Dias
Parte de mim se foi por alguns dias. A VIAGEM!
Sei que voltará. Mas por enquanto...
Viajarei no silencio das minhas palavras ditadas.
Viajarei pela minha alma.
Viajarei por dentro de mim, dentro do meu mundo.
Não sentirei aquele calor que sentia ao dormir.
Sem palavras. TEAMO! ♥
Tudo passa tão rápido, e sentimos tudo tão intenso...
Por isso façamos de nossos dias os melhores possíveis, vivendo cada segundo como se fosse o último!
SAUDADES
Nesses dias, em que o Sol não aparece, minha esperança parece sumir....
Em dias nublados, vejo minha vida passar, sem nada fazer....
Sinto em minha alma, a dor de uma busca, a qual não sei se haverá o que encontrar...
As nuvens que me rodeiam, são cúmulos e cúmulo é o que ocorre.
Eu gostaria de expressar tudo, porém, nada, simplesmente, ouso ou ainda, devo dizer....
Em verdade, calo-me e vejo-te calar...
frente a...
tu mesmo,
a minha pessoa,
a nossas vidas.....
Saudades sim, de tudo, por nada, contudo...
Saudades de momentos em que estivemos juntos,
de esperanças veladas,,,,,
de segredos que compartilhamos,
do amor que surgiu e, que hoje, escapa sutilmente
pelas velhas amarras dessa sociedade....
Lembre-se: somente sente falta, quem realmente ama....
Há uns 20 dias atrás eu achava q ia morrer
q meu sofrimento seria eterno
E agora ta passando
Já ta bem fraquinho
Quando a gente passa pelo problema
A gente acha q a nossa vida se resume aquele sofrimento
Mas passa
A gente supera
A vida segue
Rastros de uma presente lembrança vaga
7 dias depois
Nada mais pra fazer
O mesmo lugar
Com a esperança de nada acontecer
Tudo continua igual
Poemas cruéis, fotografias
Meu mundo não é o mesmo
Com essa carta de Alforria
Sirenes continuam a solta
Talvez isso me amedronte
Já vivi coisa demais
Nessa tal Belo Horizonte
O mesmo Parque
As mesmas dores
O relógio se repete
Na minha volta sem rigores
Há dias em que embora a vida seja a mais perfeita dentro de uma imperfeição controlada, nos falta um pedaço de nós. Isso se chama saudade!
Dias em observação
Ela veio cheirosa e molhada, desfilou por um erro em mesas próximas e caiu bem na minha frente. Foi em um castelo medieval que voltei a comer carne, eu estava com meu modelito princesa mas tinha fome de besta. No princípio, enchi a boca com uma culpa tão vulgar que me fez gostar ainda mais de dançar com seus restos pelo sangue do prato.
Ele parece alto num primeiro momento, mas se você olhar direito, tem o charme cafajeste de quem vê o mundo mais de baixo. Não tem jeito aquela boca cortada, seus olhos são de uma profundidade quase cansada. Vai saber o que ele tem, nem ele sabe. Mas tem. Nem posso dizer que tentei evitar, pois já descobri que se você evitar a vida, ela acontece do mesmo jeito. Foi assim que inaugurei já de partida o maior quarto do mundo. Depois que a gente brincou de milionários na suíte de mil euros por dia, roncamos como pobres alcoolizados. Ele de vinho da casa, eu de esquecimento da casa. Emprestamos o romance de nossas mentes criativas para brindar o momento, só mesmo amigos poderiam se dar a esse luxo. No dia seguinte, para que nem a gente desconfiasse de nada, voltamos a nos tratar como irmãos adolescentes que se odeiam.
Foi quando descobri a cama de casal com vista para os canhões de Napoleão que me dei conta que estava completamente sozinha. Por um instante quis sentir falta de alguém, mas não consegui me lembrar de ninguém. Por outro instante quis inventar uma pessoa, mas eu era tão de verdade naquele momento que me faltou capacidade para ser enganada. Na cidade mais romântica do mundo amei meu medo, meu quarto, minha cama, meu banheiro, minha coragem, minhas próximas horas pelo resto da vida, minha quase morte que agora me enchia de novidades, meu silêncio, a extensão do meu pânico curioso que iluminava toda a cidade, minha tranquilidade madura, toda a bagunça da minha cabeça. Sim, a garotinha magrinha, branquelinha, assustada, sensível, cheia de ódios, cheias de erros e cheia de si, agora apenas recomeçava no corpo de uma mulher invisível. Amei que o mundo estava em festa e meu convite dava direito apenas a uma pessoa.
Só me restava mais uma hora e decidi correr futilmente por todas as salas até que o encontrasse. As pontes borradas, instantâneas e floridas me emocionaram mas não me fizeram desistir da busca, as bailarinas tomaram alguns segundos do meu tempo, Lautrec mereceu minutos. Nos quarenta e cinco do único tempo, ele apareceu, por um desses mistérios da vida a sala estava vazia e eu pude ficar bem de frente e chorar como uma criança. O quarto de Van Gogh, que antes era uma cópia barata em cima da cama do meu primeiro grande amor, agora era autêntico e só meu. Os grandes amores são assim mesmo, eles nos dão o caminho da emoção, mas os sentimentos de verdade são apenas nossos, ninguém copia, ninguém leva, ninguém divide.
Quem diria meu vestido de bolinhas e rendas no meio de tantas calças Diesel e garotas que se chamam e pensam no diminutivo. O homem mais lindo do mundo não sabe terminar uma frase sem espremer o cérebro e cuspir carne com o carro em movimento. A garota mais linda do mundo só sabe sorrir se for ganhar alguma coisa em troca.
Elas torcem para namorar os jogadores do “Barça” e são, em suas cabeças brilhantes de tinta, as primeiras damas da cidade. Eles deixam o cabelo crescer, abrem a camisa até metade do peito e torcem para que alguém os ache bacana, assim, eles realmente podem ser bacanas. Não, ninguém trabalha, estuda ou sabe o que quer da vida. Ainda assim, seus passos são infinitamente mais duros e rápidos que os meus. São passos que de tanto ensaiar para não cair do salto, sempre disfarçam a longa queda. Elas empinam o queixo maquiado, o peito siliconado, a bunda etiquetada e a alma oprimida. Elas sabem de cor os hits do verão europeu, assim como qualquer animal enjaulado dentro de um circo que sintoniza a Jovem Pan.
Elas têm a cor do verão, a roupa da moda, o namorado que a amiga queria, os amigos que interessam, a alegria de um remédio, a paz de uma ressaca.
Eles não sabem fugir para o lugar sagrado do peito, eles não sabem dormir num lençol branco e puro e sonhar com tudo o que é bom na vida, eles não sabem abraçar um amigo de verdade e encontrar um grande amor. Mas nada disso importa, as drogas estão aí justamente porque tudo isso cabe na palma da mão, assim como o dinheiro que os pais continuam mandando. São todos tão lindos mas estão todos tão mortos. Uma linda morte em série porque até para morrer eles precisam andar juntos. Isso me lembra a frase “todo animal fraco anda em bando”.
A lata de lixo piscou pra mim, me convidando a descarregar a porra do papelzinho amassado ali mesmo e, finalmente, respirar um pouco. Nele eu tinha escrito todas as dicas de ruas, cantos, esquinas, museus, restaurantes, parques, cidades, obras e pessoas que eu queria ver pelos próximos infinitos e curtos dias. Chega, lancei longe a obrigação já conhecida e castradora de ser feliz e descansei meu vazio preenchedor num centro qualquer de um bairro sem nome.
Duas crianças me olharam, o Sol fez um triângulo entre meus pés cansados e os pés em nuvens daquelas crianças. Um velho começou a tocar violino, eu lembrei que naquela brincadeira de pensar que instrumento musical a gente seria, eu sempre quis ser um violino. Tinha a alma aguda, triste, fina, rasgada no limite da beleza.
Uma motoca passou gritando que a Argentina tinha perdido, um negro de cueca preta posou imperial e gritou por gritar de alegria, melancolia, vazio, calor e eterna bebedeira. Minha máquina comprada no museu do Picasso, em homenagem a fase azul do artista, tirou lindas fotos azuis daquelas crianças entre o nosso triângulo perfeito e o resto todo que nos circulava.
De dentro do restaurante a mulher que eu nunca seria alimentava metros e metros de pernas com muito presunto e olhares de porcos. Ela era mais forte que o calor, que a sensibilidades das tripas, que a vida que acaba, que o amor que não existe. Ela nem pensa em nada disso, apenas cruza as pernas, come presunto e alimenta quem por causa dela sobrevive mais um minuto sem ser o centro do mundo. Tudo bem, eu preciso dela para ser estranha, ela precisa de mim para virar poesia.
Uma caixa de Lindt para não morrer com a falta que me faz o feijão, uma espirrada de mel e própolis para não sufocar com tanto mundo além do meu mundinho, um simples botão atrás da cama e o Mediterrâneo me engole para que eu nunca mais chore de saudades da pequena prainha que ficava ao lado da casa, um gol sem marcação e meu país chora bem longe de mim, choro também, mas só por estar longe. Um choro de emoção.
Um euro e eu ganho um manto verde para cobrir meu vestido decotado e comprado nas “rebaijas”, agora posso entrar na igreja e rezar um pai nosso, sem nem saber direito o que pedir, parece que tenho tudo. Só agradeço.
Um casal de mãos dadas quase teve pena de mim, depois sorriu de reconhecimento, afinal, eu era parte deles e eles eram parte de mim. Caralho, eu pensei com saudades de falar um bom palavrão na minha língua: eu agora era do mundo e o mundo era meu!
Querer
Me deixa pintar a vida como eu quiser! Cansei de tantos dias cinzas dentro de mim. Eu quero pintar minha alma de todas as cores; quero libertar o meu pássaro azul, sem medo… Eu quero ter a vida na sua forma mais crua e sincera que se pode ter. Quero me jogar nesse mundo, abrir o coração pro vento, deixar o tempo levar consigo o que quiser de mim. Quero que você me invada, me explore e conheça todos os cantos que existem no meu interior. Quero saber falar como quem grita o que sente, como quem escolhe e inventa as melhores palavras para se expressar. Quero levar comigo toda a alegria que puder, mas quero que exista um pouco de tristeza também... Ninguém aprende só com felicidade. Quero o óbvio, o intocado, o distante e a mesmice de todos os dias. Quero sentir todas as saudades: a de quem está ao seu lado, a de quem está em outro canto do país, a de uma época, a de um amor, a de uma voz, a de uma música, a de um livro, a de um sábado à tarde, a dos cheiros... Quero tanto que nem sei mais o tanto que quero. Quero desaprender a medir os sentimentos; quero aprender a ser mais de mim, cada vez mais. Quero sentir e tocar essa vida com a palma da minha mão. Quero que minha vida seja vasta; tão imensa que não se possa pegar com uma mão - nem duas -, mas que caiba inteira na minha memória, como uma doce lembrança de dezembro. Quero que tudo que vivi, vivo e viverei seja como um souvenir, um presente mesmo, escrito e feito por mim, de um jeito indecifrável para os que não têm dentro de si a magia de ver através do comum. Quero minha vida dentro de um sonho. Não um sonho impossível, mas um sonho daqueles que a gente realiza, que só é preciso vontade e enxergar além de um horizonte distante. Quero o tudo, o nada e mais um pouco... Posso parecer gananciosa, mas não sou não. Só sei que quero poder espremer e tirar o sumo dessa vida, fazer com que ela seja deliciosa, sem amargar no final. Eu só quero poder viver. Viver, no sentido mais amplo da palavra, da forma mais intensa e despreocupada que se possa imaginar.
Quero viver o mundo que floresce em mim todos os dias, com todas as borboletas que eu tiver direito!
(E quero que você venha comigo).
Eu te desenhava no meu coração, Todos os dias pensava em você. Mesmo sem saber seu nome eu lhe chamei, Até que a encontrei e algo em mim mudou. Como um filme no meu cine-coração, Você estava lá, tão linda em cartaz. Num romance escrito no altar de Deus, Princesa, eu e você na tela do amor. E nos braços da vida. Você é meu cais. É parte de mim, no jardim do meu ser Minha rosa é você. Eu sou seu herói, do filme de nós. Eu só sei que te amo, Isso é tudo amor. Seu carinho é perfume e me refaz, Na força desse amor que só você me traz. O meu sol é tão intenso com você, Na imensidão azul que vem do seu olhar, E Nos braços da vida. Com você vou sentir o sol Iluminar a paixão. Aquecer o amor quando o inverno chegar. Viajar na beleza do seu olhar. Nas estrelas no céu tocar. Só nos dois, eu e você. Eu te amo tanto!!!
Por esses dias tem me doído de mais ficar longe do lugar onde eu habito e sou maior do que tudo o que me cerca. Longe de casa.
Na verdade longe do lugar que eu chamo de lar - mas nem sei aonde fica.
É difícil não pertencer a lugar nenhum e estar, mesmo que um pouco, em tantos lugares ao mesmo tempo. Um pouco de mim aqui, um pouco ali. Mas não ser, efetivamente, de algum lugar, me dói.
Mas me dói mais ainda ficar longe daqueles, esses seres que amo, que tem um pouco ou tanto de mim.
embora pareça que não tenho sido de ninguém. Mas ao mesmo tempo perteço um pouco a todas as pessoas.
Por esses dias, tudo tem me feito chorar: uma música, uma mensagem no celular, uma brisa, um grão de areia no canto da parede, a lagartixa a olhar copiosamente para mim.
E se eu pudesse eu viveria eternamente, só para poder te amar todos os dias, até o fim de toda a eternidade.
Todos os dias são uma novidade. Não existe um dia igual ao outro mas as vezes o ser humano precisa de um sossego, de uma certeza de que aquele dia não lhe trará surpresas desagradáveis. Assim vive o ser humano, numa eterna expectativa do que virá. A maior alegria é a novidade e a maior triste é a incerteza.
02/09/10
Lembro, todos os Dias de Você
tú és meu Amor !!!
E sempre estará em meu Coração
Te Adoro Loira Perfeita !!!
Saiba que todos os dias eu acordo e penso em você,todos os dias eu procuro seu rosto nos cantos de casa e todas as noites te vejo em minha janela.Como na primeira vez que veio se declarar e me beijo,esse dia nunca mais vou esquecer!
Sem você nada faz sentido, meus dias já são ligados a alegria imensa que você me trás nada pode te substituir ou me fazer sentir o que só você é capaz de me trazer nessa vida, meu destino foi traçado ao seu desde o dia em que Deus me, pois nesse mundo pra te amar e te amar até quando não houver mais oxigênio em meus pulmões e eu estiver deixando essa vida. Você é um presente que nunca terá outro igual foi feito e desenhado pra mim e nem que eu arrastasse o mundo inteiro eu ia conseguir demonstra tudo o que sinto por você nesse momento que durara uma vida inteira.
Meus dias nascem, acontecem... fazem acontecer... e adormecem.
Minhas horas correm, passam como se tudo fosse tão rápido como parece ser.
Minha cabeça viaja, e percebe que a vida tem muito... todos os dias.
A semana passa como se estivessemos esperando um grande dia que está prestes a se realizar.
São dias de descanso, paz e muito amor...
São momentos de risos, carinhos e novamente amor, muito amor.
Lembro-me de quando eu era ainda criança e todos os dias não eram iguais.
A cada dia uma nova esperança, uma nova forma de ver essa vida...
A cada dia uma nova brincadeira a ser descobrida, à ser contemplada.
Agora a minha rotina é diferente, eu abro meus olhos e já ouço o susurro,
das responsabilidades, das tarefas à serem cumpridas.
Agora os dias são um pouco diferentes de antes, mas só um pouco.
São trabalhos, correria, grana, contas, sextas-feiras!
Mas ainda resta alguém que sempre me dá forças para que essa rotina seja sempre cumprida...
Quem é esse alguém?
Deus.. meu único eterno amor.
As bençãos sempre veem, as bençãos sempre veem...
No outro dia eu acordo e vejo tudo belo, tudo calmo...
Olho para o lado e sorrio... agradeço imediatamente por esse sentimento.
Adormeço e sempre me esqueço...
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