Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Que estranha sou eu
Que trava é essa que me prende?
Que parede é essa que me impede?
Que bloqueio é esse que me segura?
Que confusão é essa que me atormenta?
Que limite é esse que me poda?
Que infeliz felicidade é essa que me engana?
Que vazio é esse que me preenche?
Que lágrimas são essas que derramam?
Que medo é esse que me impende?
Que pessoas são essas que me cercam?
Que roupas são essas que me enfeiam?
Que fraqueza é essa que me esvazia?
Que dias são esses que não mudam?
Que solidão é essa que me agrada?
Que sentimentos são estes que nem sinto?
Que covardia é essa que me pertence?
Que pessoa é essa que quer ser eu?
Que vida é essa que não é minha?
Que estranha sou eu
Dizer quem sou? Por Deus! ...eu há anos venho tentando me decidir se prefiro ser inatingível ou ser feliz, e ainda vocês me vêm com essas perguntas comuns... Aff
Já não me servem as janelas
Se as portas se escancaram...
O rio já me é pequeno se o mar invade minha alma...
Ja não sou tão pequena, nem tão grande assim...
Não sou fraca...nem tão forte quanto pensam de mim...
Se alcanço a lua...Essa está muito perto...prefiro as estrelas...
Se o sol brilha forte pra mim...sou apenas um pequeno raio de luz...
Sou mulher...
Sou esposa...
Sou trabalhadora...
Sou guerreira...
Sou parte da vida de alguém...as pessoas são parte da minha vida aqui...
Já não me cabem vielas...quero as grandes cidades...
Já não passo por ruas, quero as estradas...
Quero o mundo...quero as conquistas...quero o inteiro ...já não me servem metades....
Sou completa e em busca do todo que me surpreenda...
Em busca do tudo que me penetre e me faça sempre um ser humano melhor...
Espero da vida apenas a vida...
A docilidade do amor...
O meigo carinho dos que me cercam...
E a companhia daqueles que realmente me admiram...
SOU assim...e quando já não me cabem as poucas e pequenas coisas vou em busca das grandes coisas que servem pra mim...
Penso, logo fico confuso
Quem sou eu?
Penso
Logo fico confuso
Sou alegria? Drama? Tristeza?
Não sei, talvez tudo isso
Ou talvez nada disso
O mais provável é que sou uma simbiose de várias coisas
Queria ser sempre forte, mas muitas vezes fraquejo...
Queria sempre ser coragem, mas muitas vezes temo...
Queria mesmo sempre ser amor, mas muitas vezes me iro…
Pudera eu ser o que eu quisesse
Provavelmente não estaria aqui para escrever isso
Provavelmente estaria em um lugar que eu mesmo desconheço
Mas essa não seria a graça da coisa toda?
Da vida e tudo mais?
Lutar contra desafios diários, imprevistos, mudanças
Lutar contra nós mesmos que não nos permitimos ser quem realmente queremos...
Talvez eu seja isso
Inconstâncias, impermanência, mutação...
O dia em que eu conseguir me conhecer plenamente e me aceitar como sou, certamente já estarei morto.
Sorrio não porque estou feliz e sim porque se não fingir estar feliz,pessoas perguntaram sem mesmo sem se importar.
Quem sou eu?
Sou uma alma solitária repleta de sonhos
Sou uma voz interior esperando ser ouvida
Sou palavras esperando para serem lidas
...
Não posso simplesmente lhe dizer que sou contraditória aos outros.
Não sou. Apenas gosto de sentir as sensações de modos diferentes. E me embriagar nas mesmas de diferentes formas.
reflexão em demasia
intenso ou
apático
doces tragos de cigarro
doses longas de agunia
fortes precipitações na face do lunático (a)
ambulante metamorfose
escárnio, em revés indesejado
deus de mim mesmo sigo em desarmonia
em equilíbrio com o desequilíbrio
à vida, sou entusiasta, explosão vital, por essência, dramático
à morte, sou frio, gélido...
antártico
quando penso sobre, passou
já é pretérito
no ato!
quando almejo ser, já sou
mesmo que ainda não seja, de fato
e tudo muda em fração de segundo
qual o papel que tenho neste mundo?
- quem souber, diga-me!
o que me tornarei no futuro-passado?
pois faça sua aposta. jogue teus dados.
nesse instante já não mais serei tal idealização.
serei outra forma!
fria, talvez quente, outrora morna
mas a qual vc provável não obterá completa compreensão...
jamais arcaico
sempre à frente
ferro ardente de minha auto reconstrução
agente inconsequente de minha auto destruição
eu sou
Quer saber quem sou pergunte ao meu irmão se achares me conte quem é pois nunca tive de nascença. Mas acharas meus irmão de sangue e de luta que conferem a irmãos. Alados e do lado sempre amparado e amado vivendo e lutando. Saberás de um homem ou de um garoto crescido e vencido, revivido.
Aos tropeços e tropícos risco a vida a laço no compasso do viver.
Não peço a ninguém que gostem de mim, mas acredito que quem gosta, gosta pelo que sou de verdade, não pelo que quero parecer !
Eu sou a minha própria luz do fim deste túnel, uma imperfeição admitida. Eu sou a lição de minha alma, onde torno-me o aprendizado de minha vida. Pequenas são minha ambições, sobretudo, elevo meus sonhos, serei meu prêmio, serei minha discórdia e minha vitória. Dificilmente me chateio, pois sempre sério estou, não expresso felicidade ou alguma forma sútil de tristeza. Sou um cara estranho, uns julgam-me louco, outros, diferente, aceito a indiferença como quem aceita tais padrões de comodismo.
PERSPECTIVA
Para cada dia
Uma perspectiva…
Ontem eu era raiz:
Sugava a água
Para irrigar o amor.
Hoje sou pétala em flor
Que precisa ser regada
E sentir o seu calor!
Eu não vou mais te esperar
Tenho coisas a fazer
Não posso dizê-las, eu não as fiz
Não posso deixar-te, não seriam feitas
E não há mais o que eu precise esperar
Porque eu tenho tempo para perder
E não há mais o que fazer
Sem te envolver
Eu não confio no tempo
Até o Sol nascer do horizonte
Eu não precisaria de relógios
Se Ele não mais brilhasse
Eu quero ficar próximo
Eu quero ficar cego
Pela força das estrelas
Porque seu brilho não me basta
Se eu souber que já não queima
Porque seu brilho não me basta
Quando espero sinais de fantasma
Eu tenho coisas a deixar de lado
Eu tenho medo que o seu passado
Chegue sem você
Não há mais o que eu possa dizer
Nem esperar
Não há mais nada a declarar
Sobre o significado do nascer do Sol
Ninguém me vê
Não sou invisível
Chamam-me desprezível
"Não temos o mesmo nível " diz ela
Sem saber que eu...
Já passei sub níveis
Sub níveis possíveis
E impossíveis
Sinto um aperto
Isto é dor, desespero
Já nada quero, nada espero.
Tenho medo, medo de não ser tudo
de ser negro, branco, amarelo...
Castanho, vermelho, surdo, mudo...
Cego, pobre, albino...
De ser doente, de ser impaciente
Tenho de isto tudo
Aliás eu sou o mundo
Até dos mais imundos
Aos abstratos
Tenho de tudo
Chamam-me desprezível
Não sou invisível
Contudo...
Ninguém me vê.
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