Depoimento De Mae Ausente

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Que o passado passe e o presente se ausente, pois quero ser vidente do meu próprio destino e reinventar o caminho que me faz só, somente.

“Me deste a vida, e mesmo ausente, segues comigo.”

“Mesmo ausente, segues comigo.”

O MEU LUGAR
No início tudo é diferente.
Com o tempo, tudo vai se tornando ausente.
As noites acompanhadas,
passam ser apenas uma memória recordadas.
As visitas eram longas e constantes,
passam ser raras e são em instantes.
Isso me ensina que quem te quer, por perto, faz acontecer.
E não espera apenas uma cobrança para poder te ver.
Assim, mais uma vez, eu deixo para lá,
pois não adianta mais cobrar.
Vou aprendendo onde é o meu lugar.
O meu lugar é onde minha companhia
faz bem, onde minha presença trás alegria.
O meu lugar é onde o tempo se torna relativo
onde a noite se torna agradável e curta
onde sou sua escuta e sua bússola.
Na verdade o meu lugar, é o meu lugar favorito
É o meu quarto, minha solitude pode até parece esquisito.
O meu lugar, mais uma vez me faz companhia
Em uma noite longa e fria.
Mas é o meu lugar, é a onde estou
aprendendo mais uma vez não me importar .
E esse é o problema,
Quando eu me acostumar
com esse dilema.

A saudade chega, um vento gelado,
Trazendo lembranças do teu lado.
O abraço ausente, o beijo que falta,
Um vazio que dói, uma dor que exalta.


Mas em meio à ânsia, teu nome eu sussurro,
Fiel ao meu peito, meu amor puro.
A tua lealdade, um farol na tormenta,
Afasta a incerteza, a dor que atormenta.


Pois sei que em ti, meu coração repousa,
E a fidelidade, em nós, se compousa.
Essa saudade que tanto me invade,
É prova do amor, da nossa unidade.


Que o tempo passe, que a distância se vá,
Mas a chama acesa, em nós, sempre estará.
Fiel a ti, meu amor, em cada pensar,
A saudade me ensina, a te amar e esperar.

O MEU LUGAR.
No início tudo é diferente.
Com o tempo, tudo vai se tornando ausente.
As noites acompanhadas,
passam ser apenas uma memória recordadas.
As visitas eram longas e constantes,
passam ser raras e são em instantes.
Isso me ensina que quem te quer, por perto, faz acontecer.
E não espera apenas uma cobrança para poder te ver.
Assim, mais uma vez, eu deixo para lá,
pois não adianta mais cobrar.
Vou aprendendo onde é o meu lugar.
O meu lugar é onde minha companhia
faz bem, onde minha presença trás alegria.
O meu lugar é onde o tempo se torna relativo
onde a noite se torna agradável e curta
onde sou sua escuta e sua bússola.
Na verdade o meu lugar, é o meu lugar favorito
É o meu quarto, minha solicitude pode até parece esquisito.
O meu lugar, mais uma vez me faz companhia
Em uma noite longa e fria.
Mas é o meu lugar, é a onde estou
aprendendo mais uma vez não me importar .
E esse é o problema,
Quando eu me acostumar
com esse dilema.

Lua 🌙

O Senhor não é um Deus ausente, mas um guerreiro fiel que se levanta quando clamamos. Ele não apenas nos Ouve, Ele Age, Ele Combate, Ele Vence. Por isso, nenhuma batalha nos pertence por completo, porque o Todo-Poderoso entra em cena e transforma o campo de batalha em solo de milagres.

Tenho medo da dor de sua presença que se faz ausente em pensamentos constantes reais e inocentes.

Menina que em braço distante
Abraço constante, nada cessa
Menina que palavra ausente
Memoria presente, nada cessa
Menina que perto do longe;
Mas longe tão pero;
Nada cessa.
Menina de riso eloquente
Que logo me interessa
Menina de salto alto
Que corre de pressa
Vestida de grande ternura
Sem medo de cair
Quando passos adiantados
Correm a minha procura
E nada cessa.

Eu não sou do tipo ausente, porém se eu tiver ausente na vida de alguém provavelmente essa pessoa foi ausente na minha quando eu mais precisei dela... sou ausente sim pra pessoas que não acreditam em mim e na minha capacidade, nas pessoas que nao valorizam meu trabalho aponto de procurarem outro sabendo que eu faço o mesmo. Hoje eu simplesmente entendi quem realmente merece minha presença.

⁠✍️👁️👁️Nunca se LASQUE sozinho, lasque-se com quem bebeu o vinho contigo mas esteve AUSENTE no amassar das UVAS!

À minha rainha eterna


Mesmo ausente, ainda és presença.
Não te vejo, mas em cada lembrança habitas inteira,
como se o tempo não ousasse apagar-te
da luz que deixaste em mim.


Em teu silêncio, aprendi que a ausência não é vazio,
mas um território sagrado onde o amor se expande.
Cada lágrima que surge é um espelho da beleza que foste,
cada suspiro é o eco da eternidade que habitas.


Tu és o meu instante mais verdadeiro,
a memória que me sustenta
quando o mundo pesa e as cores parecem desvanecer.
E mesmo que a saudade me arranque lágrimas,
sei que amar-te é tocar o infinito
sem jamais perder-te.


Minha rainha, minha luz, meu grande amor,
a tua essência não se mede em dias,
mas em cada batida, em cada pensamento que me habita.
Em ti, aprendi que o amor é resistência,
e que lembrar não é sofrer,
é reconhecer que o que é verdadeiro nunca morre.

“Neste Natal, a saudade da amada é estrela ausente no céu da alma; lembrança ascende ternura, e o silêncio se enche de amor que não esquece.”
©JoaoCarreiraPoeta.
Campinas,26122025.⁠

Crente que é ausente da escola dominical e culto de ensino torna-se presa fácil de Satanás.

Saudade de um filho ausente


Hoje bateu saudade
Martelando sem parar
Sentimento de amargar
Que machuca de verdade.


Quero que o seu progresso
Lhe dê asas pra voar
E que tu possas voltar
Quando alcançar sucesso.


Sejas feliz, fique em paz
Que aguento tua falta
Com essa dor que maltrata
Que a tua ausência faz.


Eu choro com tua ausência
Mas eu posso ir te ver
E teu abraço receber
Contigo ter convivência.


Mas me lembro de repente
De mães que sofrem bem mais
Que os filhos verão jamais
Quando a dor é permanente.


A Deus tenho clamado
Que Jesus olhe por ti
Já que não estou aí
Filho querido e amado.


E que conforto possa dar
Às mães que têm chorado
Pelo Senhor já ter levado
A quem mais vieram amar.

⁠Fuja de um relacionamento onde o ciúme se faz ausente, pois o interesse passa longe.

“A Tirania do Ausente”



Sofremos muito com o pouco que nos falta e gozamos pouco o muito que temos. Esta sentença é diagnóstico impiedoso de uma humanidade doente de ingratidão e cega para a própria abundância.

Observe o homem moderno: possui teto, mesa farta, afetos que o cercam, saúde que o sustenta. Mas toda sua atenção está voltada para aquilo que não tem o cargo que não alcançou,

o reconhecimento que não recebeu, o amor que não conquistou, o dinheiro que não acumulou. Caminha sobre tapete de bênçãos sem olhar para baixo, com os olhos fixos no horizonte inalcançável das coisas ausentes.

Schopenhauer tinha razão: somos criaturas da falta perpétua. Não importa quanto possuamos o desejo já está correndo atrás do próximo objeto. Conseguimos o emprego sonhado e imediatamente queremos a promoção. Conquistamos o amor desejado e já olhamos para o que falta nele. Alcançamos a meta e sentimos vazio, porque a meta era apenas desculpa para não apreciar o caminho.

É perversão ontológica: transformamos presença em invisibilidade e ausência em obsessão. O filho saudável que brinca na sala é ignorado enquanto nos torturamos pelo filho que não tivemos.

A comida no prato é engolida sem sabor enquanto invejamos o banquete do vizinho. O presente que temos é desvalorizado pela promessa do futuro que talvez nunca chegue.

E quando finalmente conseguimos aquilo que faltava? Quando o pouco ausente se torna muito presente? Não gozamos. Não celebramos. Apenas deslocamos a falta para outro lugar. Porque não é a coisa que queremos é o querer que viciou nossa alma. Não é a conquista que buscamos é a angústia da busca que nos define.

Epicuro alertou há dois mil anos: aprende a viver com pouco e descobrirás que tens muito. Mas nós, surdos à sabedoria antiga, fazemos o oposto. Temos muito e vivemos como se tivéssemos pouco. Possuímos abundância e sentimos escassez. Somos ricos que vivem na mentalidade da pobreza não de bens, mas de gratidão.

Esta é cobrança que precisa ser feita: você, que reclama do pouco que falta, já agradeceu hoje pelo muito que tens? Você, que sofre pela promoção que não veio, já celebrou o emprego que possui enquanto milhões estão desempregados? Você, que chora pelo amor que terminou, já honrou os que permanecem ao seu lado? Você, que lamenta o que perdeu, já reconheceu o que nunca te foi tirado?

A ingratidão é forma sofisticada de cegueira. Não vemos o que está presente porque nossa visão está intoxicada pelo ausente. É como passar a vida procurando óculos que estão no próprio rosto enquanto procuramos, não enxergamos nada do que está diante de nós.

Marco Aurélio escrevia para si mesmo: “Quando acordares de manhã, pensa no privilégio que tens de estar vivo de respirar, de pensar, de apreciar, de amar.” Mas quantos de nós acordamos pensando nisto? Acordamos já contabilizando faltas, já lamentando ausências, já construindo listas de insatisfações.

Jesus disse: “Não vos inquieteis pelo dia de amanhã.” Mas vivemos perpetuamente inquietos não pelo amanhã apenas, mas por tudo que não temos hoje. Transformamos o presente em sala de espera angustiada pelo futuro. E quando o futuro chega, já estamos olhando para o próximo, numa fuga perpétua do agora.

Existe crueldade nesta escolha porque é escolha. Ninguém nos obriga a sofrer pelo pouco que falta. Escolhemos focar no vazio em vez da plenitude. Escolhemos a ferida pequena em vez da saúde ampla. Escolhemos a sombra fina em vez da luz abundante.

E o mais trágico: este sofrimento autoinfligido não produz nada. Não nos torna melhores. Não melhora nossa situação. Apenas consome a vida que temos enquanto esperamos pela vida que imaginamos merecer. Morremos de sede ao lado do poço, reclamando que não é oceano.

A vida te deu saúde? Agradeça antes de lamentar a beleza que não tens. Te deu família? Celebra antes de chorar pelos que partiram. Te deu trabalho? Honra antes de invejar o trabalho alheio. Te deu hoje? Vive antes de angustiar-te pelo amanhã.

Porque aquilo que tens hoje este corpo que respira, esta mente que pensa, estes olhos que leem estas palavras é exatamente aquilo que alguém que já partiu daria tudo para ter novamente. Tua vida comum é milagre impossível para os que jazem sob a terra.

Então para. Olha ao redor. Conta. Enumera. Lista tudo que tens antes de lamentar o que falta. E descobrirás verdade constrangedora: tens mais do que mereces, mais do que precisas, mais do que percebes.

Sofremos muito com o pouco que nos falta porque escolhemos sofrer. Gozamos pouco o muito que temos porque escolhemos não gozar. E um dia, quando tudo isso que ignoramos hoje nos for tirado, finalmente entenderemos tarde demais que éramos ricos e vivíamos como mendigos.

A cobrança é simples: para de reclamar e começa a agradecer. Para de contar faltas e começa a reconhecer presenças. Para de viver no exílio do que poderia ser e habita a plenitude do que é.

Porque a vida não te deve nada. Mas tu deves à vida o reconhecimento de tudo que ela já te deu.

Quando você é ausente na vida de alguém, com o tempo, essa pessoa também será ausente na sua vida.


Isso acontece muito entre pais e filhos. Pais que foram ausentes no passado acabam recebendo, no futuro, a falta de atenção dos filhos.


Toda ação gera uma reação, mais cedo ou mais tarde.

A partir de agora não falem de qualquer pessoa ausente, mas somente de Deus e de nossas almas.

John Wesley
POTTS, J. M. Seleção das cartas de João Wesley. São Bernardo do Campo: Imprensa Metodista, 1991.

Nota: Carta para Philothea Briggs (junho de 1772).

...Mais

Eu fui um amor ausente na sua vida; me perdi pelo caminho, em outros braços e outros laços, me enrolando. Aos poucos fui me distanciando do seu coração.

Sem saber o caminho de volta, bati em outras portas, mas nenhuma tinha o seu cheiro nem os seus abraços.

Foi então que entendi que, ao procurar outros laços, perdi o seu abraço — que era o que mais importava para mim.