Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Quem sou
Um poema pra o meu eu.
Quem sou nesse universo?
O que procuro encontrar...
Pensamentos meus a vagar.
Será que sou amada
Certeza que amo demais
Fico aqui neste momento
Em busca dos meus sentimentos.
Sou aquela mulher menina
Que o tempo muito me ensinou
Hoje aqui amanhã ali
Procurando sempre respostas.
Aprendi a sorrir mesmo nas dores
Aprendi amar sem ser amada
Aprendi levantar depois de um tombo
E continuar sempre na jornada.
Da vida não espero, nada as vezes espero tudo
Pois ainda tenho uma criança
Que vive dentro de mim a brincar e sorrir
Assim vou aprendendo sofrer e ser feliz.
Pro meu eu eu deixo aplausos
Pois mesmo com lutas estou bem
Amo a Deus acima de tudo
Isso é o que me faz mais feliz.
Meire Perola Santos ©
Cacto
"Sou um cacto, conheço-me bem, meus espinhos são meu adorno. Abraçar o mundo seria doloroso, então me privo de muito, não porque me excluo, mas porque me recuso a ser a dor que eles não suportariam.
Ao invés de lamentar, ouço atentamente cada espinho, pois suas historias contam minha vida. Escrevo-as em papel, com tinta permanente porque não tenciono esquecer detalhes da razão de ser de cada um.
Talvez quisesse eu deixar de ter espinhos, mas teria de renunciar minha identidade, minhas diferenças, negar minha face à troco da aceitação, arrancar a alma da minha essência. Isso era perder tudo, para ganhar o mundo.
Mas eu sou um cacto e conheço-me bem, meus espinhos são meu adorno".
Um dia fui criança, depois menino. Hoje sou uma combinação dos dois: inocente pelo desconhecido, e esquivo por aquilo que foi vivido. Ainda tenho as minhas inseguranças e medos, que me desafiam e me insultam as novas experiências. Isso é normal, isso é da gente.
"FILHO DO AMOR"
Eu não sou um imigrante, que nesta terra está chegando
Mas sou mais que um velho amigo que retorna
Sou um filho que por tempos, a distância separou
E sou um irmão que ao partir, muitas saudades deixou
Um dia houve a união de dois jovens
E foi aí que veio nascer uma semente
Que foi regada de amor e paz
Fazendo nascer de todas, uma bela flor
Que ao desabrochar se tornou neste adolescente
Que em suas veias carrega o sangue de seus Pais
E igual aos meus Pais, também sou FILHO DO AMOR
E graças ao amor vivo feliz
E com ele aprendi a sorrir e a chorar
Graças ao amor compreendi a razão de sofrer
Descobri o desejo de amar
E encontrei a razão de viver
Pois o amor é simbolo de esperança
Que nos torna melhor a cada dia
tornando mais viva cada lembrança
Tornando mais belos os momentos de alegria
Fazendo-me ser querido por qualquer coração
Mas prestem atenção no que digo
Que este que retorna, não é somente filho e irmão
É a sinceridade do amor em forma de amigo
Que não esquece jamais daquela data querida
Em que uma mulher banhou-se em lágrimas de dor
E que através de um parto, deu a luz a uma nova vida
Trazendo ao mundo mais um FILHO DO AMOR.
ORIGINAL ESCRITO EM 28/10/1991 ÀS 22:20 DA NOITE DE SEGUNDA-FEIRA
demasiado conflito, sou personagem de um filme fictício, sombras me acalantam, ouço o travão da angústia se dissipando em fragmentação, desdobro realidades onde minha mente interage, procura motivos para me manter vivo, sou ridicularizado ao expor conflitos, me permito colaborar com a existência, tenho várias evidências da essência perdida, pedi permissão pra quem vive no infinito, me insiro no abrigo, sou meu melhor amigo e ínimigo íntimo em qualquer ocasião, da música o refrão, do casamento a união, sou quem cruza os caminhos entre linhas sentido as veias e vias que invadem o interior do coração.
Eu sou pura poesia
Sou um livro de mil páginas
Sou muitas em uma só
Sou fogo
Sou gelo
Sou paz
Sou tempestade
Sou mistério indecifrável
Sou dúvida momentânea
Sou certeza de quem sabe
Sou um sonho
Sou pesadelo
Sou seu porto seguro
Sou seu maior medo
Sou apenas eu.
Sou um eu dividido em muitos seres,
Em cada um, uma alma a se expressar,
Como um caleidoscópio, múltiplas cores,
Numa busca incessante, sem cessar.
Sou o que sou, e o que sou não sei,
Um ser fragmentado, incompleto,
Uma estranha simbiose, que anseia,
Por um equilíbrio, em que se perfaz o afeto.
Busco em mim, a resposta para a vida,
No silêncio da noite, ouço a voz do além,
Um chamado que ecoa, sem medida,
Que me faz duvidar, do que já sei e o que vem.
Mas em meio a essas dúvidas, renasce a esperança,
De encontrar, na minha busca, um sentido,
Afinal, ser eu mesmo, é a maior aliança,
E nela, achar a paz, em ser verdadeiro e coerente, consentido.
Explorador dos sonhos, viajante multidimensional.
Sou um nômade dos devaneios, atravessando o mar de possibilidades.
O tempo?
O Tempo não é meu companheiro, tampouco meu inimigo.
Escolhi uma jornada solitária. Sigo meu caminho sem o abraço do destino.
em um mundo onde poucos me entendem, cruel vida real!
poucos entendem que eu sou abstrata e nunca cederei a bendita sociedade que quer que sejamos perfeitos e não autênticos, licença só ouço a voz da razão
Jamais me permitirei ser escravo da opinião dos outros, só sou escravo da opinião de um Alguém, e Ele é maior que qualquer ser humano.
Eu não gosto de pessoas frias que não transmitem sua verdadeira essência. Sou um ser intenso com uma essência extravagante. Em outras palavras: Sou sincero com o mundo e comigo mesmo.
Sou um assíduo leitor dos clássicos da literatura e cheguei a conclusão de que não preciso procurar por um livro sagrado, mas sim, procurar pelo sagrado em todos os livros, isto é ascensão, isto é amplitude, isto é espiritualização; aprendizado sempre e para sempre.....
Sou um poeta
Escrevo o. Amor
Não posso fugir
De tudo que sinto
Você minha Bugre
Mexe comigo
Intimamente você
Vem se chegando
Bem lentamente
Com esse jeitinho
Tão safadinho
Seja bem vinda
Em minha vida
Destes algo que
Pensei que tivesse
Perdido
Um fio de esperança
Não sei do Futuro
vai dar certo ou não
O que me importa
É que se importa
Como estou...
Obrigado Minha bugrinha
Por se importar comigo.
Num momento sou um barco no oceano, no outro sou o próprio oceano. Que estranha aventura essa de ser, a um só tempo, o sonho que pulsa e o dente que dói.
E diante de tantos erros me pergunto, eu sou um objeto nas mãos de quem?
Não quero uma realidade inventada.
A vida é um oceano e eu sou um barco.
Por algum motivo abaixei minha vela,
Preferi a segurança dos remos.
Me esqueci do balanço do alto-mar,
Me fiz refém da calmaria, me fiz escravo da maré.
A flor, a estrela e a lua
Eu sou um homem de muitas histórias
Você é a musa que me inspira
Você é a fonte que me dá memórias
Você é a arte que me admira
Mas eu sei que você não é só minha
Você é a flor que todos querem colher
Você é a estrela que todos seguem
Você é a lua que todos veem
Eu sou um homem de muitas saudades
Você é a razão do meu viver
Você é a dor que me dá vontades
Você é o amor que me faz sofrer
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