Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Como ainda sou criança
e creio em contos de fadas,
nunca perco a esperança
de te encontrar pela estrada.
Somente para que eu não me esqueça:
Quem eu sou em 2023 está muito orgulhosa e grata a quem eu fui em 2022.
'ASA QUEBRADA'
Quem sou eu ??
Sou uma andorinha sozinha no ninho com uma asa quebrada;
Com esperança de um dia voar outra vez !
Mesmo com a asa quebrada pelos tombos da vida
Nunca desiste, sempre persiste, em sua revoada ;
Pretende um dia alçar um vôo
Já com asa sarada,
Bem determinante
Para um lugar bem distante e seguro,
Construindo ali seu próprio reduto !
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a
lei - 9.610/98
aqui estou eu, mais quem eu sou, por quê aqui estou? O que estou fazendo? Eu não sei, eu tenho dúvidas do que eu farei.
O melhor encontro é aquele que tenho comigo todos os dias, me vejo, me permito e me amo, sou e serei sempre a minha maior admiradora, mesmo diante de todas as dores e desamor vividos eu sempre fui forte e sempre serei por mim, mesmo quando ninguém mais estiver.
OI! sou eu de novo. Hoje de madrugada, enquanto eu tentava dormir, eu me peguei pensando...será que existi uma forma de matar a ansiedade de uma vez? Ou ela só acalma por um tempo e a qualquer momento ela pode aparecer de novo? É mais provável que seja a segunda opção.
Ela fica escondida bem lá no fundo da nossa cabeça, esperando uma oportunidade pra aparecer. Com um tempo eu notei que ela ataca quando estou aflita, com raiva ou com medo, sempre quando estou frágil. Graças a deus eu tenho uma pessoa que me ajuda a superar minhas crises, mesmo que as vezes ele seja o motivo delas.
Me diz que sou o seu passarinho.
Que me ama do jeitinho que eu sou.
Mas corta as minhas asas, me impedindo de voar.
Quando vejo uma paisagem plana, não vejo nada além da eternidade. Sou o único que vê isso? Não há existência sem razão.
Me desfiz em mil pedaços,
E deles te alimentei,
repleto do que sou e fui,
sonhei em ser,
nas minhas inconstâncias fui seu,
entregue a sua sorte,
como quem entra no mar sem esperar ser acertado por suas ondas,
Senti o que foi feito pra não caber no peito,
que vezes ou outra escorria pelo rosto.
Foi corpóreo o que deveria ser abstrato,
tangível,
Mas sempre delicado como o despertar,
Te amo muito mais do que cabe na palavra amor,
mais do que com olhos,
me enxergue com o coração,
me descortine e me devore,
em cada lembrança dos nossos dias de sol,
tento entrelaçar meus dedos aos seus,
ao sentir o fantasma da sua mão preenchendo pela ausência,
o seu lugar,
tive medo de te perder, por não saber se a ti tenho,
ou só eu que te pertenço.
Tomado pelo medo,
escolho nao acordar e em vão,
não conseguir te encontrar,
em meio aos meus lençóis.
Não morremos aqui,
Meu amor vive em cada dia,
que o sol resolver sair.
Quem sou eu para julgar, quem quer que seja?! Ainda estou trilhando o meu caminho e buscando me evoluir a cada dia...
A vida é uma surpresa
Sou filho de liberdade no sol de sofrimento
Ooh vida quem vai morrer pela segunda vez o pelo meu sofrimento
Todos dia só sofrimento
Orgulho de quem tem alergia enquanto eu é só saudade
Eu era feliz antes de entregar a alegria na quel patrão de sofrimento
Um dia eu tive uma apontada no meu coração
Era saudade...!
São 17:50 mais uma vez ... O meu coração quase para por sentir saudade
Além disso eu gostaria muito de fazer acabar com o sofrimento no meu coração
Ah quem pode me mostra o caminho de volta na vida prometido por Deus
Na alegria são poucos que vão ti convidar para sentir abençoe de Deus
Hum o dia sem problemas mais quando
Os filhos de doces o fim é ser feliz enquanto estamos Deus
Meu Vazio
Nunca entendi o meu vazio.
Toda noite penso e repenso,
Por que sou vazio?
Corro,
Corro,
E corro,
E percebo que não há para onde fugir.
O vazio vem de mim.
Sem amor,
Sem ninguém,
Apenas eu e o meu vazio.
Esse vazio me assusta,
Me angustia,
E o pior de tudo, me sinto só.
Será que vou me encontrar?
Sim, não sei o tamanho da sua dor. Não sou capaz de compreender tudo o que passa dentro da sua cabeça, mas se precisar de um amigo, sou todo seu.
Decrepitude
Os meus flagícios são inumeráveis.
Encontro-me e estou perdido.
De resto, sou sempre outro.
Tenho imaginações acriançadas.
Sendo o mestre em tapeações.
Bebo o veneno cálido das flores.
Feridas das minhas ignaras pretensões.
A prova de que sou inerte.
O espírito advém da misantropia adiafórica à minha senilidade.
A minha alma possui cem anos.
Homens, a vós que despedacei os corações;
Unam-vos e comemorem a minha condenação eterna!
Corações despedaçados!
Julguemos juntos às estranhezas da natureza humana.
Cicatrizes distintas das feridas deslocam-se em injúrias.
O espírito resplandece do Averno matutino.
Cala-te! Digo aos meus ignaros pensamentos.
Findam-se as falsas crenças na ilusória sapiência emérita.
Gritos trifásicos aos septívocos ouvidos fatigados.
Sepulto em meu coração os pensamentos ignaros.
Cem anos de inglória existência e não me compreendo.
Tolices da libertinagem eterna!
Sobejas vencidas da minha carne jazem aos funéreos sepulcros canibais.
Devoram-me os cavalos de Diomedes.
Demônios me libertem!
Não devorem um corpo que jamais os pertenceu.
Se a carne é do espírito, o meu, encontra-se infecto em prantos deíficos.
Foi preciso navegar dentro do próprio sangue!
Consumir-me dentro de minhas crateras vulcânicas vitais.
Mergulhei em lágrimas que me são desconhecidas.
Afrontei o desconhecido, presenciei todas as ilações e todas as crenças.
Conheci os ensangüentados mares da vida!
Cujos prazeres maiores eu descobri ao término da longínqua travessia.
Com o meu peito na escarpa repleta de anjos!
Construí festins comemorativos às visões que fiz.
Estranhos corroam-me com esmeraldas e ouro maciço.
Protejo as vossas frontes de possíveis idéias colossais.
Danças, gritos, bailes ilusórios!
Perpetuo em meu inquieto leito de perguntas sobrenaturais.
Provinda da minha funesta amálgama craniana.
Perverto a imagem agradável dos prados!
Venturas únicas de frutos fantasmagóricos,
Visões profanadas, insistentes na falsidade do real.
Paisagens sempre afáveis aos olhares humanos.
Façamos todas as perguntas imagináveis.
São inumeráveis as respostas da existência.
Eternas dádivas compreendidas unicamente pelos visionários.
Se há na vida limites, só na morte a ultrapassagem é permitida.
Incoerências às minhas próprias palavras!
Concepções fluentes e absurdamente improváveis.
Os pensamentos não mais caminham na mesma direção.
Eis a formação do contraditório.
A dúvida inicia o pacto sangrento com o espírito interrogatório.
Os ritmos não são os mesmos, toda época tem um ritmo.
Por sorte não nasci na época certa.
Que ritmos possuem a alma de um homem que se mutila em próprios ideais?
Às perguntas são inumeráveis!
Sou um infeliz viajante com alma funesta.
- Perguntas, perguntas, elas são infindas!
Hiulco o meu espírito e não se há ninguém para confortá-lo.
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