Deserto
Mundo ausente meros presente...
Solitude apresente pura sensações
Dos seus sonhos para um deserto
Ontem fora mais uma medalha
Nas ondas sonoras da minha alma
Perdida por tantos dias antes...
Sempre mesma lastima parador
Simplesmente o caos nunca será
O bastante para os próximos passos
Da solidão detritos da tristeza...
Pode suar como uma febre sem fim.
Miragens tempestade de areia e o calor,
Um romance no deserto,
Penso que estou no fim,
Um amor prestes a morrer de sede,
Vitimado por sua ausência.
Esperar que alguém faça algo do seu interesse e o mesmo que estar no deserto com o guarda-chuva aberto, e esperar que chova.
A sinistra experiência no deserto (em si mesmo), proporciona e instiga cenários turbulentos, imprecisos, confusos e desorientação no íntimo. É fantástico a cada passo atingido/ conquistado, perante a expectativa do caminhar (no vazio) rumo ao Espectro do oculto!
Caminho firme e correto no deserto da desigualdade, vou encontrar o oásis da carente felicidade, saciar esta sede, viver a igualdade, desfrutando a liberdade.
"O povo de Israel passou pelo deserto, atravessou o mar vermelho, e lá do outro lado com grande alegria Miriam cantou para todo povo ouvir. Creia que seu tempo Deus já reservou para cantar, o deserto não é a ultima saída, apenas passe e prepare se para salmodear na presença do Senhor."
E por trás de uma solidão, temos o desejo de voltar a sorrir, afinal... No deserto nascem flores excepcionais, e cheias de esplendor. Elas são únicas no seu amor. Por isso irradiam vida modificando o mundo a sua volta. Te venero
Deus não te abandonou na batalha nem te esqueceu no deserto.
Isso é uma fase, vai passar, não antes de você estar preparado.
A fidelidade de Deus irá te acompanhar
Os seus sonhos podem ser bons, mas os de Deus são melhores e maiores, confie, Ele vai te surpreender.
Em momentos de deserto, somos tentados a usufruir do que aparecer a nossa frente. Cuidado! Nem tudo que mata a fome, satisfaz.
Vejo os milagres diários.
É quando Deus se mostra
em meu deserto solitário.
Em minha vida tenho que
ter coragem, tenho que aceitar,
muitas vezes, o que não posso
mudar mas sem atrapalhar a
vida em união.
Somos uma vela acesa que
ao sopro de DEUS se apagará.
E não sou indiferente, mas tenho
que fazer a diferença nesse mundo
de descrenças e desavenças.
Tenho que ser Amor e me revestir
de Fé, somente assim acredito que
algo vou poder fazer.
Que alguma coisa possa mudar
e me trazer de volta aquilo que
perdi com a dor.
O RELÓGIO NO DESERTO
por R. J. Riggins
Ok, então se você encontrasse um relógio no deserto, suporia que ele tinha se “construído espontaneamente” a si próprio a partir da areia do deserto e das rochas? É claro que não! Você suporia que o relógio foi feito, ou criado, por um relojoeiro habilidoso, e deixado cair ali por ele ou por outra pessoa. O relógio foi claramente projetado para um propósito muito específico, por alguém com grande perícia, que sabia de antemão exatamente o que queria. Portanto, quando encontramos algo projetado de forma tão perfeita como um animal vivo, também é completamente ridículo supor que isso se “construiu espontaneamente a si próprio”. Teve de ser concebido, em toda a sua perfeição, por algum grande projetista. A mera existência de relógios e animais bem concebidos é toda a prova que precisamos para concluir que ambos foram criados por alguém com infinitamente mais sabedoria do que as criações. Ambos, meramente pela sua existência, têm implícita a existência de um grande projetista ou criador. Os relógios não “evoluem simplesmente”, nem os animais (ou as pessoas); logo, a evolução é logicamente absurda (e, por extensão, qualquer pessoa que acredite nela é um idiota ilógico).
É mais ou menos assim que a analogia geralmente é apresentada. E parece bastante convincente à primeira vista. Imagino que algumas pessoas com inclinação para a evolução tenham ficado desconcertadas por esta analogia na primeira vez que a ouviram, não sabendo exatamente como responder nesse momento. Também aposto que alguns criacionistas veem isto como uma pérola de lógica irrefutável que destrói completamente a evolução e todas as suas obras.
