Deuses
Prática da Fé
Dois senhores, dois amores,
dois deuses,dois olhos....
Compreensão:
- A quem pode servir?
- Quem é seu amor?
Existe apenas um Salvador
-Você pode ver?
Na Encruzilhada dos Mistérios Antigos, onde os caminhos se entrelaçam e os deuses dançam sob o luar, nosso Senhor das Chamas, ergue-se como o Guardião das Chaves Celestiais e Infernais. Se a palavra "símbolo" está para ordem, "diabolo" está para caos, a Encarnação do Caos Primordial, uma força sem nome nascido de ventre em ventre, desde o Tempo Sem Tempo.
Sob as máscaras de santos e deuses mortais, ele oculta sua verdadeira face, desafiando os mortais a enfrentar suas provações e testes, de modo a separar o joio do trigo, conduzindo os corajosos pela senda da Sabedoria Oculta.
Ele oferece as escolhas entre virtude e vício, entre luz e sombra, seu reino é tudo aquilo que é visível. Sob o símbolo do Mastro Forcado, ele se ergue como o Grande Altar/Pilar dos Mistérios, onde as bruxas, século após século, buscam a iluminação através do sacrifício da inteiridade de si mesmos.
Ele é o Senhor da Morte e da Renovação, o guardião dos segredos ancestrais e o portador da Chama Eterna. Sob o manto da noite estrelada, na dança do Sabbat, na encruzilhada das almas, é ele quem nos desafia a enfrentar nossos medos e limitações, para emergirmos como verdadeiros filhos da raça da serpente emplumada, regidos por um poder sem nome, pelos próprios mistérios da noite e seu véu de prata.
(O Rito da Serpente Emplumada - 2024)
Não devemos esperar que uma solução venha de deuses, mas como homens e mulheres, ansear mesmo que ainda imaginariamente, porque somos os que entoa e começa a executar e que faz-se também nescessário, pois somos ação e reação, causa e efeitos escolhas e consequência, estando fazendo várias e várias vezes, mostrando com atividades e atitudes através do comportamento.
Se deuses não existissem o mundo estaria cheio de guerras, desastres naturais, pessoas morrendo por causa de ladrões de carro, moto, transeuntes e de fome. Lideres religiosos enganando o povo entre outras coisas.
Que os deuses sejam louvados então. Aleluia ermauns!!
“Nós somos como os deuses nos fizeram”, escreveu o septão Barth, o homem mais sábio que já serviu como Mão do Rei. “Fortes e fracos, bons e maus, cruéis e gentis, heroicos e egoístas. Que saiba disso quem quer governar os reinos dos homens.”
Não há sobrevivente mais hiperbólico que os seres humanos!
Exageram em seus mitos, deuses, heróis, produzem sentimentos ilusórios...
Somos cegos e surdos!
E, pior falamos demasiadamente.
O homem brincando ou querendo serem DEUSES, irão criar aberrações PIORES do que os engenheiros que lhes fizeram, só para sentirem-se superiores e depois suas criaturas dizerem que são suas imagens e semelhanças.
No caleidoscópio do tempo vagueiam interstícios de vida, pó de estrelas que por capricho dos deuses ficaram presos na memória transcende do universo.
Não acredito em deuses, mas, para mim, andar de forma reta, certa e correta, na medida do possível, é estar em equilíbrio ou sintonia com algo que nos torna seres humanos melhores. Quero ser melhor para mim mesmo e, se o melhor professor é o exemplo, então que o meu melhor irradie e inspire aqueles que estão ao meu redor. Afinal, ações falam mais alto do que palavras lançadas ao vento pelas bocas de quem não faz absolutamente nada.
Se deuses um dia existiram, com o passar do tempo foram sendo esquecidos, dissipando-se como poeira ao vento. Cada pessoa que nasce carrega traços dessas antigas ciências: ora o deus da guerra, associado àqueles que buscam o conflito; ora o deus Apolo, inspiração para quem se dedica à medicina; ou ainda a influência de bruxarias nas pseudociências. Mas há também a deusa Afrodite, cuja essência de amor e beleza parece ter envolvido você por completo.
Na mitologia grega, a ambrosia é o alimento ou bebida dos deuses que se acreditava conceder imortalidade ou longevidade àqueles que a consumiam.
Nos mitos gregos antigos, a ambrosia (/æmˈbroʊziə, -ʒə/, grego antigo: ἀμβροσία 'imortalidade') é a comida ou bebida dos deuses gregos, e é frequentemente descrita como conferindo longevidade ou imortalidade a quem a consumiu.
Associada à mitologia grega, onde "ambrosia" é um alimento ou bebida divina que, segundo a mitologia, conferia imortalidade e força aos deuses do Olimpo. Portanto, "água de ambrósia" poderia ser uma referência a algo divino, extraordinário ou que confere poder sobrenatural.
"Eu tenho a tristíssima impressão de que há um excessivo mau uso do nome de Deus (deuses e divindades em geral). É claro que sei que isso não tem relação com o evocado, mas sim com quem o evoca. Via de regra, aqueles que gritam os nomes sagrados de seus deuses num momento, já no outro, agem de má-fé, são desonestos, buscam vantagem, pensam apenas em si. E, ainda assim, invocam seu deus a todo instante.
Será que pensam que acreditamos?"
Será que usam isso como forma de mascarar seu verdadeiro caráter ?
Palavras que machucam:
Deuses me deem a habilidade de boxear,
Pois eu invejo a capacidade dos boxeadores de apanhar
e se levantar.
Deuses, com essa habilidade eu apanharia e me levantaria,
Pois os ferimentos em um determinado momento sarariam.
Ai, que inveja dos boxeadores, que se gabam que um punho é o
instrumento que mais exala dores.
Ai, se eles soubessem que palavras são os instrumentos que mais
exalam dores.
Pedi aos deuses que eu matei,
Asas para eu sobrevoar
As pessoas que fizeram eu me
Sentir menor, que arrancaram
Pedaços de mim, que me
Machucaram e não ajudaram
Na recuperação.
Quero sobrevoar seus corpos
Só para ver como elas
São pequenas, frágeis
E inócuas.
E eu, aqui de cima,
Grandiosa, incrível
E importante.
"o nosso destino é menos determinado pela nossa vontade do que pelos desígnios dos deuses, mas acima disso, pela ousadia dos nossos inimigos".
MITOS QUE MENTEM!
É nesse Olimpo sem deuses,
... de escarpa afiada e aguda;
Onde a escalada em elipses,
... nos traz marcas profundas.
Em busca da Atlântida perdida;
Mergulhando sem ver o fundo;
Atrás do tesouro mais fecundo;
Afunda mais uma alma iludida.
Esperar encontrar numa fonte;
Que a poção nos de juventude,
... para irmos além da finitude;
... É entregar a alma a Caronte!
Mas o Olimpo não nos leva ao céu,
e o mar aos tesouros de Atlântida;
Não morrer não nos afasta do fel,
do fio da vida que corta a carótida.
Não faça dessa falsa história a sua;
Pois a vida não é peça em tragédia;
Nasce o sol em espetáculo de dia;
Sendo a escuridão o palco da lua!
Então contemple do céu a beleza,
... e do mar a sua vasta imensidão;
Pois na vida o que vale é a nobreza;
De morrer pelo que rege o coração.
Claudio Broliani
O momento e o local da sua morte foram definidos pelos deuses no momento em que nasceu. Não importa o quanto tente, seu destino é inescapável.
Deuses somos TODOS nós que ajudamos, salvamos e fazemos, mas também há outros cuja inexistência é visível em todos os lugares e aspectos, apesar de darem seus nomes sem nada fazerem. Esse pensamento pode inspirar uma discussão sobre o papel da religião e da espiritualidade na vida cotidiana, incentivando uma abordagem mais prática e menos dogmática da divindade, onde o foco está nas ações concretas que promovem o bem-estar e a salvação de outros.
