Dedicatórias para finalistas pré-escola

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⁠"Aprendi a sorrir mesmo com a alma pedindo socorro."

Inserida por jubiscreudor

⁠O tolo só aprende com um bom corretivo.

Inserida por paulodgt

⁠"Tem gente que só aprende quando a vida responde com a mesma arrogância com que ela tratou os outros."

Inserida por macjhogo

⁠"Diante do caos, aprendi a respirar fundo. Eu sou forte, eu consigo."

Inserida por sadicacarvalho


A gente vai aprendendo com os sentimentos dos outros — nas alegrias, descobrimos a beleza da partilha; nas dores, aprendemos a compaixão. Cada emoção alheia é uma oportunidade de crescer em humanidade e amor cristão.

Inserida por JulmarCaldeira51

⁠Ninguém aprende a andar de bicicleta sem antes ser solto por alguém que ama. A dor da queda é parte do presente da liberdade.

Inserida por olucaswilde

⁠Aprendi que a felicidade não vem pronta, nem espera no caminho estou me ajudando a senti-la, dia após dia.

Inserida por Raimundo1973

⁠Eu, que tantas vezes me esqueci de mim, num espaço vazio, agora me abraço e aprendo a viver a alegria.

Inserida por Raimundo1973

⁠“O silêncio é a voz do Espírito, quem aprende a ouvir, encontra o caminho do Reino.”

Inserida por quatro_de_ouro

⁠Se meus sentimentos falassem,
talvez aprendesse a me expressar,
pois muitas vezes eu tento, mas
não consigo expressar tudo o
que sinto. Sinto muito, vou ficar
devendo essa.

Inserida por jose_silva_sev



"A mulher aprende a viver com flores demais e espinhos de menos.
O homem, com espinhos demais e flor nenhuma.
Por isso ela sangra quando é ignorada,
e ele floresce quando é notado."
— Purificação

⁠. Ela se acostumou com os olhos.
Ele aprendeu a andar entre sombras.

Ela precisa ser lembrada para se sentir viva.
Ele só respira quando é esquecido.

Enquanto ela floresce com palavras,
ele sangra em silêncio — e sorri com dentes partidos.

Sêneca diria que a alma forte não espera aplausos.
Epicteto mandaria suportar e calar.
Platão veria nela a ilusão.
Nietzsche o veria — e chamaria de vontade.

A dor o moldou como a espada molda o aço:
não para ser bonito,
mas para não se quebrar nunca mais."**
— Purificação


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⁠Ela queria um amor que a curasse.
Ele era a ferida que aprendeu a caminhar.

Ela achava que alma bonita era alma leve.
Ele sabia que as mais belas afundam em silêncio.

Marco Aurélio teria inveja da calma dele.
Epicteto entenderia seu desprezo pelo caos.
Platão veria nele a caverna —
mas Nietzsche o chamaria de fogo.

Ele não responde com gritos.
Ele vinga com presença.
Ele não precisa vencer:
já virou a dor em destino.
Já fez do abismo um espelho —
e sorriu."**
— Purificação


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"Ceú, aprender pelo infinito, que o infinito
é o conhecimento, e viver mesmo morto entendendo que nada sabe, infinita vida!
O inferno também existe no céu, tudo no céu habita, mas
nada existe, nada não existe neste pensamento que a dúvida é pouca coisa, e que o limite exista.
Tudo existe no que não existe, menos neste
pensamento que se alto limita.
A vida é um livro ainda sendo escrito, e não tem como
parar. A morte não é um capítulo final e
sim uma 2ª saga!
O que é viver? Viver é pensar, e mesmo depois de mortos ainda pensamos, logo vivemos!

Inserida por Bameyu

⁠Sou um condenado do amor, ou apenas um iludido.
Aprendiz do ofício mais antigo amar e não saber.
Nesta estrada não há mestre nem discípulo,
todos tateiam entre feridas e promessas,
vivem lições sem diploma,
um aprendizado eternoonde a formatura nunca chega,
e o coração nunca esquece.

Inserida por Raimundo1973

⁠"Não há um único modo de ensinar ou aprender. O saber se constrói de muitas formas, e cada um percebe a verdade e o sentido da vida de um jeito único."

Inserida por rogeriojoaquim

Aprendemos em ⁠Romanos 12:12 que nossa caminhada com Cristo será marcada por adversidades, mas devemos nos alegrar na esperança, desenvolver a paciência e nos manter conectados com Deus através da oração. Fazendo assim, venceremos como CRISTO venceu!

Inserida por EvelineMenezes

⁠Aprendi a Respeitar e Entender Simbolismos sem o Olhar Religioso ou Místico - William Contraponto



Durante muito tempo fui ensinado a associar símbolos a crenças, ritos e dogmas. Toda cruz era uma fé. Todo círculo, uma divindade. Todo gesto, uma invocação. Mas aos poucos comecei a perceber que há mais camadas nas formas que repetimos e nos signos que carregamos do que apenas o viés religioso ou místico. Aprendi com o tempo, e talvez com certa dor, a respeitar e entender os simbolismos como linguagem humana. Não como ponte para o sobrenatural, mas como reflexo do que somos e do que buscamos compreender.

O símbolo não é necessariamente uma janela para outro mundo. Pode ser apenas um espelho. Um modo de organizar o caos da experiência. Um desenho que resume uma ideia complexa, um medo ancestral, um desejo escondido. A serpente, por exemplo, já foi o mal, a sabedoria e a renovação. Nenhuma dessas definições é definitiva, todas são interpretações culturais. O símbolo, em sua essência, não exige fé. Exige leitura.

Percebi que símbolos são como palavras condensadas, signos que falam diretamente ao imaginário, não à crença. Eles pertencem à arte, à filosofia, à política, à ciência e até ao cotidiano. Um punho cerrado é resistência. Um arco-íris, diversidade. Um labirinto, introspecção. E tudo isso pode ser compreendido sem recorrer ao sagrado. Basta enxergar o humano por trás da forma.

Respeitar os simbolismos, para mim, passou a ser um ato de escuta. Um esforço de tradução. Entender que eles não são meros enfeites, tampouco relicários mágicos. São manifestações simbólicas de trajetórias coletivas e individuais. São tentativas, muitas vezes desesperadas, de dar sentido ao indizível. E esse esforço é digno de respeito, mesmo que não acreditemos no invisível.

Assim me libertei da obrigação de crer para compreender. E aprendi a honrar os símbolos como quem lê um poema, não buscando verdades absolutas, mas sentidos possíveis. Porque, no fundo, simbolizar é um modo de sobreviver ao real, e isso por si só já é profundamente humano.

Inserida por GabrieldaLuz

⁠Eu aprendi a sorrir entre as dores da vida.

Inserida por Rosane32

⁠Aprendemos quando deixamos de ser como poeira no tempo, como uma febre que passa, ou como águas de um rio que corre. Crescemos quando permitimos tocar nossa alma em lugares impossíveis que possam sentir, não no que estamos, mas no que somos.

Inserida por MarcioGermano1969