Deus fez Vc para Mim

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Quem vive ameaçando de expulsar o filho de casa não tem direito de se perguntar o que fez para estar no asilo.

A Rua Não é Garagem

A primeira lata não fez barulho.
Foi colocada com cuidado, quase com carinho — como quem demarca território sem querer parecer invasor. Um gesto particular, silencioso, que dizia: “aqui é meu.” Não havia placa, não havia autorização. Apenas a convicção íntima de que a rua, por um instante, poderia ser privatizada.
E ninguém disse nada.
A segunda lata já veio com mais segurança. A terceira, com naturalidade. Logo, o espaço público ganhou dono — não por lei, mas por hábito. Um hábito perigoso: o de transformar o coletivo em extensão da própria casa.
Ali, naquele pedaço de asfalto, a cidade começou a encolher.
Porque toda vez que alguém ocupa o que é de todos como se fosse só seu, algo maior se perde. Não é apenas uma vaga. É o princípio. É a regra. É o pacto invisível que sustenta a convivência.
E então surge a pergunta inevitável:
e se todos resolvessem fazer o mesmo?
Se cada morador colocasse suas latas, seus cones, seus objetos — defendendo seu “direito” particular — não teríamos mais ruas. Teríamos um mosaico de pequenas propriedades ilegais, uma cidade fragmentada, onde o espaço comum desaparece sob o peso do ego.
A lata, nesse caso, deixa de ser objeto. Vira símbolo.
Símbolo de um abuso pequeno, mas revelador.
Símbolo de uma lógica perigosa: se ninguém impede, então pode.
E é aqui que o silêncio mais pesa.
Porque se há quem avance indevidamente, há também quem deveria conter. A fiscalização não é um detalhe burocrático — é a linha que separa o uso legítimo do abuso cotidiano. Quando ela falha, não apenas permite: ensina.
Ensina que a regra é flexível.
Ensina que o espaço público é negociável.
Ensina que cada um pode criar sua própria lei.
E a cidade paga o preço.
A ausência da Prefeitura — da secretaria responsável, da presença institucional — não é neutra. Ela participa. Ainda que pela omissão. Ainda que pelo atraso. Ainda que pelo costume de não ver o que está diante dos olhos.
Porque a desordem não nasce grande.
Ela começa assim:
com uma lata.
Uma lata que ninguém recolheu.
Uma lata que ninguém questionou.
Uma lata que virou precedente.
E quando o precedente se espalha, já não é mais sobre um morador.
É sobre todos.
A rua, que deveria ser passagem, vira disputa.
O direito, que deveria ser comum, vira privilégio improvisado.
E a cidade — ah, a cidade — vai sendo tomada não por grandes crimes, mas por pequenas permissões.
No fim, aquela lata solitária não guardava apenas uma vaga.
Guardava uma pergunta que insiste:
de quem é a rua, afinal?

Maxileandro Lima

E Esse meu olhar triste me fez saber a preciosidade aonde já não mais se ver,
o alarde da chuva antes da tempestade,
a alvorada, que anuncia o sol que corta a madrugada.
as vitorias que trazem consigo o orgulho
as derrotas que traz pensamentos profundos,
seguido de um suspiro e um projeto de restauração é o primeiro passo apos receber o perdão.
no canto observando o olhar inconformado
do irmão mais novo que se sente menos amado
a silenciosa magoa que corroí alma a inesperada morte que traz junta a ela o trauma,
a essência desobediente
o erro que ensina apos o velório o olhar tenso da família,
o orgulho que cerca mas também prende
a alegoria do poeta com a tristeza que sente.
Tracos extintos. -Leonardo Kerigma

Entre fé, renúncias e propósito, cheguei até aqui.
“Grandes coisas fez o Senhor por nós, por isso estamos alegres.” (Salmos 126:3)
— Lílian Arriel

Jesus fez mais por você do que todo mal que lhe fizeram.

O medo do fracasso nos fez permanecer em lugares onde o certo seria partir, na esperança de que a insistência pudesse salvar o que se desfazia.

“Meu passado me fez quem eu sou, mas não decide quem eu vou ser.”

❝ ...A cortina da noite se rasgou em luz, E a vida, mais uma vez, se fez promessa e guia. Obrigada, Deus, por mais esta manhã que conduz O tempo à chama nova, a mais um hoje que se irradia.
Meus olhos bebem o azul, a orquestra leve do vento, O milagre singelo no botão que se abre no jardim. Em cada batida, em cada sopro, em cada movimento, Sussurro a prece humilde: "Obrigada por estar em mim." ...⁠❞




--------------- Poetisa Eliana Angel Wolf

Pois trago no peito o fogo sagrado,
Onde o medo antigo se fez cicatriz.
Sou dona do agora, do meu próprio fado,
Guerreira da vida, plena e feliz.


------ Eliana Angel Wolf⁠

A Mulher de Fogo e Horizonte
Nas dores que o tempo tentou impor,
Ela não se dobrou, nem se fez refém;
Fez das cinzas o solo de um novo valor,
E das chamas, o brilho que a alma contém.


Tem braços abertos para o céu infinito,
Onde a fênix real encontra seu par;
Seu grito de força é um canto bonito,
De quem aprendeu que nascer é lutar.


As asas de anjo, em tons de alvorada,
Carregam o peso de mil provações;
Mas ela caminha, por Deus guiada,
Curando feridas e transformando nações.


Olhando o horizonte, sentada ou de pé,
Ela sabe que o fogo é apenas o início;
Pois quem tem no peito a força da fé,
Faz do renascer seu maior exercício.


Guerreira, fênix, mulher de verdade,
Sua essência é eterna, seu brilho é real;
Veste a coragem com serenidade,
E faz do destino um voo imortal.


------ Eliana Angel Wolf

O seu amor me fez renascer,
o seu amor me deu razão pra viver,
o seu amor me ensinou a crescer,
o seu amor me fez ser alegre.


Mas o seu adeus me fez morrer,
o seu adeus tirou de mim o anseio de viver,
o seu adeus me fez regredir,
o seu adeus me fez desistir,
o seu adeus levou minha felicidade.


E, na verdade,
pra viver sem o seu amor,
eu não tenho capacidade.

⁠Ontem nevou e fez frio. Não havia mais fogo para aquecer e a luz do Sol não brilhou mais. O caos trouxe a escuridão e a escuridão tomou os corações.
Ontem nevou e a neve cobriu nossas casas. Ficamos perdidos na rua, correndo de um lado para o outro, sem nem ao menos nos reconhecer.
Corações gelados, dominados pela maldade, riram de nós. O Sol se escondeu. Mas buscamos abrigo debaixo da videira.
O grito dos maus nos assombrou e o frio nos silenciou para sempre.
Quem restou se agarra firme naquela árvore e espera a redenção que aquece com fogo e ilumina com a luz que dissipa a neve e destrói o mal.

⁠Pequena estrela consumidora, sugou-me a força vital e me fez querer fugir. Um universo que entrava em colapso, com uma estrela prestes a eclodir e consumir tudo ao redor... Corri para bem longe, com medo de me queimar. Era a decisão certa naquele momento, sabia que avistaria aquele universo novamente, mas passaria bem distante, apenas a observar e relembrar aqueles bons momentos onde ali eu vivi...

⁠Quem sou eu para julgar o teu pecado?
Se nem o Maior dos Santos fez Julgamentos.

"Das águas fez-se o amor. No ventre solene o fluxo que dá a vida e deságua ao solo. No princípio era, dela, o tempo. Depois na terra, flores e frutos, pegadas e marcas, ossos e memória."

Uma mensagem me fez pensar em um milhão de coisas, até uma conversa mostrar que dois corações só conseguem ser felizes juntos.

Design é a profissão. Designer é o profissional. Minha mãe fez designer, eu faço Design.

Acorda, Brasil.
A corda, Brasil, em laço já se fez.

A dor é um instrumento cognitivo que eleva a consciência. Nem toda dor é ruim, se nos fez refletir, crescer e mudar a dor não foi ruim. Isso não significa que dor seja agradável, dor de nenhuma espécie é agradável, mas se nos trouxe aprendizado essa dor tornou-se boa.

Eu amei ele, caminhei ao lado dele por um tempo e compartilhei minha fé.
Isso fez parte da história dele, e da minha também.