Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
A verdadeira verdade sobre mim é que eu sou péssima pra conquistar ou ser conquistada. Modéstia à parte, se eu não estiver apaixonada, sou divertida, decidida, orgulhosa, auto-estima nas alturas. Por outro lado, quando encontro alguém, que dispara o meu coração, me faz tremer na base, aí sim dá zebra. Aí ferrou TUDO. Lá se vai aquela mulher decidida, orgulhosa, divertida e de autoestima nas alturas. Eu perco a fala, meto os pés pelas mãos, passo a marcha errada, gaguejo e esqueço até o final da piada... Estranho, mas é exatamente assim que acontece, eu me perco de mim mesma. Eu não me reconheço, é estranho pra mim também. Eu mesma me sinto chata, me sinto outra pessoa. E o pior é que eu já conheço todas as regras: "Não pode ser chata, não pode reclamar, e nem rolar tudo na primeira noite. Não pode cobrar nada, não pode questionar nada e nem fica ligando o tempo todo. Não pode dizer que ta gostando se não ele se assusta, e nem pode fingir que não está porque ele percebe." E tem mais: "Humor sempre nas alturas, tem que ser sexy sem ser vulgar, inteligente e saber se expressar. Tem que ter opinião, ser vaidosa, carinhosa na medida, não encostar o dente, evitar perguntas como: "No que você está pensando agora". Pode isso, aquilo não, quer saber isso tudo é um saco. Por isso optei por ficar sozinha, ou então não me prender radicalmente a ninguém, até que eu me encontre, e não surte literalmente quando sentir aquele velho sinalzinho de paixonite aguda. Eu não sei dá em cima, dar mole, me insinuar, e se sei, não acho que faço isso muito bem. Quisera eu, conseguir me apaixonar e conquistar com a mesma intensidade, acertar o alvo, e sentir que é reciproco. Eu não sei, fingir nada, nada mesmo. Se estou chateada você vai saber, se estou feliz vai saber também. Por isso acho complicado demais me apaixonar sabe? Exige muito de mim, eu tenho que ficar me policiando o tempo todo. Eu me sufoco pra não sufocar a outra pessoa. E por isso decidi, só me interessar de verdade, quando eu estiver pronta, sem cobranças, sem forçação de barra. To meia na retranca, meia traumatizada com algumas experiência, mas isso é normal, depois passa. Entre uma bebida e outra, entre uma diversão e outra, entre um carinho e outro eu vou indo, eu vou me descobrindo, me arrisco a dizer que até já até dei uma melhorada. Mas quer saber? Ainda tem muita coisa pra mudar, ainda tenho que aprender muito. E eu não estou disposta a passar a minha vida, os meus deliciosos dias, apenas pra aprender a ter alguém do meu lado. Se eu aprender bem, se não aprender amém. Um dia as coisas se ajeitam como tem que se ajeitar!
SOBRE MIM
Eu sou eu.
Sou boa, sou má, sou alegre, sou triste.
Sou calma, sou agitada, sou lúcida, sou louca.
Sou brisa leve, sou vento calmo,
Sou ventania, sou furacão.
Sou céu claro e azul, sou céu escuro e cinza,
Sou chuva mansa, sou temporal.
Sou sol brilhante, sou calor escaldante.
Sou tudo e não sou nada.
Sou incompreensível, sou incompreendida.
Sou pe no chão mas muitas vezes sou iludida.
Eu sou apenas eu.
e queria ser amada szem a necessidade de me tornar o que os outros querem que eu seja.
Porque...
Quando eu deixar de ser quem sou, como sou e o que sou...
Já terei morrido.
E eu não sou mais aquele cara de dezenove anos. Eu cresci, me modifiquei, ganhei algumas rugas, tirei lições, tenho um punhado de experiência, e até agora ninguém entrou com pedido de beatificação.
(Nunca mais li poesia pra ninguém)
Sou apenas por mera burocracia. Seria complicado demais registrar-me no mundo em multiplicidade. Então sou por convenção, por facilidade. Sou indíviduo por necessidade didática de compreensão, mas descubro-me tantas a cada confronto com minha imagem duplicada e com os tantos corpos que atravessam a superfície côncava dos meus olhos. Posso ser o que quiser no jogo cotidiano da existência, o que quero ser e aquilo que esperam que eu seja. Não alimento ilusões quanto a um eu fixo, uma essência que se descobre com convivência. Convivo comigo e desconheço minha última camada ou face. Sei apenas que sou palco vivo, que caminha apresentando-se como espetáculo, monólogo ou diálogo, tragédia ou comédia, posso chover e ser sol quando me apetece o gosto.
*hehehe
*Que faço?
*Serei poeta eu?
*Que nada bufão eu sou!
*Chamam-me de bobo, idiota, imbecil...
*Concordo sem rancor!
*Mas, se me chamam de mongo...
*Ah....
*Choro!
*Com louvor!
*Fui coroado, rei dos bufões, dos bobos e dos Arlequinos.
*Sim sou palhaço
*amo o que faço
*vivo rindo, e fazendo os outros sorrir!
*E tu, o que fizeste pela vida!
Eu tive tantos nomes. Nomes antigos que só o vento e as árvores podem pronunciar. Eu sou a montanha, a floresta e a terra. Eu sou... Eu sou um fauno.
Sou Sua
Sou sua...
Quando falas docemente comigo
Quando me perguntas se sou sua namorada
Quando estamos unidos em um único pensamento
Quando dizes que deseja beijar cada pedacinho
do meu corpo
Quando rimos juntos
Quando sonhamos estar unidos
Quando você me beija...
Quando enfim ... me entrego a ti e a esse amor
que rogo aos céus ... jamais tire de mim..
Pois é justamente por ele que aqui vivo
Por ele... O AMOR
Por ti... TU SABES BEM...
Eu não sou vingativa.. mais gosto de ser lembrada... na lei do bate e volta... adoro quando o mundo dá a volta.. e chega a minha hora de devolver a porrada...
Tenho 7 mulheres em mim... e cada uma delas sabem o poder que tem... as vezes sou furacão...as vezes calmaria... mais todas as vezes mulher...
Não. Eu não espero nada da vida. Contento-me com o que sou no momento. Não me preocupo com o que tenho porque nada tenho e isto é fato.
Sou tão livre, leve e solto, que a inveja, a falsidade, a injúria, a calúnia e a difamação passam por mim que nem o vento...
Tenho uma aliança com Deus, sou abençoada, amada, protegida, especial, aceita, vitoriosa e valorizada. Estou aqui para fazer a diferença!
Monólogo de uma sombra
Sou uma Sombra! Venho de outras eras,
Do cosmopolitismo das moneras...
Pólipo de recônditas reentrâncias,
Larva de caos telúrico, procedo
Da escuridão do cósmico segredo,
Da substância de todas as substâncias!
A simbiose das coisas me equilibra.
Em minha ignota mônada, ampla, vibra
A alma dos movimentos rotatórios...
E é de mim que decorrem, simultâneas,
A saúde das forças subterrâneas
E a morbidez dos seres ilusórios!
Pairando acima dos mundanos tectos,
Não conheço o acidente da Senectus
— Esta universitária sanguessuga ,
Que produz, sem dispêndio algum de vírus,
O amarelecimento do papirus
E a miséria anatômica da ruga!
Na existência social, possuo uma arma
— O metafisicismo de Abidarma —
E trago, sem bramânicas tesouras,
Como um dorso de azêmola passiva,
A solidariedade subjetiva
De todas as espécies sofredoras.
Com um pouco de saliva quotidiana
Mostro meu nojo à Natureza Humana.
A podridão me serve de Evangelho...
Amo o esterco, os resíduos ruins dos quiosques
E o animal inferior que urra nos bosques
E com certeza meu irmão mais velho!
Tal qual quem para o próprio túmulo olha,
Amarguradamente se me antolha,
À luz do americano plenilúnio,
Na alma crepuscular de minha raça
Como uma vocação para a Desgraça
E um tropismo ancestral para o Infortúnio.
Aí vem sujo, a coçar chagas plebéias,
Trazendo no deserto das idéias
O desespero endêmico do inferno,
Com a cara hirta, tatuada de fuligens
Esse mineiro doido das origens,
Que se chama o Filósofo Moderno!
Não sou capaz de falar metade das palavras bonitas que guardo para muitas pessoas. Não sei se você me entende, mas dizer palavras bonitas não depende somente de nós. Porque o outro precisa entrar na sintonia, sentir como nós, receber da mesma forma que estamos enviando. Entende isso? As palavras precisam fazer valer, e nem sempre me arrisco a desperdiçá-las.
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