Degrau
Todos os dias podemos subir um degrau em direção a Deus. Ao meditarmos em tudo o que está mal na nossa vida, com certeza encontraremos uma maneira de chegarmos mais perto Dele. Ele está tão desejoso que confiemos no Seu Amor, pois quando isso acontece, sentimos que nos amamos mais, sentimo-nos mais confiantes, Ele sempre habitou em nós.
Todos os dias Ele se mostra, só que é preciso aprender a vê-Lo e a senti-Lo em todas as coisas e nos homens, com Amor.
A parte mais digna do verdadeiro livre pensador a cada degrau da Escada de Jacob, é quando percebe que deve acolher e agradecer todos os pensamentos vindo a ele, mesmo que por hora não tenha a minima capacidade para entende los.
Ainda que surja uma grande decepção e pareça que veio para te derrubar, ela, na verdade, é um degrau para sua evolução
Degrau a degrau
Eu nunca tive pressa,
nunca corri,
sempre andei
com os meus passos curtos e lentos,
e nessa minha constância
sempre consegui fincar a minha bandeira
no topo das mais altas
montanhas.
Estou no ultimo degrau da arquibancada do estadio conhecido como "Cunha", onde a politica determina o jogada, um jogo sujo reinando de maneira soberana em meio a uma torcida fanática de adeptos que idolatram o seu time e seu técnico que joga de maneira inescrupulosa atropelando os adversários que ousam enfrenta-lo de forma covarde e desonesta....
Do último degrau na geral em meio a torcida desprestigiável, me sinto como um torcedor solitário, meu time a justiça, desclassificada em um torneio que prevalece a vontade da maioria... tenho a visão das torcidas numeradas e dos assentos reservados a elite corruptiva que assiste a tudo degustando do melhor vinho enquanto os da geral se matam por nada em troca.
Uma visão privilegiada possuo, porque posso assistir a tudo e ver todos, posso escolher o meu caminho e sair seguro ao termino desse jogo covarde e brutal entre a corrupção que massacra o direito e a desmazela do povo....
nene policia
Subo a escada,
Degrau a degrau
(...) [(100 + 1) × 50]
Subo a escada,
Degrau a degrau
(...) [5050]
Subo a escada,
Degrau a de Gauss
A mulher buscando se igualar ao homem, desceu um degrau, muito embora muitas iludidas pensem ao contrário.
A mulher é vida dentro de vida, a mulher tem o poder de gerar outra vida, a mulher tem o poder de produzir alimento a partir do seu próprio corpo. Todo arquétipo da humanidade repousa dentro dela, Mãe, Mulher uma só Rainha Universal.
primeiro degrau começa pela sociedade.
segundo degrau segue pelo estado.
terceiro degrau chega pela civilização.
A cada degrau que estive construindo para sua subida, construa de forma resistente pois quando precisa descer nenhum estará quebrado.
Gradeados, o asfalto, telhados,
Uma mureta com degrau,
Lojas, butiques, bazares,
Um açougue liquidando bacalhau.
O DEGRAU QUE NÃO CONDUZ.
CAPÍTULO XIX.
DO LIVRO: NÃO HÁ ARCO-ÍRIS NO MEU PORÃO.
- Dissertações Psicológicas.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
O porão não se revela de súbito. Ele consente. Há dias em que apenas respira por entre frestas invisíveis, exalando uma umidade antiga que não é da terra, mas da memória. Descer é sempre um gesto tardio, porque aquilo que aguarda já estava ali antes do primeiro passo. Nada no porão começa. Tudo continua.
Assim aprendi que o degrau mais perigoso não é o primeiro, mas aquele em que julgamos já conhecer a profundidade. É nesse instante que o chão parece firme, quando na verdade apenas se acostumou ao peso da dúvida. O corpo avança, mas a consciência hesita, pois sabe que cada descida remove uma camada de esquecimento cuidadosamente construída para tornar a vida possível.
Ali há objetos que não pedem nome. Permanecem imóveis não por estarem mortos, mas por saberem demais. Uma cadeira vazia conserva a forma de quem nunca mais voltou. Um espelho opaco não reflete o rosto, apenas devolve a sensação de ter sido visto por algo anterior a nós. No porão, a matéria é cúmplice do silêncio e o silêncio é uma professora severa .
Não há consolo ali. E talvez por isso haja verdade. A dor não se exibe, não suplica, não dramatiza. Ela apenas permanece, como um animal antigo que aprendeu a conviver com a própria ferida. Descobri que sofrer não é o pior destino. O pior é fingir que não se sofre, porque isso exige um esforço diário de mentira que corrói mais do que qualquer ferida aberta.
Então o amor também desce ao porão, mas não como promessa. Ele chega como recordação imperfeita, manchada, por vezes irreconhecível. Ama-se aquilo que não pôde permanecer. Ama-se aquilo que não soube ficar. E nesse amor tardio reside uma ética silenciosa, a de aceitar que nem tudo o que foi verdadeiro conseguiu durar, por isso é ética e não verdade.
Quando retorno à superfície, levo menos do que trouxe. Essa é a única regra que o porão ensina sem palavras. Ele não oferece respostas, apenas retira ilusões. E ao subir, compreendo que viver não é escapar da escuridão, mas aprender a caminhar com ela sem pedir permissão à luz.
Porque quem ousa descer com honestidade jamais sobe vazio, sobe mais lúcido, mais inteiro, e suficientemente forte para sustentar o peso da própria verdade diante do mundo.
No princípio do princípio era tudo trevas, ausência de Deus, que é a luz. Não desanime, um degrau por vez. Fui lembrado que, mesmo quando não sinto Deus, Ele permanece oculto, movendo-me passo a passo. Esse princípio me ensina que cada conquista pequena, um som pronunciado, um passo sustentado, é um reflexo de uma luz que insiste em habitar onde só vejo escuridão.
