Depoimento para meu Filho de 18 anos
Aprendi com as crianças a inventar o meu mundo e com os idosos, a justificá-lo.
Aprendi com os anos que a vida é a grande festa e o futuro não é um meio. É um instrumento.
Nesses 2anos e meio,aprendi muito com vc meu anjo...
Aprendi a me valorizar e me amar mais...
Não sei se vc é o homem escolhido para mim,está tudo tão confuso,sentimentos que embaralham,me pergunto se estou fazendo a coisa certa,mas só sei de uma coisa,vc me faz tão bem...
Sinto que ao seu lado sou feliz...aquele vazio que sentia dentro de mim,aos poucos foi se esvaziando...
Me pergunto se o que estou sentindo não me fará sofrer,tudo medo,mas a minha vontade de ser feliz supera esse medo...
Medo de sofrer,medo de nunca mais ser feliz,mas sinto que esse medo é só coisa da minha cabeça...
Porque aos poucos vc foi invadindo meu ser,aos poucos foi me conquistando...
E hoje não vejo outro caminho a não ser te Amar,tudo bem que eu não sei o real significado do amor,mas para mim todo sentimento forte é Amor...
E o que penso é o que importa,agradeço por ter preenchido aquele vazio que tinha dentro de mim...
Por fazer do meu acordar,um motivo pra procurar a tal felicidade que tanto se falam...
E eu acho que posso facilmente encontrá-la ao seu lado.
Enfim,obrigada por ter aparecido em minha vida,por existir,obrigada por Deus ter me dado vc de presente...
Muitas vezes,eu paro e penso,,,
O que sinto por vc?
Desejo,atração,fascinação,amor,bom boa pergunta!!!
Desejo,sim a todo o momento me vejo desejando e querendo vc,,,
Atração,sim vc é diferente de tudo que conheci,,,
Fascinação,com certeza,pois quando estou com vc,o resto não tem a minima importãncia,,,
Amor,o que é o amor,é querer alguém ao nosso lado a todo instante,querer ver,está e sentir esse alguém,querer sentir o sabor da sua boca,a magia do toque das suas mãos,o brilho do seu olhar,querer no meu corpo tuas mãos e sentir você!
Se isso tem alguma coisa a ver com Amor,,,então posso dizer....que te Amo...meu anjo lindo,de coração da sua Pret@... 12/06/2016
MINHA BONECA DE VERDADE
Quando criança ainda, lá com meus seis anos de idade, morava com meus pais e mais sete irmãos no sítio e não possuía nenhum brinquedo de fábrica. Todos eram confeccionados em casa, em conjunto com as amiguinhas vizinhas, com meus irmãos e às vezes minha mãe tirava um tempo e nos ensinava a fazer algumas coisas interessantes.
Nós, as meninas, fazíamos bonecas de sabugo para brincar. É, sabugo mesmo, aquela parte que sobra do milho seco depois de debulhado. Escolhíamos o maior de todos os sabugos disponíveis no paiol. Cortávamos retalhos de tecidos cedidos por minha mãe, que sempre os tinha guardados numa sacola, pendurada atrás da porta de seu quarto de costura. Escolhidos os tecidos, pegávamos a parte mais grossa do sabugo, o que seria a cabeça da boneca, nele colocávamos o tecido na extremidade, como se fosse uma touca, amarrando firme com uma tirinha, para não se soltar (porque cola nós não tínhamos). Em seguida, escolhíamos outro retalho e fazíamos uma saia, pregueada ou franzida, com as mãos mesmo, nada de agulha ou linha! A coleguinha ajudava a amarrar com tiras finas da própria palha do milho. Com um lápis preto ou mesmo um pedaço de carvão, desenhávamos os olhos e com semente de urucum, a boca.
Pronto! Estavam ali nossas bonecas. Lindas! Cada uma com a sua. Diferentes umas das outras, devido a escolha dos retalhos coloridos. Felizes, brincávamos por horas a fio.
Mas um belo dia, uma priminha da cidade, veio com meus tios nos visitar, trazendo consigo uma boneca de verdade. Fiquei encantada! Nunca havia visto uma, e tão linda. Tinha os olhos azuis e cabelos cacheados.
Daquele dia em diante minha vida mudou. Não quis mais saber de brincar com boneca de sabugo. Eu queria uma boneca de verdade. A novidade mexeu com meus sonhos, até então acessíveis.
Chorava e implorava para minha mãe. "Quem sabe no Natal", dizia ela. Pedir para meu pai, nem pensar. Para ele, brinquedo era desperdício de dinheiro. Era o jeito dele ver o mundo infantil. Posso jurar, foi o ano mais longo de minha infância: Eu queria minha boneca de verdade e ela só viria no Natal.
Chegou o Natal, como tantos outros, mas para mim seria diferente, eu teria minha boneca de verdade. O "talvez" de minha mãe eu esquecera.
Fomos com toda alegria, bem cedinho, ver os presentes debaixo da linda árvore natalina. Cada um procurando o seu, embrulhados em papel comum, mas com nosso nome marcado pela letra de minha mãe. Porém, cadê a minha boneca de verdade? Ela não veio. Ganhei sim, uma pequena sombrinha, que no dia seguinte já estava quebrada.
Chorei muito e ainda levei umas boas palmadas de meu pai. Ninguém me consolou. Não compreenderam a minha tristeza. Minha mãe deve ter percebido, mas como nada podia fazer, não deixou transparecer; apenas prometeu-me que daria um jeito, "talvez" na próxima ida à cidade grande, na época das compras. Isto não me consolou. Foi, sem dúvida, o Natal mais triste de minha infância.
Depois daquele fatídico Natal, em que não ganhei meu presente desejado, minha tristeza, felizmente, durou pouco.
Janeiro era o mês do padroeiro da cidadezinha onde frequentávamos a escola, o catecismo e as missas dominicais. São Paulo, lembro-me bem, era o santo padroeiro da capela e nome do sítio de meu pai, onde morávamos.
Todo ano os moradores se reuniam e preparavam uma bela quermesse, com direito à visita do bispo, padres de outras paróquias, fazendeiros, sitiantes e colonos de toda a redondeza para uma linda missa cantada. Para a quermesse eram doados bezerros, sacos de café, leitoas, carneiros, frangos e artesanatos feitos pelas mulheres e moças prendadas da comunidade.
Uma rifa foi organizada, cujo dinheiro iria para a reforma da igrejinha. Um bezerro era o prêmio e de brinde, vejam só, uma linda boneca confeccionada por dona Mariquinha, mulher muito conhecida por suas habilidades na agulha.
Quando vi aquela boneca, fiquei deslumbrada! Eu queria uma boneca de verdade e esta era a minha chance. Procurei por minha mãe, que estava na cozinha de uma das barracas, liderando outras mulheres no preparo da comida a ser servida durante a festa. Implorei que comprasse um número, porque eu queria uma boneca de verdade. Meu pai não era dado a gastar dinheiro com estas extravagâncias, mas naquele dia ele sucumbiu ao meu apelo e cedeu. Comprou um único número. Nem preciso dizer que dei muitos pulos de alegria.
Ao anoitecer, quase no final da festa, chegou a esperada hora do sorteio..Bingo! Meu pai ganhou o bezerro e eu ganhei a minha “boneca de verdade”.
Ela era deslumbrante aos meus olhos de menina. Tinha uma aparência diferente. Fora feita à mão, uma boneca de pano com jeito de moça. Trajava um vestido branco de renda, com fitinhas coloridas de cetim, por toda borda da barra da saia. O decote mostrava o início de fartos seios. Perfeito! Minha boneca de verdade, com corpo de moça feita, seria a mãe de todas as bonequinhas de minhas coleguinhas da vizinhança.
No dia seguinte, de tardinha, minhas amigas e eu fomos brincar de boneca, numa ansiedade sem tamanho. Nos instalamos dentro de um velho bambuzal, e lá ficamos por horas, nos deliciando em nossas fantasias infantis de mamãe, comadres e tias. Sim, porque toda boneca era batizada, ganhava um nome e uma madrinha.
Antes do anoitecer, minha mãe me chamou para ajudá-la nos afazeres do jantar. A brincadeira se desfez e aos poucos a noite chegou.
Na manhã seguinte, acordei aos pulos. Eu havia esquecido minha boneca de verdade no bambuzal. Corri para buscá-la. Qual não foi meu espanto quando a vi: estava toda encharcada, estufada, desbotada, manchada, descolorida, quase decomposta.
Havia chovido a noite toda!
Autora: Melania Ludwig
Melania Ludwig
10 de outubro de 2011 ·m ·
DO MEU JEITO
Saí de casa com onze anos de idade
Fui estudar na cidade, na casa da tia Rosa
Criei asas na marra, machuquei-as na pressa
Recebi muita pancada, dei troco à bessa
Do meu jeito...
Estudei como bolsista, num colégio de freiras bondosas
Enquanto normalista, alfabetizei crianças da periferia
Passei no vestibular, o curso não me agradou
segui em frente, voltar arás não podia
Do meu jeito...
Cursei pedagogia, letras era o que eu queria
A formatura não pude pagar, mas no baile eu fui dançar
Emprego melhor arrumei, fui Orientadora Educacional
Numa escola particular, com adolescentes lidei
Foi difícil me adaptar, com dipolomacia a turma eu amansei
Do meu jeito...
Voltei um namoro antigo, ele morava aqui, eu no Paraná
Vim conhecer esta cidade, senti que seria o meu lugar
Concordei em me casar, casa financiada pelo BNH
Em um opala cor de vinho, pra São José Do Rio Preto
Com ele eu vim morar e meus sonhos realizar
Do meu jeito...
mel - ((*_*))
Amor sem crédito
Muitos anos juntos nós passamos,
Ainda existe em meu peito uma dor,
Não sei por que nós separamos,
Pode ter sido a falta de amor.
Amor inexpressível e ausente,
Que até hoje me faz lembrar,
Talvez tenha sido inocente,
Mas hoje posso interpretar.
Que nada na vida é infinito,
Nem a alegria e nem o pavor,
E que tudo possa ser bonito,
Mas não acredito no amor.
Espero um dia poder entender,
A diferença em uma relação,
Buscando Até mesmo me convencer,
Agindo exclusivamente pela razão.
Entendo a pureza de meu coração,
E a cada dia busco o entendimento,
Procurando sempre uma solução,
Que me faça conhecer este sentimento.
Du’Art 25/06/2014
ANOS
A minha alma é poesia
O meu corpo é prosa
As palavras são versos
As letras são poemas
As vírgulas são lamentos
Os pontos são lágrimas
São os anos que passam
Deixando marcas no tempo
São pedaços de muita emoção
Fazendo deles os meus poemas
Dos anos que passam por mim
Em prantos amores e lamentos.
༻❀༺♥♥༻❀༺♥♥༻❀༺ -
Perdi o meu PAI tragicamente ha 46 anos...mas ainda sinto o calor do abraco,o calor da mao dele na minha e a seguranca de uma protecao que so ele poderia dar!!! nada nem ninguem pode ser igualado a esta sensacao de bem estar que somente a presenca dele podia proporcionar...Saudades..hoje muito mais que sempre!!Que Deus o proteja e o abencoe sempre onde estiver,junto de todos os que ja foram tambem e um dia nos reuniremos todos....
FELIZ DIA DOS PAIS junto aos anjos do CEU!!
Hoje foi meu casamento...
depois de anos de namoro
com a solidão me casei
com ela.
Pois, o amor só me machuca
me gera conflitos
e noites mal dormidas
e a solidão é solida
não desaponta e nem alegra
mas não machuca
pois seus braços são fortes
e não me deixa cair
em ilusões criadas
pelo amor.
Hoje é dia 23/8/2016 e faz 42 dias faz que meu anjo Rafael partiu. Ele tinha 25 anos 6 meses e 17 dias. Deus o acolheu em uma parada cardíaca. Era forte, cheio de vida, cursava faculdade de educação física. Estou ainda entorpecida, assustada, arrasada, fracassada, impotente, com o coração alma e vida partidos. É uma dor sem nome que não tem fim. Jamais será substituída, preenchida ou esquecida. Mesmo com o sol brilhando estou ainda na escuridão. Sei que jamais serei eu mesma, um pedaço do meu coração foi arrancado, estou amputada. é uma ferida que até pode cicatrizar, mas vai sangrar sempre. Nunca serei mais 100%. Foi uma perda sem aviso e sem sentido. O vazio de sua ausência eternamente vai ficar e o pior que eu sei que não tem volta.
Tenho mais dois filhos, um deles é o irmão univitelino do Rafael. Parecidos ao extremo. Mas nessa parte sou egoísta, queria ainda ter os três comigo.
Nessa minha angustia, por várias vezes eu implorei a Deus que não só estendesse a sua mão, mas me carregasse no seu colo e tenho certeza, ainda estou no colo dele.
O que me restou foi a fé que eu tenho. Que é uma força inexplicável que está vindo de mansinho e vai me fazer mover do lugar, caminhar, mesmo sobre as pedras e os espinhos. Quero ter esperança nesses passos, transformar a tristeza dos ombros em chão firme. Tenho certeza Deus vai estar junto a mim para nunca desistir.
Essa força desejo a todas santas mães que viram seus filhos partirem. Nós somos anjos de uma asa só. Quero que nós possamos conjugar diariamente os verbos: Orar, esperar, lutar e vencer. Que possamos ter paciência para poder passar por esse vale tenebroso.Que possamos chorar e que Deus enxugue essas lágrimas. E que Deus nos dê o mérito de jamais desistir porque para Deus nada é impossível. Que da fé brote uma esperança de reencontro. Que possamos renovar nossas esperanças e animo. Que a tempestade acalme em nossos corações. Força queridas amigas dessa dor.
As pedras que a vida me joga no longo dos anos eu guardo,
Com elas vou fazer as trilhas do meu jardim para um um dia caminhar entre as flores sem sujar meus pés de barro
Níver do meu tesouro que hoje faz 9 anos... Te amamos, mi pqeño ♥
Quando você nasceu foi uma alegria imensa tanto pra mim, pro papai, seu irmãozinho... como para todos que o rodeavam. Você foi crescendo, dando os primeiros passos e eu estava ali pra lhe segurar pelas mãos para que você não caísse.
O tempo foi passando e a cada dia você, com o seu jeito meigo e carinhoso, foi conquistando o coração de cada um que te cercava, hoje você já está um pouco crescidinho e a cada dia mais lindo.
Quero lhe desejar neste dia tão especial meu carinho e o meu amor por você. E, se você precisar de mim, pode contar comigo, meu fiote
Ame-se, seja gentil consigo e com o próximo. Aprenda a ter paciência com suas próprias limitações.
Tudo que eu te desejo neste dia é um feliz aniversário, meu filho.
Parabéns... você merece toda a felicidade que possa ser proporcionada a alguém, saiba que poderá contar sempre com meu apoio e compreensão, pois, além do grande laço fraternal que nos envolve, somos também amigos e é muito bom participar da sua vida, das suas conquistas e descobertas.
E, com minhas experiências, aconselhá-lo para que comece a sua busca pelo caminho correto pra Deus e pelas estradas que percorrerá com o Senhor!
—By Coelhinha
30/05/2013
(...) anos atrás eu me sentava num sofá e avistava um horizonte que era o meu desejado, o sofá não existe mais, alguns muros cresceram por de volta daquele espaço impedindo de avistar qualquer longe.
Cresceu muro nos meus olhos, e eles lamentam, acho que é só o que fazem hoje.
Hoje não em tempo, exatamente agora.
Que caiam os muros, as dúvidas, os gostos, as roupas, que os passos se alinhem, um após o outro, nunca um querendo ir e o outro ficar.
Meu sonho
Por anos te amei tão secretamente,
que havia me convencido de que você não existia,
que residia nos meus mais submersos sonhos..
Estranhas foram as sensações que aqui em meu coração,
o seu perfume foi capaz de despertar..
Como posso te amar assim sem nunca termos tido exatamente nada?
Será que o amor esteve todos estes anos tão próximo, e eu tão cega que não conseguia te sentir..
O mais relevante, é que pude concluir que você não só habitava os meus sonhos, mas que também você é real e tão perfeito..
Teu sorriso ilumina a minha alma, colore a minha vida e dá vasão ao meu propósito de viver...
Obrigada meu anjo por tornar estes sonhos enfim numa magnífica realidade, eu vou te amar até quando o meu coração parar de pulsar...
E acredite na outra dimensão ainda iremos nos encontrar e nos amar...
Ao fim de tantos anos
não há tempo a perder
A nossa história começa hoje
Com a tua mão no meu peito
também sentiste o ritmo suspeito
de quando o coração se esmera
quando se aproxima o momento perfeito
para quem esteve sempre a espera
Se ambicionas ser a flor
prometo eterna primavera de cor
num futuro colorido de jardim
se aceitas o que estou a propor
é fácil, diz que sim
Hoje, meu dengo e eu, completamos 41 ANOS DE UNIÃO
BODAS DE SEDA
Aniversário do dia em que resolvemos somar as conquistas, sonhos, alegrias e tristezas. Formar nosso ninho de amor e criar nossos filhos....(ah, são tantas palavras que eu poderia deixar aqui...)
Enfim, são 41 anos de união!
Que essa união se perpetue e que continuemos enfrentando todos os obstáculos juntos, vivendo momentos felizes com a família e amigos.
Que DEUS continue nos abençoando sempre e que o AMOR e a GRATIDÃO sejam nosso bem maior.
Amém!
Durante meus quinze anos de vida, convivendo sempre com meu pai, eu não imaginava que ele fosse alcoólatra. Sempre o vi beber, rotineiramente, e sempre ouvi minha mãe reclamando disso. Mas, sempre que ele bebia, em excesso ou não, ele nunca mudava seu humor. Nunca ficava mais ou menos nervoso. Nunca, em hipótese alguma, agrediu alguém. Mas, se alguém abrisse a boca para brigar ou reclamar dele, ele se irritava. Então, após quinze anos (minha vida toda, até agora), eu não tinha me dado conta de que meu pai é alcoólatra. Caí na real após uma conversa com uma prima mais velha. Ela havia mencionado meu pai e um tio meu. Disse que não havia no mundo pessoas melhores que eles, mas que, infelizmente, eram viciados em bebida. Tudo bem, creio que todas as pessoas tem seu lado bom e ruim. E quem somos nós para julgar alguém? Nós não somos ninguém. É sempre difícil aceitar o lado ruim de quem a gente ama. A gente sempre pensa que as pessoas que amamos são perfeitas. Na verdade, elas só são perfeitas aos nossos olhos. Mas eu o aceito assim. Eu aceito meu pai como ele é. Com todos os seus defeitos e qualidades. E eu o amo de qualquer jeito. E sei que ele também me ama. E sou grata por isso. Me pergunto, então, como ele foi se viciar no álcool. E então olho para dentro de mim. Quantas vezes eu quis beber também? Penso que está no sangue. Gosto da bebida tanto quanto meu pai. Então ligo os pontos... Por que eu gosto de beber? Para esquecer meus "problemas". Para esquecer as coisas, palavras e pessoas que me machucam. Para esquecer minha vida. E então penso que talvez esse seja o mesmo motivo pelo qual meu pai bebe. Pelo qual, quando jovem, começou a beber. Eu sei que ele é um homem que vive no passado. Como eu.
Sinto uma energia que sobe dos pés à cabeça e move meu corpo até outras direções. Passaram os anos e eu ainda não havia observado como seus lábios envolvem os meus de uma maneira subliminar e desesperada. Fazer nada ao seu lado tem tido um gosto de novo e a ansiedade me consome até esperar que a lua se deite e o sol me transcenda. As conversas são tão intensas que me encorajam a dizer sobre feridas e risos. Percebi que você é desastrado como eu, porque, já amamos mais aos outros do que a nós mesmos neste verão. No seu toca fitas quase todas as músicas que escuto são as que tenho e as diferentes me despertam interesse em ouvir. O medo de segurar suas mãos trêmulas me ensinam como é confiar nos planos que o destino fez e assim sentamos no chão do quarto, em direção a janela do décimo segundo andar e de forma desconhecida respiramos fundo, como se quiséssemos falar algo, mas seria desnecessário e vão tentar traduzir o que estava acontecendo conosco, pois, já esperei demais pra ter você aqui, do meu lado.
Aos 8 anos meu pai me perguntou: "O que você quer ser quando crescer?" Eu disse: "Quero ser grande." Ele retrucou: "Então seja o melhor sendo grande!" Engraçado que naquela época eu era o primeiro da fila na escola... Na gramática da vida eu descobri que ser grande é correr atrás dos sonhos, ser grande é honrar com a sua palavra, é abrir mão da sua vontade por aqueles que ama. Ser grande é voltar atrás e admitir seus próprios erros. Vai ter muita gente te impedindo de crescer, mas isso não importa agora! Não deixe seus sonhos pelos outros, não abra mão de quem você é. Queira ser e vá descobrindo aos poucos como se dará as coisas. Vou ser honesto com você... ser grande não é fácil, mas eu costumo dizer que tudo que vale a pena na vida tem um preço a ser pago no final. Decida entre ficar na sua zona de conforto ou descobrir um mundo lá fora. Faça da sua vida uma coisa extraordinária! Deus te guie na sua caminhada.
A minha carne já sentindo o peso dos anos me diz para parar,não dá mais pra você seguir.O meu espírito guerreiro me diz pra continuar tente mais uma vez você vai conseguir, é melhor acreditar que ainda posso sonhar.
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