Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
O CAIS DA SAUDADE
Mas sem a lembrança e o vazio, sofreguidão
Como sentir o pranto, dor se pouco se sentia
Dos contrastes do fado nosso: tristura, alegria
No começo onde se quer harmonia e sensação
Pois, no meu querer, o meu apego é vigilante
Constante, infiltrado na emoção que conforta
Que consola, sente, mora e a sedução aporta
Me colocando próximo, embora tão distante
Tenho tantos caminhos e diversos cansaços
Muitos os lamentos nos abraços dos braços
Na busca daquele porto seguro, minha vida!
E cá, tal navegante a beira do cais, sussurrante
No pôr do sol do cerrado, um solitário errante
Vivo a suspirar a saudade na solidão sentida...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
16 dezembro, 2021, 11’22” – Araguari, MG
Quando o amor não é para o seu bem, afasta-se, pouco a pouco, em direção à estrada sinuosa das ilusões.
Fomos felizes, apesar do pouco tempo juntos , dormiamos juntos e antes de dormir a gente conversava , dávamos risadas das nossas maluquice ficávamos agarradinho era assim que você gostava você gostava , que eu entrelassava minhas pernas na suas , mas um dia do nada vc se foi sem avisar e minha cama fico vazia minha vida fico vazia ,doeu e como doeu , mas hoje não doe mas ,e eu aprendi que eu não preciso de uma outra pessoa pra ser feliz posso ser feliz comigo mesma a felicidade está em mim .
Pouco a pouco, vou me encontrando com a velhice. Cheguei à conclusão de que é por meio dela, que irei abrir mão dos meus egos, das minhas vaidades, do meu orgulho e rancores. Quero envelhecer sem pressa, para que todos os males se desprendam do meu ser, sem deixar resquícios.
Pouco antes das 22 horas, ele chegava na sala e falava para os filhos:
Certo trigrada!
Feche o televisão!
E cada quar pra sua cama, o primeiro que ratia, deixo as costa mais mole que a
barriga!
“Dizia o seu Olívio”
Não ficava um na sala
Pouco adianta proclamarmos mudanças, faz-se necessário que nos tornemos, na práxis, as próprias mudanças proclamadas.
Deus me deu tudo. Hoje, faço tudo para retribuir as conquistas e realizações, porque daqui a pouco, num ataúde solitário, vou ao destino do Pai deixando como legado o amor á causa pública.
Filhas tenho muito pouco para lhes deixar, mais gostaria que vocês guardassem as leis de Deus em seu coração, gostaria que além das leis de Deus, vocês seguissem o meu exemplo de mãe, fiel e verdadeira e que nunca desejou mal a ninguém.
E quando dança
O tempo para
Adentra em nova dimensão
Sem medos e sem falácias
Pouco a pouco
A curar a alma!
Não subestime meu espírito,
Vejo muito e de tudo que vejo
Pouco faço você saber do que sei.
Suas referências sobre mim, o modo como me enxerga é um demônio teu.
De mim saberás e verás apenas menos do que possa ter noção sobre quem sou.
Divirta-se em sua tentativa infantil.
FILÓSOFO NILO DEYSON MONTEIRO
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