Deus Criou o Sentimento mais Sublime
Deus e o Vagabundo
Deus não criou ninguém para ser vagabundo, à todos ele deu dons, concedeu talentos, e para outros habilidades especiais às vêzes adquiridas vias nescessidades.
Os privilegiados contam com os dons de nascença que abrilhantam seus trabalhos de tal maneira que se tornam verdadeiras riquezas pessoais, Oscar Niemeyer é um bom exemplo. Os talentos, ferramentas que amoladas dia após dia diferenciam toda ...uma obra. Pelé, é um bom exemplo de talento.E, ainda as habilidades especiais por vezes adquiridas ou desenvolvidas que se tornam dons também, como Andrea Bocelli.
Portanto, comece a assumir os dons, as qualidades, os talentos, a familia, sua esposa e todos esses presentes que Deus lhe concedeu para que faças uma boa obra aqui na terra.
Faça-se instrumento de Deus, Ele não pode fazer nada se você não fizer a sua parte. Tenha bons hábitos, faça bons amigos, frequente bons lugares, ouça boa música, a qual é um alimento espiritual caríssimo!... e trabalhe muito. Um homem sem trabalho é apoucado em sua valia de honra e de hombridade.
☆Haredita Angel-26.01.2013(Facebook)
Na verdade, você ama a imagem que criou de Deus. Para amar Deus de verdade, primeiro liberte-se da sua criação.
Deus criou a mulher com as cores do arco-íris, preencheu no brilho das estrelas e soprou o cosmo da compaixão.
Deus não faz parte da existência, pois Ele é quem a criou. Sendo eterno, Deus é o início e o fim de tudo, sem começo e sem limite.
Mas, por que ele (Deus) criou um ser capaz de pecar? Do mesmo modo que ele criou-o capaz de obedecer. A capacidade de fazer o bem implica na capacidade de fazer o mal. A máquina não pode obedecer nem desobedecer, e a criatura que não tem a dupla capacidade só pode ser uma máquina, não um filho. Pode-se alcançar a perfeição moral, mas não criar-se; Deus pode criar um ser capaz de ação moral, mas não um ser com todos os frutos da referida ação armazenada dentro dele.
Os calvinistas cometem um erro escandaloso quando afirmam que Deus criou o pecado; porém as escrituras afirmam que o pecado não é uma criação, mas um estado de violação inerente às criaturas.
Se Deus Criou Tudo Quem Criou Deus?
Esse tipo de pergunta erra na sua premissa: Pressupor que Deus foi criado. Se Deus fosse criado ele deixaria de ser Criador e passaria a ser Criatura. Aristóteles e Santo Tomás de Aquino explicam bem isso através dos argumentos da causalidade e do motor imóvel, se não existisse uma causa primeira que cedesse a existência a sequência causal não poderia haver a própria existência, pois o efeito depende ontologicamente da causa. Por isso é necessário admitir uma causa primeira, incausada e, portanto eterna. Um princípio principiado é apenas um principio principiante que não pode ser admitido como principiador de todas as coisas existentes, Deus não foi criado... Pois é o grande "EU SOU".
O Mal Não é Substância
Dizer que Deus criou o mal é uma falácia non sequitur.
Deus criou todas as coisas (substâncias). E o mal não é substância! O mal (moral/pecado) consiste na deficiência da ação, é sempre causado pela deficiência do agente. Em Deus, porém não há nenhuma deficiência, pois Ele é a suma perfeição. O mal consistente na deficiência da ação, ou causado por deficiência do agente, não se reduz a Deus como a sua causa. Portanto, aquilo que Deus abomina ele não pode cometer, seria uma incoerência com seu próprio caráter.
Aquilo que Deus abomina ele não pode cometer, seria uma incoerência com seu próprio caráter (Sl 5.4; Sl 101.3).
1º Jo 3:4. Todo aquele que pratica o pecado transgride (ação) a Lei; de fato, o pecado é a transgressão (ação) da Lei. A Bíblia também afirma que Deus fez somente criaturas boas. Ao final de quase todos os dias da Criação, ela diz: “Deus viu que ficou bom” (Gn 1.4, 10, 12, 18, 21, 25). E, quanto ao último dia, declara: “Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom” (v. 31). Salomão acrescenta: “Assim, cheguei a esta conclusão: Deus fez os homens justos” (Ec 7.29).
As Escrituras nos dizem explicitamente que “tudo o que Deus criou é bom” (1º Tm 4.4). E um Deus absolutamente bom não pode fazer uma coisa má. Somente uma criatura e uma criação perfeita podem vir das mãos de um Criador Perfeito. O autor de Eclesiastes declara: Eis o que tão somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias (Eclesiastes 7.29).
E o texto de João 1.3: Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.
Regra básica de interpretação bíblica: Toda palavra deve ser interpretada no seu contexto. Segundo o contexto de João, quando diz “todas as coisas” à palavra é restrita, referente à criação do mundo, cosmo, nosso planeta terra. Portanto, Deus não pode ser o criador do mal, pois automaticamente faria Deus mal!
Gn 1.31 diz que tudo que Deus criou “era muito bom”; Salmos 5.4: Porque tu não és um Deus que tenha prazer na iniquidade, nem contigo habitará o mal; Tiago 1.3 fala que ai daquele que fala que Deus tentou; Habacuque 1.3 diz que seus olhos são puros que não pode comtemplar o mal; Deuteronômio 32.4 diz que Deus é justo e Nele não há injustiça; 1ª João 1.5 diz que Deus é luz e Nele não há trevas, sendo que o texto grego é enfático nisso.
Portanto o texto no capitulo de João é uma referência a toda a criação.
Mas você diz: o mal está no cosmo! Sim! Mas não faz parte dele!
Deus criou todas as coisas?
R= sim!
Deus criou o mal?
R= Não?
Então Deus não criou todas as coisas!?
Vamos ajustar essas duas verdades!
Deus criou todas as coisas! Mas o mal existe, e Deus não o criou! Logo entendemos que o mal não existe como realidade na existência! Isto é, ele passa existir como uma "sub-existência" na realidade.
Ex.: Temos um prédio, que foi completamente construído por um arquiteto. Mas automaticamente que ele passa a existir ele produz uma sombra. E essa sombra não foi criada, mas devido à existência do prédio ela passa a existir como uma sub-existência na realidade. Então o mal só existe como sub-existência por causa do bem! Esse exemplo do prédio mostra o arquiteto como sendo o criador de sua obra sem ser o originador da causa que veio após a ela!
Agora o texto de Isaías 45.7: Eu formo a luz e crio as trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas.
Falácia da ambiguidade de alguns fatalistas; pois confundem mal moral (pecado) com mal de pena (calamidade).
O texto de Isaías 45.7, a palavra traduzida como mal רָ֑ע/rā e refere-se ao castigo à nossa pecaminosidade.
O mal retratado no texto é uma referência ao mal de pena (calamidade), e isto pode ser pública, tal como guerra, seca, peste, terremoto, etc.; ou pessoal, tal como doenças e mortes na família, infelicidade, desgraça, dano, aflição, etc..., tudo isto em consequência do pecado do homem e do julgamento de Deus sobre ele. Essa é uma palavra polissêmica, tendo o sentido de acordo com cada contexto que ela é empregada. No original hebraico essa expressão denota mal para quem recebe a ação, e não para quem executa a ação! Isto é, o indivíduo que recebe o juízo de Deus, interpreta isso como mal, mas para Deus isso é uma ação de justiça!
Outra coisa, o autor do livro tem uma visão monoteísta, sem a ideia de um ser antagônico chamado satanás ou diabo enfim... No A.T. tudo era aplicado a Deus, por causa da ausência de uma figura antagônica!
E o texto de Colossenses 1.17: E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas SUBSISTEM por ele.
Em colossenses 1.17 fala das coisas existindo em Deus! Em nem um momento o texto fala que todas essas coisas (mal) são originadas por ele! Isso é falar além do texto, tudo existe nele, mas não significa que tudo que existe nele foi originado por ele!
Outra coisa: Qual o sentido de Deus decretar ou impulsionar a vontade de alguém pecar se o homem já é pecador por natureza? O homem peca porque é pecador, porque já nasce em pecado e já tem vontade de pecar! Deus não precisa dar esse impulso volitivo a ele. Isso vai contra Tg 1.13 e 1ª Jo 2.16: Tudo aquilo que pertence a este mundo não vem do Pai, mas sim do mundo; ou seja: a cobiça humana, os maus desejos dos nossos olhos e a arrogância da vida.
Esse texto de 1ª Jo 2.16 é "οὐκ ἔστιν ἐκ τοῦ πατρός/ouk ek tou patros"; sendo a preposição "έκ" em sua definição etimológica o significado "de fora, de entre, de, sugerindo de dentro para". A Origem dessa preposição primária denota (o ponto de onde a ação ou movimento procede), do coração caído do homem.
Até Agostinho dizia que o mal não foi criado por um ser divino, mas acontece quando o bem se ausenta, e ai o mal se apresenta; não como entidade, mas como ausência de bem.
Pense nisso! No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Ateu e desinformado: "Quando vejo um físico dizer que Deus criou o universo eu imagino um ginecologista dizendo que a cegonha é quem trás os bebês.”
Reposta: "Quando eu vejo um físico dizer que o universo surgiu sem uma causa, eu imagino um ginecologista dizendo que o bebê não tem pai e nem mãe, surgiu espontaneamente. Qual dos dois é mais ridículo? O universo é finito e por isso precisa de uma causa; negar a causalidade no universo é a mesma coisa que dizer que ele veio do nada.”
"Deus criou o planeta Terra com a evolução de todas as raças do universo".
Somos a evolução de todas as raças.
Deus Jeová criou o universo sabendo que não se contentariam com um mundo. Donos de Países inteiros constroem mísseis para matar quem não tem a onde morar. Inveja será a extinção da humanidade.
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