Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura

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Não espere de mim muitas coisas. Na maioria das vezes sou solidão. Ainda que eu muito fale, pouco sinto. Nos últimos meses tem sido assim. Bastante palavras, pouco sentimentos. Ou talvez, poucas palavras e nenhum sentimento. Ta tudo tão vazio. Tão preto no branco. Um silêncio sincronizado, uma dor suavizada. Se brincar até acostumo... é esse o preço que se paga ao ser metade da sua própria metade. Você completando a si. É difícil crescer e descobrir que muitas vezes temos que ser a tampa da nossa panela, a outra face da nossa própria face. Ser a loucura, mas também a sanidade. A mentira e a verdade, ser o bom e o ruim. Meu Deus, eu jamais pensei em dizer isso, mas como é ruim ser só. Somente. Eu. Sem mas, nem mais.. entende ?! Por mais amigos que tenhamos, sempre falta alguma coisa. E ai o que fazer quando percebermos que os casos passageiros não vão te trazer resultados, só vão te deixar mais vazio?! te sugar, talvez, o resto de dignidade que te sobra e te deixar ainda pior. É assim que me sinto, amor. Sou criança com alma de adulto. Eu sinto demais para um coração e um corpo tão pequeno. Eu vivo sorrindo, mas é de tão triste que sou. E isso são coisas que você e esse mundinho no qual vivo maquiada para que eu possa participar jamais vão entender. Eu sou só. Mas não por opção ou escolha, mas sim por falta de ambos.

Poema do solito.


Sou assim, tenho muy pouco,
por sinal, quase nada;
me basta uma payada
num galpão ao anoitecer,
vendo uma estrela se perder,
quase se apagar na coxilha.
Eu, deitado na encilha,
com cheiro do colorado,
o candeeiro enfumaçado,
pendurado no travessão,
que sustenta a velha quincha,
apertada como sincha
na coberta do galpão.


Minha cama é um catre,
pelego é o meu colchão;
e nas noites de invernada
tenho a alma abrigada
e amadrinhada no xergão.
Por vezes, no imaginário,
nessa coisa de solidão,
penso em outros tempos
enquanto sopra o vento,
assoviando no oitão.


Nesse silêncio velado
de campo e alambrado,
quase no fim da pampa,
donde o gaúcho é estampa
que mantém a tradição.
Quis assim o destino:
que eu, paisano e fronteiriço,
índio, guasca mestiço,
fosse guardião destas terras.
A tropilha, o gado que berra,
o tarrã no banhado,
o quero-quero entonado
no ofício de posteiro,
desconfiado do orneiro
que segue barreando o ninho,
pra não terminar sozinho
igual este rude peão.


Não quis china nem cria,
mas me contento solito:
companheiro, o mate, o pito
e o colorado que fiz pra mim.
Enfrenei, domei e, por fim,
vivo nele enfurquilhado.
Às vezes vou ao povoado
ou no bolicho da ramada,
onde se junta a indiada
pra carpeta, algum bichinho…
E o meu pingo, ao relincho,
me espera na madrugada.


Renato Jaguarão

⁠Sou de alma desinquieta .. de uma mente que faz barulho .. sou de pouco riso , introvertida ..falo pouco , mas observo tudo... Sou dessas ...

⁠A percepção do outro sobre mim pouco importa, sou o que quero ser, sou dono de mim.
Flávia Abib

Transbordo amor

Sou ternura, eu sou doçura, intensidade e paixão.

Não consigo gostar pouco, gosto muito ou não gosto nada. 8 ou 80.

Na alma procuro a beleza, e na essência de um ser eu me encanto.

perto de você


eu descanso


até do pouco
que sou

Não sou romântico nem tão pouco sexy
Sou indecentemente amoroso
E criminosamente
Desejado!

Pouco deu certo desde que resolveram me
colocar neste tempo. Não sou hipócrita, conquistei e realizei, mas a sensação de pertencimento é nula. Tudo me parece incompleto, como se eu estivesse vivendo uma vida que, fundamentalmente, não
me pertence.

Sou tudo...




Já fui muito, já fui pouco,


Já fui tudo, já fui nada,


As mudanças são repentinas, as pessoas passam,


No fim, sou tudo sem nada.

Tenho envolvido os seus sentidos
pouco a pouco por dentro,
Porque sou o amor crescendo
e entregue de aurora em aurora.


Não estou em guerra com você
e nem você está em guerra comigo,
Para Deus só peço neste caminho
é que nós permaneçamos vivos.


Teto de espelhos não foram feitos
para nós e sim o teto de estrelas
em noite de céu aberto refletido
no salar de chão perfeito e cristalino.


O mais doce e que me pertence são
os teus lábios de Achachairu feitos
para desfrutar enquanto a canção
do vento do Hemisfério Sul a embalar.

Sem nenhuma pretensão
de ser nenhum pouco
diferente do que sou,
não volto atrás no tempo
que por mim passou.


O meu próximo rumo
é sempre em frente,
não disputo os espaços
que não me pertencem,
até as plêiades sabem.


Sob os teus olhos entre
as grumixamas que tingem
os lábios e a imaginação
rendidos para o gamahuche
inaugural para a cavalgação.


A sorte por nós foi lançada,
não é mais um jogo de sedução
que não vai dar em nada,
estamos na mesma conexão
a cada dia mais alinhada.

Dor de Dente


Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia a mentira dá dor de dente


Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia mentira dá dor de dente


A minha vó me ensinou e hoje eu sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes


Minha vó me ensinou e hoje sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes

Sou igual a uma criança; acredito em tudo, me contento com o pouco e o que eu quero é apenas atenção.

Inserida por fabiojbsaj

Não sou louco e nem tão pouco cientista, mas sei muito bem até onde vai o limiar da consciência. É onde começa a desvalorização da vida, em nome de uma ilusão alheia!

Almany Sol - 28/09/2012

Inserida por almanysol

Não me importo com o que falam de mim, pois pouco me interessa.
Pois o que eu sou, eu sei. E o que pensam de mim, não me influencia em nada.

Inserida por KellynhaFerrer

Dum pouco do ontem, do hoje e de amanhã sou-me feito agora.

Inserida por MARCOAURELIOMASINI

A oportunidade que mais me fez falta,
foi a de agradecer àqueles que me ensinaram o pouco que sou.

Inserida por sidrack

Não sei quando sou muito, nem sei quando sou pouco
Mas sei quando sou o suficiente para ser.

Inserida por jaifer

Sabe, no fim das contas pouco mudou em relação a como me sinto por você: ainda sou capaz de dar minha vida pra ver você. A diferença é que agora é pra ver você bem longe de mim.

Inserida por leoandrade

Sou o exagero em pessoa. Não sei amar pouco, não sei gostar pouco. Não gosto de pedaços, portanto sou fascinada pelas coisas inteiras.

Inserida por ag4tha