Despedida e Agradecimento
O último ditado do Poeta
O pôr do sol
Despedida da alma que acendeu pela última vez
Linhas tão delicadas
Versos cativantes
A luz do ápice, de quem amou as palavras
Como refúgio do melancólico ser.
Despedida
Quando você se vai
escorrendo por entre os dedos se esvai
transborda e derrama-se por aí afora
deixa poças de saudades e
algo de estranho acontece comigo
as borboletas da minha barriga
se excitam num frenesi e
me escapam pelo umbigo.
A despedida.
Tem sido longos dias sem cor
É dolorido viver sem amor
Aquele dia me arruinou
Pensar em você só me causa dor
Porque eu deixarei de viver sem você
Mas penso que é horrível te perder
Choro sem poder viver
Pois meu único amor é você
Mas quem sou eu na fila no pão?
Apenas um homem que quebrou o coração
Neste mundo sem cor e só ilusão
Me despeço de quem me amou
Pois sem ela vivo sem paixão
Vivo sem cor
Sem afeto
E aqui deixo meu coração
Quando escolhemos pela solitude e a paz interior, muitas despedidas já haviam sido feitas. As que restando, são as que esporadicamente precisando, então fazemos uma confraternização.Mas logo não terão razão ou farão mais nenhum sentido telas por perto também.
Seus beijos eram doces como a primavera, mas o gosto amargo da despedida ainda está nos meus lábios."
Como é bom saber
Que a idade avançada
Reluz sentimentos de despedida
Com aceitação bem-vinda.
(Para minha Tia/Mãe)
Cléber Novais
Às despedidas se
encontram entre o
amor intenso que
deixa saudade e entre a
cruel saudade de em
segundos te perder de vista
Só falei do tempo
Não sabia que era adeus,
Nem mesmo despedida,
Como quase nunca se sabe,
O adeus nunca te avisa.
Então falei só sobre o tempo,
Do dia da chuva de vento.
Só falei sobre o tempo,
Do ocupado momento.
Falei e falei do tempo,
De como o tempo passa.
Apontei as nuvens do tempo
Da janela da sua casa.
Não sabia que era adeus,
Não sabia que era despedida,
Então falei o de sempre
Como sempre a gente fazia
Falei do tempo todo o tempo,
Não lembrei de me desculpar
Pela caneca que quebrei
E por tanto te fazer chorar.
Hoje, falar do tempo dá saudade,
Fantasias da minha idade.
Deveríamos, sim, ser imortais,
Para que nunca houvesse adeus de verdade.
Onipotente Deus dos deuses! Munida de fé dirijo-me a vós com agradecimento por todas as graças que tenho recebido. Pai, envie as suas bênçãos para os lares da minha família, leve amor e paz em cada casa. Entrego nas suas mãos, os meus caminhos, minha família e todos os amigos. Obrigada Deus por tudo. Amém!
Só os sábios sabem que, em um determinado momento da vida, tudo passa a ser uma possível despedida.
Licença
.
Vou pedir licença
E me achegar sem a pressa
De quem fica
E não deseja despedidas.
.
Vou pedir licença
De tudo que há lá fora.
E despojar da solidão
Dentro do teu coração...
.
Que me deixe os largos passos
De outros ventos
Que me teve o vento.
Sou agora anelo
Do teu coração.
.
Chama viva que me chama
E me abrasa o coração,
Se me falta em mim juízo
Estou seguro em tuas mãos...
.
Edney Valentim Araújo
Nessa complexa trama da vida, somos tecidos por encontros passageiros e despedidas inevitáveis, como fios que se entrelaçam no grande tapete do destino. Às vezes, a vida nos presenteia com pessoas que desafiam nossas previsões, nos forçam a sorrir, nos machucam e nos fazem refletir sobre quem realmente somos. É uma dança complexa de emoções, uma montanha-russa de experiências que nos fazem questionar, amar e, possivelmente, nos transformar.
Cada pessoa que entra em nossa vida é como um capítulo de um livro ainda em construção. Algumas páginas são suaves, outras repletas de dor, mas todas contribuem para a narrativa única que é a nossa existência. É como se a vida, com sua mão invisível, nos entregasse roteiros imprevisíveis, nos desafiando a interpretar papéis que nunca imaginamos desempenhar.
O terror surge quando nos deparamos com a incerteza, quando percebemos que não temos controle sobre quais personagens entrarão em cena ou quando serão retirados do palco. Contudo, é nessa incerteza que reside a beleza da jornada. Precisamos aprender a abraçar o desconhecido, a aceitar que não podemos escolher todas as pessoas que cruzam nosso caminho. Às vezes, são as pessoas que mais nos desafiam que nos ajudam a crescer, a nos reinventar.
Em meio a essa sinfonia caótica de encontros e despedidas, descobrimos que a verdadeira busca não é apenas por companhia, mas por autoconhecimento. Cada experiência, seja ela suave como uma brisa ou intensa como uma tempestade, molda a escultura enigmática da nossa identidade. Não se trata apenas de encontrar alguém para caminhar ao nosso lado, mas de se encontrar no labirinto das relações.
Então, enquanto navegamos por esse oceano imprevisível de conexões humanas, abracemos as surpresas, os altos e baixos. Cada lágrima derramada, cada riso compartilhado, contribui para a tapeçaria única que estamos tecendo. Em última análise, a história que vivemos é sobre a jornada interior, sobre nos tornarmos versões mais autênticas de nós mesmos. Aceite o desafio, mergulhe nas profundezas desconhecidas, pois é lá que a verdadeira magia da vida se revela.
A despedida que ninguém deseja
A despedida que ninguém deseja, um amargo sabor,
Quando o adeus chega sem aviso, sem chance de redenção.
É a separação que dilacera corações com sua dor,
Deixando marcas profundas na alma, sem compaixão.
É a despedida sem tempo para dizer o último adeus,
O vazio que se instala, a saudade que não tem fim.
São palavras não ditas, abraços não dados, suspiros no breu,
E a sensação de que o tempo foi cruel e mesquinho assim.
A despedida que ninguém deseja é um fardo pesado a carregar,
Uma cicatriz na história, um ponto final sem conclusão.
É o eco da voz amada que já não se pode escutar,
E a sensação de que algo precioso se perdeu em vão.
Mas na despedida indesejada também há espaço para a lembrança,
Para o amor que permanece, mesmo diante da separação.
E nas memórias e no afeto, mesmo na ausência da esperança,
Encontramos forças para seguir adiante, em busca de uma nova canção.
DESPEDIDA
É na partida triste
Que se encontra um todo,
Um todo a querer ficar
Para vagar, vagar...
Com os anjos do além-mar.
E depois ter beijos doces da morte,
Deixar ser levada pelo anjo
Lá para o fundo do oceano ativo,
Dentro do desconhecido.
Deixar ser levada pelo vento,
Pela brisa suave da noite rubra.
Deixar a vida tola... e ser tua!
15/11/1970 (retorno da Praia Ocean)
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