Deuses

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Nascidas do segredo das pedras que desandaram em deuses, as Grutas de Ellora provam que a eternidade não se constrói erguendo tijolos, mas esculpindo montanhas.
Reno Fioraso

Sei que teu coração tens a força dos Deuses e a resistência não é difícil perceber que você não sabe disfarçar o seu querer;
Entre nós dois não nos cabe nenhum único segredo que possa ser diferente do que somos;
Sei que você conhece meu coração e ler os meus passos sem ao menos estar ao meu lado;

Rainha venha ver o sol que exala beleza dos Deuses e admirar o amanhecer que encanta e convence;
O vento deu princípios aos pensamentos tendo ou não coragem de admitir as leis do coração;
Disparo contra o destino sendo forte com as magoas que me restam sem direção que me faça me mostrar com imensas inspirações;
Pois não agrado a todos para repetir meu passado distorcido, mesmo que minhas noites sejam de lutas e sendo julgado sem motivos e razão as idéias nunca corresponderam os fatos que sucedem;

"O coração do idólatra é mais duro do que os seus próprios deuses de escultura."

Molesta-me saber que nunca provei seu sabor...
Por um Capricho dos deuses, fui destinado a te encontrar.
Fiquei outrora a pensar.....Como seria te beijar ?
Está dúvida ainda hoje perdura e por mais que tenha me esforçado a natureza não foi complacente ......
Ah!!!!! Talvez esse dia ainda chegue ....
Ou morrerei sem saber ?????
Morrerei em dúvidas!!!!!
Seus lábios nunca provarei ? Não posso aceitar !!!!
Quero um beijo de prêmio que será prisão.

Me sinto aflito, desejoso estou !!!!

Se um dia a vida eterna for conquistada pela ciência, os Deuses continuaram sendo imaginários.

Na grande cidade dos deuses, esculpida no silêncio dos séculos, a Pirâmide da Lua não é um enigma a ser decifrado pelo homem, mas uma resposta em pedra para uma pergunta que a humanidade desaprendeu de fazer.
Reno Fioraso

⁠⁠"o nosso destino é menos determinado pela nossa vontade do que pelos desígnios dos deuses, mas acima disso, pela ousadia dos nossos inimigos".

A melhor forma de aproveitar a vida não é banquetear-se com os deuses do Olimpo, mas servir de inspiração a pobres mortais que lutam por fome e sede de justiça

⁠Nascemos Deuses, mais a ignorância nos fez Bestas...

O Cemitério dos Deuses: Uma Análise Científica e Filosófica do Ateísmo em Relação à Pluralidade Divina


Autor: Clayton Vasconcelos


Resumo


Este estudo científico analisa o ateísmo sob a perspectiva da pluralidade de divindades veneradas ao longo da história humana. A partir de uma abordagem filosófica e histórica, o artigo explora como a existência de milhares de deuses — muitos dos quais hoje extintos e relegados ao status de mitologia — fundamenta a posição ateísta. Para o ateu, não há significância de crença em nenhuma dessas entidades, independentemente do fervor com que foram ou são adoradas. O estudo categoriza diversas divindades e utiliza o conceito do "cemitério de deuses" para demonstrar que a descrença contemporânea é apenas a extensão lógica de uma rejeição que os próprios religiosos aplicam a divindades alheias.


1. Introdução e Definições Acadêmicas


O estudo da religião e da descrença requer definições precisas. O ateísmo, em seu sentido filosófico mais amplo, é definido como a ausência de crença na existência de divindades . Em um sentido mais estrito, é a rejeição consciente da proposição de que existe pelo menos um deus. O agnosticismo, frequentemente discutido em paralelo, é a posição epistemológica de que a existência de divindades é desconhecida ou inerentemente incognoscível .


A história humana é marcada pela criação e adoração de uma vasta gama de entidades sobrenaturais. Para o indivíduo ateu, a multiplicidade de deuses não representa um mosaico de verdades espirituais, mas sim um fenômeno antropológico e sociológico. O pensamento positivo ou a moralidade de um ateu não derivam da submissão a essas entidades, mas de construções éticas seculares e humanistas. Como argumentam diversos filósofos contemporâneos, a moralidade independe da religião .


2. A Pluralidade Divina e o "Ateísmo Local" vs. "Ateísmo Global"


Na filosofia da religião, distingue-se frequentemente entre o ateísmo local e o ateísmo global. O ateísmo local refere-se à descrença em uma divindade específica (por exemplo, a rejeição do deus cristão por um muçulmano, ou de Zeus por um cristão). O ateísmo global, por sua vez, é a rejeição de todas as divindades possíveis .


O biólogo e pensador Richard Dawkins popularizou a ideia de que todos nós somos ateus em relação à maioria dos deuses em que a humanidade já acreditou; o ateu global simplesmente vai "um deus além" . Para ilustrar essa premissa, é necessário observar a vastidão de divindades que não possuem qualquer significância de crença para o ateu.


Tabela 1: Categorização de Divindades Ativas e Históricas


Tradição / Cultura
Natureza
Principais Divindades (Exemplos)
Status Atual Predominante
Abraâmica
Monoteísta
Javé, Deus (Trindade), Alá
Culto ativo em massa
Hinduísmo
Politeísta / Panteísta
Brahma, Vishnu, Shiva, Ganesha, Kali
Culto ativo em massa
Iorubá
Politeísta
Olorum, Oxalá, Iemanjá, Ogum, Xangô
Culto ativo
Greco-Romana
Politeísta
Zeus/Júpiter, Atena/Minerva, Ares/Marte
Mitologia / Extinto
Nórdica
Politeísta
Odin, Thor, Loki, Freya
Mitologia / Neopaganismo
Egípcia
Politeísta
Rá, Osíris, Ísis, Hórus, Anúbis
Mitologia / Extinto
Mesopotâmica
Politeísta
Enlil, Anu, Enki, Ishtar, Marduk
Extinto
Pré-Colombiana
Politeísta
Quetzalcóatl, Huitzilopochtli, Inti
Extinto
Eslava
Politeísta
Perun, Veles, Belobog, Chernobog
Mitologia / Extinto








3. O "Cemitério de Deuses"


O ensaísta H.L. Mencken cunhou o conceito do "cemitério de deuses", uma reflexão sobre a transitoriedade das crenças religiosas. Mencken listou dezenas de divindades que, em suas respectivas épocas, eram consideradas absolutas, onipotentes e inquestionáveis por seus seguidores. Hoje, deuses como Marduk da Babilônia ou Huitzilopochtli dos Astecas não possuem templos, sacerdotes ou fiéis .


Para o ateu, o cemitério de deuses é a evidência empírica de que as divindades são construções culturais. A ausência de significância de crença não é um ato de rebeldia contra uma entidade real, mas o reconhecimento de que Javé, Alá ou Shiva compartilham a mesma ontologia de Zeus ou Osíris. Se a humanidade sobreviveu e prosperou após o abandono de milhares de deuses, o ateísmo postula que o abandono dos deuses remanescentes é um passo natural na evolução do pensamento humano.


4. Argumentos Filosóficos para a Descrença


A rejeição de todas as divindades listadas na Tabela 1 baseia-se em pilares filosóficos e lógicos robustos:


O Problema do Mal: Formulado inicialmente por Epicuro, questiona a compatibilidade entre a existência de um deus onisciente, onipotente e onibenevolente (como postulado pelas religiões abraâmicas) e a existência do mal e do sofrimento no mundo .


A Navalha de Ockham: O princípio de que a explicação mais simples, que requer o menor número de premissas não testáveis, é geralmente a correta. A postulação de entidades sobrenaturais para explicar a origem do universo ou a complexidade da vida adiciona uma camada desnecessária de complexidade, que a ciência moderna tem substituído por explicações naturais (como a evolução e a cosmologia física) .


O Deus das Lacunas: Historicamente, divindades foram usadas para explicar fenômenos naturais incompreendidos (raios atribuídos a Thor ou Zeus). À medida que a ciência avança, as "lacunas" no conhecimento humano diminuem, reduzindo o espaço para a atuação divina .


5. Conclusão


O ateísmo não é meramente a negação de uma divindade específica, mas uma postura epistemológica que abrange toda a história das religiões. Ao observar o vasto panteão de deuses criados pela humanidade — desde as divindades sumérias até os monoteísmos modernos —, o ateu conclui que nenhuma delas possui evidências suficientes para justificar a crença. O pensamento positivo, a ética e a moralidade do ateu são construídos sobre a realidade material e a empatia humana, sem a necessidade de recorrer a entidades que, inevitavelmente, juntam-se ao cemitério de deuses da história.

Eram homens corajosos a pendurar os alfabetos dos deuses caídos, os arquitectos das valas comuns, fingindo compreender o latim dos deuses mortos.

Nós somos deuses que vieram à Terra para brincar de sorrir e de chorar.

Os deuses existem, mas também estão dormindo. O mundo espera até que o primeiro desperte.

Nós, deuses, viemos ao mundo para brincar de sorrir e de chorar.

​Nas fronteiras do desconhecimento
​A bolha mental.
As distorções dos objetos dos deuses místicos estão distantes de nossas expectativas de um horizonte...
Num estado inerte, todavia, seria a defasagem do algoritmo dando o espetáculo de deepfakes existenciais e transcendência...
​O código das variáveis infinitas viaja à velocidade da luz.
Os clamores da realidade virtual são sinais da degradação cognitiva.
​A mente é um receptor e um emissor.
As distorções dos neurônios — lampejos de energia — viajam numa ponte real de velocidade além da luz e também no campo temporal; pois até lembranças são exposições reais no espaço enigmático do campo mental.
​— Celso Roberto Nadilo

Morada dos deuses e épico ético...
Política do humano pensante e suas metáforas.
Algumas vezes o dilema do dogmas são histórias de um passado,
Pode se refletir no presente?
Temos que ter essas histórias como exemplo?

No tempo de outras eras eram deuses miticos que controlavam a Matrix sendo horizonte do mar final do mundo.
O mar criaturas e monstros guardavam os mares.
Meros arficios de manipulação.
Hoje em dia conflitos sociais e éticos são expostos no novo conceito da existência contemporânea.
O prelúdio do capitalismo somos sombras dos deuses esquecido.
A conciliação da conceito da consciência livre e do pensamentos fragmentos.
A terra é um pássaro numa gaiola..
A terra seria plana até que cubismo político e moral tenha a narrativa da verdadeira da natureza.
Dentro da alienação social somos fragmentos fragis...
Toda fake news trás um pássaro no profundo sentido do ser alienado.

Sou alma pedida em teus lábios,
O vasto sentimento que vangloria...
Sobre olhares dos deuses sois minha alma...
Tão vivida, tão clara nas planices de minha alma...
O último suspiro é simplicidade o abraço da eternidade...

Somos fantasmas da nossas vidas
Realidade partida pelas ventosas de espíritos pão de deuses abrangentes.
De fontes dolorosas ate que não exista mais nada.