Deus Criou o Sentimento mais Sublime

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O mundo dá voltas na longa caminhada,
e a verdade mais simples continua gravada:
cada um colhe, um dia, aquilo que semeou na estrada.

Às vezes um colo resolve mais que palavras. Porque algumas dores não precisam ser entendidas. Precisam apenas ser acolhidas.

•Pessoas•


• Há pessoas que são euforia. Chegam e fazem tudo parecer maior, mais intenso, mais vivo.


•Há pessoas que são tempestades. Nunca passam despercebidas e sempre deixam algo transformado.


•Há pessoas que são fogo. Aquecem, iluminam... ou queimam.


•Há pessoas que são mar. Acalmam num dia, engolem no outro.


•Há pessoas que são primavera. Florescem até nos lugares mais secos.


•Há pessoas que são inverno. Silenciosas, frias por fora, profundas por dentro.


•Há pessoas que são faróis. Não caminham por você, mas mostram o caminho.


•Há pessoas que são labirintos. Quanto mais você tenta entendê-las, mais caminhos aparecem.


•Há pessoas que são euforia. Fazem o coração acelerar antes mesmo de dizer uma palavra.


•Há pessoas que são abrigo. Basta a presença delas para o mundo parecer menos pesado.

“Quem fica quando você cai não é necessariamente quem mais dizia amar você.”

Talvez ser inesquecível seja só isso: fazer alguém se sentir mais vivo quando está perto de você.

Somos apenas seres medíocres, os quais temem mais a miséria ao linchamento. Desejamos ter quem não podemos e choramos uma dor que é tão suja quanto um córrego. Sentimos o ódio com tanta força que este esmaga o amor encostado no canto da mente. Acreditamos no único deus capaz de salvar a humanidade, mas este mesmo deus não acredita em nós.

⁠⁠“Mais fácil é para o homem carnal, ser quem ele é, que deixar de ser assim. Porque para tornar-se espiritual, requer sacrifícios…”
Ney Paula B.

⁠Tanto tempo juntos que parece que ficamos, cada dia, mais parecidos um com o outro. Olho pra ela e é como se estivesse de frente a um espelho. Muito mais que isso é que nossos espíritos se fundiram e desapareceram portanto o “meu” e o “dela”, agora é o “nosso” espírito.
Obrigado SENHOR por ter-nos selados para a eternidade.
Ney Paula B.

“Às vezes a escuridão nos faz ver as coisas com mais clareza”
Autor: Ney Paula Batista

Acho que, no mundo de hoje, uma das coisas mais difíceis é encontrar alguém verdadeiramente honesto. Para mim, a honestidade é o primeiro pilar para construir qualquer relação, parceria ou projeto. Sem ela, não existe confiança, e sem confiança, nenhuma construção se sustenta.

A Ditadura do Vencimento


Não se engane, caro leitor. Não somos mais Homo sapiens. Somos, essencialmente, Homo Boléticus. Nossa vida não é medida em anos de felicidade ou de sabedoria adquirida; é contada na dolorosa sucessão de datas de vencimento.
O boleto não é apenas um pedaço de papel (ou, mais modernamente, um QR Code azul). Ele é o nosso antagonista existencial, a prova incontestável de que, no grande teatro da vida moderna, nosso papel é o de um mero alimentador de um dragão invisível chamado Sistema.
O ciclo começa sempre com a doce, breve ilusão. É o dia 5, ou 10, e a conta bancária está sorrindo para você. Por um breve, glorioso momento, você se sente um magnata, flertando com a ideia de comprar algo desnecessário. Mas o magnata dura pouco.
Mal o dinheiro assenta, e lá vem ele, o Mensageiro da Ruína, a notificação silenciosa no celular: Seu boleto da fatura X está disponível. É o chamado do dever. O dinheiro chegou com hora marcada e, antes que a endorfina do salário baixe, ele já tem donos mais urgentes que a sua alegria.
A pior parte é o Boleto Fantasma. Aquele que você não esperava, que se materializa na sua caixa de entrada, geralmente vindo de um serviço que você contratou em 2017 e jurava ter cancelado. Ele surge como um fantasma vingativo, exigindo não apenas dinheiro, mas também a humilhação de ter que ligar para o atendimento ao cliente.
E quando finalmente chega o Dia D (Dia de Desembolsar), a cena se repete: você entra no aplicativo do banco e executa o balé da quitação. É um ritual de sacrifício. A cada confirmação, um pedacinho da sua alma — ou, pelo menos, do seu churrasco de domingo — se esvai. Você paga o aluguel, o plano de saúde, o streaming que você não assiste e, finalmente, a conta de luz, que sempre parece estar cobrando o custo da sua culpa por ter deixado o carregador na tomada.
O ápice cômico-trágico é quando, após pagar rigorosamente todas as contas, você olha para o extrato e percebe: você trocou todo o seu trabalho mensal pela permissão de continuar trabalhando no próximo mês. A vida moderna não é sobre acumular riqueza; é sobre zerar dívidas para que novas dívidas possam surgir.
O boleto é a única prova de que você existe e consome, e isso, de alguma forma, nos conforta. É a nossa âncora na realidade.
No fim, a gente se deita, suspira aliviado por ter vencido o mês, e mal a cabeça toca o travesseiro, o cérebro sussurra: Só mais 30 dias... E o IPTU, você já viu?
A vida é isso: a arte de sobreviver entre um vencimento e outro. E a única certeza que temos é que, enquanto houver vida, haverá boletos. É a nossa maldição e nossa métrica.

Quando a vida não der mais prazer,
Quando o sol não brilhar para você,
Quando tudo chegar a dizer não para você...
Quando uma lágrima rolar
E o seu pranto alguém escutar,
Se lhe pedirem para estender a mão, é só ir...
Eu vejo o mundo ao meu redor,
Eu olho as nuvens que passam no céu.
O tempo, como fumaça, se vai
Para não mais voltar.
Quem dera eu e você,
Uns dias destes, andando por aí,
Pudéssemos encontrar o amor
Para nos fazer feliz.
E o nosso pranto secaria,
Solidão não mais haveria,
A alegria estaria em nós.
Quem dera eu e você
Se importasse mais com o amor...

“A desigualdade mais perigosa é aquela que consegue apresentar sua própria existência como consequência natural das coisas.”

“Quando o Direito protege o mais forte porque ele já é forte, deixa de administrar a justiça e passa a administrar o privilégio.”

Quem perdoa vence a batalha sem precisar desferir nenhum golpe, pois conquista o território mais valioso de todos: a própria tranquilidade de espírito.

Sou diferente quando consigo ser mais? Sou diferente quando digo que prefiro o cabelo longo do que o cabelo curto? Porque eu realmente gosto.

Sou julgado por ser diferente a partir do momento em que consigo ser eu mesmo. Como eu gosto de ser, como sempre quis e sempre serei.

Eu sempre que penso em algo, é sempre no mesmo, porque é que eu dependo de amigos? Porque é que eu preciso de alguém sendo que sou diferente e consigo ser "bom" sozinho?

Eu sempre precisei de uma distração mas não ao ponto de utilizar pessoas como bonecos mas, sempre fui o boneco dos outros. Em novo comecei a tomar iniciativa. Iniciei a mudança com que sempre sonhei, a mudança de mentalidade.


Eu realmente não tenho medo de dizer que acho horrível ver miúdos assumirem como PAN´S, GAYS ou coisas do género. São crianças praticamente, não têm mentalidade sequer para se assumirem como algo que nem sequer viveram.

Não tenho medo de mostrar que gosto de viver os meus sonhos na loucura máxima. Já perdi aquele medo de, "O que é que ele pensa de mim?". Desde de o dia 16/06/24, tornei-me outra pessoa.

Gosto de ler, gosto de escrever, gosto de mim, e isso não será minimamente influenciado pelos que me rodeiam porque, deverás, eu não dou a mínima.

(Nota: Fiz este texto para aliviar um peso que habita em mim à algum tempo, pode estar confuso pois é assim que eu tenho vivido, na confusão. Sou novo e gosto deste tipo de reflexões diárias.)

"O capitalismo venceu a teologia. Hoje em dia, as pessoas entram em bancos com mais reverência, temor e fé do que quando entram em uma igreja. O verdadeiro deus moderno veste terno, cobra tarifas abusivas e o único milagre que opera é o de esvaziar o bolso dos seus fiéis seguidores."

Às vezes, o silêncio ou o desinteresse contínuo dizem mais do que qualquer conversa.

⁠O amor que sinto não tem fim
Você é o jardim mais lindo dentro de mim.

Entendendo que o mais difícil, às vezes, é só seguir. Mas a gente segue.