Dedicatórias para finalistas pré-escola
Ensinar
é uma arte que caminha em via de mão dupla e traduz com execelencia a lei do retorno, você ensina e gera aprendizado a si mesmo.
Assim diz o Senhor: Porque dúvidas da minha maneira de trabalhar?
Não sou Eu Deus de perto e também o Deus de longe?
Porque estás abatida e desacreditada?
Quem foi que te fez a promessa de salvação é vida eterna?
Sou eu homem para mentir? Queres ver a minha glória? Coloca-me diante do teu impossível, e tu verás, que sou o Deus que levanto, restauro, dou vida, exalto, abato, faço conforme o Meu querer!
Confia em Mim, e verás a Minha glória, na tua vida e na dos teus queridos, assim diz o Senhor dos Exércitos que peleja por ti!
Pessoas admiráveis
São aquelas que você sente vontade de estar sempre perto, ouvir sua história de vida, aprender mais e extrair o máximo de lições que gerarão aprendizados aplicáveis no dia a dia.
A forma da vida, conhecida pelos humanos, expande-se pela tecnologia digital. Quizás, temporalmente, o biológico tornar-se-a ferramenta do lógico.
O fim de todas as espécies e criaturas da Terra é estarem em constante transformação, entregando às futuras gerações um processo contínuo de aperfeiçoamento de sua própria natureza. Somos naturalmente inspirados a nos superarmos e a evoluirmos diante das dificuldades. Sem as dores e dificuldades não há processo de mudança. É enfrentando nossas dificuldades e limitações que adquirimos as capacidades necessárias para dar continuidade ao fluxo dessa contínua evolução.
Ouça a voz de Deus.
Não precisa ver para crer no PAI.
Ele satisfaz o coração que com amor aceita o Senhor.
Como Ele não há.
Sua voz acalma qualquer mar:
Seja mar de dor ou de desamor...
Ele traz a paz!
Queira senti-lo, queira vivê-lo, queira amá-lo, adorá-lo...
Não despreze esse convite de amor que Deus te faz!
Deixe Deus morar no seu interior!
Queira conhecê-lo mais!
Aprenda a ouvi-lo.
Compartilhar conhecimento não faz você melhor do que os outros, pelo contrário, todo professor é aluno duas vezes!
Ensina-me a voar?
Quero te alcançar...
Ensina-me a viver?
Quero te conhecer...
Quero cair na tua rede
Quero viver da tua sede
Como mestre e aprendiz...
Então me diz,
Ensina-me a voar?
🕊
DUREZAS
Quando uma flor nasce na rua
Brota em uma fresta de muro
Ou germina entre o vão de uma telha
Acho que a natureza tem algo a dizer.
Ela era como o rio...
Seguia seu curso, ultrapassava os obstáculos, às vezes com dificuldade.
Alguns viviam nela, outros eram como peixes de estação, passavam um tempo e logo iam embora. Mas todos lhe ensinavam algo.
E tudo que jogavam nela, ela deixava que escorresse com a água. Não guardava nada que lhe fazia mal, e as coisas boas brotavam em suas margens.
“Uma das coisas mais horríveis que um ser humano pode fazer, é falar mal de algo ou alguém que já foi motivo da felicidade...”
O pato e a galinha
Imponente e bem seguro, Lorde-pato aprumou-se à beira da lagoa. Passeou o olhar pela superfície plácida que se estendia a sua frente e à margem verdejante, antes de arriscar alguns passos vacilantes. O sol, decerto lhe fez mal. Perambulou até encontrar descanso nas raízes de um tronco e ali adormeceu.
Algumas horas depois, acordou com um leve toque em suas asas.
– Não está me escutando, galinha Arabel?
– Quem? – questionou o pato, ainda sonolento – Uma galinha?
Mas a voz insistiu:
– A senhora anda muito dorminhoca ultimamente... – disse a toupeira risonha para um pato agora acordado e muito perplexo. – Esqueceu-se de que me pediu notícias de sua irmã no sítio vizinho?
O Pato não se conteve: – Dona Toupeira, acaso está me confundindo com uma galinha? Não vê que sou Lorde-pato?
A toupeira emitiu um ruído de surpresa – Ora, mil perdões, Sr. Pato. Ao tocar sua plumagem tão macia, pensei que se tratasse de Arabel. Não enxergo quase nada e, por isso, sempre marcamos nossos encontros próximos ao Ipê.
– Pois bem! Era só o que me faltava! Uma toupeira a tratar-me feito galinha...
– E ambos não possuem um parentesco próximo? Qual o motivo da ofensa?
– Ora, pois! O fato de ser um mamífero não o eleva a condição de uma ovelha!
– Nem o pretendo ser – ponderou a toupeira constrangida.
O pato se levantou e bateu as asas num protesto.
– Caso não saiba, sou doutor na arte de ensinar a postura ideal às aves da Fazenda. Tenho títulos e prêmios que venho adquirindo a cada torneio. Já fui campeão três vezes na modalidade mergulho e meus voos atraem visitantes de todos os cantos, pois foram registrados como aparições inesquecíveis. E, num engano infeliz, vem o senhor atribuir-me a qualidade medíocre de uma galinha.
Nesse momento, já presenciando o diálogo há algum tempo, protestou Arabel:
– Ei, calma aí! Posso saber como se dá o direito de me chamar de medíocre? Sou mãe de mais de duzentos filhos... pintos que fui obrigada a ver partir sem escolha. Eu e minhas companheiras contribuímos para o sustento da fazenda com nossos ovos e ciscamos todo o terreiro ao redor da casa, recolhendo insetos, impurezas e até serpentes. Não se esqueça de que fazemos parceria na cata de parasitas do gado. Além disso, os galos anunciam cada amanhecer, cronometrando o tempo de descanso e lida dos trabalhadores. Está certo, patos são patos e galinhas são galinhas. Somos aves diferentes, papéis diferentes, mas ainda assim aves e nossas conquistas ou títulos não nos segregam em categoria de melhor ou pior. Não exiba seus prêmios como se fossem capazes de diminuir a minha história de vida. e se quer um conselho desta galinha que voz fala, não perca tempo em provar que é superior, a verdadeira sabedoria não está no fato de se tornar um mestre, lorde ou seja lá o que for, mas em reconhecer as diversidades e entender que além do que somos ou podemos ser, existe um mundo ao nosso redor. O que é grande se revela por si só.
Após trocar algumas palavras com a toupeira e marcar novo encontro, a galinha partiu ofendida. E lorde-pato esteve a refletir sobre a colocação de Arabel durante toda a noite. Afinal, sempre se preocupou tanto em aperfeiçoar-se para ensinar os outros patos, que se esqueceu de aprender.
Na manhã seguinte, o pato tomou uma decisão. Sua influência de mestre não seria em vão. Até a próxima temporada, estaria aberto o centro de reflexões filosóficas para as jovens aves. Seria um espaço ideal para a convivência dos filhotes que, independentemente da origem, iniciariam seu desenvolvimento interior, na arte de saber respeitar e valorizar as diferenças, desde a mais tenra idade.
Esquecer e não lembrar são coisas completamente diferentes, normalmente quem não apreende o que quer é por não saber como lembrar.
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