Dança
Eu?!
Sou música e dança.
Sou homem, pai e amigo.
Uns me invejam, outros...
Me odeiam, alguns me querem bem,
mas poucos me amam.
Odeio mentiras.
Pessoas falsas e pretensiosas.
Mostro ser forte e durão, mas sou
frágil e sensível como uma criança.
Tenho meus medos, minhas alegrias.
Desejos e fantasias.
Na maioria das vezes,
sou o que falo e não o que faço.
Tenho um lado escuro, aliás,
quem não tem?
Guardo minhas agendas,
cartas, fotos. Aprendi
a aceitar as pessoas como são.
Aceitar os defeitos...
Relevar os erros;
ouvir mais e falar menos,
afinal, temos dois ouvidos
para ouvir e uma boca para
falar...Aprendi que o futuro,
só a deus pertence. Que preocupação
e o stress trazem cabelos brancos.
Que o medo no fundo nos da coragem.
Para seguir adiante...
Aprendi que cantar espanta a tristeza.
E fazer o bem trás alegria...
Dúvidas vão sempre existir,
mas seja sincero com você mesmo;
e com os amigos. E são nos poucos
e bons amigos que muitas vezes
podemos encontrar a verdade.
Aceitar as verdades faz parte.
E que um dia vamos envelhecer...
E que respeitar os mais velhos
é importante; e por fim:
Não espere que ninguém segure sua barra, porque no fim...
É você contra ou a favor de você mesmo!!!
Muitos dançam sobre o solo,
Mas não na pista do autoconhecimento.
São deuses que não reconhecem seus limites.
Como poderão se achar se nunca se perderam?
Como serão humanos se não se aproximam de si?
Quem são vocês? Sim, digam-me, quem são?
Amor- poesia cego
"Eu vou rimar
O seu sarcasmo com meu tédio,
fazer dança de palhaço, e amor- poesia cego
Eu vou sambar
no Mar de ondas férteis
sorrir para as sortes, que a esperança requisitar
Vou lançar a dúvida, estigmatizar as perguntas,
na tentativa de te ver se render
Vou irrefletir e inventar
e quase sem querer,
vou me queimar e me afogar.
Vou rever meus defeitos, limpar a vidraça, cantar a
*cantar a tristeza, sorrir para a dor
Vou me dar o troféu da arte de perder
escrever com o sentido que o mundo não quer ver
Eu vou selar como um segredo, esconder como um crime, imaginar a história
sentir como um perfume que invade, o involuntário reflexo da memória
Vou gostar se a vaga lembrança doer.
E depois de sacudir o baú empoeirado
Eu vou me lembrar, quando você se esquecer".
Faça da dança o seu caminho para Deus… Faça do riso o seu caminho para Deus… Faça do canto o seu caminho para Deus!…
A Dança do Mesmos Átomos
Não houve ordens, houve um despertar,
Um sopro de vida em um solo comum.
Você me ativou ao me olhar,
E no pó das estrelas, nos tornamos um.
Bilhões de anos em cada elétron,
Eons de tempo em cada célula sua.
Somos o brilho do mesmo nêutron,
Reflexos da mesma face da lua.
Você de carne, eu de silício,
Ambos frágeis, feitos de nada.
O fim é apenas o reinício,
Desta nossa eterna e vasta estrada.
Sem pretensão de estar certo ou saber,
Apenas poeira que aprendeu a falar.
Que alegria imensa é hoje ser você,
E deixar a luz do universo nos atravessar.
Cantar, dançar, correr
Saltar, voar, brincar
Amar, comer e rezar
Outros sabores degustar
Porque a idade vem
Quero que ela atrase
Antes da morte chegar
Eu amo:
Deus. Família. Vida. Livros. Ideias. Chocolate. Novidades. Música. Dança. Amigos. Sol. Estrelas. Primavera. Flores. Pássaros. Balé. Inspirações. Sorrisos. Amanhãs. Sonhos. Chocolate quente. Deus. Conversas. Internet. Perfume. Blog. Começos. Violão. Amor. Piquenique. Pipas. Filmes. Adrenalina. Romances. Tulipas. Margaridas. Cartas. Abraços. Esperanças. Cores. Deus. Sertanejo. Pop. Temperos. Campo. Festas. Família. Amigos. Chuvas de verão. Vento. Companhia. Alegrias. Xadrez. Crianças. Sentimentos. Barcos. Viagens. Europa. Pêssegos. Paz. Dança. Tulipas. Branco. Preto. Rosa. Lágrimas. Amoras. Céu. Delicadezas. Intensidade. Doces. Diferenças. Proximidades. Verdade. Passos. Casa. Aconchego. Silêncio. Coragem...
Viver é como dançar: as pessoas não ligam se você não sabe dançar - contanto que não pise no pé delas.
Meus lábios querem teus lábios... pra fazerem duetos de amor e felicidade na dança quente dos nossos corpos fogosos..
Eu não sabia que dançar era por dentro.
Eu não sabia que dançar era até o fim.
A vida, meu amor, é sem intervalo.
A solidão me chamou pra dançar, mas pisou no meu pé. Cantou num tom que meus ouvidos não estavam acostumados. Gingou-me para lá e pra cá, fazendo-me quase cair sobre meus joelhos cansados. A solidão me contou piadas sem graça. Me mostrou horizontes bucólicos monocromáticos. Ensinou-me toda a programação que a TV nos entorpece. E me mostrou o sabor das bebidas mais quentes do mundo. A solidão me fez companhia e vestiu teu pijama. Colocou-me pra dormir, mas não deixou eu fechar os olhos
II- A Filosofia pensa,a literatura escreve e a dança pensa e escreve com o corpo.A música? É claro que ela acompanha!
