Declaração de Amor de Mãe para Filha
Amor, o sentimento maior
Júlio Iglesias - às vezes tu, às vezes eu...
Amor, o tempo...
Essa letra retrata com fidelidade esses meses de encontros e desencontros tão naturais; entre casais que se amam.
Amor, os efeitos...
Se estas coisas não acontecessem não seria o amor; o amor em sua essência é feito de prós e contras, de afetos e desprezos; de respeitos e desrespeitos, de amor e ódio, de desistir e voltar, de união e separações, de ofensas e perdões; de paz e de guerras.
Amor, a natureza...
O amor em sua natureza é doação, entrega, dedicação e sacrifícios. Quem não está apto para entender e se dispuser a agir assim; não terá sucesso no amor. Porque, o amor é como um destilar de mel, e como um desabrochar de flores.
Amor, a soberania...
Mas, o amor permanece soberano ditando regras e conduta; nem sempre as mais sábias, lógicas e prudentes. Em meio à sabedoria que prepondera estas coisas, acontece umas insanidades sábias; perfeitamente normal para quem ama e é amado.
Amor, as reações...
No amor acontece algo que foge à realidade psicológica de todos nós. Nosso emocional trabalha e nossos sentimentos afloram a cada divergência; e, assim colocamos para fora nossos melindres e faltas éticas e morais.
Amor, o poder...
No entanto, o que prevalece sempre é o amor. Mesmo em meio a lutas, intrigas, obstáculos, divergências e incompreensões; o amor tem, em si mesmo uma força avassaladora, impetuosa e indestrutível. Ele permanece inatingível!
Amor, a felicidade...
Hoje se comemora dez meses da mais pura felicidade. Às vezes sofrida, às vezes felizes, às vezes lágrimas, às vezes sorrisos; às vezes dúvidas e às vezes convicções; às vezes temores, às vezes ousadias; mas, sempre vitoriosos.
Mesmo à distância parabéns, a você que vive a realidade e a experiência deste amor!
Pense nisso...
O amigo Valdemar Fontoura
Meu amor, por você eu viveria tudo novamente.
O primeiro olhar...O primeiro abraço...
O primeiro beijo... A primeira vez que pude sentir o amor percorrer o meu corpo em um misto de sentidos e cores.
As estrelas tornaram-se vida porque vi no seu olhar o reflexo de um céu limpo e a lua perdeu a beleza porque nos teus olhos havia um universo inexplorado...
Quero esconder do mundo
A minha dor
E nessas palavras
Falar de amor
O amor que me alimenta
O amor que me constrói
Mais é esse mesmo amor
Que sempre me destrói
É esse amor
Que eu tento superar
Pra não me consumir
Pra não me machucar
E nessas palavras
Eu vou tentando decifrar
A maior beleza deste mundo
Que está no verbo amar.
Até Depois -
Não partas, meu amor, que eu fico num tormento
Sou pedra de silêncio, sozinha no caminho
Sou chuva que se alteia ao sabor do vento
Um pobre sem saber qual é o seu destino.
Um cálice, um lamento, gemer de solidão
São horas que te espero, são horas que não chegas
A raiva que me aperta, que esmaga o coração
São flores, meu amor, que a vida leva secas.
Trago na voz solidão, o ser na vida um triste
O grito d'uma noite, teu corpo que não chega
E a ânsia que me escorre, que dói e que persiste
Minha taça, meu veneno, de loucura e d'incerteza.
Nao sei porque te espero, se quero ou não te quero
A vida é uma roda, tudo volta ao que já foi
Eu amo o teu olhar, mentiras não tolero
Adeus, digo-te adeus, adeus e até depois.
Castelo do amor...
Te conheci e te amei à primeira,
Desesperadamente te amei.
Meu nada se transformou em tudo.
Repentinamente, nos encontramos;
E, se encontrando nos conhecemos.
Maravilhado, toquei no teu corpo;
Descobri meu castelo de prazeres.
Como experiente construtor;
Fui sentindo com amor teu interior;
Sondando com esmero teu exterior.
Descobrindo suas nuances e curvas;
Umas convexas, outras côncavas.
Decidi construir nosso castelo;
Escolhendo pedras lavradas;
Pedras de amor, carinho e afetos.
Alicerce baseado em confiança;
Esse, o castelo da felicidade.
Suas paredes milimetricamente;
Construídas com zelo extremo;
Observando cada medida;
Com muito cuidado e escrúpulo;
Pedras cimentadas com muito amor.
Edificado sobre sonhos e projetos;
De um futuro radiante e duradouro.
Pense nisso...
O amigo Valdemar Fontoura
Um amor, dois corações, a mesma história e os mesmos pensamentos e desejos.
O amor que enche esses corações e não evolui, pois o medo e a insegurança toma conta de cada coração e então faz com que eles fiquem distantes e invisíveis.
Os dois corações quebrados pois esqueceram e tiveram medo da dádiva que foi estar unidos um só coração.
E a vontade de estar juntos sempre aumenta, onde quer que esteja, com quem quer esteja as lembranças só faz com que eles se machucam, pois sabe como foi todos os momentos “digo” momentos que os impressionavam, o tempo está passando e o amor continua brotando já se foi primavera, outono, verão e inverno o que mais falta?!
Os olhares se cruzam o desejo de dizer EU TE AMO aumenta, o desejo de abraçar e ali ficar aumenta, a vontade de ficar grudados no celular conversando por horas e horas aumenta, mas o que faremos se o mundo está contra eles? Qual poeta, cientista, medico que irá explicar o sentimento que não vai e volta como as ondas mas o sentimento que permanece como a areia que você anda, anda sobre ela mas ali ela permanece pois sabe seu lugar... Mas será que esse amor deve permanecer? Qual a resposta pra isso? Floyd irá explicar? Ou será que não iremos saber? Qual a graça do amor se não for unir?
Eu não posso entender que o amor seja penas um discurso de canções e poesias que não mudem a dor de ninguém.
O amor da sua vida te leva pra um lugar incrível e vc fica maravilhada, mas tudo que vc faz é fechar os olhos em um longo e lindo beijo...
Vejo no teus olhos a luz do amor,sinto na sua pele o toque de uma flor,na tua boca o calor de um beijo,no seu colo mato todo meu desejo.
"O amor verdadeiro jamais morre. Só que às vezes, ele faz a curva na estrada (da vida) antes de nós"
À você mamãe,
Um dia, o Amor
estendeu as mãos para o nada e abriu-se o espaço...
Um dia, o Amor
estendeu as mãos para o homem e abriu-se o encontro...
Um dia, o Amor
se tornou vida de tua vida e eu existi...
Obrigada, mamãe!
Este poema eu o conheci exatamente assim, ainda quando frequentava os bancos escolares, lá pelos idos do ano de 1.972, quando termina o meyu curso de professora.
Publiquei-o em meu face há uns quatro anos atrás.
Faz tempo, heim!?
Jandira Ferreira/ Jandamel
