Deus Escreve Certo por Linhas Certas

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O poeta não é um ditador,
O poeta é um libertador,
Que liberta e sente,
Que escreve, morre e renasce,
E sempre revive em seus poemas.

Tradução Simultânea: Você escreve lindas coisas, eu leio bla bla bla!!!

Receita para a saudade:
Escreve que passa.

Vc é responsável por cada palavra, frase e linha que Vc escreve no livro chamado Vida. Cuidado com as escritas do capítulo atual, porque nesse livro de vários capítulos, vc pode se contradizer, escrever errado, querer que em próximos capítulos, algumas coisas possam ser diferentes, mas pode ser que não tenha como mudar. Pode já ter tirado pessoas eternamente desse livro. Como todo bom livro, só sabemos e entendemos o final do livro, lendo todas as linhas e capítulos. E alguns capítulos não podem ser mudado, pois escrevemos errado a algum tempo atrás, pode ter sido uma palavra, algumas palavras ou várias frases, ou até mesmo um capítulo inteiro. Então para saber como esse livro vai acabar, é só ler o que tá escrito agora, lembrando do que vc já leu, e entanto adivinhar o que ainda vem....!

NEM TUDO QUE RELUZ É OURO OU PRATA

Nem tudo nesta vida nos convém,
Paulo escreve deixando bem explícito:
“Tudo é bom, mas nem tudo nos é lícito”,
Provai tudo, mas só retende o bem!

Precisamos enxergar mais além,
Há espinhos nas flores do jardim;
O mundo se camufla para mim...
Porque nem todo abraço amor contém!

Preciso de Jesus na minha vida,
Pois o caminho é estreito e tem subida,
E não posso abandonar minha cruz...

Pois a vida a cada dia nos retrata:
Nem tudo que reluz é ouro ou prata...
A única esperança é JESUS!

HARMONIA DO AMBIENTE ESCOLAR

Cecília Meirelles, em sua saborosa poética, assim escreve: "Ensinar é acordar a criatura humana dessa espécie de sonambulismo em que tantos se deixam arrastar. Mostrar-lhes a vida em profundidade. Sem pretensão filosófica ou de salvação - mas por uma contemplação poética, afetuosa e participante."
Quando se lê a educação com esse olhar de Cecília, parece que o dia-a-dia na relação professor-aluno é encantado. Muitos dirão que essa elevação afetiva só funciona no plano das idéias e que na prática se assiste a um aviltante processo de destruição das relações humanas.
A violência nas escolas se materializa em agressões verbais e físicas. O professor se sente vítima de um sistema que não o valoriza, portanto não o entende bem, nem o protege. Os alunos parecem prontos para a batalha. Padecem de amor e de limites. A ausência familiar se faz sentir na postura agressiva ou apatia em sala de aula.
Além disso, e talvez por isso, tentam disputar poder com os professores que, por sua vez, se deixam levar em um debate desnecessário. Há um axioma essencial na relação entre professor e aluno: autoridade harmonizada pelo afeto. O aluno precisa de limite e precisa compreender o papel do educador. O educador não pode impor sua autoridade, mas deve conquistá-la. Sem brigas nem ameaças. Sem histeria nem parcimônia. Com o respeito de quem sabe ensinar e aprender e de quem harmoniza as relações.
Há algumas dicas para essa relação harmoniosa. Evidentemente, são a experiência e a disposição do professor que farão com que ele toque na alma do seu aluno - sem isso não há educação. Entre essas dicas, algumas proibições. A primeira delas é que professor não pode brigar com aluno, mesmo que tenha razão. Se isso acontecer, parte da sala torcerá pelo aluno e a outra pelo professor, assim, ele deixa de ser referencial. A segunda: professor não pode colocar apelido em aluno. Terceira: não deve comparar um com o outro - é preciso lembrar que não há homogeneidade no processo educativo, mas heterogeneidade. Quarta: professor não pode se mostrar arrogante nem subserviente. O meio termo é amoroso.
E aí voltamos a Cecília Meirelles. A harmonia no ambiente escolar há de ocorrer quando se consegue quebrar a carcaça que envolve alguns alunos, pela falta de algo que deveria ter vindo antes. É esse sonambulismo, essa postura incorreta frente à vida e frente a si mesmo.
Trata-se de ajudá-lo a viver essa contemplação poética, ou, em termos aristotélicos, a buscar uma aspiração para a vida. Ou ainda em Paulo Freire, ajudá-los a desenvolver autonomia para sonhar.
Aí sim, o professor mostrará autoridade. Autoridade generosa de quem confia e cobra. De quem contrata no melhor sentido da palavra. E é nesse bom caminho que entra o afeto como instrumento de poder e participação. É do olhar do mestre que saem essas virtudes. O olhar que acolhe e que constrange quando necessário. O olhar que se faz cúmplice nas boas conquistas e que lamenta docemente pelo que se perdeu. O olhar que mantém o silêncio na sala de aula, sem gritos ou lamentações, mas que é capaz de chorar pela emoção de mais um aprendiz que encontrou seu caminho.
A harmonia no ambiente escolar não é uma utopia. É talvez uma tarefa complexa que exige o que de melhor podem dar os educadores: competência, coragem e muito, muito amor!


Revista Educacional, edição de setembro de 2007

Lembre-se sempre: “Você escreve a sua própria história.”

Se vive e se escreve sem rede de segurança.

Há versos que se escrevem e fazem sentido,
Há versos que fazem sentido ao escreve-los.,
Mas, tem versos que é poema nascido,
Do amor que aprisiona a alma ao cocebe-lo.
E desse amor faz-se anjos de liberdade,
Qua cantam canção de paixão e tentação,
Se faz pura sedução a felicidade,
Faz faz felcidade e vale a pena essa prisão.
(Sócrates Di Lima) ...

Quem muito lê, quer escrever. Quem muito escreve, bons olhos passa a ter. O “bom dia” do porteiro, a criança e seu brinquedo, tudo vira texto! Quem não lê, não vê bonito. Quem vê bonito é porque lê.

Quem escreve no anonimato
Tem que ser corajoso
Porque querendo ou não
Escrevemos para alguém ler
Nem que seja para nós mesmos

Queremos que alguém leia
Porque queremos um retorno
Uma emoção
Um reconhecimento

Quem publica algo no anônimo
Não recebe esse retorno
Mas não liga
Porque o importante pra ele
Não é o reconhecimento
A fama
O prestígio
E sim que suas palavras
Toquem os outros

POEMINHA SEM OBJETIVO

Me elogia, vai!
Escreve um troço, aí!
Não dói não; faz de conta
Que eu morri.

Esperto e o homem...
que nao demonstra sentimentos com palavras..
mas escreve poesias nos contornos de sua dama..
apenas com seu toque..

Os lírios não bastam.
As leis não nascem das flores.
Meu nome é luta,
e escreve-se na história.

Feliz 8 de Março.

Quando se vive só não se fala muito alto, não se escreve também muito alto: receia-se o eco, o vazio do eco, a crítica da ninfa Eco. A solidão modifica as vozes.

Um poeta fingidor que sem saudade...
escreve de amor não sabe nada de dor...

Cortina de sal amargo que gosta de brincar
com as letras escritas de um poema

Exprimir com o grito da alma
convencida arrogante de palavras soltas

Onde a rosa desabrocha com a chuva
explode de alegria harmonia enfeitiçada

Pelo dia em que o poeta fingidor sente
a felicidade das flores do jardim da sua vida!

Um escritor escreve com seu gênio; um artista pinta com o seu gênio; todo aquele que cria o faz a partir deste centro sagrado. É a morada de nossa alma, o receptáculo que abriga nosso potencial, é o nosso farol, nossa estrela polar.

Pelo jeito que você escreve, posso dizer que você é uma pessoa romântica e sombria como eu.

⁠Diz estas palavras aos outros, para que, ao dizê-las, as escutes também, escreve-as, para que, ao escrevê-las, também as leias, tirando de tudo proveito para a tua formação moral, para a repressão das paixões nocivas. Estuda, em suma, não para saberes mais, mas para saberes melhor!

Escreve-se por escrever,
para brincar com palavras
e inventar absurdos -
importa que sejam belos
ou arrepiem a lógica -
e frases que sejam coisas
diferentes das comuns.

Inventar novas palavras
de semântica imprevista.

Escrever como quem brinca
de desarrumar as coisas
e arrumá-las de outro jeito.

Palavras e só palavras.

Neste caos fraseológico
que mundo pode eclodir?