Depois
Constatação…
(Nilo Ribeiro)
Hoje para você escrevi,
logo depois desmanchei,
assim eu descobri,
de te amar nunca deixei
te amar é um axioma,
é condição sine qua non,
Deus me deu este sintoma,
eu o recebi como um dom…
Constatação…
(Nilo Ribeiro)
Hoje para você escrevi,
logo depois desmanchei,
assim eu descobri,
de te amar nunca deixei
te amar é um axioma,
é condição sine qua non,
Deus me deu este sintoma,
eu o recebi como um dom
não tenho que lamentar,
ao contrário, agradecer,
Deus me deu o dom de amar,
e a felicidade de ser você
não deu certo,
mas foi tentativa,
você tem meu afeto,
é a única diva…
MALDITA SEJA!
Depois de um dia cansativo, eu já estava deitada.
Senti a presença dela, meus olhos estatelados.
Ela, não sei como, conseguiu as chaves das minhas portas.
Eu já não aguentava mais trocar os cadeados e os segredos.
Andou visguenta e ardilosa até a beira da minha cama…
Eu não podia acreditar naquela visita, já madrugada.
Sentou-se na beirada, esticou sua mão e tocou meu corpo.
Estremeci, sentindo o seu toque aveludado e perturbador.
Ela fazia a minha cabeça girar, abarrotada de pensamentos.
Virei para o outro lado tentando ignorá-la.
Ela, não se dando por vencida, aproximou-se ainda mais.
Deitou-se ao meu lado e abraçou-me com toda força.
Quase sufocou-me com os seus longos braços e pernas.
Imobilizada, mal conseguia raciocinar; sentia o hálito quente.
Rememorei os remédios que tomei para livrar-me dela.
Com todo o esforço, consegui me mexer: tudo doía.
De um lado, para outro, e ela ali, feito parasita.
Alcancei o controle e liguei o televisor.
Ela queria atenção e começou a pular na frente da tela.
Levantei-me atordoada e circulei pelos espaços.
Ela ao meu lado, matreira, imitava os meus passos…
Abri a geladeira, peguei algo branco para beber.
E ela ali, sorrisinho sarcástico, não queria ir embora.
Decidi fazer funcionar o chuveiro na água morna.
Despi a minha roupa e senti aquela líquida carícia..
Ela avizinhou-se na porta de vidro e espreitou-me.
Então, trajei uma roupa bem mais confortável…
Toquei os lençóis do leito para ver se ela postulava.
Acendi um incenso forte para ver se ela enjoava.
Peguei o celular e ela, egoísta, o derrubou no chão.
O meu corpo pequeno e moído, eu não consegui mais lutar.
Asfixiada, abri todas as janelas para entrar o ar…
Mas ela sacudia as cortinas, sem parar, sem parar…
Abri um livro grosso, história fastienta, letras bem miúdas.
E ela se acomodou pegajosa no meu colo para ler junto.
Já era tão tarde, e eu tão cansada, madrugada adentro…
Eu não poderia ceder aos seus desencantos.
Tentei concentrar-me nos sons das ruas… Ela sibilava.
Liguei uma música baixinho, e ela tamborilou forte os dedos.
Eu quis morrer só um pouquinho naquele momento…
Juntei as forças que eu tinha e a joguei contra a parede!
Mas ela se levantou imperiosa como se nada tivesse acontecido.
Olhei para a janela e o sol, mansinho, já dizia “bom dia”.
E ela foi-se arrastando, de volta às profundezas das trevas…
Chorei, debatendo-me, abraçada aos travesseiros.
Gritei com todos os meus pulmões: MALDITA SEJA!
– Vá embora da minha vida, maldita INSÔNIA!
INTERESSANTE COMO,GASTAMOS TODA VEZ NOSSA SAÚDE PARA GANHAR DINHEIRO E DEPOIS GASTAMOS TUDO PARA RECONQUISTA-LA!!!
A vida aqui tem um fim e depois do fim há um novo começo, o destino desse novo começo será determinado pelo que foi feito no caminho antes do fim!
Hoje, sou a semente, depois, serei a árvore que te dará a sombra e mais tarde, te darei os frutos para que semeies suas sementes por onde passares porque um dia, voltarei a ser terra e sobre mim, nova árvore nascerá.
by/erotildes vittoria
Ame-se em primeiro lugar para depois amar alguém, somente cultivando o amor próprio estamos aptos a amar os outros. Isso não é egoismo, é necessidade intrínseca de todo ser humano.
Me deixe a ir,depois de tudo, metade de uma vida,meu retrato se estende ali. na estante,distante do tocante olhar.
Depois de tanta labuta, é merecido descansar, agradecer pela saúde e um teto sem pingar, uma cama limpinha e barriga sem reclamar.
Um aprendizado por vez! O depois fica pra depois... Uma criança que não sabe andar, se preocupa em bater o recorde dos 100 metros rasos?
Professor
Estudar formar-se professor.
Depois concursos prestar,
aguardar uma vaga, em qualquer
escola, que precise de
professores para o seu quadro
completar.
Salário miserável, alunos, nem
sempre na realidade são alunos,
como todo professor espera.
A escola, não compensa pela distância,
o gasto de condução consome boa parte
do seu ganho.
Mas todos os dias o professor lá
está, ensinando os filhos que não
são dele.
Enquanto trabalha, pede que os céus
guardem os seus, que em casa ficaram,
e que ao fim da aula, espera vê-los,
pela graça de Deus.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
“Depois do que dissemos segue-se naturalmente uma discussão da amizade, visto que ela é uma virtude ou implica virtude, sendo, além disso, sumamente necessária à vida. Porque sem amigos ninguém escolheria viver, ainda que possuísse todos os outros bens. E acredita-se, mesmo, que os ricos e aqueles que exercem autoridade e poder são os que mais precisam de amigos; pois de que serve tanta prosperidade sem um ensejo de fazer bem, se este se faz principalmente e sob a forma mais louvável aos amigos? Ou como se pode manter e salvaguardar a prosperidade sem amigos? Quanto maior é ela, mais perigos corre.
Por outro lado, na pobreza e nos demais infortúnios, os seres humanos pensam que os amigos são o seu único refúgio. A amizade também ajuda os jovens a afastar-se do erro, ou mesmo comete-los, e aos mais velhos, atendendo-lhe às necessidades e suprindo as atividades que declinam por efeito dos anos. Aos que estão no vigor da idade ela estimula à prática de nobres ações, pois na companhia de amigos – “dois que andam juntos” – os seres humanos são mais capazes tanto de agir como de pensar.” José Meireles
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