Descuido
✨ O amor por si só é inquebrável. O que o acaba é o nosso descuido, a nossa falta de cuidado e os nossos próprios deslizes.
*Deus foi engenho do homem, a mulher descuido de Deus, e o diabo a obra prima da mulher.
*A mulher enganou a Deus e ao homem, não havia serpente no paraíso.
*Havendo dúvida, haverá também um progresso na pesquisa.
*Como vencer um inimigo sem travar um combate? -Pedindo-lhe clemência... Pois só os perdedores sabem perdoar.
*Só levantará a espada, o incapaz de levantar a “caneta”.
*Não tenho medo dos meus inimigos, pois conheço as suas armas. Tenho medo do arsenal oculto dos meus amigos.
Dê valor no que você tem,talvez seja oque muitos querem,poucos terão e por um descuido você nunca mais o terá!
Um Acidente Acontece De Repente
Em um dia alegre,
Algo acontece de repente,
Chame de descuido, acidente ou o que quiser,
Eu chamo de acaso.
Sorrisos somem,
Tudo o que vejo é um mundo preto e branco.
Posso dizer que talvez seja Deus,
Colocando nossa fidelidade à prova,
Ou talvez nos mostrando o valor de uma vida.
O que será dele sem sua outra metade?
Não sabemos, e sei que não precisaremos,
No final tudo dará certo
"A Teologia é a busca pela Verdade, e a Verdade não admite o descuido. Quem se contenta com um título sem lastro, sacrifica a autoridade do saber no altar da conveniência. Onde não há ordem e autenticidade, o diploma é apenas um papel; mas onde há profundidade, o conhecimento é um monumento."
“Há quem faça da inconveniência um estilo de vida. Não por descuido, mas por escolha. Delicia-se em aborrecer, como se o desconforto alheio fosse prova de poder. Mas o que parece ousadia é, na verdade, uma pobreza de delicadeza: a incapacidade de compreender que o tempo e o silêncio também são formas de respeito.”
Apesar do carinho de alguns discentes que ainda resistem à Indiferença — entre o Descuido do Estado e a Romantização do Ofício — o Dia do Professor se sustenta mais em Reivindicações que em Comemorações.
Ah! Se por um breve descuido da hipocrisia, fosse possível crer que todos os dedos que apontam o Bandido Assumido — ou o Estado e seu Braço Armado — deslizassem em telas compradas com inocência.
Os manipuladores nunca foram Fortes nem Espertos... Eles só se criam na Fraqueza ou no Descuido dos Manipuláveis.
Quem romantiza soluções apaixonadas ao alcance das mãos, por descuido, maldade ou capricho, romantiza qualquer coisa: até agendas ocultas.
Ah, se por um Descuido a justiça brasileira ficasse cega, despretensiosa e desapaixonada!
Cega para os nomes, os cargos, as ideologias e os interesses que se escondem por trás das causas.
Despretensiosa, sem a necessidade de provar força, autoridade ou superioridade.
E desapaixonada, porque a justiça, quando se deixa seduzir pelas paixões, corre o risco de confundir convicção com verdade e vontade com direito.
Talvez, então, voltasse a enxergar aquilo que realmente importa: os fatos.
Porque justiça não deveria precisar de torcida.
Não deveria ter lado, aplauso ou vaia.
Não deveria ser celebrada quando alcança alguém de quem discordamos e questionada quando alcança alguém de quem gostamos.
Se o critério muda conforme o réu, o partido, a influência ou a conveniência, já não estamos diante da mesma justiça — estamos diante de interpretações moldadas pelas paixões humanas.
O problema não é a justiça ter poder.
Ele começa quando o poder se acostuma a não prestar contas a ninguém.
Uma sociedade madura não precisa de uma justiça que pense como ela.
Precisa de uma justiça capaz até de contrariá-la quando a lei assim exigir.
Precisa de magistrados que suportem a solidão de decidir contra a maioria, contra os amigos, contra os poderosos e, sobretudo, contra as próprias convicções pessoais.
Talvez a verdadeira cegueira não esteja nos olhos da justiça, mas na nossa incapacidade de enxergá-la sem as lentes da paixão.
Quando defendemos uma decisão apenas porque favorece o nosso lado, não estamos defendendo a justiça.
Estamos defendendo o resultado que desejávamos.
E quando condenamos uma injustiça somente porque foi cometida pelo adversário, mas silenciamos diante da mesma injustiça praticada pelos nossos, não estamos defendendo princípios.
Estamos apenas escolhendo conveniências.
No fim, talvez seja esse o maior desafio de qualquer democracia: aprender a desejar uma justiça que seja justa até quando nos contraria.
Porque a justiça que só parece justa quando vence o nosso lado não é justiça.
É torcida usando toga.
Que o Sol não se ponha sobre o nosso descuido com a Liberdade de Pensar por conta própria!
A cada vez que o sol se põe sobre o nosso descuido com a Liberdade de Pensar por conta própria, os Sequestradores Mentais se sentem livres para nos usar no dia seguinte.
Há algo profundamente preocupante em uma sociedade que, pouco a pouco, vai abrindo mão do próprio pensamento e passa a aceitar, sem questionamentos, as ideias que lhe são entregues.
Quando deixamos de refletir, de investigar, de confrontar informações e de buscar a verdade para além das aparências, permitimos que outras pessoas pensem por nós, decidam por nós e, silenciosamente, conduzam os nossos passos.
O maior perigo não está apenas em alguém tentar controlar a nossa maneira de pensar, mas em chegarmos ao ponto de não perceber que estamos entregando essa liberdade voluntariamente.
Afinal, nem toda prisão possui grades, nem todo aprisionamento exige correntes.
Existem prisões construídas com preconceitos, alimentadas pela desinformação, sustentadas pelo medo e disfarçadas de verdades absolutas.
Os Sequestradores Mentais não precisam, necessariamente, silenciar nossas vozes; basta que nos convençam a repetir as deles.
Não precisam impedir nossas perguntas; basta que nos façam acreditar que questionar é uma ameaça, que discordar é uma ofensa e que pensar diferente é um defeito.
Assim, a consciência vai sendo substituída pela conveniência, o discernimento pela obediência e a reflexão pela repetição automática de discursos que, muitas vezes, nem sequer compreendemos.
Pensar por conta própria, entretanto, não significa rejeitar todas as ideias alheias, desconfiar de tudo — isso é ceticismo apaixonado — ou acreditar que somos donos absolutos da verdade.
Significa ter coragem de examinar o que ouvimos, reconhecer os limites do que sabemos, acolher evidências, rever convicções e admitir que podemos estar errados.
A verdadeira Liberdade Intelectual não consiste em nunca mudar de opinião, mas em não permitir que nos roubem o direito de formar, revisar e sustentar nossas próprias opiniões com consciência e responsabilidade.
É por isso que precisamos permanecer vigilantes.
Uma mente que não se exercita na reflexão, torna-se vulnerável à manipulação.
E uma sociedade que abandona o pensamento crítico corre o risco de confundir popularidade com verdade, autoridade com sabedoria, repetição com evidência e submissão com paz.
E, quando isso acontece, a manipulação já não precisa bater à porta: encontra as portas escancaradas e é recebida como se fosse uma velha conhecida.
Não podemos permitir que a pressa de opinar nos faça esquecer a importância de compreender.
Não podemos trocar a profundidade de uma reflexão pela superficialidade de uma manchete, nem entregar nossa consciência ao primeiro discurso que confirme aquilo que já acreditamos.
A Liberdade de Pensar exige tempo, estudo, escuta, coragem e, sobretudo, disposição para sair da zona de conforto das próprias certezas.
Que saibamos desconfiar, inclusive, das ideias que nos agradam.
Que tenhamos maturidade para ouvir quem pensa diferente sem transformar a divergência em inimizade.
Que não sejamos tão orgulhosos a ponto de confundir convicção com infalibilidade, nem tão acomodados a ponto de aceitar como verdade tudo aquilo que nos poupa o esforço de pensar.
Porque a liberdade não se perde apenas quando alguém a toma de nós.
Às vezes, ela começa a desaparecer quando deixamos de valorizá-la, quando preferimos a comodidade de uma resposta pronta à responsabilidade de uma pergunta difícil, quando permitimos que outros determinem não apenas o que devemos pensar, mas também aquilo que devemos sentir, temer, odiar ou defender.
Que o Sol Não se Ponha Sobre o Nosso Descuido Com a Liberdade de Pensar por conta própria!
Que cada amanhecer nos encontre mais conscientes, mais questionadores e menos suscetíveis à manipulação.
Que a nossa mente permaneça um território de liberdade, onde ideias possam ser examinadas sem censura, convicções possam ser debatidas sem violência e a verdade seja buscada sem submissão a interesses particulares.
Afinal, quem renuncia ao próprio pensamento corre o risco de viver defendendo ideias que não escolheu, combatendo inimigos que não conhece e servindo a interesses que jamais compreendeu.
Não deixemos que o sol se ponha sobre a nossa consciência.
Porque, quando deixamos de pensar por conta própria, alguém sempre estará disposto a pensar por nós — e nem sempre em nosso favor.
Os manipuladores nunca foram Fortes nem Espertos… Eles só se criam na Fraqueza ou no Descuido dos Manipuláveis.
Porque a manipulação, muitas vezes, não nasce de uma força extraordinária, mas da capacidade de explorar aquilo que o outro ainda não aprendeu a proteger.
O manipulador observa as carências, identifica as inseguranças, estuda os silêncios e descobre até onde pode avançar sem ser questionado.
Não precisa ser mais inteligente, mais corajoso ou mais capaz.
Basta encontrar alguém que confunda controle com cuidado, interesse com afeto e dependência com amor.
O mais curioso é que muitos manipuladores se convencem da própria superioridade.
Sentem-se geniais porque conseguem conduzir vontades, provocar culpas, distorcer verdades e fazer outras pessoas duvidarem daquilo que sentem.
Mas existe uma diferença enorme entre ter poder sobre alguém e ter valor diante de alguém.
O primeiro pode ser conquistado pela intimidação, pela mentira ou pelo desgaste emocional.
O segundo exige caráter, coerência e respeito.
E é justamente aí que a suposta esperteza do manipulador começa a revelar sua pobreza, para não dizer miséria.
Quem precisa diminuir a consciência alheia para se sentir grande nunca foi tão forte quanto imagina.
Quem precisa confundir para convencer, ferir para dominar e enfraquecer para permanecer não demonstra inteligência superior, mas uma profunda incapacidade de construir relações nas quais a liberdade do outro não represente uma ameaça.
Entretanto, também precisamos compreender que nem todo manipulado é fraco.
Às vezes, é alguém generoso demais, que acredita na palavra dada; alguém sensível, que procura justificar comportamentos inaceitáveis; alguém leal, que insiste em salvar uma relação que só sobrevive porque uma das partes continua cedendo.
A manipulação nem sempre encontra pessoas frágeis.
Muitas vezes, encontra pessoas boas que ainda não perceberam que bondade sem limites pode se transformar em terreno fértil para o abuso.
É por isso que amadurecer também significa aprender a observar sem romantizar, amar sem se abandonar, confiar sem desligar a consciência e ajudar sem entregar a própria dignidade como garantia.
Nem toda lágrima merece culpa, nem toda promessa merece crédito e nem toda pessoa que conhece nossas fragilidades merece acesso permanente à nossa vida.
A verdadeira força não está em dominar alguém, mas em não precisar dominar ninguém, senão a nós mesmos.
A verdadeira inteligência não consiste em descobrir como conduzir os outros, mas em reconhecer quando alguém está tentando conduzir você contra a sua própria consciência.
Porque o manipulador perde muito da sua influência quando encontra alguém que conhece o próprio valor, respeita os próprios limites e não tem receio de desagradar para preservar a própria paz.
No fim, a liberdade começa quando deixamos de entregar aos outros o poder de definir aquilo que sentimos, pensamos e merecemos.
E talvez uma das maiores lições da maturidade seja esta: não precisamos nos tornar frios para deixar de ser manipuláveis; precisamos apenas aprender que ter um bom coração não nos obriga a manter abertas todas as portas.
Afinal, quem precisa da sua desorientação para parecer inteligente não é tão esperto quanto pensa; e quem depende da sua fragilidade para se sentir forte nunca foi tão forte assim.
UM DESCUIDO, E ACABOU...
Uma palavra
- Tudo que te falei antes pode perder a poesia
e basta chegar ao fim, que durmo sem acordar nunca mais
29/09/12
A maioria de nós, somos como borboletas trancafiadas em um vidro à espera de um descuido da vida para que possamos voar. Mas com tantos descuidos dessa nossa vida, se descobre o óbvio: Não basta ter asas é preciso querer usá-las.
“O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto, abrange mais que um momento de atenção. Representa uma atitude de ocupação, preocupação, de responsabilização e de envolvimento afetivo com o outro.” Leonardo Boff
Acho que você ocupa minha mente de um jeito que passa a fazer parte de mim. Parece estar no sangue. Circulando nas veias e bombeando meu coração. Literalmente, parece me trazer a vida o fato de amar você. Eu acordo e você já está nas mensagens e ligações. Na minha voz rouca falando 'Bom Dia, meu amor'. Você já está na minha caminhada até o ponto, e no caminho até o trabalho. Está nas refeições, nos descansos e até na vontade de deitar e dormir em qualquer canto. Você está tão presente em forma de sentimentos, sensações e sonhos que a ausência passa a ser letal, porque é contraditório. E, às vezes, acho pouco, e acho injusto, e acho desperdício de felicidade. Mas é ainda maior a vontade de passar por cima disso tudo e ter o seu amor na linha de chegada.
Sei que algumas fases virão e conseguiremos, com a ajuda de Deus, ultrapassar cada uma delas. Fases boas, que serão bem vindas, e fases ruins, que serão passageiras. Sei que o choro cairá quando a saudade apertar, e a solidão do meu quarto me engolir numa noite de sábado, apenas com o meu olhar fixo no lustre de vidro que ainda tem as suas digitais nítidas, mas, no dia seguinte, a esperança será a sensação de menos um dia sem você. Menos um dia no calendário idiota que não me ajuda a te encontrar. Menos um dia na cama com o lado esquerdo vazio. E que Deus no ajude e nos acolha nessa trajetória. Porque o meu amor é do tamanho do mundo. E o considero forte o suficiente para suportar as dificuldades, para que, no fim, seja merecido o bastante para tamanha felicidade.
Te amo!
