletivo. São os amontoados conexos e desconexos do dia a dia que forjam o caráter e capacita o cidadão a se inserir nos atos da própria Vida. Repito: inclusive, inconscientemente , quando ele passa boa parte de sua existência, na Escola.
Às 12h24 in 29.04.2024
"Políticos são mestres na arte da retórica: conseguem transformar um simples discurso em uma verdadeira obra de ficção política."
Em seu discurso, você é como um artista abstrato, pintando com palavras o quadro mais exato: a realidade do insensato ou a sabedoria do pulo do gato.
A relevância de um discurso não reside na identidade de quem o profere, mas na substância de sua mensagem. O fundamento de um argumento não deve repousar na retórica, mas na solidez de sua base racional e epistemológica.
"A tentativa de naturalizar a sexualidade, seja na religião ou no discurso sadiano, falha ao ignorar a complexidade do desejo, que vai além do biológico."
Um dos nossos principais erros foi ter um discurso de direita, mas fazer políticas de esquerda, soando como conservadores, mas agindo como trabalhistas.
Pequeno discurso sobre a Filosofia da Ciência
Existe Ciência e ciência. A primeira, defino, é o que existe e que se pode ser conhecido ( cognoscível). A segunda, consiste tão somente na capacidade que se tem ( a Humanidade) de se conhecer o que existe. A primeira é "infinita". A segunda, infinitamente finita!!!
Foi com extremo assombro e acerto que muito bem se expressara Sir Isaac Newton, quando disse que o que conhecemos é uma gota e já o que ignoramos, um OCEANO. Porém é preciso se admitir que de toda ciência do Universo observável, isto é, tudo o que a ciência ( capacidade de conhecer o que existe) conseguiu até agora detectar, não é explicado de forma unânime e absoluta! Em outras palavras, nem tudo aquilo que se sabe ( ou se conheceu) se sabe de fato. Muitos são os fenômenos do Universo observável que ainda não se explicam e o que se consegue explicar se explica, de forma convincente e satisfatória à sede de entendimento do indivíduo científico. Quanto à Ciência ( tudo aquilo que existe e que pode ser conhecido) também é preciso se admitir que a ciência ( a capacidade de se conhecer o que existe) jamais de fato conhecerá, todas as coisas.
Às 09h40 in 05.01.2024
Taxar com discurso de indiferença revolta, ou magoa, por se sentir ofendido pela atitude do outro é um reclame velho e atrasado.
Quando o necessário seria, apenas entender que o outro nunca foi nem será jamais, oque particularmente o outro imagina.
Se o nosso discurso não for racional e lógico, logo ele será levado pelo vento e enterrado. E nós também!
Para muitos na classe média, qualquer discurso das minorias é considerado apenas um "mi mi mi"...
Não se interessam pelo passado nem pelo processo histórico brasileiro.
Acreditam que estão na zona de conforto por mérito, enquanto todos fora são vistos como preguiçosos e acomodados.
Não adianta gastar energia tentando explicar o motivo das políticas afirmativas, num contexto brasileiro marcado por enorme desigualdade social, decorrente do histórico de escravidão e de uma elite extremamente gananciosa.
É como dar murro em ponta de faca.
Acredito que o melhor recado que podemos enviar é continuar focando na luta pelos direitos das minorias e no cumprimento da lei.
Ganância é a institucionalização da virtude do discurso de crescimento infinito, mesmo que esse crescimento custe a devastação dos recursos naturais, a precarização da vida e a alienação dos afetos.
Em um mundo de santos duvidosos
Tenho medo da força da verdade,
No discurso bandidos são bondosos
Não conseguem deixar a vaidade.
Em defesa do povo e do estado
O bem comum é todo expropriado,
Esquecendo o dever de dar suporte;
Não aceitam acordo nem pitaco
Quem defende bandeira do mais fraco
Não resiste ao suborno do mais forte.
Tudo Para com todos
Os evangélicos devem moderar o seu discurso, tanto em relação a morte do papa como em relação ao evangelho! São Paulo dizia "fiz- me tudo para com todos... Fiz- me judeus para os judeus... E eu faço isso, por causa do evangelho "! Isto não importa as nossas convicções do evangelho! O apóstolo fez isto! Nós temos que fazer, muita coisa pelo evangelho! Mas nunca lançar logo as pessoas no Inferno! Por exemplo em relação a Fátima! Que tal os evangélicos darem apoio aos peregrinos nas suas caminhadas a pé. Médicos e enfermeiros podiam ajudar os peregrinos, em tudo o que diz respeito às várias lesões nos pés dos peregrinos. Deixemos de pôr uma faca a garganta dos Católicos. Pois não é esse o caminho.
A salvação que nós dizemos que temos, não sai de nós, por amarmos os outros. Só mais uma " com vinagre não se apanha moscas"!
Só mais uma coisa! Os evangélicos têm consciência que vão ao tribunal de Jesus Cristo? Lá vai haver algum juízo ou não? Segundo Romanos 2 Há salvação em outras religiões por meio Jesus Cristo ou não? Afinal os evangélicos são tão perfeitos!? Vão ser todos salvos? Muito mais há a dizer sobre tudo isto.
No Brasil, os ditados populares são parte essencial do discurso cotidiano, refletindo a sabedoria coletiva que passa de geração em geração. Segundo levantamento recente, “O barato sai caro” é, disparado, o ditado mais recitado pelos brasileiros, com 65,4% de menções. Em seguida vêm “A mentira tem perna curta” (64,3%) e “A esperança é a última que morre” (61%), completando o pódio das expressões mais usadas.
Essas máximas resumem ensinamentos práticos:
“O barato sai caro” alerta para os riscos de escolhas motivadas apenas pelo preço, lembrando que economias imediatistas podem resultar em prejuízos maiores no futuro.
“A mentira tem perna curta” reafirma que a verdade, cedo ou tarde, sempre se revela; por mais que alguém tente prolongar um engano, ele não resiste ao tempo.
“A esperança é a última que morre” substitui o otimismo inabalável, enfatizando que, mesmo diante de adversidades, a fé em dias melhores persiste até o fim.
Curiosamente, são pais e mães — em 67% dos casos — os principais transmissores desses saberes populares, indicando que o lar continua sendo o principal ambiente de aprendizado cultural e moral. Em cada conselho ou advertência, esses ditos trazem não apenas uma lição de vida, mas também o elo afetivo de quem os compartilha, fortalecendo valores como prudência, honestidade e perseverança.
No Brasil de hoje, onde as incertezas econômicas e sociais se misturam ao cotidiano acelerado, os ditados populares seguem sendo bússolas simples e eficazes para guiar decisões, reforçar princípios éticos e manter viva a chama da esperança. Eles provam que, muitas vezes, as maiores verdades estão nas palavras mais simples.
Não somos o discurso pronto que contamos sobre nós mesmos. Somos os fragmentos dos discursos que nos escapam..
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