Despedida do meu Pai que Ja Morreu
A vida e a vela
O viver e a chama
Morreu a vida Apagou o fogo
Tudo é tão volátil, eia pois a realidadedade.
Vivamos o hoje, intensamente e em verdade.
Pré Finados - Amanhã, olhe pro céu e reze tua maior saudade. Confessa a ele(a) que o amor não morreu com a morte.
A parede de separação entre judeus e gentios era a inimizade entre eles, pela qual Jesus morreu por todos para serem um só povo, uma só igreja, vivendo em paz.
Uma atriz renomada morreu e um dos seus fãs testemunhara que iria se encontrar com ela; esquecendo de falar a data, o ano, o século, o milênio e, principalmente, o lugar na eternidade.
Depois que a chuva desceu o fruto nasceu, o homem morreu, pensando na vida do Judeu, que aos Céus ascendeu, esperando o que ele creu, o que a sua alma escolheu para entrar em uma das eternidades que Deus nos deu.
Os pecadores conseguem abrir os seus braços para mostrar como Jesus morreu por eles; mas, não conseguem abrir os seus corações para Jesus transformá-los.
Muito tempo depois, morreu o rei do Egito. Os israelitas gemiam e clamavam debaixo da escravidão; e o seu clamor subiu até Deus.
Muitas mulheres já conquistaram o brilho de meu olhar. Outras tantas deixaram suas digitais em meus impulsos. Mas somente uma foi e tem sido capaz de reinar vitalícia em meu coração!
SONETO DA AUSÊNCIA
O cerrado já não mais é meu confidente
o pôr do sol não mais ouve o meu plangor
os cascalhos do segredo fazem amargor
e a saudade já não mais está condizente
Não mais estou melancólico no rancor
nem tão pouco sou aquele imprudente
e ao vento nada mais contei contente
deixo o tempo no tempo ao seu dispor
Até da recordação eu tenho medo, dor
o entardecer tornou-se inconcludente
e o olhar se perdeu nas ondas de calor
O poetar fez da madrugada noite ingente
carente nas buscas do tão sonhado amor
e hoje o meu eu no cerrado está ausente
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
06/06/2016
Cerrado goiano
Minerês
Ô minas, arguém já te poetô
Eu sempre tenho poetado
E ainda poetando eu tô
Cadquê, meu estadão amado
Ocê é trem bão dimais
E óio aqui os sêus mistério
Tão difícil, decifrá jamais
Tal arrilia é tão sério
Que o poeta proseia, proseia
E ainda fica o quê proseá...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
27 de abril, 2016 – cerrado goiano
Parodiando Patativa do Assaré
Eu não me permito em tempo algum exigir de meu próximo o que em ocasiões remotas já não tenha cobrado de mim mesmo!
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