De Repente Nao mais que Derepente
A espada embainhada: a mais perfeita forma de vencer é impedir os planos do inimigo; depois, evitar a junção de suas forças; e por fim, ataca-lo no seu próprio campo.
Platônico - nome esquisito para o mais puro sentimento, o amor sem pele, sem interesse, sem jogos, só completude da alma.
Se os pássaros usassem uma bússola, se perderiam. Quem mais sabe melhor do que você o que é bom para você? Confie em seus instintos.
Compreendeu, finalmente, que mais importante do que chegar, é sentir-se bem com o seu jeito de caminhar.
Acho errado dizer "O homem só dá valor quando perde".
O mais correto seria "O homem só dá valor quando outro ganha".
Nos momentos mais doídos da minha jornada até aqui eu nunca encontrei nenhum botão mágico, mas tive fé, tive gesto, e, felizmente, tive quem me amasse sem desistir de mim.
Tava arrumando a minha vida mais 'tô doido pra você bagunçar,
mó jeito de menina moça, volta a fazer o meu feijão que agora eu prometo que lavo a louça pra você, pra tudo ficar bem, pra tudo ficar zen.. pra tu não ficar sem me chamar de meu bem.
Nossas vidas seriam mais luminosas se passássemos mais tempo obcecados pela gratidão do que pela carência.
A história do poder político nada mais é do que a história do crime internacional e do assassínio em massa.
Animais e a Peste
Em certo ano terrível de peste entre os animais, o leão, mais apreensivo, consultou um macaco de barbas brancas.
- Esta peste é um castigo do céu – respondeu o macaco – e o remédio é aplacarmos a cólera divina sacrificando aos deuses um de nós.
- Qual? – perguntou o leão.
- O mais carregado de crimes.
O leão fechou os olhos, concentrou-se e, depois duma pausa, disse aos súditos reunidos em redor:
- Amigos! É fora de dúvida que quem deve sacrificar-se sou eu. Cometi grandes crimes, matei centenas de veados, devorei inúmeras ovelhas e até vários pastores. Ofereço-me, pois, para o acrifício necessário ao bem comum.
A raposa adiantou-se e disse:
- Acho conveniente ouvir a confissão das outras feras. Porque, para mim, nada do que Vossa Majestade alegou constitui crime. São coisas que até que honram o nosso virtuosíssimo rei Leão.
Grandes aplausos abafaram as últimas palavras da bajuladora e o leão foi posto de lado como impróprio para o sacrifício.
Apresentou-se em seguida o tigre e repete-se a cena. Acusa-se de mil crimes, mas a raposa mostra que também ele era um anjo de inocência.
E o mesmo aconteceu com todas as outras feras.
Nisto chega a vez do burro. Adianta-se o pobre animal e diz:
- A consciência só me acusa de haver comido uma folha de couve da horta do senhor vigário.
Os animais entreolharam-se. Era muito sério aquilo. A raposa toma a palavra:
- Eis amigos, o grande criminoso! Tão horrível o que ele nos conta, que é inútil prosseguirmos na investigação. A vítima a sacrificar-se aos deuses não pode ser outra porque não pode haver crime maior do que furtar a sacratíssima couve do senhor vigário.
Toda a bicharada concordou e o triste burro foi unanimamente eleito para o sacrifício.
Moral da Estória:
Aos poderosos, tudo se desculpa…
Aos miseráveis, nada se perdoa.
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