Dedicatorias Fitas Finalistas Pai
Sem Deus, eu estaria eternamente perdido, mas pela sua infinita misericórdia, eu pude aceitar pela fé, a pessoa do Seu Filho, Jesus Cristo, como meu único Senhor e Salvador, e foi únicamente, através d`Ele, que eu obtive, a minha eterna salvação.
“Tanto faz o dia em que estamos, mamãe me pergunta o tempo todo que dia é esse. Ela está vivendo em um tempo fora do tempo, em um espaço quase sem lembranças.
Por mais que procure algo familiar aqui na minha casa, ela não o encontra, quer as amigas, o cheiro de fumaça de caminhão, o barulho do escapamento, este lugar não cabe no coração dela.
É como se flutuasse acima do mundo real e se protegesse de tudo com esse manto de insanidade.
Ela tenta se agarrar às lembranças das avós, dos irmãos quando eram crianças, na tentativa de resgatar a mulher que ela está perdendo.”
Meus pais pediam insistentemente, para eu leva-los de volta para casa.
Papai nunca saiu de sua casa, mas a casa saiu dele; mamãe morava comigo, mas nunca saiu daquela casa, que ela sonhava retornar.
Aos poucos eu fui entendendo o que significava “voltar para casa”. Eles querem resgatar a casa que um dia abrigou Felicidade, na verdade eles queriam voltar para aquela Felicidade.
Não era a casa de tijolos e portas, janelas e piso rangendo.
Era a casa que abrigava o barulho das crianças brincando; o cheiro de café e o gosto de bolo de fubá; o perfume do travesseiro, que guardava seus segredos; o cheiro do bife que só mamãe sabia preparar; o perfume do dia de limpeza e o cheiro da pipoca.
A casa era a maçaneta da porta rangendo, quando papai voltava do trabalho; ou o pano de chão sobre o tapete, que mamãe insistia em colocar para manter o tapete limpo.
A casa para onde eles querem voltar é feita dos detalhes da torneira pingando, que papai adorava consertar; do batente arranhado pelas escaladas das crianças inquietas; é a casa que abrigou o sonho de família, de felicidade, de prosperidade; a casa paga em muitas prestações, e cada uma delas tinha um gosto de vitória…
Eles querem morar naquela felicidade, e eu também”
E de forma imersiva a solidão, encontrei-me quando partiste e esqueci quem um dia fui nos melhores dias ao teu lado.
A partida
Ele partiu
Mas partido ficou
O coração
A alma
A calma
Abalada
Desnorteada
Sem mágoas
Nem amarras
Elevada
Confortada
Sem entender
Nada
Sem saber
Como suportar
A falta
Fé no Pai
Forte me faz
A vida anda
A dor acaba
Mas a saudade
Ah essa nunca passa.
E nos abençoe para que alguém nos adote logo e que a mamãe e o papai sejam bonzinhos e tenham um unicórnio de estimação.
"Se eu soubesse o que era saudade, eu teria passado mais tempo com ti.
Se soubesse o que os meus olhos veriam, eu os teria arrancado de mim.
Se eu soubesse o quanto sua ausência doeria, eu teria dado minha vida por ti.
Infelizmente as mazelas da vida são assim.
Hoje, com dificuldade, perdôo o Deus por tê-lo tirado de mim.
Tento ser melhor do que me ensinou a ser, para que sobre os céus, se orgulhe de mim.
A vida um dia termina, é só a saudade, que na vida terrena, não tem um fim.
A fertilidade da mente, que raramente recai sobre mim, hoje recaiu sobre ti.
Grande pai, filho do pai, que dos céus, hoje olha por mim.
Nessa data, aos outros especial, queria que fosse especial pra mim.
Mas tudo bem, infelizmente a vida é assim.
Embalado em saudade, se eu soubesse o que essa seria, teria eu passado mais tempo com ti..." - EDSON, Wikney
Enviai Senhor teu Santo Espírito e tudo será renovado, por sobre toda a face da terra.
Vem Santo Espírito do Pai, vem Paráclito de amor, vem com teu fogo ó meu Senhor e enche-nos com tua luz.
E no ultimo adeus, lembranças meio apagadas de quando ainda eramos meninos e crianças, um pouco de nostalgia daquele ultimo olhar de ontem...e sobre a lápide irretocável negra estava nesta hora toda molhada, pouco se sabia onde foi que começou a aguar pelos pingos da chuva e o que era aguado pelas lágrimas da saudade que já começava à crescer....sai da letargia e incompreensão me acordou no momento que todos os presentes em coro gritaram, Amém.
ELE TINHA CORAÇÃO.
"O Ferro que Aprendeu a Ser Homem"
O mundo, tantas vezes, mede a força de um pai pelo peso que ele suporta, pelo silêncio que mantém e pelas batalhas que trava sozinho. Muitos o chamam de “homem de ferro” — aquele que não chora, que não treme, que não se deixa abalar. Mas, por trás da armadura invisível que o tempo e a sociedade lhe impuseram, há um coração vivo, pulsando, sangrando e amando.
A infância de um pai morre lentamente para dar lugar a um vigilante eterno. Ele não pode se dar ao luxo da fraqueza porque acreditou, desde cedo, que o amor verdadeiro se prova na resistência. E no entanto, é justamente essa dureza aparente que esconde o maior dos segredos: a sensibilidade. Ele talvez não fale das noites em que ficou acordado ouvindo a respiração do filho doente, nem confesse o medo que sentiu ao ver a vida colocar nas mãos da família o peso das incertezas. Mas ele estava lá — como um farol em mar revolto, calado, mas firme.
A sociedade raramente autoriza o homem a demonstrar ternura sem antes cobri-lo de rótulos. Ainda assim, todo pai carrega no íntimo uma luta silenciosa contra essa sentença cultural. Porque ser pai é ser ferro por fora e carne viva por dentro; é entender que a fortaleza não é a ausência de fragilidade, mas a coragem de mantê-la em segredo para proteger quem ama.
Chega um dia em que os filhos crescem e começam a enxergar não o herói, mas o homem. E nesse instante entendem: não era o ferro que nos sustentava, era o coração que batia dentro dele. Um coração que, mesmo pesado de responsabilidades, escolheu amar sem pedir nada em troca. E talvez esse seja o maior legado que um pai pode deixar — ensinar, pelo exemplo, que a verdadeira força não está na rigidez, mas na capacidade de continuar amando, mesmo quando tudo ao redor pede endurecimento.
"Ele Tinha Coração – O Ferro que Partiu Vitorioso"
Em cada esquina da vida, há um pai que a sociedade não quis ver. Não estampou seu rosto nas manchetes, não lhe ofereceu medalhas nem reconhecimento. Chamaram-no de “homem de ferro” — não por ser frio, mas por aguentar calado o peso de mundos que só ele sabia carregar. Um pai assim veste, sem pedir, a armadura que o tempo e a cultura lhe impõem: “não chore, não reclame, não mostre medo”. Mas, sob essa couraça, pulsa um coração real, vibrante, que arde de amor.
A filosofia nos lembra que a verdadeira grandeza não se mede pelo poder de dominar, mas pela capacidade de servir. E no papel de pai, esse servir é silencioso, quase invisível. Ele não conta as vezes em que deixou de lado o próprio sonho para alimentar o sonho dos filhos; não revela o medo que o acompanhou nas madrugadas de incerteza; não espera retorno, apenas se coloca no caminho como muralha contra o inevitável.
Do ponto de vista sociológico, esses homens são frequentemente engolidos por uma narrativa injusta: a de que afeto e masculinidade caminham separados. E assim, escondem suas lágrimas, oferecendo apenas o lado forte, acreditando que proteger é também poupar o outro do peso de suas dores. No íntimo, porém, guardam lembranças de abraços breves, conversas apressadas, olhares que diziam mais que qualquer palavra.
Psicologicamente, o pai que ama incondicionalmente constrói, sem alarde, o alicerce emocional da família. Mesmo ignorado — por orgulho juvenil, por ingratidão momentânea ou pela pressa do mundo — ele permanece. Porque para ele, amar não é negociar: é escolha diária, gratuita, inabalável.
E chega o momento inevitável da partida vitoriosa. Não vitoriosa pela ausência de derrotas, mas pela dignidade de ter amado até o último instante. É quando o silêncio da casa revela o som de sua presença na memória, e os que um dia não o perceberam como deviam descobrem, com atraso doloroso, que todo aquele “ferro” era apenas a casca de um coração que sempre bateu por eles. Nesse dia, o mundo perde um homem, mas ganha a lição eterna de que a grandeza não precisa de testemunhas para existir.
Quem és tu que minhas dores tirou, quem és tu que a minha solidão enfrentou.
Conhece meus defeitos ? devo sentir medo? porque me amas-tês então!
Sabe tudo que acontece em minha vida, e mesmo assim, me amas.
Afinal de conta, quem és tu que me ama? O que tu sentes é loucura, amar alguém tao falho.
Então é isso, achaste uma fissura em meu peito e adentraste sem que eu percebe-se.
Mas do que me servira a minha mascara para ti, que conheces cada fio de minha cabeça, a tirarei então, não há nada que eu possa esconder de ti.
Me escondo nas chagas de adonai, e me renovo no amor de meu pai.
Obrigado por ter discretamente adentrado a minha escuridão e iluminado cada pedaço do meu coração, obrigado fazer morada em meu peito, fico ate sem jeito de saber que um deus tão grande, mora aqui dentro.
Nossos pais são os chatos de hoje que se tornarão os heróis de amanhã.
Afinal, quem vai nos falar ou proibir para não fazer alguma coisa?
E nós sentiremos falta disso.
FILHOS E CONSUMO
Na ânsia de atender o cliente a qualquer momento e circunstância para vender mais, o mercado está influenciando o homem a decidir com base só na sua vontade, tornando-o intolerante as regras de convivência sociais e interpessoais. O consumo passou a ser deus do egocentrismo e da intolerância, quando ele é usado só com base na vontade do cliente, estamos formando em nome da liberdade verdadeiros consumistas tiranos. Isso começa em casa quando nós pais nos eximimos de educar nossos filhos com regras e respeito ao próximo, colocando-os no centro de tudo, favorecendo todas as suas vontades, e longe dos problemas, imaginando que estamos lhe dando uma vida melhor. Mera ilusão, pois estamos enxugando gelo ao querer um mundo melhor criando indivíduos egocêntricos buscando resultados coletivos. Pois o pai do ódio é o ego e o pai do amor à colaboração.
UM GRANDE SONHO DE UM PEQUENO SONHADOR
Eu sonho porque o sonho existe e a minha vida é sonha. Não sou alegre, nem triste, quero apenas sonhar.
Sonhar que não haverá mais guerras, nem destruição da natureza pelas mãos dos homens.
Sonhar com um futuro legal, que DEUS acabe com a crise e vença todo mal.
Sonhar com um lindo amanhecer, que as crianças do mundo não irão mais sofrer.
Sonhar que não haverá mais guerras, que todos vivam em paz, sem guerras na terra.
Sonhar que um dia fui criança e que passei nove meses no ventre da esperança.
Sonha que um dia nasci.
Que um dia irei morrer, não sei para onde vou, nem para onde ir.
Só sei, que morro contente, porque na vida eu vivi.
Sonhar em acordar e ver um feliz, todos alegres, contentes e que os jovens do mundo tirem as drogas da mente.
Que não voltem, não regridam e dê um passo para frente.
Sonhar em ser um bom professor, e os políticos me dando valor.
Sonhar em ser um bom aluno, e que este sonho, seja um sonho profundo.
Acordar e ver só maravilhas do mundo.
Sonhar sendo um beija-flor voando, voando bem alto e trazendo no bico a medalha do amor.
O pior de tudo, não sonhar e sim acordar e não ver nada disto, mas o bom de tudo isso é que nunca desisto.
Finalizo meus versos com muita emoção, chorando e preocupado com esta enorme nação, pedindo a Deus que nos dê a nossa proteção..
Ora, sou eu filho de alguém tão estúpido. Tão repugnante? Tão perdido.
Quem seria capaz de tamanhas bestialidades lícitas?
O homem despreparado deveria ser contido.
Passa por testes e pode ter sua liberdade.
Quem dera fosse assim.
A humanidade caminharia para a nobreza global.
Homens justos geram filhos justos.
Homens injustos geram bestas humanas.
Abismo intransponível.
Mazelas.
O ódio pelo gerador.
A pena.
O rancor.
Bestas humanas que também sentem dor.
Ora, sou eu filho dessa besta.
Então, uma besta sou?
Dedico esta publicação [meu poema nº 500, aqui na rede] À Alma da minha Santa MÃE, que partiu deste viver/morrer, por motivos de cancro; após ter sido tratada pela nora [minha Linda Esposa] durante mais de cinco anos, dois dos quais acamada; sem a ter deixado ganhar uma única chaga/escoriação, naquele pobre [por tão sofrido] corpinho!
Abandonar uma Mãe ou um Pai, num lar…
Ai de quem, abandone em tal seus pais;
Alegando pra tais não ter vagar;
Esquecendo dos tais tão dedicar;
Que cá, ninguém consegue, um contar mais!
Dedicar, neles tido, no criar;
Dos tão bons pais, que cá tais fizeram;
Pelos quais, de si, cá tanto deram;
Que cá ninguém consegue, um mais contar!
Porque um pagar tão igual, cá irão ter;
Naquela dor sentida de abandono;
Que a quem os criou, em tal, tão deixaram!...
Por neles ter havido, um esquecer;
Que em seu semear, haverá retorno;
Idêntico, ao que semearam.
Com o sentir [de quem teve SEMPRE na sua e deles casinha] A MÃE e o Pai, até de cá; terem partido.
Árvore seca...
De coração vazio...
Anos a fio...
Não tinha cor...
Não tinha amor...
O vácuo cada vez maior...
Raízes mortas...
Não mais florescia...
Sob um sol quente e árido...
Me contou sua história...
Foi semente...
Plantada com esmero...
Por um senhor...
Velada com carinho...
Cresceu...
Nas folhagens verdejantes...
Pássaros faziam seus ninhos...
Cantavam alegremente...
Retribuía com sombra...
Muitas flores ofertava...
Fronte de belas mulheres enfeitava...
Suas folhas eram remédio...
Doença ela curava...
Foi orgulho daquele senhor ...
Que um dia a plantou...
Seresteiros à sombra dela...
A todos encantou...
Conversas fiadas ouviu...
Pessoas que chegavam na cidade...
Um ou outro que já partiu...
O banquinho ao seu lado...
Foi ponto de encontro...
De amigos e de enamorados...
Quando o vento levou o senhor...
De tristeza a árvore chorou...
Me disse que se fechou no silêncio...
Que de saudades suas folhas cobriram o chão...
Não tinha mais forças para então florir...
Sua aurora tinha ido embora...
Sua madrugada chegara...
Sua hora findou...
Hoje...
Triste...
Seca...
Morta...
Ainda conta sua história...
Da saudade que ficou...
Do tempo que passou...
Sandro Paschoal Nogueira
Árvore, pata-de-vaca, branca, que meu pai plantou, em frente de minha casa.
Homenagem póstuma Scylla Dias Nogueira
— em Conservatória, Rio De Janeiro, Brazil.
Eu sempre o valorizei, sempre soube que era um grande homem, mesmo quando cometeu alguns deslizes, mesmo quando desviou do caminho pelo qual estávamos seguindo e tropeçou em suas próprias escolhas. Mas quem não erra ? O mérito dele está em sua essência e sei que ele está tentando, não é tão forte como eu gostaria, afinal é humano, mas ele está a cada dia lutando para ser um homem de muito valor, e eu acredito que ele consiga!
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