Depois

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O problema não é ouvir a verdade. É perceber que, depois dela, já não podemos continuar iguais.

Fica aqui o depois
Um raciocínio é pego na câmera do pensamento
E puxando as palavras
elas mostram a cereja da linguagem
Nessas linhas
Olhos na massa da poesia
Fazendo alegria
E limpando o paladar para o
gosto da imaginação
A próxima ideia enche os olhos
São imagens de um raciocínio curioso
encontrando poesia


Leonardo Mesquita

Depois que um poeta astuto
Rouba a liberdade de um poema
No brilho de poucas estrofe
Ele não responde a um delito
Fica é bonito, com a inusitada
Ave do fértil imaginar
Cativa nas palavras que ele faz
Do olhar um tanto livre
Para o mundo do criar...




Leonardo Mesquita

eu tô bem.

Tem uma mentira que a gente aprende a contar tão bem que, depois de um tempo, começa a acreditar nela. “Eu tô bem.” Sai automático, quase educado. A pessoa pergunta como você está e você responde sem pensar, porque explicar o que acontece por dentro dá trabalho demais e, sinceramente, tem coisa que nem cabe numa resposta curta.


Eu tô bem, é o que ele diz. Só que ninguém vê o silêncio depois que a porta fecha, o quarto escuro, a cabeça procurando respostas onde já não existe pergunta. Ninguém vê as coisas que ele deixou de falar porque percebeu que algumas verdades, quando ditas em voz alta, deixam de ser esperança e viram despedida.


E talvez estar bem não seja ter esquecido. Talvez seja conseguir carregar sem deixar cair tudo o que ainda pesa. É passar pelos lugares onde antes existia alguém e continuar andando. É ouvir uma música e não precisar procurar significado em cada palavra. É lembrar de uma conversa sem imaginar como ela poderia ter terminado diferente.


Porque tem gente que vai embora, mas deixa uma versão sua morando no lugar onde ela esteve. E demora até essa versão entender que acabou. Ela continua esperando uma mensagem, uma ligação, qualquer sinal de que aquilo não foi só mais uma coisa bonita que não soube durar.


Mas uma hora a gente entende.


Nem tudo que foi verdadeiro precisava ser eterno. Nem todo amor que marcou a vida precisava ficar nela. Algumas pessoas chegam para mostrar uma parte do mundo que você ainda não conhecia e depois seguem o caminho delas, levando algumas versões antigas suas embora junto.


Então, sim, eu tô bem.


Não porque nada mais dói. Não porque eu virei pedra. Não porque deixei de sentir.


Eu tô bem porque finalmente entendi que sentir falta não é o mesmo que precisar voltar. Que lembrar não significa esperar. Que amar alguém também pode significar aceitar que aquela história terminou antes que o coração estivesse pronto para terminar junto.


E talvez esse seja o verdadeiro significado de estar bem: não é quando você para de sentir. É quando aquilo que um dia te derrubava começa a caber dentro de você sem te destruir.


Eu tô bem.


E dessa vez, talvez eu esteja falando sério.

⁠Absurda a quantidade de asnos patrióticos invadindo o perfil! Pastam, zurram e depois defecam seus comentários fétidos!

A vida não desmorona de uma vez. Ela se desgasta aos poucos.


No “depois eu resolvo”.
No “mais pra frente eu decido”.


É assim que o tempo perde o prazo.


E cada coisa que você empurra
para amanhã vai cobrar um preço depois.


A vida não muda com grandes discursos, ela muda no “agora eu faço”.

Depois de passar cerca de três meses parado, gastando muito e sem ganhar nada, surgiu uma oportunidade de voltar a trabalhar na área energética.

Tudo começou numa conversa com um amigo que trabalhava em uma empresa de equipamentos de segurança. Como seus clientes eram empresas do setor elétrico, ele comentou sobre uma fábrica em São Bernardo do Campo que produzia escadas para concessionárias de energia e tinha a intenção de entrar no mercado de linha viva, justamente a minha especialidade.

Ainda decepcionado com a experiência da empresa anterior, ouvi a proposta com certa desconfiança. Porém, como precisava urgentemente voltar ao mercado de trabalho, resolvi conhecer a empresa e conversar com seu proprietário.

O dono era o Sr. João, um homem de aproximadamente sessenta anos, cheio de ideias e entusiasmo, embora com poucos recursos financeiros para investir. Os equipamentos utilizados na fabricação de ferramentas para linha viva eram caríssimos e, pior, não eram produzidos no Brasil.

Passamos algumas horas conversando. Ele me mostrou a fábrica de escadas para o setor energético e, ao lado dela, um enorme galpão onde eram fabricadas escadas domésticas, bancos-escada e tábuas de passar roupa, produtos destinados ao mercado residencial.

Como eu já estava há algum tempo sem trabalhar, acertamos uma experiência voltada aos setores elétrico e telefônico. O salário era bem inferior ao que eu recebia na empresa anterior, mas minha situação não permitia muitas exigências.

Comecei realizando um trabalho de divulgação das escadas junto às companhias elétricas. Como eu já conhecia muitos clientes daquele segmento, o desenvolvimento do trabalho foi relativamente fácil. Em seguida, passei a atuar também no setor telefônico.

Atendendo a solicitações das concessionárias de energia, desenvolvemos algumas escadas especiais montadas sobre veículos. Com esses equipamentos voltei a viajar, embora em uma frequência muito menor do que nos tempos anteriores.

Com o passar do tempo, após a saída do gerente da área doméstica, acabei assumindo a parte comercial das duas fábricas.

Foi nessa época que vivi um episódio que jamais esqueci.

Certo dia, eu conversava em minha sala com minha esposa sobre a situação da minha sogra. Ela estava muito doente e internada em um hospital de Osasco. Seu estado de saúde se agravava a cada dia, e o atendimento que recebia nos preocupava muito.

O Sr. João entrou na sala e ouviu parte da conversa. Ao entender o que estava acontecendo, pegou o telefone e ligou para um amigo que era diretor do Hospital de São Caetano.

— Qual é o nome da sua sogra? Em qual hospital ela está internada?

Passei as informações.

Ele falou com o amigo, explicou a situação e, ao desligar, disse apenas:

— Vamos tirar ela de lá.

E foi exatamente o que aconteceu.

Minha sogra foi transferida para o Hospital de São Caetano, onde permaneceu internada por cerca de trinta dias. Recebeu um atendimento excelente e saiu de lá recuperada.

Naturalmente, minha preocupação seguinte foi com os custos.

— E a conta, Sr. João? Como vamos pagar?

Ele respondeu com a maior tranquilidade:

— Não se preocupe. Quando ela chegar, a gente dá um jeito.

Algum tempo depois a conta chegou. Eu nunca soube o valor. O Sr. João não deixou que eu a visse.

Mais tarde fiquei sabendo que ele ligou para o diretor do hospital e fez um acordo. Em seguida, carregou um caminhão com uma grande quantidade de tábuas de passar roupa, bancos-escada, escadas metálicas e escadas de alumínio, enviando tudo para o bazar beneficente do hospital.

O assunto morreu ali. Ele nunca mais comentou sobre isso.

Os anos seguiram seu curso. Continuávamos trabalhando e, de vez em quando, viajávamos juntos para visitar clientes, principalmente no Rio Grande do Sul, estado pelo qual ele tinha uma admiração especial. Adorava ir a Caxias do Sul.

Até que um dia a telefonista transferiu uma ligação para minha sala.

Do outro lado da linha estava o diretor de uma empreiteira que prestava serviços para a CESP — Centrais Elétricas de São Paulo. Chamava-se Dr. Rubens.

Ele disse que precisava tratar de um assunto confidencial e perguntou se eu poderia encontrá-lo no dia seguinte.

Conversei com o Sr. João e expliquei que uma empresa havia me procurado, mas que eu não fazia ideia do motivo.

Na manhã seguinte fui ao endereço combinado.

Ao chegar à portaria da empreiteira, me identifiquei e pedi para falar com o Dr. Rubens.

O porteiro respondeu:

— Aqui não tem nenhum Dr. Rubens.

Estranhei.

— Claro que tem. Ele marcou uma reunião comigo.

Nesse momento o telefone interno tocou. Após atender, o porteiro mudou imediatamente de atitude.

— Desculpe, eu me enganei. Ele vai recebê-lo.

A conversa foi cordial, mas algo me chamou a atenção. De cada dez palavras que o Dr. Rubens dizia, oito eram sobre a Munck.

A Munck era, naquela época, a maior fabricante de guindastes da América do Sul. Tinha sua principal fábrica em São Paulo, filiais no México e na Argentina, distribuidores espalhados por toda a América do Sul e uma operação em Londres que atendia o Oriente Médio.

Era uma gigante do setor.

Ao final da reunião ficou evidente para mim que alguém queria me contratar, mas não era aquela empreiteira.

Apesar da insistência, deixei claro que não tinha interesse imediato na proposta. Mesmo assim, prometi pensar e dar uma resposta no dia seguinte.

Saí dali e segui para o trabalho.

Durante o caminho, uma conclusão se formou naturalmente na minha cabeça: quem realmente estava tentando me contratar era a Munck.

Assim que cheguei à empresa, peguei o telefone e liguei diretamente para a fábrica da Munck.

— Gostaria de falar com o Dr. Rubens.

A telefonista perguntou quem estava ligando. Eu me identifiquei.

Poucos segundos depois ele atendeu.

Não fez apresentações nem rodeios.

Perguntou apenas:

— Quando você pode vir conversar aqui na Munck?

Foi naquele momento que percebi que minha vida estava prestes a mudar mais uma vez.

E mudou.

...........



​Não haveria arco-íris depois da chuva,
nem haveria construção sem alguém para erguer.
O meu próprio brilho não saberia como chegar
se não encontrasse um prisma para refletir e florescer.
​Sei bem que palavras não são emoções,
são apenas pontes, molduras do sentir...
Mas espero que, através delas,
eu tenha conseguido transmitir
um pouco do que a alma não cansa de agradecer.
​Gratidão.

E depois de um tempo curto,
que para meu coração pareceu uma longa eternidade
a Lua voltou.
Voltou ainda mais brilhante,
Mais bonita
Mais estravagante
E divertida.
Ela brinca todas as tardes com meus sentimentos
Ela trouxe consigo toda a cor que tinha levado embora,
Trouxe consigo meu sorrisos
Que em sua ausência se escondiam sem um porquê
E eu sinto tanto arrependimento
Em não ter lhe pedido para voltar antes.
Mesmo que para os outros ela só brilhe à noite
A minha Lua não,
Ela brilha em todos os momentos,
Ela sorri de um jeito que é mais radiante que o sol,
É um caos maior que uma ventania de verão
Mas sua confusão e seu temperamento acariciam todos os sentimentos em meu coração.

SEXTA FEIRA - 14 DE AGOSTO DE 2026


"Eu estou tentando descobrir quem sou depois de tudo o que vivi, o que ainda preciso deixar para trás e para onde devo ir agora."

É com Fé e afeto que a vida vai dando certo
Tem gente que vê má intenção em tudo, depois não sabe o porquê de ninguém se aproximar. 💓 Seja luz de dentro para fora, não apenas da boca para fora 😉

Depois da turbulência vem a bonança
Salve e salva a esperança ✋❤️🔥

sangue.

Tem coisa que a gente só acredita depois que dói.

Você pode passar a vida inteira ouvindo que o sangue é vermelho, pode ver em filme, em fotografia, no corte de outra pessoa, pode até saber disso de cor. Mas existe uma diferença brutal entre saber alguma coisa e descobrir alguma coisa dentro da própria pele.

Sabe quando você tem que sangrar pra saber que a cor do seu sangue é vermelho?

Talvez algumas verdades sejam assim.

Elas não chegam quando a gente está preparado. Não batem na porta, não pedem licença, não vêm acompanhadas de uma explicação bonita. Elas rasgam alguma coisa. E é só quando aquilo começa a escorrer que você entende que certas coisas só podem ser aprendidas pelo preço de senti-las.

Foi assim com quase tudo que realmente mudou alguém.

A queda ensina que o chão existe. A ausência ensina o tamanho de uma presença. A perda mostra o peso de algo que, enquanto estava ali, parecia leve. E algumas pessoas precisam ir embora para que você finalmente perceba quantas vezes estava se diminuindo só para que elas continuassem por perto.

A gente passa muito tempo tentando evitar o corte, como se não sangrar fosse a mesma coisa que estar inteiro. Mas às vezes o corte já aconteceu faz tempo. A diferença é que você ainda está tentando fingir que não viu.

Então um dia a pele abre.

E você olha.

Vermelho.

Não é bonito. Não é poético. Não tem música tocando ao fundo. É só a prova de que alguma coisa dentro de você era real o bastante para doer.

E talvez seja isso que assuste tanto na verdade: ela não precisa ser bonita para ser verdadeira.

Tem coisa que a gente só entende depois que perde. Só acredita depois que quebra. Só valoriza depois que sente falta. Só aprende depois que sangra.

E talvez amadurecer seja justamente parar de perguntar por que precisou doer tanto para entender.

Porque algumas respostas nunca estiveram escondidas.

A gente só ainda não tinha sangrado o suficiente para enxergá-las.

Sigo estancando minhas hemorragias.

Era uma vez?... Não, foram várias vezes!

Depois que larguei meu cunhado sozinho com os dois bois, eu tinha certeza de que ele iria aprontar alguma comigo. Só não sabia como nem quando.

Num sábado de manhã, eu estava atendendo no balcão da mercearia quando chegou um homem me procurando. Fui até ele achando que queria alguma informação. Não. Não era nada disso. A coisa era mais séria, muito mais séria.

Ele se apresentou como irmão da Margarete.

Bem, a Margarete era uma moça que trabalhava no bar que ficava em frente à mercearia. Era garçonete e atendia os jogadores de sinuca, servindo bebidas e salgados. Meu cunhado costumava jogar lá todas as noites e eu, como sempre, ia junto.

Acho que ele me viu olhando para a Margarete. Coisas de adolescente. Naquela época eu tinha uns quatorze anos e ela devia ter uns vinte. Mas, na cabeça dele, já existia um romance, e ele certamente encontraria um jeito de tirar proveito daquilo.

O sujeito, que dizia ser irmão da Margarete, contou que tinha vindo de outra cidade para resolver um problema muito sério.

— Minha irmã está grávida e disse que você é o pai. Já falei com o Juizado de Menores. Quero resolver esse assunto rápido.

Na sequência, me chamaram ao telefone.

Era do Juizado de Menores.

Eu conhecia a pessoa que estava na linha. Não era o juiz, mas o comissário de menores. Quando atendi, ele começou a me questionar:

— É verdade? O filho é seu mesmo?

Meu Deus!

Larguei o telefone e saí correndo atrás do meu cunhado. Mas ele havia saído.

Fui então procurar minha irmã. Ela estava em casa.

Contei a história e ela nem me deixou terminar. Agarrou-me pelo braço e me arrastou até o bar onde a Margarete trabalhava.

A coitada nem teve tempo de entender o que estava acontecendo.

Minha irmã começou a falar um monte de coisas. Disse que eu era apenas uma criança e que a Margarete já era uma moça feita. Que jamais permitiria aquilo. E ainda falou algumas palavras nada publicáveis.

Depois me puxou de volta para casa.

Pegou uma mala, jogou algumas roupas dentro e decretou:

— Vou te mandar para Santa Mariana.

— Vamos! Se arrume. Só volte depois que as coisas se acalmarem. Melhor ainda: eu mesma vou te buscar.

Ela não me deixava explicar nada.

— Vá se despedir do Ney — disse ela, referindo-se ao meu cunhado. — E não conte nada. Depois eu explico para ele.

Saí procurando o Ney.

Logo o encontrei.

Ele estava com mais quatro pessoas, bebendo e dando risada. Olhavam para mim e riam ainda mais.

Foi então que percebi quem eram os outros.

Um era o sujeito que havia se apresentado como irmão da Margarete.

Outro era o Macaé, o comissário de menores.

O terceiro era irmão do meu cunhado.

E todos estavam se divertindo às minhas custas.

Voltei correndo para casa, contei tudo para minha irmã e lá fomos nós novamente conversar com a Margarete.

Depois de muitas explicações, pedidos de desculpas e alguns constrangimentos, ficamos esperando o verdadeiro responsável por toda aquela confusão.

Minha irmã era bem pequena perto dele, mas naquele dia parecia um gigante.

Deu a maior dura no meu cunhado.

Passado algum tempo, voltamos à rotina.

Eu estava novamente no bar, vendo meu cunhado jogar sinuca.

Só que agora eu observava a Margarete com uns olhares bem mais lânguidos.

E ela, depois de toda aquela história, me retribuía com uns sorrisos muito gostosos...

Bananinha está numas Frias depois de tanta Rachadinha!

Silêncio


Há um silêncio dentro de mim,
depois de você...
Um silêncio traduzido em inquietação...
Minha vida não pode ser dividida,
quero de volta a parte
que você pra bem longe levou...
Música sem melodia
é assim o meu dia
sem alegria.
É impossível bater pela metade o coração...
Silêncio dentro de mim,
onda suave que me acalma,
eco sereno na alma faz,
refúgio eterno, enfim, quero-lhe, amor meu, volta para ter novamente paz.
Palavras se desfazem no ar,
sussurros mudos a dançar,
no peito, uma paz sem fim,
o silêncio reside em mim...
Traz isso de volta pra mim!
Como brisa leve a tocar,
segredos prontos a revelar,
na quietude, encontro a luz,
silêncio que me conduz.
Você de novo aqui do meu lado... a tristeza que se desfaz...
Volta... eu sei que o caminho você sabe... eu sei que você é capaz!

E segue a vida


E a vida segue...
Depois de outro dia vivido... com suas tristezas, alegrias, vitórias, perdas, (in)utilidades)... a vida segue.
A vida segue como seguiu depois de tantas desumanidades já vividas... sofridas.
A vida segue... e segue diferente de antes...
com mais uma cicatriz...
A vida segue pra mim...
A vida segue pra você...
A vida segue pra quem escapou por um triz...
A vida segue... A vida segue pra mim, silenciosa e leve, como brisa que dança entre folhas ao entardecer.
A vida segue pra você, com seus passos firmes, entre risos guardados e sonhos que insistem em florescer.
A vida segue pra quem escapou por um triz, aquele instante frágil onde o tempo hesitou, oferecendo nova chance, novo olhar.
A vida segue, rima sutil entre o ontem e o amanhã, um verso contínuo que pulsa no peito, suave e envolvente.
E assim, seguimos—com a alma aberta, acolhendo o imprevisto, navegando mares de esperança, onde cada batida é promessa, cada respiração, renascimento.
Porque a vida, ah, a vida nunca para, nunca cessa... ela apenas segue, incessante, doce e profunda.
Porque é isto que a vida faz:
recolhe os pedaços, cola os cacos,
seca as lágrimas
e segue...
A vida segue na esperança
de um dia mais feliz.

Depois dessa convocação da Seleção com o menino Ney, o único hexa do Brasil será com o PT! Lula rumo ao tetra.

⁠Nossa condição de pecadores não é porque pecamos, mas porque depois da queda, todos nasceram pecadores! Pecamos porque nascemos pecadores! Romanos 3.23; Romanos 5.12.

⁠Nenhum homem é o mesmo depois que Deus põe a mão nele.