Desculpa mas Nao posso Retribuir seu Amor
Não consigo imaginar, me emociono em pensar
Que o teu amor, por mim alcançou
Me justificou e naquela cruz meu pecado ficou
O aguilhão se quebrou e o véu se rasgou
Por tua causa, ó Senhor, mais uma vez posso sorrir
E eu corro, corro para o alvo, pois tu me esperas
E nem o vento, as tempestades e as feras
Podem mudar a esperada primavera
Possuo a chave, que a muito eu conquistei
Querem tomar ela de mim, mas a ti eu clamei
Que me persigam! Jamais fraquejarei
Pois eu amo, então há quem eu temerei?
Sinto meus pés sendo puxados
Mas tuas mãos me livram do carrasco
Tentem, tentem, mas já está prometida
A minha salvação já é garantida!
Tu és comigo
E em ti eu prossigo...
PARA O ALVO!
Através da intensidade das palavras conseguimos tocar corações. Porém, amor não é apenas isso. Não ame só de boca, palavras são bonitas, necessárias, mas o amor é feito de gestos concretos, de carinho, de atenção, de amizade. Não é necessário atitudes heroicas para descobrirmos que nos ama verdadeiramente, basta observar nas delicadezas diárias.
O sentimento de posse nunca será o de amor, mesmo com desculpas e arrependimentos, pois quem ama não fere e nem magoa o seu "amor"!
" Fui criada por uma guerreira & aprendi não sofrer por amor, aprendi a lidar com a ilusão & também a lidar com a dor "
Coração que fala tão alto, canta o canto do amor maior, sopra nos meus ouvidos que sem você não seria eu, ó pedaço de mim que acalenta e me sustenta a vida.
“Um amor desigual àquele que se manifesta entre os heterossexuais não é natural.” Esse foi o caminho mais simples, encontrado pelos leigos, para definir o que as línguas não conseguem pronunciar e o que as palavras são incapazes de exprimir.
Amor não é guerra para que se atire para todos os lados. Amor é duelo. Mira-se no alvo, define-se a estratégia, para atingir com um tiro certeiro um só coração.
Quando teima o coração
O amor tornou-se servidão
Já não dá mais pra ser feliz.
Prefiro chamar paixão
essas intermitências de solidão
O fim você é quem diz
O amor não é um substantivo, muito menos um sujeito, o amor é um navio que naufragou no mar da solidão.
Uma verdadeira história de amor não tem fim...
Enquanto a matéria finda, o amor verdadeiro só transcende e, como energia, se mistura ao cosmos perpetuando a memória dos que amamos e está em nossos corações para uma jornada sem fim, rumo à melhora contínua.
Não há morte neste mundo, apenas uma breve mudança de ambiente a fim de burilar o imprescindível desapego de tudo o que é supérfluo.
Nós, e os entes queridos que nos antecederam, continuaremos na trilha, para que seja em melhores condições do que quando aqui chegamos.
O aprendiz atento observa e ouve mais, fala menos e evita as reações ditadas por impulsos, cultiva o perdão a partir dos seus próprios erros e também daqueles que o feriram.
Não é fácil perdoar, somos humanos e ainda extremamente sensíveis ao orgulho e a vaidade, caldo de cultura onde se nutrem mágoas e ódios.
Perdoar a nós mesmos, bem como pedirmos perdão a todos os que machucamos física, moral e espiritualmente, nesta ou em outras encarnações, não é fácil, mas possível, é semeadura em bom terreno.
Uma história de amor só é possível com a aceitação e renúncias verdadeiras mais o perdão que acalma os corações mais feridos e endurecidos.
Encontrar o amor onde ele não existe é tão difícil quanto tentar esconde-lo onde ele realmente está.
