Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Não sei de nada desse vida,dela eu sei que sou uma eterna aprendiz. Mas ela mesma me ensinou que : "Quanto mais se planeja,mais se decepciona." e é uma droga isso tudo, saber que nada ou pelo menos não do jeito que eu quero, irá dar certo. Disso infelizmente,tenho certeza. Péssimista? Eu ? Não,apenas realista.
Não espere que eu faça as coisas do seu jeito,
pois sou imprevisível, não gosto de controle, gosto da liberdade, mas nunca cometeria os mesmos erros novamente.
" Uma aberração da natureza,
Agarrado a realidade.
Eu não me encaixo na imagem,
Eu não sou o que você quer que eu seja,
Desculpe...
Não vai demorar muito pra mim
Desapontar você.
Terás vergonha do meu ser
E me negará até o final...
Eu não vou lutar contra isso
Me deixarei levar
Encontrarei minha felicidade, dessa maneira...
Me ama, ou me negue... Serei eu assim para sempre !!! "
Não me peça simpatia, não me peça educação, respeito ou qualquer outra coisa, sou reflexo do que você é comigo, e sim, minhas atitudes dependem das tuas. ;D
Sou doente por 'sorrisos', 'risadas' ou 'gargalhadas', serio mesmo. Mas é o jeito como sorri que descreve muito sobre quem você é. Pelo menos comigo funciona assim.
Sou muito frágil, não demonstro, mas sou. Ninguém precisa saber disso. Choro sozinha, sofro sozinha, fico triste sozinha, engulo tudo sozinha, sozinha, sozinha e sozinha. Não preciso de ninguém sentindo pena de mim e dizendo que me entende, sendo que na verdade não sabe nem o terço dos meus motivos de lágrimas, suspiros, soluços, tristezas e solidão.
Sobrevivente
Quanta amargura na vida
Minha ingenuidade perdida
Nada mais sou
Nessa vida perdida
De tão triste fatos
Muita coisa a lamentar
A relembrar,
A pensar
Momentos de desespero
Sentimento amargo
Choro contido
Erros cometidos
Falta alegria
Minha paz perdida
Consciência pesada
Atitudes erradas
Seguir no caminho
Não sei se conseguirei
Se cair
Levantarei
Enfim, seguirei
Não desistirei
Força encontrarei
Sobrevivente serei
Sou feliz...
Tenho tudo que desejo:amigos,apartamento na Vieira Souto,casa de campo,roupas e sapatos da moda .
Viajo para lugares sofisticados,mil badalações,serviçais
a meu dispor,em fim sou muito invejada.
Embora quando vou dormir...insônia,tristeza,me falta alguma
coisa.
Como é difícil ser feliz!!
Eu ainda sou a mesma. Brinco, sorrio, sou feliz. Ainda escuto aquelas mesmas músicas, leio os mesmos textos, escrevo com as mesmas palavras, sonho com os mesmos sonhos. Porém, dessa vez eu adicionei um pouco do novo a isso tudo. Adicionei mais músicas a mim, novos textos, palavras e sonhos. Novas idéias que me moldaram, mas isso não significa que eu mudei. Eu ainda sou a mesma. Eu somente cresci, amadureci.
Sou mãe/tia/avó/bisavó
Uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.
"O que eu pergunto é se tem um trabalho", insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho", exclamou Anne. "Sou mãe."
"Nós não consideramos 'mãe' um trabalho. 'Dona de casa' dá para isso", disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante, do gênero oficial inquiridor'.
"Qual é a sua ocupação?" perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
"Sou Pesquisadora Associada no Campo do Desenvolvimento Infantil e das Relações Humanas."
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
"Posso perguntar", disse-me ela com novo interesse, "o que faz exatamente nesse campo?"
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me a responder:
"Tenho um programa permanente de pesquisa (qualquer mãe o tem), em laboratório e no terreno (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Trabalho para os meus Mestres (toda a família), e já passei quatro provas (todas meninas). Claro que o trabalho é um dos mais exigentes da área das humanidades (alguma mulher discorda?) e frequentemente trabalho 14 horas por dia (para não dizer 24...)."
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente me abriu a porta.
Quando cheguei a casa, com o troféu da minha nova carreira erguido, fui cumprimentada pelas minhas assistentes de laboratório - de 13, 7 e 3 anos.
Do andar de cima, pude ouvir a minha nova modelo experimental (uma bebê de seis meses) do programa de desenvolvimento infantil, testando uma nova tonalidade da voz.
Senti-me triunfante!
Tinha conseguido derrotar a burocracia!
E fiquei no registro do departamento oficial como alguém mais diferenciado e indispensável à humanidade do que "uma simples mãe"!
Maternidade... que carreira gloriosa!
Especialmente ao ter um título na porta.
Assim deviam fazer as avós: "Associada Sênior de Pesquisa no Terreno para o Desenvolvimento Infantil e de Relações Humanas".
As bisavós: "Executiva-associada Sênior de Pesquisa".
Eu acho! E também acho que para as tias podia ser: "Assistentes Associadas de Pesquisa".
Eu te olho. E tento decifrar tudo que você quer me dizer. É, eu seu que na maioria das vezes eu sou paranoica e louca, mas fazer o quê, se sou assim. Só sei que quando te tenho por perto minhas palavras fogem, você me tira a voz.
Sou como a brisa da manhã, às vezes fina, às vezes rala...
Vivo como vive a aurora, sem ter pressa, sem demora...
Amo como se ama o amor, de corpo, alma e coração.
E tudo isso faz de mim um ser em perfeita extinção.
E quando me perguntam se sou Vascaína, respondo assim: Desde o dia em que nasci e até o dia em que eu morrer.
Eu não sou nenhuma escritora ou uma poetisa famosa. Sou apenas uma pessoa de mente aberta e que escreve em um diário que é publicado pra todo mundo todos os dias com palavras bonitas.
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