Dedicatórias para Fitas de Crianças

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Há muitas pessoas (crianças) que crescem doentes, morrem jovens e são enterradas velhas.


Tudo isso é por falta de Cristo!

Ensinar às crianças é a razão da minha existência; pois se não o fizer não mereço viver.

Eu prefiro entregar minha vida me dedicando com as crianças que poderão aproveitar o meu ensino, do que com os adultos que jogarão no lixo.

A minha maior alegria é a salvação das crianças!

Muitas vezes na vida pensamos que os sonhos se acabaram que sonhos são apenas para crianças e jovens...mas não... eles adormecem a cada decepção e acordam a cada superação,então jamais pense que acabou, pois os sonhos sempre se renovam a cada fase de nossas vidas,nunca deixe de sonhar,sonhar é viver o que ainda não alcançamos.

Vivemos em um mundo onde existem adultos aos 12 anos e crianças aos 60 anos.

Enquanto o Estado regula com cautela e as plataformas lucram com velocidade, crianças e adolescentes seguem sendo o custo invisível da inovação digital.

Quando crianças nós acreditávamos em monstros debaixo da cama, no armário. Quando crescemos, vemos que os monstros estão em nós e na nossa mente.

Quando éramos crianças, achávamos que os monstros estavam embaixo da cama e no armário. Depois que crescemos, vemos que os monstros estão em nós mesmos.

"Há crianças feridas em adultos difíceis."

Crianças ensinadas a proteger não crescem para machucar.

Educar as crianças é como plantar sementes para um futuro melhor. Quando ensinamos valores como empatia, resiliência e pensamento crítico, estamos preparando adultos capazes de enfrentar desafios, contribuir para a sociedade e construir relações saudáveis.

Minha maior força é estar onde a vida pede urgência: na defesa e proteção de crianças, adolescentes e mulheres. Já colaborei com o TMJ UNICEF, faço parte da Rede Mulheres do Brasil e atuo no Mapa do Acolhimento, oferecendo escuta, acolhimento e orientação a mulheres em situação de violência. É nessa missão que encontro meu verdadeiro lugar.

O que restará do mundo sem seu olhar? Quem protegerá as crianças, a natureza, os frágeis valores que defende? Seus projetos, seus grupos, seus gritos e músicas desaparecerão no silêncio? Sua birra, sua marra, sua casa, seu poder e até sua pretensão ...
Afinal, o que é você sem tudo isso que chama de "seu"? Talvez a resposta não esteja no que deixa, mas no que é quando nada o define. Sem as referências, descobre que sua essência é anterior a qualquer posse ou papel. E que, talvez, o mundo seguirá, ...

Educar as crianças é investir no futuro! Quando ensinamos valores, conhecimento e habilidades, estamos moldando cidadãos conscientes e capazes de contribuir positivamente para a sociedade. É uma responsabilidade compartilhada que pode transformar gerações!

Tenho um caderninho de desejos e pensamentos, daqueles bobos que fazemos como as crianças que sempre somos; nele, encontrei meu próprio nome escrito em diferentes linhas. Uma, procurando significado; outra, querendo beleza; mais uma, repetindo sabedoria; e outra, mais profunda, rasurada várias vezes, com marcas úmidas denunciando o choro, almejando liberdade.


Pisquei algumas vezes e senti o almiscarado de minha pele se tornar sujo, como se o mero desejo de ser livre fosse indigno para alguém como eu. Outra gota pinga no papel; não é preciso da data para perceber que meus sonhos são atemporais e carregam minha essência perdida consigo. Uma risada em descrença sai embargada de minha garganta, e os nós de meus dedos ficam brancos, rasgando repetidamente não o papel, mas sim minha prisão interna.


A presidiária olha de um lado para o outro, seus olhos baixos percorrendo as grades intimidadoras que a cercam. Ao seu lado, uma garotinha de cerca de seis anos a observa de cima a baixo, demorando-se nas algemas que começavam a enferrujar em torno de seus pulsos. A presidiária ri em escárnio e lança um olhar particularmente rude em resposta. A menina, por outro lado, parece se divertir e balança os pequenos pés no ar antes de gargalhar.


A criminosa franze as sobrancelhas e se aproxima lentamente, como um predador à espreita, com os braços cruzados e uma curiosidade crescente. O olhar daquela garota era familiar, e seus dedos pequenos batucavam na parede mais próxima; o barulho, misturado às respirações descompassadas, era o único som do local.


A jovem ousa conversar com a mulher, balbuciando coisas banais e fúteis, como seus gostos favoritos, aquela série específica que, por um acaso, era a favorita da malfeitora, e até sobre o time de futebol para o qual ela torcia. O papo, no começo hostil e desconfortável, torna-se aos poucos acolhedor; e, assim que a mais nova ri pela milésima vez de sua própria piada sem graça, as algemas da mais velha caem em um baque único contra o chão. A liberdade, silenciosa e subjetiva nos pensamentos diferentes — mas tão iguais — das duas, finalmente chega.


Quando pisco novamente, outra gota molhada cai sobre o caderno, embaçando minha visão e me trazendo de volta à dura realidade, que, anormalmente, estava mais quieta que antes — perigosamente próxima da paz. Meus dedos esguios e trêmulos viram a página completamente encharcada e, mesmo com as palavras tortas e a grafia errática, sorrio de canto ao compreender: não sobrevivi, mas, enfim, vivi.

Elas são essenciais

⁠Quando somos crianças, queremos atenção, carinho, brinquedo.
Quando somos adolescentes, bobinhos demais, queremos estar só com os amigos.
Quando nos tornamos adultos (às vezes só no título), muitas vezes achamos que já sabemos tudo e não damos a elas o valor necessário.
Quando nos tornamos mães e pais, com um novo olhar para os nossos filhos, aí sim, reconhecemos o tesouro que temos em nossas vidas: Nossas mães.

As crianças amam o mundo sem medo,
confiam sem reservas,
e enxergam beleza até no que o tempo esqueceu.


Elas não precisam entender o amor,
elas o são.


Na pureza dos gestos,
na risada sem motivo,
na amizade que nasce num olhar.


Ah, se o mundo tivesse o coração de uma criança,
o amor seria simples,
e a vida, um eterno brincar.

Precisamos que nossas crianças cresçam sem a margem do lucro que um dia vai se somar à vida adulta, sem esquecer que a única memória com valor real da vida é a que conseguimos superar com a dor do sofrimento que nos faz crescer!

O orgulho de ser pai de filhos adultos plenos ameniza a saudade das crianças que eles foram um dia .