Desculpas Amor Nao Correspondido
Quando seu cabelo mostra a liberdade no vento, assim como seu corpo, percebo a física, a química e toda a matéria em você...
Chegando veio a noite no jardim, deixe que o meu beijo quente derreta o seu baton e deixe marcas no seu corpo nu!...
CONTENTAS
Contentas... Mas que enfado perturba
A alma inquieta? Que dor esta serva
Que ao peito aperta, e pouco se eleva
A fé, casta, vibrante tal o som duma tuba
É o banzé! Que palpita como uma turba
Nos devaneios, e os sonhos de mim leva
Do meu seio, e vão, desenhando treva
Assim aos luzidos pensamentos deturba
Aquietes, com o juízo nu, no travesseiro
Solto as quimeras... e ei-las, aligeirar
Nos caminhos da serenidade por inteiro
Alegra-te na concórdia doce e macia
Da vida, leve, com o desejo de amar
O bom hálito do prazer subleva o dia!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
23 de agosto de 2019
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Hehehe... Lembre-se de mim... Por favor... Pois ser esquecido novamente será como levar uma facada em meu peito... Eu te amo... Mas você não sabe... Pois nunca contarei... Nunca demonstrarei... Pois tenho medo de você não gostar...
Nós iremos nos encontrar...? Se você ler isso... Pode até significar que sim... Mas essa questão continua dentro do impossível... Pois eu não conseguirei vê-la... Não nesse estado em que me encontro...
Você me amou
como uma faca empunhada.
Me travessou afiado,
rasgou minhas certezas e
cortou meu mundo em dois.
Amputou meu respeito,
decepou meu sorriso e
talhou minhas verdades.
Depois de tudo
saiu hemorrágico.
Caiu tingido de sangue.
Sujando o piso novo.
Aquele que você escolheu
nunca mais pisar.
MANIA
Mania, sentimento tresloucado
Capricho, teimosia, fixação
É loucura ou desejo imoderado
Apego obsessivo, ardor, paixão
Mania, sentimento atroz e intruso
Por dominar a luz da sensatez
É um insistente ser de rude abuso
Que instiga a alma e afoga a lucidez
Provei em ti do gosto de um amor
E de pequena gota este sabor
Virou mania: a gota agora é mar!
Depois de tal amor alienado
Não quero nunca mais deixar de lado
Essa mania louca de te amar!
Oldney Lopes©
Ela me fez acreditar que eu era o cara mais meigo e bonito de toda a vida, isso foi tão pouco perto da ilusão de que ficaria do meu lado para sempre. Era justamente essa a ilusão da qual eu queria que se tornasse realidade.
Se quiser, posso te levar comigo pra conhecer outros planetas, te falo do pouco que eu já sei, e a gente aprende mais um tanto juntos.
Ela é mais que uma linda donzela, com seu beijo molhado, me olhando de lado, sem pressa de me beijar, está lá pra me amar.
Seu abraço quente, sua voz envolvente, com o timbre amável de um ser incomparável.
Seu jeitinho de ser, fazendo eu te querer, com todas as forças de meu corpo, fazendo-me viver, em sem saber não tendo a sobreviver.
Minha alma saí do meu corpo pra admirar-la, sinto cada toque sem mesmo tocar-la.
Mulher...
Assuma a sua condição de humano com todos os erros e imperfeições a que você tem direito.
Pare de achar que para ter mérito você precisa assumir o arquétipo de mãe, amiga, mulher e profissional perfeita.
Aceite as suas fraquezas e limitações, isso não a faz inferior a ninguém, ao contrário, só mostra a sua força.
Chega que tentar agradar a todos, isso é tarefa impossível e devastador para o seu amor-proprio.
Pare de sabotar os seus sonhos, de aceitar menos do que você merece, é isso que alimenta o círculo vicioso da baixa estima.
Admita que você é maravilhosa, que é incrível assim do jeitinho que você é.
Permita-se ser feliz porque você quer, pode e merece!
Amemo-nos
Amemo-nos enquanto podemos,
Amemo-nos por toda a vida
Neste mundo que nos abrigar...
Se o teu sorriso
Já me é mais que um carinho
Nada vai nos separar.
Há coisas que se sonham
E sonhos que se vivem,
Entre um e outro
O melhor é te amar...
E se meus sonhos
É a única coisa que nos une,
Não venha a solidão nos acordar.
Amemo-nos por hoje,
Amemo-nos mais um dia
E outro dia sem cessar...
Só não deixe
O desamor a nós dois desabrigar.
Amemo-nos além do sonho que sonhei,
Amemo-nos neste mundo que te faz sonhar.
Edney Valentim Araújo
1994...
