Defendo meus Amigos

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Descobri minha verdadeira capacidade, ousando ir além dos meus limites!

Inserida por Tisantana

Quando minhas palavras não puder te confortar, use meus ombros para chorar;
Quando minhas mãos não puder suas lágrimas enxugar, use meus braços para te abraçar;
Quando não souber qual caminho trilhar, use meus passos para te guiar;
Quando tiver sem forças para continuar, use minhas mãos para te levantar;
Quando a tristeza te incomodar, use meu sorriso para te iluminar.

Inserida por Tisantana

Meus braços serão seu abrigo e meu peito, seu porto seguro.

Inserida por Tisantana

⁠Meus Dois Maridos

Um me ama mais que tudo...
É casamento espiritual,
Amor puro e verdadeiro...
Porém, vive na mentira,
Preso ao "padrão social",
E não me escolheu.

O outro me deseja...
Seu corpo inteiro me clama...
Mas não se engane –
Não existe ali nenhuma forma de amor –
Só me quer na cama.

E a minha alma grita...
Sabe bem quem eu quero...
Mas está tão cansada...
E se desespera.
Só quer ir embora,
Longe desses dois maridos infelizes,
Que, de qualquer forma, me machucam,
E nenhum me completa.

E onde fico,
No meio de tudo isso?
Tento preservar
Minha integridade.
Guardo em mim a verdade...
Se não posso tê-los
Por inteiro,
Me afasto...
Vou em paz...
Buscar o que é meu por direito.

Inserida por EdineuraiSaMarSi

dentre as mãos - quisto vivente,
nos encalços dos meus passos,
é o amor que ninguém mais sente,

o soluço de um sorriso calado.

é a dor dos torturados
da opressão e do horror
feito escravo que engole sua dor

sobrevivente de um amor açoitado.

Inserida por gnpoesia

Adeus, adeus
vou deixando os meus

sem dor e cicatriz.

Sorrir, sorrir
o bom da vida é não desistir

das pessoas que me fizeram feliz.

se restar ainda uma verdade
será apenas a saudade.

Inserida por gnpoesia

aonde você estiver guarde meus pensamentos
que lancei aos ventos

guarde-os, para saber que nunca vou te esquecer.

pois não consigo parar de pensar em você.

Inserida por gnpoesia

aos poucos vou perdendo a veneração dos meus amores e o desejo oculto e inquieto que está desvanecendo, vou ficando só e sozinho sentindo os maiores prazeres que podemos alcançar mediante as limitações que nos é imposto, ah quem tanto quero e desejo, faço uma oração a deusa dos prazeres e rogo pra quem te ganhou te fazer feliz e satisfazer toda fantasia que o ser humano inventa...

Inserida por gnpoesia

Se para esquecer um amor é preciso outro amor, prefiro morrer na solidão.

os meus lábios esperam pelos seus, o seu corpo, ah, o seu corpo, sou obrigado a dizer adeus, mas não importa a ilusão, se para esquecer um amor é preciso outro amor, prefiro morrer na solidão.

Inserida por gnpoesia

meus pés tocarão o chão de ruas dobradas em esquinas, iluminada pelo sol adormecido nas água do mar, iluminado pela luz da noite e pelas lágrimas de um tímido luar.

a vida arrisca a sorte no destino das cartas de Tarot e a rebeldia desafia a morte que se faz na arte um mondo novo de horror, a cada rosa que eu despedaço sinto o cheiro de você, amor.

e no silêncio de meus passos, nas palavras caladas que o coração intui, nas esperas pelo sol em frias madrugadas, vou viver o amor, esse esquisito ardor que da vida flui.

Inserida por gnpoesia

Na mansidão de meus olhos vadios, meus dentes saboreando sua carne, calmamente lhe causando arrepios, prazerosamente rasgando-lhe a alma. Sou um leão a deriva em seu furor, domado em teu chicote de amor.

Inserida por gnpoesia

Sei que meus caminhos vão ao encontro teu,
Mas os seus passos fogem dos caminhos meus.
Sigo a essência do poder do teu olhar,
Fecho os seus olhos pra não ver os meus chorar.

Sinto um coração que se pôs a declarar,
Hoje se esvazia, sua voz se fez calar.
Crio uma razão, nova forma de sentir,
Pra que seu coração com o meu possa sorrir.

Fale ô meu amor, pois preciso saber,
Para que assim eu possa escolher.
Vou viver agora a solidão do anoitecer,
Para nunca mais me esquecer de você.

Meu desejo incendeia todo o seu ser.
Em sua fogueira quero feliz morrer.
Um redemoinho sopra forte sem parar,
O nosso amor é forte, e ninguém pode apagar.

Sigo a esperança em sempre te amar
Onde quer que eu vá, hei de te lembrar.

Inserida por gnpoesia

Ah! o Sol que nasce, é de ouro de orfi,
a lua que anoitece os meus abraços tem o cheiro e a presença de mim.

Saí na madrugada fria sentindo o mar contornando o universo, simplesmente, assim, e os pássaros pela manhã que traz o doce afã que tens a mim, arte que venero.

Você é esse céu e meu mistério, meu caminho sem ser meu fim, sozinho.

Nessas doses de vinho.

Inserida por gnpoesia

Se pode desenhar o natal e pintá-lo com lápis de cor? ladrilhando com meus destinos e bordando com meus sonhos em tingimentos que vão-se desbotando nos painéis de minha vida.

Algumas coisas vamos perdendo e vou enxugando minhas lágrimas com outras lágrimas, vitórias ainda pardacentas no equilíbrio de minhas contradições, e o mosaico tecido de minha vida vai ficando de uma só cor que riscam ilusões.

As lutas vão se borrando e vou contornando os pedaços com altivez e bem disposto, e em cada canto clareando com o suor de meu rosto, só pensando em desistir e tentando mais uma vez.

E se pode desenhar o natal e pintá-lo com lápis de cor? o mosaico pardecido, cinzento, mas, renascido, para mais um ano está colorido, meio alegre e destemido, recosturado de amor.

E se pode desenhar o natal, ainda sentindo dor? disfarçado de alegria e com lápis de cor.

Inserida por gnpoesia

E o desejo, com o sol há de se pôr, guardarei nos meus lábios e na minha dor, esse nosso beijo, meu amor.

Inserida por gnpoesia

Ascendi os meus caminhos com a minha lépida pendurada à janela durante a noite. Os seus olhos são luzes ofuscadas e cintilantes do entardecer. O seu corpo são densas nuvens recaídas sobre as montanhas. Te esperei e tu não viestes... Ah! não viestes.

Inserida por gnpoesia

Vi relógios apontando o horizonte, mil relógios desapontando, os meus passos atrasados e distantes.

E vai-se indo no entardecer, as noites indormidas, nas esquinas da vida , a lua insinua beijar-me a fronte, e, mesmo assim distante, vi além mar, o horizonte

Inserida por gnpoesia

As estrelas piscam e brilham,
pequenas luzes distantes,
ilumina os meus instantes,
nos instantes que neblinam.

Essas luzes delirantes,
que no brilho da lua se homizia,
onde está os amores apaixonantes,
que desejei e que amei algum dia?

Perambulando no horizonte,
de leste a oeste,
a procura do acalanto,
onde o sol escurece e traz um novo dia.

Inserida por gnpoesia

⁠E o sabor de café da manhã é um estupefaciente de coisas indormidas e mal nascidas.

Meus cadernos envelheceram nos meus arquivos que param o tempo ao acaso, com informações estúpidas nascidas de minha caligrafia torta.

E os dias se abreviam em opióides para aliviar dores não lembradas mas conhecidas, comprados na farmácia de velho comerciante que me vende medicamentos sem receitas coloridas enquanto o resto são cinzas.

E tudo fica normal ou é normal - o sol nasce, as estrelas brilham - e a noite, a noite chega à revelia de meu relógio descomunal.

E mais uma vez o sol me ilumina todo dia e o dia todo, silenciosamente, e tudo se embranquece e todos são vistos como não são e a igreja toca mais uma vez o repicar de sinos anunciando mais uma morte de um senhor gentil que preferiu para de respirar e esquecer os próprios pulmões congestionado.

Pobres pulmões, o ajudou a respirar profundamente a cada passo rumo ao não sei pra onde.

E tudo isso é normal, e enfurece o que inconscientemente nos conserva por igual em um conjunto de normais que não mais choram.

Nada muda, é tudo parado, mas, estamos andando, correndo, atrás do ônibus que se vai e de amores que não existe e que se desfaz.

Ainda dá pra sentir saudades, de meu avô, de meu pai, de Dona Vera, onde estão? onde estão? e dos dias já idos, adormecidos.

Sinto saudade de minha mãe mesmo estando ao meu lado, saudade do nunca mais querendo ser futuro e do por vir serenando o presente em um sábado a tarde.

Existimos e ainda estamos vivos, sonhamos e ainda desistimos, e chegamos em casa e dormimos, e se houver outro dia? se houver outro dia? Não sei, talvez pra nunca mais.

Inserida por gnpoesia

A poesia não me entrega
nessas palavras
meus segredos se revela
mais a poesia não entrega
quem a ela se revela
engana de forma mais bela
a desilusão de um poeta

Inserida por gnpoesia