Desculpas eu errei, me perdoe
Perdoar é aceitar uma condição perdoando-se o erro do outro. Qualquer coisa fora disso é desculpa de quem é incapaz de perdoar aceitando a condição do outro.
DESCULPAR-SE
- Desculpar-se é saber reconhecer, humildemente, o erro cometido. O perdão, entretanto, depende da capacidade de perdoar e do coração de cada um.
As desculpas não resolvem, já que é um passo para o cometimento de novos erros. Errou? perdoa a ti mesmo pensando no próximo passo sem o erro cometido. Foi injuriado? Perdoa mesmo sabendo que a pessoa muda por ela mesma, não por você, e a escolha da mudança não é tua, mas sim dela!
No fundo o que vale não é o perdão de alguém, e sim o pedido de desculpas. Reconhecer que errou significa que você não repetirá o mesmo erro.
A vida é feita de erros e acertos, erre e acerto o máximo que conseguir, tente, ame, perdoe, conquiste, corra atrás de seus objetivos, ame aqueles que mesmo tentando te fazer sofrer não consegue.
Me perdoe, eu errei, cometi erros e mais erros que nunca vão ter conserto, fiz dos meus erros o caminho para acertar, mas não deu muito certo esse meu caminho, caí várias vezes, perdi as contas de quanto chorei, mas o errado sempre dá certo depois. Apenas me perdoe.
Não tenha vergonha de admitir seu erro, pedindo desculpa ou até mesmo perdão para a pessoa a quem você ofendeu.
Pedir desculpas, perdão pelos erros cometidos, não é um ato de humilhação, mas de humildade, desde que não os repita; também não é um ato de quem desce no conceito, mas de quem cresce na reputação e respeito ao ofendido e de quem aprendeu a estar sempre aberto a desenvolver a vida numa crescente em excelência, quer seja no caráter ou na personalidade a cada momento e em cada fase da vida..
A desculpa é mais fácil de se pedir do que o perdão! Na desculpa, reconhecemos um erro que não tem uma dimensão tão grande, mas no perdão, nos banhamos com um caos avassalador, de culpa, tristeza e ressentimento. No final, ela não pediu nenhum dos dois.
Seu errei uma vez contigo me perdoei sete mil vezes por cada erro e lembrança imposta indevidamente pelo ego de meus ossos e orgulho de meu pescoço
"Perdão, amor, o erro foi meu.
Errei, em ligar de novo, errei em implorar por você, a Deus.
Errei, em dizer adeus.
Sim, meu amor, perdão, erro meu.
Errei, em te amar demais, errei em amá-la, mais do que eu.
Errei, em não tolerar o desdém, a indiferença, o beijo frio, que me ofereceu.
Perdão, amor meu.
O erro não é nosso, o erro é só meu.
Assim, como nosso amor; pois quando do seu abandono, só o coração, desde que lhe escreve, sofreu.
Perdão, meu amor, o erro foi meu.
Falando em coração; há muito, abstive do meu.
Desde o momento do nosso primeiro olhar, este lhe pertenceu.
Hoje, percebo; não obtive o seu.
Mas, peço-lhe perdão, amor meu.
Perdoe-me, por desejar-lhe da primeira aurora, até da noite, o último breu.
Realmente; reflexivo na madrugada, percebo: o erro foi meu.
Errei, em fazer de ti, a minha religião, eu deveria ter morrido ateu.
Errei, em tentar matar o nosso amor, eu deveria ter matado o meu.
Ter matado eu.
Por te amar demais, assumo o fardo da culpa, vá em paz, deixe comigo, o inferno da culpa e o paraíso dos sonhos, que um dia me prometeu.
Perdão, meu amor, assumo: o erro, foi meu..."
Erros!I
Se errei, é porque minha natureza é adamica!
Perdoe-me, Senhor
Porque de todos erros cometidos
Meu intuito foi acertar!
E só os cometi porque existia uma pedra alçada em meu calcanhar!
Verdade seja dita
Omissões nunca esquecidas
Por que quantas vezes escondi de ti a face
Era para não me omitir
Se aplicar com zelo a justiça
E não compactuar com mal também for erro!
Muitos eu cometi!
Fui rebelde
Destemida
E pequei
Jamais daria a minha alma o direito de ser canonizada
Porque sou humana como todos os demais!
Então, não há entre nós santos
Apenas pecadores e mortais
Que julgados pelos que se dizem santos
Vão à guilhotina todos os dias
São calúnias, injúrias e difamações
E beijam a face e lisonjeiam
Suas línguas são felinas
Venenosas e vermelhas como escarlate.
Mas, de nada possuem compaixão
Se até Cristo foi à crucificação
O que será de nós, então?!
