Discípulos

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O que mais podemos ser?

Os discípulos foram chamados pela primeira vez cristãos em Antioquia. - Atos 11:26

Durante uma entrevista, o grande pianista polonês Ignace Paderewski disse: “Não é da minha escolha que minha vida é música e nada mais, mas quando se é um artista, o que mais ele pode ser? Quando uma vida inteira é curta demais para alcançar as alturas que ele quer alcançar, como então ele pode dedicar parte do pouco tempo que tem às coisas fora de sua arte?

O entrevistador então perguntou: "E você ainda não atingiu as alturas que procura?" "Eu não sou nada!", Respondeu o artista, balançando a cabeça. "Se você pudesse conhecer o sonho do que eu gostaria de ser, você perceberia o quão pouco eu realizei."

As palavras de Paderewski me falaram do objetivo e atitude que todo cristão deveria ter. Ele havia declarado: "Quando alguém é um artista, o que mais ele pode ser?" Eu perguntava: "Quando alguém é cristão, o que mais ele pode ser?"

Na igreja primitiva, os discípulos eram chamados cristãos, o que significa “aqueles que pertencem a Cristo”. Seu amor e serviço para o Senhor era óbvio. Se um grande pianista pode reconhecer quem e o que ele é e dedicar toda a sua vida ao desenvolvimento de sua arte, quanto mais deveríamos nos esforçar para ser como nosso Senhor e Salvador! Com o notável pianista, poderíamos dizer: "O que mais podemos ser?"

Ser como tu! abençoado Redentor,
este é meu anseio e oração constantes;
Com prazer, perderei todos os tesouros da terra,
Jesus, Tua perfeita semelhança para usar. - Chisholm

Todo filho de Deus deve crescer em semelhança ao Filho de Deus. Richard DeHaan

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O dom da oração

Senhor, ensina-nos a orar. - Lucas 11: 1

Os discípulos de Jesus não pediram ao Senhor: “ensina-nos a pregar” ou “ensina-nos a cantar”, mas eles pediram o que era mais importante: “Senhor, ensina-nos a orar” (Lucas 11: 1).

Eu seria cem vezes um grande orador do que um grande pregador. Eu preferiria ter o poder da oração para mover os próprios poderes do céu do que ter o poder de pregar para mover as massas de pessoas na terra. Podemos treinar outros para se tornarem grandes pregadores e oradores, mas somente Jesus pode ensinar homens e mulheres a se tornarem grandes mestres de oração. Mais é realizado pela oração do que jamais foi ou será realizado por toda a pregação no mundo, pois sem oração até mesmo nossa pregação se torna impotente e vazia.

A oração é privilégio de todos. O dom da oração é oferecido a todos e todos nós podemos invocar o poder de nosso Deus todo-poderoso.

Nem todos nós somos chamados para ser pastores ou pregadores ou professores ou evangelistas ou exortadores. Deus dá a todos um presente e uma tarefa, de acordo com sua habilidade. Mas tais restrições não são colocadas na arte da oração. Este presente é para todos. Jesus disse: “Os homens devem sempre orar e não desanimar” (Lucas 18: 1).

Alguém orou! Oh, dom divino!
Ligado com serviço para você e para o meu;
Comunicando-se a cada dia com o Senhor vivo,
trabalhando e esperando para provar a Sua Palavra! —Anon.

Para crescer em sua fé, torça sua vida em oração. MR DeHaan

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UM NOVO DÉJÀ VU

Depois disto, tornou Jesus a manifestar-se aos discípulos junto do mar de Tiberíades […] —João 21:1

Um lendário jogador de beisebol Yogi Berra é famoso por suas declarações redundantes, como esta: “Só acaba quando termina” e “Já vi isso antes — é um novo déjà vu!”
Fico imaginando se os discípulos sentiram um “já vi isso antes” quando viram Jesus perto da praia (João 21). Desanimados e distraídos pelas suas próprias necessidades, tristes pela negação de Pedro e por sua deserção a Jesus. Eles haviam abandonado seu chamado para segui-lo e voltaram à sua antiga ocupação — a pesca.
Entretanto, após uma noite de pesca fracassada, de uma voz vinda da praia se ouviu: “Lançai a rede à direita do barco e achareis” (João 21:6). Quando fizeram isso, as redes se encheram tanto que eles não conseguiam puxá-las. Sem dúvida, recordaram-se rapidamente do seu primeiro encontro com Jesus — quando Ele apareceu na praia onde trabalhavam e, depois de outra pesca maravilhosa, os chamou para abandonarem suas redes e segui-lo (Lucas 5:1-11).
Como os discípulos, nós também desejamos retomar a nossa lista de afazeres quando nos sentimos desencorajados na caminhada com Jesus. O Senhor, porém, reaparece na praia das nossas vidas para oferecer o perdão e nos levar de volta àqueles momentos em que Ele nos chamou primeiro.
É como um novo déjà vu — tudo se torna igual novamente! —JMS

Jesus nos chama para segui-lo — e repete o Seu chamado sempre que necessário. Joe Stowell

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Ampliando perspectivas

Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações… —Mateus 28:19

Um missionário e eu fomos convidados a almoçar com Davi, um homem de seus quase 80 anos que generosamente sustentava o ministério daquele missionário. O senhor Davi não podia visitar o país do missionário, mas ao dar graças pelo alimento, ele orou com a maior naturalidade pelo povo, lugares e situações daquela região. Porque orava regularmente por aquele ministério, não tinha dificuldade em mencionar detalhes específicos. Davi tinha uma visão sobre missões que se estendia para além de Singapura, seu país.

Nosso Senhor Jesus Cristo nos ordenou que tivéssemos uma perspectiva mundial sobre missões. Quando Ele disse: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, […] ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado” (Mateus 28:19-20), não estava nos pedindo que comprássemos uma passagem de volta ao mundo para fazer Sua vontade. Podemos não ter a oportunidade de viajar muito além do lugar em que nascemos, mas é possível nos envolvermos com o que se passa pelo mundo sem sair da nossa cidade natal.

Mas como? Há algum estudante internacional vivendo perto de você? Ou uma família estrangeira tentando adaptar-se a uma nova vida em outro lugar? Ou simplesmente uma pessoa solitária a quem você possa alegrar? Compartilhar o amor de Jesus com eles é uma forma de atravessar os oceanos com o evangelho.

Se você olhar com os olhos de Jesus, verá as necessidades ao redor. C. P. Hia

Inserida por pao_diario

Crianças e Discípulos

Como o movimento vaivém de um relógio, cada nova geração reage como um pêndulo aos “pecados dos seus antecessores”. Por mais gratos que sejamos pelos bens que herdamos, estamos prontos a “corrigir” as falhas que enxergamos em nossos pais.

Parece-me que isto está ocorrendo pela maneira como uma geração emergente enxerga a salvação e o crescimento espiritual.

Muitos jovens seguidores de Jesus acreditam que, no passado, dava-se muita atenção em ajudar outros a “serem salvos” através da decisão de receber a Cristo como Salvador. Nos dias de hoje, uma jovem e crescente comunidade espiritual prefere pensar em tornar-se um discípulo de Cristo. Ao invés de focar-se no livramento de um futuro julgamento, esta geração emergente vê a necessidade de submissão de todas as áreas da vida à influência e controle de Jesus como Senhor.

A nova perspectiva é importante. Muitos jovens evangélicos atuais cresceram em igrejas que não enfatizavam “discipulado” e “vida no reino”. Esses jovens reagem contra uma geração que se preocupava mais em ajudar outros a prepararem-se para a eternidade, do que em atender as necessidades de suas vizinhanças.

Na verdade, no entanto, os pais e avós dos jovens evangélicos de hoje estavam reagindo ao liberalismo e ao evangelho social da geração que lhes era antecedente. Seus esforços para esclarecer a necessidade de uma fé pessoal em Cristo e de crescimento na esperança da promessa do Seu retorno, os tornaram desconfiados por qualquer preocupação social ou ambiental.

Agora, novamente, o pêndulo está oscilando em outra direção. Em reação àqueles que veem a salvação como uma decisão de fé do tipo “uma vez salvo sempre salvo”, muitos jovens evangélicos discutem sobre o significado de trazer as necessidades de nossos vizinhos a Jesus. Ao invés de enfatizarem uma “decisão” de receber a Cristo, falam de um processo e jornada de fé que desvia nosso olhar do futuro para o presente; ao comprometimento com a cultura, não com a separação, e de ser salvo para a eternidade com o objetivo de trazer algo do eterno à terra.

À medida que são feitas as correções necessárias, é importante não perdermos algumas distinções muito claras que as prévias gerações já tinham alcançado.

Qualificações para os Discípulos — Jesus deixou bem claro que Ele pedia aos Seus seguidores que fizessem mais do que simplesmente decidir crer que Ele era o tão esperado Messias e Filho de Deus. Ele disse: “O discípulo não está acima do seu mestre; todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu mestre” (Lucas 6:40).

Ele disse, “E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo. Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir?”(Lucas 14:27-28)

Seguir Jesus envolve mais do que simplesmente apreciar as maravilhas do Seu perdão. Segui-lo nos desafia a colocar Cristo, Seu corpo, e Sua missão acima de todos os nossos compromissos naturais com o lar, trabalho e felicidade.

Esta chamada ao discipulado representa o nosso objetivo em sermos à imagem de Cristo, ao permitirmos que o nosso maior desejo seja juntarmo-nos a Jesus em Sua oração: “dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua” (Lucas 22:42). Este é o tipo de fé que nos capacita a seguir Jesus em nosso próprio momento e em nosso ambiente de convivência. No entanto, não é este o compromisso radical que nos faz nascer na família de Deus.

O que é necessário para nascer em Sua família — Por mais importante que possa ser o crescimento à semelhança de Jesus, as Escrituras também nos falam sobre a importância de primeiro tomarmos a decisão de confiar nele como Senhor e Salvador. Vemos isto acontecer com um dos ladrões que foi crucificado ao lado de Cristo. Ele não teve tempo para tornar-se um discípulo. O melhor que poderia fazer naquele momento era reconhecer sua própria culpa, voltar-se para Jesus, e dizer, “Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23:42-43).

Há também o prostrado pecador, que no templo orou dizendo: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” E Jesus disse que este homem “desceu justificado para sua casa” (ele foi declarado justo aos olhos de Deus, Lucas 18:13-14). Há também o carcereiro de Filipo que clamou a Paulo e Silas, “Senhores, que devo fazer para que seja salvo?” e eles responderam: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo” (Atos 16:30-31).

Muitos outros textos acrescentam que: “sem mérito”, e somente “pela fé” nas provisões de Deus para a nossa salvação podemos nascer “na família de Deus” (João 3:16; 5:24; Romanos 4:5; Efésios 2:8-9; 1 João 5:13).

A resposta é por: ambos/e — A salvação pessoal é o alicerce para a nossa fé espiritual e posicionamentos. Somente ao encontrarmos o perdão, a identidade “em Cristo”, podemos encontrar o sentido de segurança e paz que nossos corações almejam.

No entanto, de acordo com o Novo Testamento, o nosso nascimento na família de Deus é o início —, e não o objetivo final de nossa fé.

Tão importante quanto era para a geração anterior esclarecer a decisão sobre a fé salvadora e a esperança de um reino vindouro, a nova geração está correta ao enfatizar as diversas consequências que estão envolvidas em ser discípulo e seguidor de Jesus nos dias atuais.

Paulo não escreveu somente sobre a salvação pela fé, mas também sobre a necessidade de um comportamento que seja: “a fim de ornarem, em todas as coisas, a doutrina de Deus, nosso Salvador” (Tito 2:10). Desta maneira, muitos jovens evangélicos estão tornando visível a sua fé em Jesus. Através de suas preocupações por justiça social e reconciliação racial, demonstram que ouviram o que Jesus falou sobre o Bom Samaritano. Em suas preocupações com o meio ambiente, muitos estão demonstrando que ainda creem que “este é o mundo de nosso Pai”.

Mais uma vez, o desafio será recolocar o pêndulo no centro e pular fora no momento em que as decisões pessoais que envolvem salvação e uma vida de constante aprendizado e atitudes de discipulado estiverem em saudável equilíbrio.

Pai celestial, por favor, ajuda-nos a descobrir o que significa viver como um cidadão dos céus — enquanto demonstrarmos a nossa preocupação e cuidado com nossa geração, assim como o Senhor demonstrou pela geração do Seu tempo aqui neste mundo. Mart DeHaan

Inserida por pao_diario

Amor verdadeiro

Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros. —João 13:35

Neste ano, o Ano Novo chinês e o Dia dos Namorados, que nos Estados Unidos e em alguns outros países é celebrado hoje, caem no mesmo dia. Embora estas duas datas festivas tenham origens bem diferentes, existem algumas semelhanças na forma de comemoração. Em ambos os casos, trocam-se presentes entre os queridos, como uma expressão do amor mútuo. Seja dando rosas a quem você ama no Dia dos Namorados ou hong bao (pacotes vermelhos com dinheiro) para familiares e amigos no Ano Novo chinês, eles representam símbolos de amor.

Nosso Senhor Jesus Cristo ordenou aos Seus discípulos “ameis uns aos outros”, pois “nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (João 13:34-35).

O amor que o Senhor quer que os Seus discípulos tenham uns pelos outros é diferente do amor romântico entre os casais que se amam, e o amor fraternal entre amigos e familiares. É um amor altruísta. A palavra grega que João usou no mandamento de Jesus é ágape — o tipo de amor divino que não espera nada em troca. Foi isso que Jesus mostrou aos discípulos quando Ele “deitou água na bacia e passou a lavar os pés aos discípulos” (João 13:5). É o mesmo tipo do amor que Ele revelou quando foi até a cruz por nós.

Hoje, procure por alguém a quem você possa demonstrar amor altruísta assim.

Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo. —Gálatas 6:2 C. P. Hia

Inserida por pao_diario

Uma geração de avarentos, discípulos de Ananias e Safira, marcham para o inferno porque a sua avareza é maior que a sua fé.

Inserida por Araujo2013

" Não falo o dialeto daqueles 71 seguidores , mais dos 11 discípulos que foram fiéis até a morte "

Inserida por LucasCampos10

Escreva sobre seu lugar. Afinal, sabemos de Jesus porque seus discípulos escreveram sobre o que ocorreu no mar da Galileia.

Inserida por marislei

Não deixe que os discípulos do inferno joguem sementes nos jardins da sua casa, pois depois não vai gostar quando essas árvores começarem a dar frutos.

Inserida por boscodonordeste

Precisamos ser, discípulos que geram
discípulos, até a volta de nosso AMADO MESTRE

Inserida por Araujo2013

Mansidão e Majestade

[Jesus] começou a lavar os pés dos discípulos. - João 13: 5

Escritura de hoje : João 13: 1-17

Mansidão e majestade podem existir juntas na mesma pessoa? Surpreendentemente, essas virtudes maravilhosas coexistiram no Deus-homem, Jesus.

Primeiro, ele era humilde e manso. Ele não insistia no luxo nem buscava a posse de coisas materiais. De fato, Ele não possuía ou possuía nenhuma propriedade, exceto as roupas que vestia. Comparado aos nossos dias de carteiras de investimento, casas de luxo e cartões Visa Platinum, Jesus era "pobre em sujeira".

Em termos de buscar fama e glória, Ele se afastou de mais multidões do que convocou. Ele era o líder, mas se ajoelhou para lavar os pés de seus discípulos (João 13). Em todas as coisas, Ele humildemente se submeteu à vontade do Pai.

No entanto, com tão bela humildade, havia também uma majestade impressionante sobre Jesus. Uma palavra ou olhar de Jesus poderia acalmar a multidão, acalmar uma tempestade ou fazer um discípulo chorar. Milhares O seguiram enquanto Ele vivia e ensinava com poder e autoridade inigualáveis. Embora Ele tenha morrido carregando nosso pecado e vergonha, Ele ressuscitou da sepultura em glória. Um dia Ele voltará em majestade como Rei dos reis e Senhor dos senhores, vencendo Seus inimigos e julgando as nações.

Como devemos responder? Adore-o. Honre-o. Amo ele. Obedeça a ele. Pois somente Ele é digno de toda a nossa devoção e todo o nosso louvor.

Refletir e orar
Mansidão e majestade - descrição perfeita
de Jesus, nosso maravilhoso Senhor;
Humilhando-se a obter nossa redenção,
Nosso Salvador adorou para sempre. —Hess

O Altíssimo e santo tornou-se manso e humilde. David C. Egner

Inserida por 2019paodiario

Voar com as águias

Ele chamou Seus discípulos para Si; e deles escolheu doze a quem também chamou apóstolos. - Lucas 6:13

Escritura de hoje : Lucas 6: 12-16

Um conhecido líder de negócios comentou sobre os vencedores e os perdedores em sua profissão. "Os vencedores voam com águias", disse ele, "e os perdedores correm com perus".

Quando Jesus selecionou o pequeno grupo a quem Ele confiaria Sua missão no mundo, os homens pareciam ser tudo menos "águias". Jesus sabia que por Seu poder e graça eles poderiam voar, mas primeiro Ele teve que ensiná-los a voar juntos .

Que mistura estranha! Havia Pedro, impetuoso e rude. Andrew era simples e crente, mas Thomas tinha um ponto de interrogação para pensar.

Então considere Mateus e Simão. Mateus provavelmente havia ocupado o cargo de cobrador de impostos, cooperando com os romanos. Simão, o zelote, pode ter pertencido a um bando de guerrilheiros determinado a tornar a vida miserável para os senhores estrangeiros de Roma, interrompendo seu comércio ou protestando nas ruas. Pense nisso - seria um pouco como ter um da direita política e outro da esquerda política na mesma junta da igreja.

Por que essa diversidade? Talvez para nos ensinar que a lealdade a Jesus vem primeiro. O discipulado, fiel ao seu nome, exige que aprendamos amor, obediência e submissão em uma comunidade diversificada de fé sob uma única cabeça - Jesus Cristo.

Refletir e orar
Deus constrói Sua igreja com pedras diferentes,
Ele faz cada um pertencer;
Todas as formas e tamanhos se encaixam no lugar
Para fortalecer a estrutura. —Sper

A união entre os crentes vem da nossa união com Cristo. Haddon W. Robinson

Inserida por 2019paodiario

Como surpreender as pessoas

Por isso, todos saberão que vocês são meus discípulos, se tiverem amor um pelo outro. -
João 13:35

Escritura de hoje : João 13: 31-38

David Doubilet é um fotojornalista cujas imagens de um mundo subaquático silencioso podem transformar até uma feia criatura marinha de olhos esbugalhados em uma adorável obra de arte luminescente. Embora tenha recebido muitas honras por seu trabalho, ele também foi criticado por ambientalistas por não ter feito mais jornalismo "duro". Eles querem que ele tire fotos de peixes mortos, praias sujas e oceanos poluídos.

Mas Doubilet acredita que há uma maneira melhor de levar as pessoas a se preocuparem com o meio ambiente. Em vez de mostrar a destruição que os humanos estão causando, ele mostra a beleza que Deus criou.

Alguns cristãos parecem pensar que a maneira de melhorar nosso ambiente espiritual é apontar todo o mal do mundo. Mas Jesus nos mostrou um caminho melhor. Embora Ele nunca tenha ignorado o pecado (Mateus 15: 18-20), disse a Seus seguidores antes de ir para a cruz: "Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se tiverem amor um pelo outro" (João 13: 35) Somos testemunhas mais eficazes quando nos tornamos retratos da beleza que Deus está criando em nós do que quando apenas pintamos uma imagem sombria da degradação humana.

“No final”, diz Doubilet, “a melhor coisa que se pode fazer é surpreender as pessoas.” E o que poderia ser mais surpreendente para o mundo do que os cristãos que realmente se amam?

Refletir e orar
Oh, que glória em um nascer
do sol - tons dourados de Deus lá de cima!
Mais surpreendente ainda a beleza
De uma vida cheia de Seu amor! -D. De Haan

O amor é um ímã que atrai crentes e incrédulos a Cristo. Julie Ackerman Link

Inserida por 2019paodiario

Lembrar!

Quando Ele ressuscitou dos mortos, Seus discípulos se lembraram. . . e eles creram na Escritura. - João 2:22

Escritura de hoje : João 2: 13-22

Os discípulos se lembraram - e depois creram. Após a morte de Jesus na cruz e Sua ressurreição, eles lembraram e finalmente entenderam as palavras de Jesus: "Destrua este templo, e em três dias eu o levantarei" (João 2:19).

Se nossa fé crescer, também precisamos nos lembrar da cruz e do túmulo vazio. Jesus estabeleceu um memorial de Sua morte, uma prática que chamamos de Ceia do Senhor, sabendo que nossa fé e esperança seriam fortalecidas se lembrarmos do que Ele fez por nós. Ele disse: “Faça isso em memória de Mim” (1 Coríntios 11:24). Toda vez que nos reunimos para beber o copo e comer o pão, lembramos o quanto custou a Ele nos redimir.

O verdadeiro crente não vive apenas em lembranças, mas com esperança no futuro. Devemos participar do copo e do pão "até que Ele venha" (v.26). Aquele que morreu por nós também ressuscitou da sepultura. Ao pensarmos em nossos entes queridos que morreram na fé, olhamos além para o dia em que as sepulturas serão abertas e as encontraremos novamente. Podemos ter certeza de que, porque Jesus vive, nós também viveremos.

Hoje podemos derramar lágrimas em memória daqueles que morreram. Mas, ao recordarmos a morte e ressurreição de Cristo, nossa fé e esperança são renovadas. Vamos lembrar!

Refletir e orar
Não lamentamos como os outros,
cujas esperanças desaparecem como as flores;
Existe uma esperança que nasceu de Deus,
e essa esperança é nossa. - McNeil

Na vida e na morte, Cristo é a nossa esperança. MR DeHaan

Inserida por 2019paodiario

Não existe vários graus de discípulos, só existe um, o que nega a si mesmo e toma a sua cruz.

Inserida por Marinaferlete

Triste ou contente?

Eles lamentaram e choraram. Marcos 16:10 Então os discípulos ficaram satisfeitos ao ver o Senhor. - João 20:20

Escritura de hoje : Marcos 16: 1-14

O primeiro dia da ressurreição começou com tristeza e desespero pelos discípulos de nosso Senhor. Três dias antes, seu Mestre havia sido crucificado e enterrado. Podemos imaginá-los amontoados atrás de portas fechadas enquanto “choravam e choravam” (Marcos 16:10).

Mas João nos disse que antes do fim do dia os discípulos "estavam contentes" (João 20:20). De luto pela manhã a alegria à noite! O que fez a diferença? Ver o Senhor ressuscitado fez toda a diferença. Isso transformou o luto em alegria, chorando em alegria.

Ainda há uma lição mais profunda e uma maior aqui. Todo o seu luto e choro foram desnecessários. Jesus não simpatizou com sua tristeza de partir o coração, mas, em vez disso, "repreendeu sua incredulidade e dureza de coração" (Marcos 16:14). Ele lhes havia dito repetidamente que ressuscitaria dentre os mortos no terceiro dia (Mateus 20:19; Marcos 10:34; Lucas 18:33). Seus inimigos se lembraram (Mateus 27: 62-66), mas Seus discípulos se esqueceram. Eles estavam cheios de tristeza porque não creram em Sua promessa.

Nós também podemos ter um grande motivo para estarmos cheios de antecipação e esperança alegres, enquanto aguardamos a vinda de nosso Senhor ressuscitado. - Sr. De Haan, MD

Refletir e orar
Sim, Cristo, o Senhor ressuscitou,
saiu da sepultura;
Ele quebra as cadeias da morte por você
E agora tem poder para salvar. -Aspérula

O túmulo vazio de Cristo nos enche de esperança. MR DeHaan

Inserida por 2019paodiario

Sejam dos discípulos de Aharón (Arão), amando a paz e procurando a paz, amando às suas criaturas semelhantes e aproximando-as da Torá.

“Entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram” (Mt 8:23).

Jesus entrou no barco e os discípulos iam após ele. Jesus estava na frente. Jesus era o comandante, aquele que sabia exatamente o que viria a ser necessário fazer, pois ele sabia exatamente o que ia acontecer e sabia exatamente como reverter qualquer situação adversa.

Quando a tormenta se agigantou diante deles, decidiram pedir o socorro de Jesus porque conheciam o seu poder. Eles sabiam que só Jesus poderia aplacar a fúria daquela tempestade contra a qual eles já não sabiam mais o que fazer.

Há momentos em que envidamos todos os nossos recursos e esforços para vencermos uma crise, e, depois que já estão todos esgotados, quando já não temos mais o que fazer, então lembramos da palavra de Jesus: “Sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15:5).

Nessa hora, entendemos que é ele quem vai conduzir o timão e içar as velas no momento oportuno. A parte que nos cabe é apenas confiar e esperar pela bonança que certamente chegará. Emunah.

Inserida por MonicaCampelloAutora

A comunhão com Deus é importante, porém a comunhão com os irmãos também, Cristo não tem discípulos secretos, Cristo não tem células isoladas, Cristo tem um corpo, e o corpo tem que ter comunhão com Cristo.

Inserida por marciodemedeiros