Dedicatórias para Fitas de Crianças
"A verdade é que, quando somos crianças e nossos pais fazem tratamento de silêncio, eles não estavam te ensinando algo. Estavam tentando te mostrar que, se você não entrar dentro das expectativas alheias, você vai ser deixado."
"Os nossos desejos são como crianças pequenas: quanto mais lhes cedemos, mais exigentes se tornam" .Provérbio Chinês
Isto se aplica aos vícios. Vamos experimentar e acabamos nos viciando" Ademar de Borba
Fel
Aos 20 você chegou.
E ao olhar para trás vejo que éramos apenas duas crianças.
Você,
Com um olhar doce me fez acreditar que eu era capaz.
Me fez olhar o mundo com garra, e querer mais.
De tudo, sei que muito eu errei.
Mas segui.
Em meio a tantos erros,
O melhor acerto era Você, a Luz que me fazia seguir.
Você me forjou Mãe!
A mais forte e doce que poderia existir.
A ti,
Só resta agradecer.
Você foi paciente e soube aguardar.
Hoje sou melhor,
Mais paciente, mais ouvinte e sem dúvidas, mais alegre.
Muito preciso me desculpar.
Você contudo, me provou como é bom a arte do improvisar.
Crescemos juntos e hoje sabemos o real valor do amar
Faça amizade com uma criança e saberá o significado da pureza de um coração.
As crianças nos lembram do mundo sem máscaras, sem julgamentos, sem pressa. Em seu riso, aprendemos a leveza; em sua curiosidade, descobrimos a maravilha do simples. Ao nos aproximarmos de uma criança, tocamos a essência da inocência e da sinceridade, e redescobrimos dentro de nós mesmos a capacidade de amar com transparência e alegria genuína.
E sim, temos que pensar na proteção de nossas crianças porque no final do dia, são elas que nos salvam.
Não destruam a capacidade das crianças de sonhar. Não desestruturem, em suas mentes, os princípios que orientam a formação da família e dos relacionamentos. Não lhes apresentem como modelo a prostituição, a embriaguez, a violência doméstica, a busca desenfreada por bens materiais ou concepções de sexualidade que contrariem os valores morais e religiosos que suas famílias desejam transmitir. Não lhes vendam uma existência distante de Deus e dos princípios espirituais que dão sentido à vida.
As crianças necessitam de referências que fortaleçam o caráter, a responsabilidade, o respeito, o amor e a esperança. A qualidade moral e humana de uma sociedade depende da formação que oferece às suas futuras gerações.
Neste mundo você doa 30 reais para salvar as crianças da guerra
enquanto outros doam bilhões para que a guerra continue.
"Não deixe que telas com imagens criadas por adultos tirem a imaginação das crianças." — [José Vitor Inácio ]
Ele nunca teve uma árvore para chamar de sua.
Enquanto as outras crianças aprendiam a subir nos galhos, ele aprendia a amarrar cordas. Enquanto aprendiam a cair e serem apanhadas, ele aprendia a cair e se levantar sozinho.
Não havia braços esperando por ele no fim da queda.
Então ele fez das mãos a sua casa.
Ele descobriu cedo que o amor não é uma palavra que se diz. É um nó que se faz. E ele se tornou um artista dos nós — dos nós que seguram, dos nós que protegem, dos nós que salvam.
Mas há um nó que ele nunca aprendeu a dar: o nó que prende uma pessoa à outra sem corda.
Ele olha para Ela e vê uma mulher que ele ama com a força de quem nunca teve certeza de que o amor fica. Cada vez que Ela se aproxima, Ele sente o cheiro do que poderia perder. E ele aperta os punhos, como quem segura uma corda que pode se romper.
Ele cresceu aprendendo que o mundo é um lugar onde as pessoas somem. Não por maldade — por gravidade. Elas se vão como a neblina que ele vê das montanhas: estão ali, e de repente não estão mais.
Então ele segura.
Segura o trabalho, segura os projetos, segura o corpo dela na cama, segura a mão dela na rua. Segura como quem segura a própria existência.
Mas ele não segura as palavras.
As palavras, para ele, são como pássaros que ele não aprendeu a domesticar. Elas voam para longe antes que ele possa nomear o que sente. Porque nomear o que sente, para ele, é abrir a porta do quarto onde a vida já morreu. É lembrar que o colo que teve foi tirado dele.
Ele não fala sobre a ausência que o formou.
Não fala sobre a infância sem porta, sem quintal, sem o som de uma voz chamando pelo seu nome à noite. Não fala sobre o instante em que descobriu que o mundo não tem dívida com ninguém — que o amor não é um direito, é uma aposta.
Talvez Ele aposta n'Ela. Mas aposta com o medo de quem já perdeu a aposta mais importante da vida.
Ele não sabe que o amor não é uma corda. Que não precisa ser segurado com tanta força. Que o amor é como o vento: a gente não segura, a gente sente. E, sentindo, a gente não precisa ter medo de que ele vá embora — porque, mesmo quando vai, ele deixou marcas.
Ele tem marcas.
Cada gesto de cuidado que ele tem por Ela é uma marca da vida que ele perdeu. Cada vez que ele estende a mão para ajudar alguém, ele está repetindo o gesto que a vida não repetiu por ele.
Ele é um homem que aprendeu a ser pai e mãe de si mesmo.
E isso, meu amigo, isso é a coisa mais solitária que um ser humano pode ser.
Então ele não sabe como responder a perguntas. Quando Ela pergunta o que aconteceu, ele responde com o que acontece. Não com o que se sente.
Ela quer o sentimento. Ele oferece o fato.
Ela quer a presença. Ele oferece o corpo.
Ela quer a alma. Ele oferece o que tem: a corda, a proteção, o café quente, a carona, o abraço firme.
Mas não é suficiente. E ele sabe que não é suficiente. E isso, isso o faz sentir-se como um menino novamente: pequeno, incapaz, com as mãos vazias diante de uma mulher que merece mais do que ele sabe dar.
O que ele não entende é que ela não quer mais. Ela quer diferente.
Ela quer que ele se sente no chão com ela. Que ele não tente consertar. Que ele apenas fique. Que ele confie que ficar é suficiente.
Ele nunca aprendeu que ficar é suficiente.
Porque, na vida dele, ficar sempre foi o prelúdio da partida.
Mas agora, com Ela, ele pode aprender. Se ele tiver coragem de desaprender o que a sobrevivência ensinou. Se ele conseguir soltar a corda por um instante e sentir que o vazio não vai engoli-lo. Se ele conseguir acreditar que o amor não é uma coisa que se constrói para não cair — mas uma coisa em que se cai, e se é apanhado.
Ele já foi apanhado por Ela.
Agora, ele precisa aprender a se deixar cair.
... coisa sobre Ele
Pais, mães, tutores, avós, tios e todos que cuidam e ensinam crianças....
Vocês nunca saberão o que é sofrer falta de amor e compreensão, a menos que já tenham vivenciado isso em suas vidas.
Então, deixem de lado o ego, preconceito, discriminação, racismo....
Coloque o amor acima de tudo e de todos para poder dar um bom exemplo e transformar nossas crianças em seres humanos amáveis.
Para isso acontecer, basta vocês seguirem algumas etapas simples, lembrando que para ter um bom resultado, você também deverá se transformar em uma pessoa amável, livre de conceitos pré estabelecidos.
Não crie suas crianças para serem exemplos estereotipados, sexistas, nem tampouco hipócritas.
Os crie para serem educados, respeitar quem os respeita, entender que há diferenças entre todos, terem liberdade de escolha, ter senso crítico, analítico e bom senso também.
Não caberá a mim e à ninguém escolher qual sexualidade meus filhos se identificarão. Cabe à nós instruí-los a melhor escola, a melhor faculdade ou profissão, mostrar à eles que existem pessoas boas e más e como identificar e se proteger delas, explicar que existem drogas, armas e ações que podem trazer más consequências como vícios, auto destruição, presídios e morte.
Eliminem quaisquer palavras de raiva, ódio, ameaças e agressões, substitua com diálogo e bons exemplos.
Sejam amigos das suas crianças, pois é um amigo que eles procurarão nos momentos de angústia, medo e dúvidas.
Tenham um diálogo saudável e sincero com eles e nunca usem contra eles o que eles confiaram à você, para não quebrar o elo entre vocês.
Os respeitem como desejam que te respeite, como ser humano, como pessoa de sentimentos.
Vocês deverão ser a luz na escuridão do saber.
O que desejo é que sejam felizes, independente de gênero.
Ame seus filhos, netos, sobrinhos, entiados, alunos!
Jane Fernanda N
Clamor pelas crianças Um grito contra a violência, o abuso e a omissão diante das crianças do nosso país.
Tags: criança, violência infantil, abuso, tráfico humano, casamento infantil, denúncia social, proteção, sociedade, Marajó
Precisamos agir diante da violência que se impõe diante dos nossos olhos.
Crianças sendo traficadas.
Crianças violadas ainda nas maternidades.
Crianças expostas e vendidas através das redes sociais.
É um erro acreditar que o abuso parte apenas dos homens.
A realidade é mais dura:
Mães que vendem suas filhas.
Mães que violam seus próprios filhos.
Pais que violentam filhas e filhos.
Tios, sobrinhos, avós que abusam de netos e netas.
É lamentável. É inaceitável.
Até quando permaneceremos em silêncio, sociedade?
É tempo de nos levantarmos em defesa daqueles que não podem se defender.
Crianças indefesas. Crianças vulneráveis.
Não podemos naturalizar em nosso país práticas como o casamento infantil sob o pretexto de cultura.
É dever de todos lutar.
Que haja misericórdia e, sobretudo, vigilância.
Observemos nossos filhos, netos, sobrinhos e também as crianças ao nosso redor.
Estejamos atentos aos sinais. Estejamos atentos aos pedidos de ajuda silenciosos.
Porque crianças gritam mesmo em silêncio.
E esse grito já não ecoa apenas na Ilha de Marajó. Ele atravessa o Brasil inteiro.
© 2026 Márcia Reis Nazar. Todos os direitos reservados.
Já dizia o poeta
"Eu fico com a pureza das crianças"
Eu fico com a gritaria das crianças
Eu fico com bagunça das crianças
Eu fico com o bate-boca das crianças
Criança não precisa esperar
Hora pra falar com outra criança
Crianças são felizes
No Barulho
Crianças agora vão às escolas para "FARMAR AURA". Enquanto países de primeiro mundo formam jovens QUALIFICADOS para serem patrões, nós aqui no Brasil, continuamos criando jovens alienados e subservientes para servi-los no futuro!
Sonho e Ilusão
Sonho com um mundo melhor, onde crianças brinquem como crianças,
Que as pessoas trabalhem, lutem, vivam com esperança.
Sem roubos, violência, desastres e ganância.
Sonho em ver os pássaros livres, cantarolando suas melodias,
Em saber que todos têm comida para por na mesa ao meio-dia.
Que os jovens desfrutem da vida com grande sabedoria
Vejo alguns planejando suas viagens para Caribe, Itália e Japão.
Enquanto milhares tentam ir ao mercado comprar leite e pão.
Vivemos neste mundo desigual esquecendo que somos irmãos.
Um mendigo bate a nossa porta, pede comida e dizemos não.
Na manhã seguinte a comida que sobrou vai alimentar o cão.
Nosso semelhante é abandonado ficando sem casa e sem chão.
Vivo nesta utopia de achar que um dia teremos a emoção
De olha para o lado abraçar alguém e dizer “você é uma benção”
Isto tudo é um sonho, que mais parece uma grande ilusão
Se Deus existe e não consegue proteger suas crianças de serem abusadas sexualmente em seu próprio lugar de adoração, então quem ele é?
Crianças são especiais para quem ama a infância, pois proteger essa fase é a melhor missão que um adulto pode ter. Fica a dúvida: quem cuida de quem? O adulto cuida da criança ao dar atenção, limpar a roupa e defendê-la de quem é ruim. Mas a criança também cuida do adulto com um abraço sincero e com as palavras exatas que a gente precisava ouvir. É uma troca de ajuda e de amor. Diante de tanta pureza, é difícil entender por que existe quem queira fazer o mal contra elas, mas o futuro sempre cobra o preço de cada ato. Cuidar de uma criança é proteger o que há de melhor no mundo.
Como devemos tratar nossas crianças?
Essa é uma pergunta que muitos responderão prontamente: "Com amor." E essa resposta está certa. Mas, logo percebemos que apenas o amor não é suficiente para educar uma criança.
Vamos começar por nós mesmos e voltar um pouco ao passado...
Talvez você tenha ouvido frases como: "Você não sabe fazer nada direito. Saia daí, deixe que eu mesma faço!" Ou então: "Você não sabe nem segurar um copo!", logo após derrubar um copo de vidro ao tentar beber água. Isso quando não vinham os xingamentos.
Essas são frases que muitas pessoas ouviram repetidamente durante a infância.
Mas por que, quando era a criança da visita que derrubava um copo, o tratamento era diferente?
Quantas vezes ouvimos nossas mães dizerem: "Não tem problema, deixe aí que eu limpo."
E é justamente assim que deveríamos tratar nossas próprias crianças: com a mesma tolerância, compreensão e respeito que oferecemos às crianças dos outros.
Afinal, derrubar um copo, deixar um objeto cair ou esbarrar em alguma coisa é algo normal. Isso não acontece apenas com crianças, mas também com adultos. Às vezes por distração, pressa, cansaço ou falta de atenção.
Esses acontecimentos não significam que a criança seja incapaz. Porém, quando ela é constantemente criticada ou humilhada, pode começar a acreditar que realmente não é capaz.
Quando experiências negativas se repetem com frequência, aumentam as chances de a criança desenvolver medo de errar, baixa autoestima, insegurança e até dificuldades para experimentar coisas novas, por receio de ser criticada.
Então, voltando à pergunta: como devemos tratar nossas crianças?
Com amor? Sim. Mas o amor, sozinho, não basta.
Devemos compreender e respeitar os sentimentos delas. Precisamos exercer empatia, paciência e acolhimento, sendo a base segura de que elas tanto precisam. Devemos educá-las com palavras que fortaleçam, com atitudes que inspirem confiança e, claro, estabelecendo limites, mas sempre com respeito.
Portanto, trate sua criança como a criança da visita!
— Kaiane Macedo
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