Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura

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Nosso amor é um passeio a Tijuca
“Fica para outro domingo”
Sou o repugnante Rubião de tua Sofia
Espero não morrer sozinho…

Sinto frio e me arrepia a nuca
Goste ou não de mim eu te gosto
Maldito realismo brasileiro
Me mates, mas não mates meu cachorro

Falta de nexo, culpo minha loucura
Muita generosidade, pouca noção
Rimas são superestimadas
Não preciso de nada disso

Mas, de novo, se sou este louco
e contraditório por odiar te amar
Não vejo problema em rimar
Na última estrofe, ao menos um pouco.

Sou um revolucionário. O dinheiro não significa nada para mim.

Eu me assumi do jeito que eu sou..
linda , absoluta , poderosa..
e qualquer um que diga o contrário..
pra mim morre de inveja..
nasci perfeita.. nem precisei de retoques..
deus me fez um diamante..
eu fui me lapidando com o tempo..
até chegar ao que sou hoje...

Não corro atrás de amizades, não falo o que as pessoas querem ouvir . Sou obra de um artista desconhecido , o qual governa meus passos e meus fardos. E o que as pessoas chamam de egoísmo eu chamo de amor próprio.

Nunca fui fã de um "eu te amo".
Sou mais dos "pensei em você", "pô, saudade", "ouve essa música", "vem cá"…

Tenho um orgulho absurdo de ser quem sou. Já fui pisoteada várias vezes... mas, nem por isso, deixei de acreditar em dias melhores. Admiro a minha força, sabe por que? porque sou uma sobrevivente que jamais precisou enganar ninguém para ser feliz.

O que eu sou?!?!?!


Sou a única estrela de um céu estrelado que não brilhou...
Sou a única flor de um jardim florido que murchou...
Sou a única palavra de um poema que não rimou...


Sou a mulher que nunca beijou...
O homem que nunca amou...
A esposa que nunca engravidou...
O sonho que não se realizou...


O que eu sou????


Sou o único erro em uma centena de acertos...
Sou o único idoso que dançou...
A única gestante que rebolou...
A esperança que restou...


Sou o único defeito, o único erro...
O que estragou — é o que sou...


Sou a poesia não terminada...
A fantasia não realizada...
A matéria que não passei...
A roupa que não usei...
A louça que não lavei...
A planta que não plantei...


De tudo...
Sou o que não sei...


Não é desabafo, nem depressão...
É como nos veem...
É a nossa impressão...
Somos o lado ruim da questão...


O que fazemos de bom, de perfeito — ninguém vê...


Vamos olhar o céu estrelado...
Vamos agradecer pelo jardim florido...
Pelo que no poema foi dito...


Temos que aprender a falar de coisas boas,
A elogiar,
A dizer o quanto amamos...


Que tipo de pessoa só enxerga a perfeição?
Que diminui o outro por puro prazer?!
E não pelo tanto que cada um tem a oferecer...?!


Sou mais que a estrela que não brilhou...
Sou mais do que a flor que murchou...
Sou mais... sou mais...


E sei o meu valor.

⁠Há um buraco negro em meu peito,
um abismo que devora a luz que sou,
deixando a minha alma inquieta, fora da órbita.
Um universo na minha mente se expande,
planetas de pensamentos que colidem e se metamorfoseiam;
tanta imensidão não cabe neste corpo tão diminuto,
que agoniza sob o peso da própria grandeza.
Meus amores e sonhos, infinitos na sua finitude,
são tão distantes quanto as estrelas que piscam longínquas.
Ah... metafísica! Em nenhum mundo encontro disposição,
apenas o fardo de estar indisposto,
cansado de aqui, cansado de lá,
Alá me acuda, ou Deus, que fiz eu aos deuses?
Estou cansado de teologia,
cansado de qualquer lugar que me aprisione.

⁠Sim
Eu sou rebelde
Sou uma rebelde com causa
Aliás, causas
"Não vivo em um mundo cor de rosa"
Enxergo ele através de muitas cores
O preconceito ainda está aqui
A desigualdade também
E todas as outras mazelas sociais
Não vou fechar os meus olhos e dizer que está tudo perfeito
Porque não está
Se sou luz, não vou me apagar onde devo me acender.

Identidade

Sou Valter um menino
De óculos, às vezes em risos
E outras calado,
Bitencourt Júnior, ai está
O meu sobrenome… Valter
É o nome do meu pai
Para mim eu sou Júnior,
Para meus amigos Juninho,
E Bitencourt é o meu charme…
Eu sou poeta, nasci em
25 De Junho de 1994, sou canceriano…
E de tudo sou eu
Valter Bitencourt Júnior.
Poeta baiano, brasileiro, valeriano…

Bola

Sou uma bola entre espinhos
Sem peito, sem ar,
Humilhado e chutado
Por um ser inadmissível!

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

⁠sou uma pequena mulher com um coração grandioso...no entanto, feridas foram deixadas e cicatrizes se fincaram como parasitas. Nunca me mostro a ninguém. Só deixo as pessoas verem ou conhecerem o que permito. O silêncio sempre foi meu amigo e gosto de observar o perfil de cada pessoa. Amo meus cabelos e não me importo se estou gorda ou magra! Estética não é meu forte; inteligência sim! Gosto de ter conhecimentos e de conversar sobre qualquer coisa, pois sou bem eclética neste ponto. Tenho atração por homens inteligentes e enigmáticos. Sempre gostei de ser independente e amo escrever. Curto conversar mais com homens do que com mulheres.

⁠Há quem diga que me conhece. Pobres mortais! Sou um mistério para mim... Imagina para o resto do mundo!

⁠Arsène Lupin é mais que um livro. Ele é minha herança. Meu método. Meu caminho. Eu sou Lupin.

⁠⁠Sou mais um homem em busca de sonhos esquecidos e causas perdidas, mas não sou mais um homem que desiste por qualquer tempestade da vida, a humildade pode me tornar rei, mas nunca esquecerei dos caminhos tristes que caminhei, superei, recomecei, me reinventei, está claro para mim que quanto mais você é insistente mas a vida vai cobrar de você, é certo que vai vencer não desistir é fórmula mágica para nunca perder quando pensar em retroceder, se lança mas uma vez se cair levanta e faz mais uma vez acontecer...

Eu sou um ser vivo que está infinitamente perto da perfeição.

⁠as vezes eu penso que eu sou um vaso sanitário tudo o que as pessoas ingerem no dia elas despejam em mim

⁠"Um dia, o sol admitiu:
Sou apenas uma sombra,
quisera poder mostrar-te a infinita incandescência
que lançou minha imagem brilhante.
Quisera poder mostrar-te, quando você se sentir só ou na escuridão,
a surpreendente Luz do seu próprio Ser."

⁠Em uma conversa com a Lua,
Há algumas madrugadas atrás,
Ela me contou, que pra você,
Já sou um tanto faz,
E que de mim já não se lembra mais.

Tantas promessas...
Lembro que uma vez me disse,
Que nos teríamos,
Todas às tardes de domingo,
E que o "nós" seria eterno,
Que por mim vestiria até um terno.
Porém isso nunca aconteceu,
Meu coração entristeceu
Quando você desapareceu.


Com diversas promessas em vão,
Você partiu,
Abalando meu coração.
A Lua que fazia parte de "nós",
Também o viu distanciando-se naquele breu, nós deixando a sós.


⁠Sei que sou culpada de alguma coisa, mas a punição quase nunca combina com as vítimas de um crime.

(Alice Liddell)