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Deus Usa a Solidao para Ensinar a Convivencia

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O ambiente influencia, mas a convivência com as pessoas certas, isso sim. Determina!

Não jogue fora seus amores, amizades, o maior desafio do ser humano tem sido a convivência com o próximo, aprenda a tolerar, a abrir mão, a pedir desculpas e perdão quando se fizer necessário, mas não perca por causa de um momento seus amores e amizades. Lembre-se a vida é passageira, mas os vínculos podem ser eternos.

Não é a ausência
É a presença
Não é a indiferença
É a convivência
Não é a desistência
É a assistência
Não é a malevolência
É a benevolência
Não é a aparência
É a essência ...
É disso que o mundo precisa
Fazer da existência ...
Abrangência !

Metáfora de Convivência Humana
DE CONVIVÊNCIA HUMANA


Há momentos em que o mais nobre gesto de coragem consiste em dizer, serenamente: “Não. Páro por aqui. Estou cansado. Desisto. Já não suporto esta sucessão de tempestades.”
Não se trata de fraqueza, mas de lucidez. Há um instante em que o espírito, exausto das lutas inúteis, reclama o direito de repousar.


As decisões intrapessoais, essas que nascem do diálogo silencioso entre a consciência e a alma, têm o seu fundamento na dignidade humana — esse valor supremo que nenhuma circunstância deve profanar. Decidir interromper um caminho, afastar-se de um convívio, ou simplesmente escolher o silêncio, não é abdicar da própria essência, mas antes preservá-la.


Quem opta por se resguardar não renuncia à vida, apenas recusa o desassossego que a envenena. Tais decisões não diminuem quem as toma; pelo contrário, elevam o ser humano ao patamar da sabedoria, onde o amor-próprio se confunde com a serenidade.
Não é desdém, nem indiferença, nem orgulho — é um acto de fidelidade à própria paz.


Não habites uma casa onde a tua voz é abafada, onde os teus valores são ridicularizados, onde a liberdade se torna refém de vontades alheias. Nenhuma morada merece ser chamada lar quando nela imperam palavras impostas, ou quando o teu silêncio é o preço da convivência.
A verdadeira habitação do ser é o lugar onde o espírito respira sem medo e a palavra nasce sem permissão.


Huambo, 22 de Outubro de 2025
Salomão B. Miguel Domingos

A leveza na convivência gera inúmeros benefícios para sua saúde mental, e o ser humano não foi feito para ficar dia e noite em estado de alerta, esse sentido cria um desgaste que pode ser irreversível.

⁠Têm pessoas de nossa convivência, que saem da nossa presença, mas não do nosso coração.

No teatro da convivência humana, osilêncio é uma obra-prima que dispensa qualquer aplauso

A distância mostra quem te ama; a convivência revela quem nunca te amou.

Há pessoas cuja convivência me permitiu aprender muito sobre como se comete o mesmo erro todas as vezes.

"Na escola da convivência, os conflitos são as provas, a empatia é a matéria, e a amizade que persiste é o diploma de que, finalmente, aprendemos a ser humanos."

Particularmente em sociedade prefiro a convivência com pessoas simples do que com grandes, complexos e fantásticos personagens.

O fracasso não está na falta de alerta, mas na convivência prolongada com o risco, que transforma o excepcional em rotina e o desastre em destino.

Quando somos privilegiados em conseguir brindar a vida com mais de 70 anos,

a convivência diária com os jovens exige cuidado e uma profunda aceitaçao da realidade.
Dizem muitos, que idosos acumulam sabedoria! Sem dúvida, quase sempre esta é uma verdade. Mas será este o real sentimentos da maioria da juventude ao encarar um idoso?
Não acredito nesta verdade!
Talvez até por uma questão de educação ou exigência do momento, os jovens expressem
respeito e até carinho, para com um idoso em determinado encontro ou pequeno espaço de tempo .
Mas a verdade chega a ser cruel para aqueles que já experimentam o viver dos 70 ou 80!
Jovens não gostam de conviver com velhos! E, se por algum motivo, precisam fazê-lo, procuram uma maneira de, sutilmente, sair da incômoda situação, com a maior rapidez possível! Isto independente do status social ou grau de conhecimento que venha a ter o idoso.
Esta é a verdade crua que pode doer apesar de tantos belos discursos enaltecendo a terceira idade.
Portanto, o melhor é procurar amenizar os problemas da terceira idade, juntando-se a amigos desta mesma faixa etária.

Convivência!

Se a pessoa a quem amamos ou
convivemos não nos aceita como
estamos...

Então, não nos merece do jeito
que somos ou poderemos vir
a ser algum dia.

Seja o que for, agrada-te primeiro.
Depois siga no caminho do bem
em busca da sua felicidade,
sem descuidar das suas escolhas.

Ser melhor, não é ser superior a
ninguém, não é ter mais ou menos.
É simplesmente ser verdadeiro
consigo mesmo.

É ser fiel aos seus pensamentos,
suas convicções, suas atitudes,
seus sentimentos.

Siga a caminhada no intuito de ser
feliz consigo e com os demais a sua volta.
Seja o próprio exemplo de delicadeza,
de sensatez.

Sem se importar com o que ou quem,
lhe dirá o que fazer, sem interferir nas
escolhas alheias, as quais não
lhes pertencem.

Porquê: Quanto menor a sua Razão,
maior será a sua liberdade.

Seja o seu próprio espelho.
A sua própria identidade.
Dê o direito a sua alma de respirar,
livre das suas amarras.
.
Ademilton Batista
Brasil Bahia Itabuna
DRA21022017

Assim é o amor, tratado com respeito, saudades nos detalhes da pessoa e convivência; a vida continua, mas sem apagar as memórias afetivas.
#bysissym

A convivência desnuda o que a distância oculta; por isso, julgamos mais os que vemos de perto.

Conflitos fazem parte da convivência, mas se o preço para estar com alguém é a sua saúde mental, o custo é alto demais.

Nas ruas o calor devasta.
O clima enlouquece por convivência do ser humano.
O laços que fazem a chuva desabafar...
O bicho chamado homem devasta e polui.
Nada é realizado apenas acometido e assim vemos o abismo continuar
O calor, a seca, a falta de vergonha na cara...

O Direito é a ferramenta que o ser humano criou para que a convivência em grupo e as trocas comerciais não virem uma guerra de todos contra todos. Ele funciona como a estrutura invisível que segura a sociedade e a economia em pé, transformando o caos de vontades individuais em um sistema de regras que todo mundo é obrigado a seguir. A finalidade do Direito na organização da sociedade é garantir a paz social e a segurança jurídica, substituindo a violência física e a vingança privada por um conjunto de leis aplicadas pelo Estado. Sem isso, a vida social seria imprevisível e perigosa.


Já na organização da economia, o Direito serve para criar um ambiente de confiança mínima onde as pessoas aceitam trocar bens e serviços. Ele garante que a propriedade privada seja respeitada e que os contratos assinados tenham força de lei, obrigando as partes a cumprirem o que prometeram. Sem o Direito, o mercado travaria, pois ninguém investiria dinheiro ou produziria algo se não tivesse a garantia jurídica de que poderia manter seus ganhos ou cobrar suas dívidas. No fim das contas, a finalidade do Direito é dar ordem ao convívio e previsibilidade ao dinheiro.

Hoje testemunhei uma situação que revela o caráter coletivo de nossa convivência social. Um porteiro, diligente em sua função de manter a ordem, se dirigiu a um veículo que estava estacionado em local proibido para orientar o condutor. Ainda assim, o motorista ignorou sua presença: não respondeu, não justificou sua ação e sequer reconheceu a autoridade ou a educação básica envolvida naquela interação.


Esse episódio pode parecer trivial para alguns, mas nos mostra algo essencial: o respeito mútuo e o senso de responsabilidade cívica não são meras formalidades — eles são pilares que sustentam uma sociedade funcional.


Mesmo diante da indiferença e da falta de reconhecimento, o porteiro manteve sua postura profissional, cumprindo seu dever com disciplina e integridade. Isso nos lembra que o verdadeiro valor do trabalho não depende da aprovação imediata dos outros, mas da consciência de que nossas ações refletem princípios maiores — ordem, respeito e dignidade.


Assim, observamos que o exercício do dever, mesmo quando invisível ou ignorado, fortalece o tecido moral de nossa comunidade. A dignidade pessoal se enraíza na consistência entre o que se sabe ser certo e o que se escolhe fazer, independentemente da reação alheia. E nesse espaço entre ação e reconhecimento, reside a verdadeira natureza do respeito e da civilidade.