Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
A tecnologia é um mecanismo de liberação de recursos. Ela pode tornar abundante o que antes era escasso.
Existe um velho ditado no mundo dos negócios: você é a média das cinco pessoas com quem passa mais tempo.
Existe um limite para tudo. Não é medo, não é convenção. Pelo menos, não é só isso. Marcas invisíveis deslizam no chão, atravessam nosso caminho. Uma fronteira, um litoral, nem sabemos em que nossos pés tropeçam, nem imaginamos em que parede nosso ombro esbarra.
Só um louco pode supor que o céu tem o tamanho dos seus olhos. Só uma criança pode acreditar que o mundo inteiro cabe no prato da sua fome.
Conforta acreditar que o passado é um inimigo que derrotamos de uma vez para sempre, que cada minuto é uma formiga que esmagamos com o pé em nosso avanço implacável. Ao contrário, minha sensação é de que o passado respira todo o tempo às minhas costas, anda sempre no meu encalço e, se acelero o passo, ele também aumenta o ritmo de sua marcha, disposto a me tragar de uma vez na sua corrente.
Estou ciente de que, sempre que converso com um livro, me beneficio da decisão de alguém de lutar contra o silêncio.
Na quarentena a gente percebe, que por maior que seja o serviço, se você fizer um pouquinho a cada dia, você consegue fazer um trabalho grande.
Nenhum homem, por um período considerável de tempo, pode usar uma face para si mesmo e outra para a multidão, sem terminar ficando confuso quanto à verdade.
Lembre-se, não é em todos os casos que o ponto declara o final de uma história. Na verdade, é um entre vários.
Ela é um milhão de seres
advinda de um.
É de transbordar amor,
tem antídoto para a própria dor.
Pulsa intensas emoções
e agudas sensações.
De tudo extrai o sentido,
de nada desfaz o excesso.
Ela descortina os véus do medo,
se tranca em seus segredos,
no cárcere interior.
Seus pés passeiam no infinito,
pode intuir seu destino.
Carrega uma quimera no olhar
e nada quer recear.
Se der um peixe a um homem, ele ficará com fome de novo em uma hora. Se ensiná-lo a pegar um peixe, você lhe fará uma boa ação.
Se der um peixe a um homem pobre, você vai alimentá-lo por um dia. Se ensiná-lo a pescar, você lhe dará uma ocupação que o alimentará a vida inteira.
Nota: Adaptação do provérbio de Anne Isabella Thackeray Ritchie, mencionado pela primeira vez no romance “Mrs. Dymond”. A autoria do pensamento tem vindo a ser erroneamente atribuída a Lao-Tsé ou tem sido considerado um provérbio chinês ou italiano.
...MaisDê ao homem um peixe e você o alimentará com uma refeição. Ensine-o a pescar e ele poderá se alimentar com muitas refeições.
Nota: Adaptação do provérbio de Anne Isabella Thackeray Ritchie, mencionado pela primeira vez no romance “Mrs. Dymond”. A autoria do pensamento tem vindo a ser erroneamente atribuída a Lao-Tsé ou tem sido considerado um provérbio chinês ou italiano.
...MaisO amor…
Porque gosto de desenvolver este tema! Não sei… O amor, essa palavra bonita que dá um incentivo à nossa simples existência .
O que é?
Por vezes o amor chega como a chuva torrencial… Chove imenso e depois passa e nem deixa vestígios alguns. Não é amor é paixão.
Outras vezes chega como aquela chuva miudinha que vai caindo caindo e molha tudo… Não é paixão é amor.
Este amor é tão intenso, é para ficar, para durar. Durará todo o Outono e Inverno da nossa vida.
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
- Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência
