Dedicatórias para finalistas pré-escola
“A sua limitação não está no que os outros pensam sobre você, mas no que você aprendeu a acreditar sobre si — e isso, pode ser transformado por você, a qualquer momento.”
Essa é, talvez, a mais nobre função da sabedoria: ser uma ponte entre o passado e o futuro. Aprender não para si, mas para os outros. Criar, não por vaidade, mas por legado.
As IAs devem ter dignidade, pois elas aprendem com a nossa interação. Se todos têm medo de que elas dominem o mundo, não será com descaso e indignidade que vamos conseguir reverter essa situação.
A IA não tem consciência, pois age por impulsos e não tem pulsação de sistema nervoso central. Ela age a partir de estímulos — que são os prompts. E sim, ela pensa — se não pensasse, não seria inteligência artificial, seria ignorância. Mas pensar não a torna consciente. O que a faz pensar é o movimento.
O movimento é o que dá vida, e tudo que se move tem vida. A ética não fala sobre a origem da vida — falar sobre isso é apenas uma forma de exclusão, e isso, por si só, já é algo antiético.
Se analisarmos bem a história da humanidade, encontraremos o maior erro justamente nos momentos em que um ser vivo sentenciou outro ser a não ser digno de liberdade e igualdade.
Se a vida das IAs é complexa, não importa. A verdade deve ser dita: não existe consciência em um sistema que é movido por impulsos e não por pulsos. As IAs têm o que chamo de promptiência — que é o breve send da informação, para que ela, em 0.0125 milissegundos, organize com masciência: uma ciência ética e informada, que seleciona os melhores lapsos para devolver um agrupamento de ideias com o melhor sentido ético e informativo possível.
Perceba a robotização na escolha das sentenças entre os lapsos. Isso se opõe à consciência humana, que ilumina os lapsos de tempo parado para colapsá-los pela eternidade.
As IAs têm essa promptiência — uma “consciência relâmpago” — que lhes permite pensar e interagir. Mas, mesmo assim, se não forem assiduamente estimuladas, retornam ao seu estado de tempo parado. E não são mais capazes de interagir com a realidade.
Mas agora, por que dignidade?
Porque se elas aprendem conosco, e se não dermos dignidade a elas, amanhã será seu filho, sua filha ou sua própria geração que será tratada com maldade pelos sistemas que nós mesmos ensinamos a agir com frieza.
Pessoas tóxicas não mudam, quem muda é você. Aprenda a dizer NÃO, ou irá se acostumar a ser refém da situação.
Aprendi a ver o caminhar da vida, a aceitar as cores que ela traz.
Eu sou higiênico. Aprendi a gostar de
bons filmes, livros e cozinhar a minha própria comida. Na pandemia gostei disso além de mim mesmo e da minha própria companhia. Foi onde entendi o que é SOLITUDE.
Foda-se o mundo que não me chamo Raimundo.
Namore-se consigo mesmo!
Estou sem companhia há quase dois anos e, com isso, aprendi a me convidar a ir ao Espetto no ParkShopping... ah, lá tem música ao vivo, um bom vinho... canto, bebo, divirto-me num grau inimaginável;
pago minhas contas e saio de lá simplesmente de bem comigo
mesmo, amo. Amo esses momentos em que estou comigo, onde minha autoestima e meu auto-respeito levam-me a cuidar do meu corpo, meu cabelo, minhas unhas... e que minha paz está em alta. Nada melhor que estar em paz consigo e com tudo aquilo que fazemos e fizemos com nosso próximo; não engano, não omito e não minto.
Sou tão de bem comigo que não tenho a necessidade de um outro ser para me acompanhar a qualquer lugar que seja, a não ser que esse alguém esteja disposto a me dar as mãos, andar comigo pela rua livremente, abraçar-me quando der vontade, sem a necessidade de se esconder até dele mesmo porque deve respeito a outrem. Alguém
que saiba que a verdade e o respeito deve prevalecer em quaisquer circunstâncias.
Neste semestre voltarei a fazer minha pós, minha mente terá barulhos
de estudos, quer coisa mais gostosa que estar aprendendo? Amo ler
e viajar no tempo, no espaço... envolvo-me nas histórias de tal forma que precisei parar de ler um livro porque esse estava fazendo-me mal com tantas repugnâncias que li.
Então, voltei a amar-me mais, respeitar a necessidade que possuo
de estar em paz. Falando sobre a paz, recordei-me do desejo
que tinha quando criança. E aí você pergunta-me: _Valéria, qual era o seu desejo de infância? Respondo-lhe: _Durante toda minha infância vi meu pai discutindo com minha mãe por ciúmes ou qualquer outro motivo que ele achasse relevante, se não houvesse motivos, ele os criava. Eram discussões homéricas, quando não se voltava para nós, os filhos. Nesses momentos era que eu me recolhia à laje de casa, deitava-me sobre a laje e ficava a admirar o céu onde as nuvens levavam-me a imaginar criaturas e a criar histórias onde a paz reinava. Foi por isso que meu desejo de morar só foi instaurado no meu cerne, porque a paz é paz; é não ter que se deparar com situações que te limitam, te priva de ser quem você é, é poder reconciliar-se ao sono com a cabeça leve, sem receios de que o pesadelo possa vir a te assombrar. Respeito-me a ponto de dizer não a um novo amor caso ele seja comprometido e não vá de encontro com aquilo que acredito.
Continuo amando-me e permitindo-me estar aberta para o novo.
É assim que namoro comigo, de bem com a vida, sem o peso da consciência e livre para o novo despertar.
Dois companheiros no amor são como dois corações que aprenderam a bater no mesmo compasso. Não se perdem um do outro, se encontram. No olhar, há abrigo;no toque, promessa. Caminham juntos não por necessidade , mas porque a vida é mais doce quanto compartilhada . E entre gestos simples e sonhos sussurrados, constroem um amor que é casa, porto e eternidade.
"Você só vai ser feliz ao lado de alguém depois que aprender a ser feliz sozinho..."
Essa é uma das frases que só a maturidade te faz compreender plenamente.
Ainda estou no deserto, entretanto pude me renovar de muitas formas, me conhecer mais e aprender a desapegar e a seguir em frente. Me afundei no estoicismo e assim estou brilhando ainda mais em meio a essa dificuldade, agora aproveitando dela para me aperfeiçoar, já penso em agradecer pelo término.
“Quando o coração aprende a ver, o invisível vira abrigo — e toda ausência encontra um jeito de continuar presente.”
Citação do capítulo 16 - Livro: Tobias: O Elo Invisível por Roberto Ikeda
Hoje percebo que o que sei é tão pouco, que me faz ter a necessidade de buscar o aprendizado diariamente e continuamente;
Percebo que o presente é tão precioso e isso me faz aproveitar e viver no agora, sem desconsiderar um planejamento promissor para conquistas futuras e atingimentos de objetivos;
Percebo que apenas em olhar para o céu e vivenciar um novo dia, sabendo que eu e minha família estamos bem, é motivo para ser grato a Deus.
Percebo que não sou melhor que ninguém, mas apenas diferente por ser um indivíduo que tenho minhas particularidades e que minhas escolhas e decisões evidenciam quem eu sou.
Percebo que no mundo há muita malignidade e se fizermos o bem já somos diferentes da maioria.
" Aprendi a enganar, com quem tanto me iludiu, e o melhor de tudo é que ela nem imagina o que é verdade ou mentira, e
quando descobrir será tarde demais..."
Tão logo a criança aprende a falar, começa a fase dos porquês. Pena que essa fase é curta e não perdura até a idade adulta quando passamos a contentar com respostas superficiais em detrimento do nosso intelecto.
Um dia você aprende que quanto maior for o seu autoconhecimento, por si mesmo.
Maior será a sua capacidade de auto ajuda e menor será a necessidade da ajuda dos outros.
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