De Repente Nao mais que Derepente

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Agente segue assim até quando der. E quando não der mais? Agente supera, tenho certeza disso!

Inserida por LayanaOliveeira

O que sentes por mim ?

Eu não sei mais o que pensar, não sei como te atingir.
Queria poder dizer que te amo, e que vai ficar tudo bem.
Queria que me dissesse que me ama, e que sem mim você não vive.
Todos dizem que você não sente remorsos, ou demonstra sentimentos.
Todos dizem que você nunca vai ser alguém pra eu amar de verdade.
E você não me diz nada. Absolutamente nada.
Eu queria que você me xingasse, me batesse, ou me deixasse livre.
Mas, não livre de você. Livre de te amar.
Por que é difícil te amar e não saber se você sente o mesmo.
Queria apenas que você dissesse, não é muito difícil dizer que me ama.
Só precisa de 2 palavras.
E uma soma de sentimentos.
Ou não diga nada, apenas não diga.
E eu somarei a minha própria concordância com um orgulho ferido.
Meu coração desabou quando descobri tudo que estava acontecendo.
Achei que nunca encontraria o amor da minha vida.
Só quero que você saiba.
Eu me importo com você, eu quero você.
E nada nem ninguém vai tirar o que eu sinto por você.
Nem em mil anos, nem em outras vidas.
Eu amo você, e é de você que eu preciso.
Mas, faz a coisa certa, e deixa eu cuidar de você ?!
Eu me arrependo de ter feito você sofrer, e me arrependo de sofrer por isso tudo.
Sinto muito.

Inserida por demolit

''Não tenho mais pedidos, só tenho uma esperança: A de que voce chegue logo pra me tirar dessa escuridão.
Vou te esperar, não vou dormir, pois quando você chegar vou pedir que sorria pra mim, pois só assim isso tudo vai passar.''

Inserida por laramitchell

O tempo de hoje é sufocante. As pessoas são sufocantes, elas não encantam mais, elas são mais máquina do que carne, são acostumadas a fazer o que fazem e não mudam, não buscam a si mesmas, não buscam a sua identidade que as diferenciaria da maioria.

Inserida por carolinaguterres

As veses pensamos em ser nós mesmos, mais vimos que nao somos nada!! Nao posso dizer que possa estar feliz ou triste, só sei que não irei desistir de me tornar alguma coisa que supostamente eu possa gostar!

Inserida por sunbeaty

Não precisa se preocupar se eu sorrir as vezes, sem mais esquemas. Se eu te abraçar quando menos se espera, e pedir pra ficar quando a partida é quase uma certeza. Não precisa se preocupar em me entender, porque sei, amor, é complicado demais ler a mente de uma ajuntadora de histórias. É difícil demais entender o coração de alguém como eu, tão debilitada, ferida, cheia de medos que atormentam, eu sei. Não precisa fazer esforços, porque minha vida é posta em frente a sua sem muitos alvoroços, apenas quando as coisas simples acontecem, essas sim… me fazem te entender. Você sabe, não precisa de laço de fita nenhum pra enfeitar, nem de música pra cantar no meu ouvido, não precisa me encher de presentes, nem daquelas demonstrações enormes das novelas. Não precisa, porque quando fechamos os olhos a noite pra ver o céu, as estrelas brilham por nós. Porque quando corremos de pés descalços em direção ao sol, o que nos protege são os espinhos das flores. Das coisas mais simples e menos vistas é que me torno sua. Meu amor, você não precisa de desculpa pra segurar na minha cintura, nem de desculpa pra travar seu olhar dentro do meu. Não precisa de desculpas pra querer ficar, apenas fique. Ainda que louca, cansada, criança eterna, sei amar. Sei te amar.

Inserida por brubarbosa

Sofrer não torna mais poético, chorar não deixa mais aliviado e implorar não traz ninguém de volta. Por mais que você queria muito alguém, ninguém vale tanto a pena a ponto de você deixar de se querer.

Inserida por emiihwatanabe

Se você superar o medo de viver, não terá medo de mais nada nessa vida.

Inserida por CaiqueMarcatt

Engraçado...Até hoje eu não entendo porque os jovens sempre acham que sabem mais do que os mais velhos?
Velhice significa experiência, aprendizado, saber ouvir, pensar antes de falar entre outros exemplos...
Todo jovem deveria de cuidar, zelar, guardar muito bem uma pessoa mais velha, pois ela é um arquivo indispensável!

Muitos dependem das informações que os mais velhos sabem de suas vidas...

Inserida por sollima

Mas agora que você cismou de querer permanecer, eu não te encontro mais aqui. Em nenhum canto...
Não tem como permanecer o que nunca entrou. Eu participei, eu compartilhei, eu me doei, você nunca tentou...

Inserida por TatyModolo

Eu queria morar naquele ombro. E só percebi o querer, quando ele não era mais meu.

Inserida por TatyModolo

Não vou desistir
Isso não é do meu feitio
Começarei tudo novamente...
Agora, me sinto mais leve
Mais eu, dona do meu passo
Da minha estrada
Da minha vida.

Inserida por Risoneves

E o que fazer quando o seu melhor já não parece mais ser o suficiente?

Inserida por leocecere

Amar é contemplar a mais plena felicidade não se restando nenhum espaço vazio, nada mais será tão necessário em nossa vida.

Inserida por AyltonVieira

Velocidade é a bola da vez. Não sei bem se é isso, mas não tenho mais tempo para errar. Há alguns meses, numa mesa-redonda em Belo Horizonte, o professor Eugênio Trivinho (PUC-Santos) falava em "dromoaptidão". Nunca mais me esqueci. Ele fala difícil, a platéia de estudantes de graduação em Comunicação ainda não sabia o que fazer com aquelas palavras. Muita gente riu baixinho, pensou logo no dicionário. "Dromoaptidão" era um conceito que Trivinho desdobrava ali para aquela "galera". E era mais ou menos a aptidão que nós (e os próximos habitantes desta Terra) devemos ter para lidar com a velocidade.

Além do professor de Santos, capítulos de livro trazem pesquisas sobre o tal do "tempo real" e a perseguição de um intervalo cada vez menor entre os fatos, os fatos e as idéias, os fatos e os textos, os fatos e o jornalismo. Uma correria que aparece na vida de todo mundo das mais variadas formas. Gerações que se sucedem e ficam sem o que fazer cada vez mais cedo.

A geração dos meus professores universitários fazia doutorado aos 45-50 anos. A minha geração é de doutores antes dos 30 ou pouquíssimo depois. Inventou-se, para dar conta disso e manter a "linha de corte", o pós-doutorado. E deste se pode ter um, mas é pouco. Há jovens estudiosos com cartelas de dois, três ou quatro, antes dos 40 anos, uns dentro e outros fora do país.

Vou pelo mesmo caminho, mas não sem me perguntar: para quê estou correndo tanto? Onde vou parar? Para quem quero falar o que eu aprendo? Turmas cada vez menores? Poucos indivíduos que querem fazer carreira na ciência? Embora haja vasta comissão de ressentidos que vão mal na profissão ou que apenas repetem a crítica infundada àqueles que fazem da pesquisa a profissão (muitas vezes a vida), é nisso que este país se fia, com o pouco que ele é, para atravessar camadas e camadas de ignorância reverberada até por quem estuda.

Em todas as grandes universidades deste país (não estou falando de faculdades), há equipes grandes de pessoas de variado nível de formação questionando, examinando, estudando e propondo o que se faz do lado de fora daquelas cercas. Em qualquer região do Brasil, pessoas dedicadas ao conhecimento (e não apenas à informação replicada, muitas vezes mal replicada) fazem seminários para ver o que é possível para melhorar isto ou aquilo.

Fico observando aquelas equipes da Engenharia de Materiais. Eles têm de pensar em tudo, no presente e no futuro, e de fato alteram as perspectivas do que acontece dentro de nossas casas. Ou aquela turma de jaleco branco que acaba de passar por ali. São biólogos e vão almoçar. Um pouco mais cedo, estavam discutindo alguma coisa sobre meio ambiente. Os cientistas da Computação estão ali trancados resolvendo o que fazer com a pesquisa de um tal ex-aluno de doutorado que inventou algo muito importante para isto ou aquilo. E a turma da Faculdade de Educação entregou hoje cedo as matrizes que direcionarão o ensino de Matemática nos próximos anos, se os professores deixarem.

E para quê corro tanto? Para ver a banda passar. Para chegar na frente. Para que minha vida aconteça à minha revelia. Para que meu filho tenha um futuro bacana. Para ter grana. Para aprender coisas que pouca gente sabe. Para contribuir. Posso dizer tanta coisa para me justificar, mas prefiro ficar cansada. No final, estaremos todos vizinhos nas mesmas covas. Para quê correr?

Uma moça me contava, há duas semanas, a experiência de morar no exterior. Não em Londres ou em Nova York, mas em Moçambique. Antes disso, fez um estágio no interior da Amazônia e depois concorreu a uma vaga na África. Lá, não tinha quase onde morar. Pegou malária duas vezes. Depois de três anos, resolveu voltar para o Brasil porque ficou grávida. Não fosse isso e teria curtido mais a missão. Dizia ela: "Aprendi muito com esses povos. Lá você dizia ao cara para pensar no futuro, guardar a comida, conservar o peixe e ele dizia: para quê?". Quando ela argumentava: "Para você ter um dia melhor amanhã". O africano dizia: "Mas aí eu posso ter um dia melhor hoje". Caça, pesca, coleta. Isso mesmo, vida de quem está, não será. E se for, melhor.

Ela dizia isso e sugeria a alunos de Letras que concorressem a vagas oferecidas por agências nacionais de fomento para viagens ao exterior. Não para Milão ou para Lisboa, mas para Moçambique ou para qualquer outro canto do mundo onde não haja uma vida, no fundo, muito parecida com esta. Ela dizia isso e refletia: correr para quê?

Não quero viver da coleta. Não sou caçadora e nem estou preparada para o "carpe diem" dos filmes americanos ou dos poemas árcades, mas bem que eu queria um descanso. Não este descanso falso dos finais de semana que começam no sábado à noite. Não a pseudoparada dos que dormem de dia. Ou a noite exausta de quem trabalha sem parar. É isso o que se tem feito. Eu queria o descanso de viver este dia do moçambicano sertanejo. De quem não conhece, simplesmente não sabe o que é, o celular, a televisão, a caixa de e-mails ou a luz elétrica. Impossível.

Faz tempo que a velocidade vem mudando de jeito. Não por conta da internet, que esta é apenas a etapa que nos soa mais fresquinha. Desde o telégrafo, o trem a vapor, o telefone. Desde que a distância pareceu ser relativa. Desde que os burricos que atravessavam montanhas pararam de trabalhar. O tempo vem sendo manipulado. As pessoas vêm delegando suas reflexões e seus desejos a outras. Se gostam ou não, se querem ou não, se são ou não, tanto faz. Terá sido tudo uma imensa onda de práticas meio espontâneas.

Sem ler sobre o assunto, mesmo sem freqüentar aulas de "Análise do Discurso", seja de que linha for, é possível parar para ouvir os ecos de tudo o que se diz. Aqui, neste Digestivo, é possível ler uns textos que ecoam outros; tantos que expressam bonitamente a conversa do boteco, com mais elaboração, é claro; outros tantos que conversam entre si e nem sabem. O que importa é saber o quanto estamos presos a uma rede invisível de sentidos que já vêm meio prontos. Uma teia de relações que já chegam feitas. Uma onda transparente de significados que carrega os ditos e os não-ditos. Sem ter como escapar. Os dizeres estão sempre presos a outros, mesmo que não se saiba se alguém já disse aquilo antes. E principalmente por isso.

Pensar deveria ser a coisa mais importante de tudo. Da vida em família, da escola, da convivência. Saber pensar deveria ser a habilidade mais almejada de todas. Antes de saber envergar roupinha de marca ou saber inglês, antes de conhecer música ou ler Machado de Assis. Antes de ser "do contra" ou de apoiar a "situação". Pensar deveria ser obrigatório. Não sei pensar. Não aprendi direito. Antes que eu consiga (porque eu até tento, há quem nem isso...), vêm logo essas redes de sentidos me carregando. Que antídoto há para isso? Pensar de novo, ler mais, conhecer os textos (falados, inclusive) que já rolaram nesta correnteza e tentar ao menos me localizar. Saber que ecos tem minha voz. Pensar de novo e assistir aos efeitos do que eu disser.

Em 2002 eu tinha um blog. Ele era até conhecido. Fazia resenhas e entrevistas com escritores. Depois me cansei dele. Hoje tenho preguiça dos blogs, assim como de outras coisas e pessoas. Lá no meu blog era assim: eu mal pensava e já havia escrito. Muitas vezes funcionava. Mas isso não tem a menor importância para mim mais. No blog, no site, na mesa de bar, a velocidade eclipsa uma série de coisas mais importantes. Muito do que se escreve é de uma irresponsabilidade exemplar. O Digestivo já foi texto de prova de vestibular várias vezes. Imagine-se o que isso ecoa nas práticas de muitos lugares? Parece bobagem? Não é. Muito do que se toma como verdade é irrefletido, bobo, superficial, reelaborado, tolo, restrito, mas se quem escreve só faz escrever sem pensar, imagine-se o que fazem os que apenas lêem, e lêem mal?

A velocidade com que as coisas podem ser feitas e ditas tem trazido à luz o que deveria ficar guardado em tonéis de carvalho. Há produtos da cultura que jamais, esteja a tecnologia como estiver, sairão dos barris antes do tempo. Ainda bem.

Inserida por Scutasu

Quando todas as minhas palavras
não fizerem mais sentido;
Quando todas as minhas ações
negarem o que eu sinto;
Lembre-se de que lá no fundo existe um bobo
que não sabe como dizer:
Eu te amo.

Inserida por CosmeHenrique

Não sei porque mas, meu Ego às vezes finda sendo a companhia mais interessante que certas pessoais.

Inserida por sadraquebergs

Não sou do melhores. Não sou o mais romântico ou o mais bonito, não sou o mais inteligente tão pouco o mais engraçado, na verdade nunca quis ser nenhum deles. Quero apenas ser aquele que vive em seus pensamentos, que te faz sorrir sem motivos, que te faz adormecer como um anjo; aquele que receberá seus beijos mais doces, aquele que irá envelhecer ouvindo dos teus lábios um sincero 'EU TE AMO'.

Inserida por CosmeHenrique

Ás lágrimas sempre acabam quando, não se da mais importância ao passado.

Inserida por CarolinaLuz

Hoje eu acordei decidida!!
Decidi que não vou mais Precisar de você pra viver!!
Decidi Parar de ter pena de mim!!
E que nunca vou deixar aquela lagrima que sempre teima em cair

Inserida por Naiaracunha