Desejos
Coração de Marte
Um dia, fui o romântico,
grudado em sonhos e desejos,
no outro, me tornei silêncio,
um céu fechado, sem lampejos.
Espero, na versão mais densa,
ser mais livre que jamais fui,
um ciclo que me molda e conecta,
um amor que acende e flui.
Sortudo será quem alcançar
esse coração de Marte,
uma cor, um fogo a arder,
um sentimento que não se parte.
Perguntei ao tempo, ao vento,
se algum dia o amor viria a mim,
mas percebi, num momento,
que o amor sempre esteve, enfim.
Como uma canção que faz corar,
ali soube que era para a vida,
eternos somos, a provar,
que o amor nunca finda.
Eu quero ir, quero ir além dos teus segredos mais profundos. Quero ir além dos teus desejos mais obscuros. Quero ir além do oceano que habita no seu olhar e nele navegar sem sentido, sem direção e sem me preocupar se um dia irei voltar!
A fé caminha lado a lado com os seus desejos e sonhos. Para alcançar um sonho, é necessário transformá-lo em meta. Quanto mais claro e real for um sonho em sua mente, maior será a capacidade de torná-lo realidade.
A cada dia aprendo a me
conhecer melhor enfrentando
minhas ansiedades, desejos
e fracassos.
Não consigo me identificar e me
surpreendo quando me perco em
reflexões sobre quem eu fui e o
que provocou tantas mudanças.
No passado investi meu tempo e
energia e hoje me sinto sem
autoconhecimento.
Talvez isso ajude a entender a
solidão que estou vivendo hoje!
Felicidade é apenas uma ideia que se concretiza por intermédio da realização de desejos, logo ela é efêmera e não eterna, então, não podemos dizer que somos felizes, mas que estamos ou não felizes.
A falta de respeito à nossa vontade e desejos nos torna vulneráveis à dependência emocional, deixando nossa vida sob o controle alheio.
O amor é a chave que abre todas as portas e a cura para todas as feridas. Basta seguir os desejos do coração, onde reside a essência de Deus.
"Em meio a tantos desejos deste mundo, o meu coração deseja ardentemente viver o desejo de Cristo em minha vida!"
MEUS DESEJOS
Envelhecer com espírito jovem
Seguir como sopro do vento
Sem se preocupar com rugas na pele
Encarando as virtudes do tempo.
Ter a força dos girassóis
Ser como a poesia esbanjando virtude
Esquecer o ontem, viver o hoje
Beber vinho da juventude.
Quero segurança, aceitar a velhice
Florescer em cada amanhecer
Agradecer em cada entardecer.
Eternizando cada momento
Escrever a minha história
Um dia, apenas a memória.
Irá Rodrigues.
Tornamo-nos escravos dos nossos próprios sentimentos, pensamentos e desejos quando não os filtramos pela inteligência emocional e espiritual. Isso permite que o poder da negatividade destrua, aos poucos, nossa saúde espiritual e emocional.
Eu que sempre defendo a filosofia de dizer o óbvio, agora estou no dilema entre meus desejos, receios e minhas convicções. Eu já revelei o que sinto em muitos sinais, gestos, sinônimos, recitei quase todas as palavras, falei cantando, mostrei cuidando, flertei brincando... Eu disse tudo, menos o óbvio. Agora eu entendo que o óbvio por mais simples e correto que seja, ele dá medo. Ele assusta porque é uma variante... ou ele cria um ponte ou ele levanta uma muralha... Ou ele une, ou ele sempara. O óbvio tende a ter resultados distintos, seu delta nunca tende a zero e por isso dá medo, uma vez na equação o óbvio sempre resulta em transição. Nosso medo não é do óbvio em si, mas da mudança que ele pode provocar. Por isso, reformulo minha teoria: O óbvio deve ser dito sempre que sua mente estiver preparada para perda na mesma intensidade com que anseia pela conquista e independente do resultado, seja fiel aos seus princípios!
A infinita quantidade de desejos que temos, por tantos olhares que enxergamos, quando não é possível se concentrar em um, qual o motivo da sua procura?
Quanto mais o homem se aproxima dos seus desejos carnal, mais longe de Deus ele vai estar. Porque a carne e o espírito lutam um contra o outro, sendo assim, adversários.
“As nossas vontades mudam de lugar e os nossos desejos mudam de roupa, se vestem com o nosso querer no momento presente, e se despem com a rapidez da efemeridade do tempo…”
Karol Sales
