Despedida de professor: mensagens e textos para emocionar
Será que o mundo continua uma escola de alunos onde eles não conhecem o professor, ou tudo parou para continuar como está.
"No exercício do professoramento, entendemos melhor os aspectos da educação quando, conseguimos compreender que processo de ensino é diferente de processo de aprendizagem e que assistir aula não é o mesmo que estudar. Do mesmo modo que ser aluno é dissemelhante de ser estudante, mas que o fluxo da educação é constante, assim como as práticas do educador”.
Ao professor se deve ao mínimo o superestimo.
O radicalismo é insano, egoísta? A violência endurece a racionalidade, pula etapa, cerceia a razão, corrompe valores morais e fere a dignidade. Houve época que o professor(a) era mais respeitado, mais digno e honrado, todos tinham como referência o Professor(a).
As forças palacianas deveriam servir com a finalidade de garantir os frutos desses sacrifícios e benefícios para a classe. O Professor(a) já tido como referência, padrão de estética da sociedade, tem sido visto como vilão, de demérito feito, representado pelo radicalismo sindical. São lutas travadas que provocam conquistas e deturpações da mais digna e respeitosa imagem social.
Salvem-se! Salve o professor(a) daquilo que possa parecer radical, insano, esquizofrênico! Almeja-se uma representação educativa para a classe, tão mediadora de conflito assim como o professor mediador de conhecimentos. A luta diária torna-se um conflito de interesses entre representante, representado e poder. Perdem-se diariamente os valores humanistas das conquistas.
“Ao professor se deve ao mínimo o superestimo”, como reconhecimento parcial da batalha cotidiana. Não esquecendo de que lutam contra os efeitos causados pela incompreensão de um ou outro dirigente. Aos professores se devem a empatia, carisma pela contribuição mediadora do conhecimento.
Amauri Valim.
Ao professor se deve ao mínimo o superestimo. Já tido como referência, padrão, estética da sociedade, tem sido visto como vilão de demérito feito, pelas lutas travadas que provocam conquistas e deturpações da mais digna e respeitosa imagem social. Salve o professor (a) daquilo que possa parecer radical, insano, esquizofrênico. Ao professor se deve também o reconhecimento parcial da batalha cotidiana, não esquecendo de que luta contra os efeitos causados pela incompreensão de um ou outro dirigente. Deve-se a ele à empatia, carisma, menção honrosa pela contribuição mediadora de conhecimentos.
Amauri Valim
A escola é a reprodução dos comportamentos da sociedade, tendo o professor como mediador intelectual, uma espécie espiritual como ponte para o conhecimento. O professor é um instrumento evolutivo na construção crítica do evoluir e o compreender dos anseios sociais, e o acadêmico não deve permanecer na perspectiva apenas da repetição. Faz-se necessário a criticidade para o contínuo da aprendizagem.
"Aluno rebelde é falha do professor; e quando um professor falha denota o signo-sinal que o sistema educacional, daquilo, falhou primeiramente."
Afetividade de Zero a Três
Quando somos professores esquilos...
Criança pede afeto não só na hora do ninar no colo, mas também na hora da troca de fraldas, no gesto de dar o almoço e/ou quando auxiliamos durante as suas refeições. Elas pedem também na hora de agacharmos para falarmos firmes no momento em que temos que corrigi-los quando não controlam suas emoções.
Criança lê alma, olhares e também nossas intenções. Com essas leituras, ela sempre saberá quem os corrige com afeto ou não.
A maneira como nos posicionamos diante de uma criança com suas birras e imperfeições, afetarão esse ser em formação, de sua tenra idade até sua fase adulta, positivamente ou não.
Temos que refletir sobre nossas posturas, praticando a empatia. É tão fácil quando não esquecemos que um dia já fomos crianças, muitas vezes arteiras, com mudanças de humores e com nossas imperfeições.
Jamais devemos esquecer de uma verdade...
O exemplo somos "nozes"
✍️Filhos de professoras são seres humanos comuns. A Receita De Educação Perfeita é impossível também para essa categoria.
❤️🕉️♾️⚕️👣👣👣
✍️Até a pouco tempo atrás, influenciadores de pessoas eram os pais, professores ou alguém com exemplo e prática de ações saudáveis.
AGORA PARECE QUE AS COISAS MUDARAM.👁️👁️
🕉️☸️♾️🌹💕✔️
As crianças deveriam ser respeitadas pelo seus pais, irmãos, parentes, professores e líderes religiosos; enfim, por todos. Deveriam ter acesso aos seus direitos desde os primeiros anos de idade.
Professor, tens o mundo em tuas mãos.
Lança com paciência essa sementinha de mudança e faz dele um lugar melhor.
Chego à noite no ato dos professores estaduais e um deles grita:
- Golpista, saia daqui, não gostamos de vocês, do seu patrão, safado!"
Respondo calmamente:
- Qual a finalidade desse ato mesmo, senhor?
- Protestar contra o governo, rapaz!
- Seu patrão?
- É...
- Então sai daqui você, porque também não gosto de você e do seu patrão; Tu trabalha pro Pezão, professor malandro, safado #$¨&%#!@!$#%*#
Recebo um pedido de desculpas. Faço um charminho e aceito.
A espera prolongada é uma grande professora. Ela nos ensina a vencer nossa ansiedade, a relaxar nossa tensão, a contemplar nosso destino e fazer as pazes com ele. Casar-se com o próprio destino é pura sabedoria.(Walter Sasso - Autor do livro "Tsuru Li Tai chi chuan")
Uma pessoa, amiga e professora universitária, se sentiu ofendida com o que falei sobre elite (elite não faz referência às pessoas ricas, mas a certo sistema fechado de poder/saber - lembrando que o poder se mantém em função do controle e subordinação ao capital, seja ele econômico, seja simbólico). Ela me disse: eu não penso assim (entre outras coisas). Rs. Ela acredita que, comprando carro a prestação, pagando viagem no cartão, e lutando muito para conseguir as coisas ela é elite. Rssssssssssssssssssssssssss. A elite foi as ruas de camarote e em espírito, levou seu cordão para conduzir seus bonecos. Os seguidores são massa. Acabando com o conto de fadas... chuchu, você não é elite embora se sinta parte dela.
PROFESSORINHAS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
A dose certa de afeto
na fala mansa e pautada,
extrai o pólen mais doce;
mais delicado e secreto
que a professora conduz...
... ... ...
Que vai na luz de seus olhos
dentro dos olhos em flor...
... ... ...
Achando amor e aconchego,
são feito balas de neve,
açúcar fino e suspiro,
nos doces dons que remetem...
... ... ...
Professoras derretem no céu-da-boca...
PROFESSORES X FUTEBOL
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Quando nós, educadores, protestamos pura e simplesmente conta o sucesso financeiro dos atletas, em especial dos jogadores de futebol, depomos contra nós mesmos ao demonstrarmos desprezo pelo talento. Da mesma forma contradizemos nossos discursos contra exclusão; desigualdade; falta de oportunidades para os mais simples.
Aquelas pessoas que neste momento de suas vidas ganham milhões, são quase todas de origem bastante humilde. Filhos de pedreiros, serventes, lavradores, balconistas e afins, todos visionários e atentos aos sinais de que seus filhos têm algo especial: talento. Esses pais atentos apostam; dispõem de todos ou quase todos os seus poucos recursos, até marcarem o gol definitivo, acertando em cheio na grande chance dos filhos. No futuro com que nunca sonharam para si próprios.
Nas salas de aula, falamos quase o tempo inteiro em talento; no entanto, somos elitistas: não aprovamos o talento dessa gente humilde que de uma hora para outra pode ser detentora de uma fortuna que nos dá inveja, sem terem passado por ensino médio, faculdade, às vezes nem mesmo pelo ensino fundamental completo.
Mas esses atletas não chegam lá sem esforço. E muito esforço. Sacrifício. Renúncia. Ainda bem novos deixam famílias, brincadeiras, amigos de infância, e vão trabalhar duro: fazer muitas horas diárias de preparação física, treinos com e sem bolas, educação alimentar e outros cuidados criteriosos com saúde, o que inclui não ter vícios, vida sedentária ou promíscua. Tudo isso, além de aprenderem regras rígidas de convivência. Coleguismo. Ética desportiva. Recolhimento. Meditação. Autocontrole. Respeito por quem está do outro lado. Uma verdadeira universidade que os prepara para viver dignamente, como cidadãos que quase sempre não sabem falar, mas sabem agir. Sabem ser quem são. E quase nunca renegam suas origens.
Temos preconceito desses atletas, porque não foram nossos colegas de faculdade; porque venceram pelo talento sem aprender gramática e raiz quadrada. Porque não foram modelados pela educação formal. Porque ganham mais do que nós, que não percebemos o quanto eles geram em recursos, movimentação financeira, patrocínios de produtos e marcas que eles fazem vender, somados às vendas de ingressos, audiências de rádio, televisão e web, circulação de impressos e influência nas bolsas de valores.
Os milhões que esses jogadores ganham honesta e merecidamente são centavos diante das fortunas dos seus patrocinadores e o sistema que os cerca. Esses, nunca são alvos de nossos protestos, a não ser no aspecto político-partidário, que de nossa parte é sempre questionável: Temos, invariavelmente, uma bandeira partidária que tentamos substituir pela que está no poder.
Quanto ao mais, não conheço nada, além da educação formal, que seja mais educativo do que o esporte. O esporte educa bem mais do que a própria arte, se compararmos o exemplo pessoal obrigatório do esportista com o do artista. O artista, por exemplo, se for sedentário, fumante, promíscuo, viciado em droga ou álcool, continuará artista. O atleta, não. Se ele quiser ser e permanecer atleta, não poderá jamais, ser um exemplo negativo em nenhum destes aspectos. E uma criança ou um adolescente, quando imita uma pessoa que admira, o faz na sua totalidade.
Quem está com o dinheiro do professor na sua conta pessoal não é o jogador de futebol. É o político corrupto deste país, em especial, que desconhece os políticos honestos. Quem nos rouba todos os dias não é o Neymar nem o Thiago Silva. Também não é o jogador de futebol que decide as alíquotas de impostos. Ele pode estar dentro deste sistema, como todos nós que compramos, vendemos e vivemos, mas não é ele quem decide.
Nós, educadores, merecemos ser muito mais valorizados; ter salários muito melhores; ter condições muito mais humanas, dignas e honestas de trabalho, mas nosso grito de basta e de protesto tem que ser por nós. Não contra o outro. Temos que lutar pelo que é nosso, sabedores de que esse tesouro é usurpado pelo poder público e pelos poderes econômicos que mandam neste pais e estão muito acima dos jogadores de futebol. Quero ter mais, sem desejar que nenhum deles tenha menos, pois isto seria possível se os poderes constituídos não estivessem inchados de corrupção e os grandes grupos econômicos não estivessem fechados com os tais poderes.
Porém, se mesmo assim queremos protestar contra os esportes, que tal se fôssemos menos elitistas e voltássemos nossos protestos contra a fórmula 1, o golfe e outros esportes de ricos que sempre foram ricos e cujas riquezas não sabemos de onde vieram?
ALEGRIA DE PROFESSOR
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Meu querido ex-aluno; é com satisfação e grande orgulho que o reencontro e constato que você se formou um homem digno. De bem. Admiro grandemente sua desenvoltura e a simpatia no atendimento a tantas pessoas diferentes. De culturas, condições econômicas diversas e temperamentos opostos. Venho sempre aqui, por se tratar de um espaço gastronômico democrático, ao alcance até mesmo de um simples professor como eu. Você deve ser novo nesta casa, pois é a primeira vez que me atende.
A propósito, sabe quem vi um mês atrás? Marcele; a menina endiabrada e linda que adorava beijar os meninos da classe para provocar ciúmes em todos eles; lembra? Ela também está ótima; bem sucedida como você. Trabalha honestamente. Creio que se tornou comissária de bordo. Quem não encontro faz muitos anos é o Tião Azulão, aquele menino tímido que a turma toda zoava por causa do cacoete com os olhos, mas tive notícias suas que me deixaram feliz como estou agora: ele comprou um terreno de bom tamanho, na roça, depois de receber uma ótima indenização por processo movido contra uma empresa em que trabalhou. Nesse terreno, Tião arregaçou as mangas e fez uma bela plantação de coqueiros. Fornece cocos para vários quiosques em uma praia do Rio.
Bem; agora preciso ir. Foi realmente um prazer encontrá-lo. É sempre ótimo ter boas notícias de meus ex-alunos. Saber que seguiram suas vidas com dignidade, não importa em que profissões. Com muito ou pouco estudo, muita gente se perde pela vida e julga ter sucesso, tão somente por ganhar muito dinheiro com o que faz, mesmo levando a sociedade ao caos. É o caso dos traficantes, agiotas, milicianos, sequestradores, políticos e similares. Ainda bem que vocês, ao invés disso, têm coragem para trabalhar.
EDUCAÇÃO INTUBADA
Demétrio Sena, Magé – RJ.
O professor que reprova um bom aluno com dificuldade, após todos os esforços empreendidos para não fazê-lo, assemelha-se ao médico que tenta, de todas as maneiras, mas não consegue, apesar de tudo, salvar o paciente. Se pudesse o salvaria.
Já o professor que teria... com um esforço maior... evidentemente sem nenhum desvio ético, alguma forma de ajudar esse bom aluno com dificuldade a conseguir se aprovar, mas não o faz, é semelhante a outro tipo de médico: aquele que se adianta em matar o paciente recuperável que lhe daria um pouco mais de trabalho.
Com base nesta reflexão, é bom nos avaliarmos profundamente como professores, para nos resolvermos melhor. Fazendo assim, ainda nos damos uma chance de saber que tipos de médicos a sociedade perdeu ou teve a sorte de não ter.
EDUCAÇÃO INTUBADA
Demétrio Sena, Magé – RJ.
O professor que reprova um bom aluno com dificuldade, após todos os esforços empreendidos para não fazê-lo, assemelha-se ao médico que tenta, de todas as maneiras, mas não consegue, apesar de tudo, salvar o paciente. Se pudesse o salvaria.
Já o professor que teria... com um esforço maior... evidentemente sem nenhum desvio ético, alguma forma de ajudar esse bom aluno com dificuldade a conseguir se aprovar, mas não o faz, é semelhante a outro tipo de médico: aquele que se adianta em matar o paciente recuperável que lhe daria um pouco mais de trabalho.
Com base nesta reflexão, é bom nos avaliarmos profundamente como professores, para nos resolvermos melhor. Fazendo assim, ainda nos damos uma chance de saber que tipos de médicos a sociedade perdeu ou teve a sorte de não ter.
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