Delírio
"Deusa do Amor
Tudo fica mais bonito
Você estando perto
Você me levou ao delírio
Por isso eu confesso
Os seus beijos são ardentes
Quando você se aproxima
O meu corpo sente
Os seus beijos são ardentes."
Igualdade não é todo mundo igual, isso é delírio comunista de gente medíocre que quer nivelar o Universo por baixo.
Palavra
Corta a origem,
Em floretes ressoados,
Grafando nos ventos
O delírio e a vertigem;
Tons que umedecem a virgem,
Consciência, a faz provar o mundo,
E fundo esgota o suplicio
De pudor ao ato, ao sacrifício.
Proposital
Me encontro no encalço do delírio. Sou espectador, ator e diretor da minha própria Obra!
E em meio a essa peça teatral, que é este conceito nato de moral, se formam os algozes, em busca da sentença final!
Pobres carrascos… somente subjugam por obrigação. Porém o fazem com afinco, e imponencia...
Mas o real culpado da desgraça e do fim imoral, é quem perpetra o ato inicial!
Aquele que em primeira instância se julga correto afinal… e assim monta sua estratégia modal.
No mais, o fardo da busca interminável se faz essencial! E agora vem a certeza e a convicção do erro! No entanto, o destino já se fez cabal...
E de fundo se ouve o tilintar do ferro no concreto, os algozes se esvaíram… sobraram só os vestígios… do pobre conceito trivial...
O POEMA
Talvez um delírio, inculto e quente,
Paixão de intenso clamor, impuro,
Um displicente calor que perduro
No insensato mundo em que sente...
O desconexo, o cauto, o conjuro,
Que se implica a vaguear entre a gente:
Luz que boêmia, ao sol poente,
Dum indescritível sentir obscuro!
Mas que vigora, e que me intensa
De demência grata e de bendito amor!
Que flui, o estreito da minha sentença
Doce, e leve, e altiva que impera,
Em que na existência me faz esplendor
Ao estouvado astro em que vela...
A sonoridade da tua voz
é o delírio que meu coração anceia ouvir,
e o cheiro deixado em minhas roupas
demonstram o quando nós ficamos bem
em ter nossos corpos extremamente juntos.
Me entende quando a minha mente é ofuscada
me retrata, me marca em cada toque seu.
Meu amor, nosso amor é um intenso amor,
assim como uma flor que também carrega os espinhos
vamos construindo nosso caminho sem medo de arriscar.
Somos nossos e de mais ninguém
coração alado, livre e apaixonado
presos apenas pelo bem querer.
Te ter é entender que certas coisas são tão nossas
que, acima até do nosso orgulho debatemos na humildade
querer estar perto.
"Minha amada, minha menina, minha formosa...vem fala que eu sou seu lírio de você é a minha rosa"
Sinto-me feliz em acordar e saber que rondo teus pensamentos, assim como se faz você presente nos meus.
Relatos de amor são claramente entendidos
quando as palavras ganham peso e não são mais um vento vazio.
Coragem
É repentina e eficaz
Estúpida,incapaz
Às vezes lava ao delírio
É de verdade inimiga do medo
Se sente esquecida quando separada da emoção
É quase sempre usada as presas
Fica acuada diante da insanidade
Ao ver de um dia, some por receio.
Aparece para livrar a tal da vergonha
Surge para quem gosta de voar
É totalmente descontraída e simpática quando nota que
existe química ou até mesmo a influência.
Se esforça sempre, mas havendo desânimo some sem indícios
declarados de um retorno.
A esperança é como a Fênix, faz com que retorne com força.
Surge, isso surge!
Não é criada, nem ao menos moldada.
É livre! Apenas surge!
Algo que me entristesse muito é que nunca fui amado por ser eu mesmo. Amei tanto um delírio encarnado que me tornei insano por culpa dele mesmo.
DELÍRIO
Sabe você que te amar
é o mesmo que me queimar.
Mesmo assim me procura
dizendo ser a minha cura.
Se eu estive sumido,
foi por estar consumido.
E quando enfim
a dor teve um fim.
Tu me chamas
para jogar-me nas chamas.
Confundiu delírio com euforia, deixando a mercê a própria alegria.
Eis então, o latíbulo mestre, recanto, encanto, lugar de aconchego.
Um abraço é lar, a vida é par, participando, estando, pronto para receber quando já estava tão cabisbaixo.
Alma ausente, dormente, agora é latente, pulsa pela supernova, um novo sentido, um novo perigo, recaído em abrigo do que já lhe tomou conta.
Cresceu, aprendeu que olhos em aurora, são aqueles que em outrora foram de um menino.
Navegando em mar aberto, seu destino? incerto!
E não há intenção de chegar a nenhum lugar.
Sabe-se apenas, que o navegante, que de si mesmo andava distante,
retorna agora, pro seu antigo lugar...
Meu delírio
Na amargura dessa noite meus pensamentos deliram
E se perdem em si mesmo na ocasião de ser feliz,
Penso em me acatar as coisas belas que vejo nas fotos,
Imagino olhar por uma janela de um carro em movimento,
Eu veria tantas coisas passar por minha cabeça,
Com isso eu fecharia os olhos e pensaria nas benditas
Coisas que o mundo tem e que eu tanto almejo.
Pois com os meus pensamentos delirantes eu imagino;
Quem sabe no meu porvir irei servir ao Criador?
Não se sabe o dia de amanha, todos esperaram
Pelas novidades do próximo dia com paciência,
No final de tudo nós iremos prestar conta com Deus!
Então viveremos! Sim viveremos da forma que Deus quer,
E se possível faremos o melhor para Deus,
E assim concentraremos o pensamento para
Que ele não se divida Entre a vida e o delírio.
Nada se constrói no tumulto, a febre é geratriz do delírio, comumente, o despertar traz calma frustração.
Estou amarga, emaciada e os sonhos, vazios.
Eu sorria, com mais um delírio.
Paralisou.
Sou presa do sorriso forçado pelo meu desespero.
Eu menti, eu sempre minto.
Deveria trabalhar com isso.
O futuro distante e vê a mim como todas as promessas.
De velha, de amarga, de fria, de sem cor.
Centopéia rastejante. Eu, criança, desaprendi a andar.
